A Probreza no Mundo - Como será com a liberalização ?

Esta sociedade liberal, ou a caminho disso, tornou seres humanos em números, em contabilidade "empapelada"...

É triste, muito triste que a Humanidade tenha evoluído para ... "isto"!...:(

O pior é defender-se esse caminho como inexorável, para alguns até aparentemente desejável (!), como se não houvesse alternativa a esta evolução...
 
A vontade de predação deve ser submetida e reformatad como efeito simbiótico.

Quando se tende para o abismo, asas são necessárias para ganhar elevação e evitar a queda.

A luta é desigual mas como pessoa consciente faço os possíveis para que As Asas cresçam para nos levarem para bem longe para um mundo melhor se possível[;)] .
 
Quem escreveu esse texto da Oikos devia ter vergonha na cara tal a quantidade de barbaridas que contêm

Reparem por exemplo na última frase:

«A equipa de investigação do Social Watch chegou a uma conclusão diferente: a pobreza extrema não está a diminuir e na realidade está a aumentar em África, América Latina, Médio Oriente e Europa do Leste e grande parte da Ásia onde o progresso se concentra no Vietname, Índia e China. »

Que chatice, o progresso concentra-se no Vietname, India e China. Esqueceram-se de dizer que o progresso nesses países chegou com o comércio global e a liberdade económica. E antes do progresso chegar a estes países já tinha chegado a outros como o Japão, a Coreia do Sul, Taiwan, Tailandia, Singapura, Malásia entre outros. Como é possível escrever tal parágrafo se a Ásia perdeu centenas de milhões de pobres !!! (1). Como é possível dizer que a Europa do Leste está mais pobre !?!?! Mas quem escreveu isto vive em que mundo e dentro de que buraco ?!?

O mundo está menos pobre, todos os indicadores o confirmam. Até 2000 calcula-se que entre 1970 e 2000 entre 250 e 500 milhões de pessoas deixaram de viver abaixo do limiar de pobreza (3). Entre 1990 e 2006 só na Ásia calcula-se que simplesmente caiu para metade o número de pessoas abaixo do limite de pobreza de 2USD/dia. Um autêntico milgare de quase 500 milhões de pessoas !

A única excepção é Africa, curiosamente onde se concentram a maior parte dos países com os mais baixos indices de liberdade económica (2)


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Fonte (3)

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Fonte (3)

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Fonte (3)

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Fonte (3)

Qual é o grande responsável pela diminuição da pobreza ?
Liberdade económica e comércio global !

Qual é o maior inimigo da pobreza nos países em desenvolvimento ?
Os rapazes que passam a vida a falar mal da globalização, que não gostam do comércio livre e que defendem barreiras ao comércio global e de preferência subsidios aos locais.



Fontes:
(1) East Asia update - Worldbank - November 2006
(2) Economic Freedom of the World
(3) The world distribution of Income: falling poverty and convergence
 
...
Qual é o grande responsável pela diminuição da pobreza ?
Liberdade económica e comércio global !

Qual é o maior inimigo da pobreza nos países em desenvolvimento ?
Os rapazes que passam a vida a falar mal da globalização, que não gostam do comércio livre e que defendem barreiras ao comércio global e de preferência subsidios aos locais.

«É o que eu digo minha gente: há por aí muito picareta, muito figurão, sempre pronto a convencer o engraxador que é mesmo esse que deve dar gorgeta pró picareta-figurão facilitar um pouco mais na aquisição do seu jactinho, quem sabe mesmo chamado Jesus!...» [:D]
 
Eu penso que a Liberalizaçao da economia, é uma porta para os países em vias de desenvolvimento poderem diminuir a sua probreza de forma sustentada nao estando dependentes dos valores que conseguem atraves da venda das suas materias-primas, que é em muitos casos o grande suporte economico nesses países, normalmente essas verbas ficam "retidas" no topo da piramide por assim dizer, o que agrava a situaçao.
Agora, eu pergunto quais os esforços dos países da Africa Subsariana (por exemplo) para crescerem economicamente?
Sera que nao podem? serao menos capazes que outros povos que partindo de situaçoes dificeis hoje sao paradigmas da qualidade de vida?
A minha opiniao é que se lhes devem ser dadas as "armas" para construirem o seu futuro. Bem sei que falar é mais facil que fazer, mas parece-me que a ajuda que os Países desenvolvidos prestam tambem nao os ajuda a sairem do buraco porque os torna dependentes da solidariedade dos outros, enquanto eles financiam as guerras que grassam por la.
pronto fica aqui a minha colherada [:D]
 
Há, naturalmente, alternativa a tais extremos de «8 e 80» ou «pouco mais que zero para todos». Somente que ela implica o incómodo do dar-se conta (sobretudos pelas partes que dos sistemas sócio-económicos retiram as vantagens em tendência de predação e não da benigna simbiose equilibrada...) que os capitalismos (incluindo o comunismo, esse capitalismo de estado...) de modo algum servem para optimizar e harmonizar o funcionamento humanizado do sistema capital-social-energia-técnica-matérias, como contra-exemplos com MUITAS provas dadas.

A parte do 80 terá que perceber que ao invés de espremerem ou desenvolverem ainda mais a situação para obter um «81-7», ou um «90-9», há que pensar em aliviar e equilibrar o 8 (oito), tornando as relações em «70-18», »60-28», ou, ainda mais desejavelmente num «90-50», num «100-70», optimizando-se a produção de riqueza e a sua redistribuição.

É curioso como Bill Gates tem essa noção presente, ainda que embora em registo post-mortem, ao afirmar que compreende quem realmente construíu a riqueza que lhe é atribuída, pelo que os seus herdeiros disporão somente de 5% dessa riqueza como herança, sendo os restantes 95% desejavelmente devolvidos ao mundo por intermédio de uma ou várias fundações.

E Bill Gates mostra também de onde tem que vir tal consciência: do 80. Ao 8, perdido e fechado no labirinto do Poder real, tal é impossível sem se formatar pelo que a Lei, muito mais influenciada e compatível como o 80, definiu como crime. Ao Estado tal tornou-se-lhe também virtualmente impossível (apesar da gestão da redistribuição da riqueza social ser uma função, por excelência, do Estado) sem se ver caricaturado como «Estado interventivo», «anulador do jogo liberal» onde teima em persistir o sinal da predação. Resta pois ou um milagre ou que o 80, os detentores e reais controladores das vantagens do sistema sócio-económico, tenham assomos de justiça social. Como de milagres, pelo meu lado, estamos conversados...

E justiça social de preferência praticada em vida e não em registo post-mortem...

Zen a tua cabça é uma confusão.
então agora o bill gates é ma boa referencia?
então o homem usou e abusou de posição dominante e agora porque tem uma fundação para ajudar os pobres ja esta bem?
[:D]
os teus argumentos tem tanto de valido como as inovações da microsoft, ou seja nada[8b][;)]
 
Eu posso resumir este thread ao seguinte...

Há duas classes que nunca saem prejudicadas, os multimilionários, como aqueles de famílias tradicionais abastadas e os extremamente pobres.

O que varia é o imenso fosso entre os paupérrimos e os riquíssimos.

Esse fosso alberga a maior parte da população onde se inclui o pequeno e médio burguês com os seus sonhos de um apartamento à beira-mar, um descapotável e um relógio de 1500 ou 5000 Euros.

Onde está a esmagadora maioria que agita as bandeiras dos partidos e que arreganha os dentes por opções politicas que independentemente da ideologia vão sempre servir os interesses de uma elite?

O que luta por ter um motor para puxar a água da poço ou o que tem uma família com longa história e tradição de séculos não sente as diferenças.
 
Existem variadissimos relatórios e contra relatórios, dependendo da facção ou ala que pretende defender como válida a sua visão.

O que efectivamente me deixa e deixará apreensivo é se os ALERTAS que são veiculados sobre as prováveis formas de realizar uma Liberalização, são tidos em conta, de forma a que a Sociedade no Mundo seja justa.

Assim talvez muitos não olhassem com desconfiança para a liberalização, e muitos outros que a tomam como certa e inevitável pudessem demonstrar inequivocamente que nada nem ninguém tem que temer a mesma, que o Mundo e as Sociedades efectivamente se irão tornar num local mais justo onde todos possamos viver, do Asiático ao Europeu, do Africano ao Americano.


Aqui outro alerta veiculado :


Policies for the Poor
Trade liberalization is an important ally in the fight against poverty in the developing world. But how can policy-makers ensure that its impact on the poor is as beneficial as possible? A new Report explains how to think through the key issues.

Openness to trade has long been seen as an important element of sound economic policy – and trade liberalization as a necessary step towards achieving it. At the same time, continuing extreme poverty in developing countries is perhaps the biggest blemish on the global economic canvas. A new Report examines how our concerns about the latter should affect our attitude towards and implementation of the former. It draws on economic analysis and practical experience to construct a framework to analyse the complex links between trade liberalization and poverty. And it shows policy-makers how they can use the framework to identify the critical features in their economies so they can ensure that the poor benefit from liberalization.

In general, the Report argues, trade liberalization is an ally in the fight against poverty: it tends to increase average incomes, providing more resources with which to tackle poverty. And while it will generally affect income distribution, it does not appear to do so in a way that systematically worsens poverty. Nevertheless, it is important to recognize that most trade reforms will hurt someone, possibly pushing them into, or deeper into, poverty, and that some reforms may increase overall poverty even while they boost incomes in total. Thus, despite the general presumption in favour of trade liberalization, there remain important public policy questions of how to implement it in a way that maximizes its benefits for poverty alleviation and what to do about any poverty that it does create or exacerbate.


Continua ...
 
Continuação

The Report contains a number of lessons for policy-makers, both general in terms of the broad potential linkages between trade liberalization and poverty, and specific in terms of the linkages in relation to particular sectors and instruments of trade policy:

• The weight of evidence suggests that openness to trade is good for growth and that growth benefits the poor. But to enjoy the full benefits of trade liberalization, it should be accompanied by sound policies in areas such as transport and communications infrastructure, market facilitation, competition, education and governance.


• There are three broad pathways through which trade liberalization can have a direct effect on poverty: through its impact on the prices of liberalized goods, through its impact on profits and hence on employment and wages, and through its impact on the government’s fiscal position. The outcome depends on whether the poor are net consumers or producers of liberalized goods, what types of labour they supply, and where their wages lie relative to the poverty line.


• Although it is possible to describe the pathways through which each aspect of liberalization might affect poverty, the impact of trade liberalization on poverty is very country-specific. This means that policy-makers themselves will have to identify which of these pathways are the most important in their particular circumstances.


• The range of potential linkages between trade liberalization and poverty is wide, but the most important effects in any given country are likely to be relatively simple and obvious. Hence policy-makers can develop suitable policy responses to help the poor gain from trade liberalization.


For many dimensions of trade liberalization, the direct effects on poverty will be negligible. Where they are not, the appropriate response is not to stop liberalizing but to proceed while pursuing complementary policies to help the poor gain from liberalization and to provide social protection to support those who may lose. Trade-related compensation packages will not generally be feasible or desirable in developing countries.


• Trade liberalization almost inevitably involves adjustment costs, notably job losses in formerly protected sectors. The best way to ease the pain of transition is to protect social expenditure and ensure appropriate targeting of the poor, offering a cushion without undermining their incentives to adjust.


• Trade liberalization can change the nature of the risk and uncertainty that poor households face although not always for the worse. It can also affect their ability to cope with risk and uncertainty. Policies such as improving access to credit markets can help a great deal here along with improvements in asset distribution and in the flexibility of local labour markets.


• If the long-term benefits of the trade liberalization are to reach the poor, households must be able to respond by adjusting their supply of labour or their production of goods and services. These supply responses will be influenced by where the poor are located and by their demographic structure and their gender, health status, education and assets. Complementary policies are likely to be necessary in such areas as investment in infrastructure and the development of markets for credit, agricultural inputs and services.


• In most countries, agriculture is the key sector for poverty alleviation: despite rising urban poverty, the poor are still predominantly rural, agriculture is their major source of income, and farm incomes have large spillovers to others in the rural economy. Moreover, food accounts for a major share of all poor people’s expenditure. Liberalizing agricultural trade, both unilaterally and multilaterally and by both developed and developing countries, has the potential for considerable poverty alleviation, although particular groups of poor people may suffer.


• Trade in manufactured goods still faces significant barriers in developed countries (on products like clothing and footwear) and to a greater extent in developing countries. Liberalization will foster poverty alleviation by enhancing growth and productivity and improving resource allocation. But the conditions have to be in place for firms to respond to new threats and opportunities; and, even so, some manufacturing jobs may be lost. Safety nets may be necessary if alternative forms of employment are not rapidly available for displaced workers.


• Trade liberalization in services offers particularly promising – but largely neglected – opportunities for poverty alleviation, especially if temporary movements of relatively unskilled workers were to be allowed. Some service reforms can aid the poor directly – for example, those in transport, health and education, and others may increase unskilled employment – such as tourism, or boost local efficiency and competitiveness – such as financial services.


• The long-term effects of strengthening protection for intellectual property rights are uncertain, but in the short to medium term, although such moves may benefit some middle-income countries, they will almost certainly hurt small and poor economies.


• Specific interventions in international trade such as export subsidies, anti-dumping duties and local content requirements will rarely be to the advantage of the poor, who have too little power to prevent the transfers from being captured by other groups. Hence poverty concerns will rarely justify resisting liberalization in those areas.


• Strengthening domestic labour or environmental standards may help the poor, but linking higher standards to trade agreements is much more likely to hurt them.

This article summarizes ‘Trade Liberalization and Poverty: A Handbook’ by Neil McCulloch, L Alan Winters and Xavier Cirera. McCulloch and Cirera are at the Institute of Development Studies; Winters is at the University of Sussex and a Research Fellow in CEPR’s International Trade programme. The research was supported by the UK’s Department for International Development.
 
Última edição:
Existem variadissimos relatórios e contra relatórios, dependendo da facção ou ala que pretende defender como válida a sua visão. O que efectivamente me deixa e deixará apreensivo é se os ALERTAS que são veiculados sobre as prováveis formas de realizar uma Liberalização, são tidos em conta, de forma a que a Sociedade no Mundo seja justa.

Existem variadissimos relatórios mas basta ter olhos na cara e viajar até muitos dos países ou regiões citadas para perceber que houve um progresso enorme. Há muito pobreza ? Pois há, infelizmente ainda há muita pobreza.

Mas não podem acusar a globalização e muito menos associar as causas da pobreza à liberalização, porque é precisamente nos países onde melhoraram muito os indices de liberdade económica que as coisas estão a correr bem.

E isso é uma realidade muito dura de engolir para alguma pessoas. Não é Zen ?

Em menos duma década o discurso da globalização mudou. Primeiro era a demoniaca e imperialista globalização. Manadas de putos com pobres e vazias mentes formatadas e bonitos lenços Arafat faziam manifestações e destruiam cidades nos encontros do G8.

Entretanto, houve algumas coisas que começaram a correr mal. Os indicadores mostravam o contrário daquilo que os opostores à globalização diziam.

E pior, eram os próprios países em desenvolvimento que vinham dizer que a globalização era boa, quer queriam mais globalização. Que o que era preciso combater eram as barreiras alfandegárias e os subsidios na Europa e Estados Unidos, ou seja, aquilo que era preciso combater era o inverso à globalização e do comércio livre.

Subtilmente, para não se fazer figura de parvo, os discursos começaram a mudar. Que era preciso controlar a forma de liberalização ou globalização. Que tinha que ser bem feita, com regras, blablabla. Ora grande novidade. Claro que tudo tem que ser preferencialmente bem feito e bem pensado.
 
E pior, eram os próprios países em desenvolvimento que vinham dizer que a globalização era boa, quer queriam mais globalização.
Mas, mas quem eram os que, desses países afirmavam tal coisa, os mais ricos cada vez mais ricos ou os mais pobres cada vez mais miseráveis.

Qual era voz que se ouvia?


Cérebros formatados? Há quem gostava mesmo dessa possibilidade.






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Mas, mas quem eram os que, desses países afirmavam tal coisa, os mais ricos cada vez mais ricos ou os mais pobres cada vez mais miseráveis.
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Então diz-nos lá um ÚNICO país em que a liberalização tenha funcionado de forma eficiente e tornado os pobres mais miseráveis....


Se possível com fontes credíveis, e números.... e não através da opinião de um qualquer Alvaro Cunhal.


Já agora.... não tinhas escrito isto num outro tópico em relação às "sweatshops"?:

"Quando não há mais alternativas é óbvio que as pessoas se sujeitam ao que há para poderem comer.

A vergonha é (ou deveria ser) de quem se aproveita da fome dos outros para fazer lucro.

De qql maneira as alternativas são a escravidão na agricultura (as grandes explorações agricultas na generalidade desses países funcionam de um modo feudal em que o trabalho é pago em alimentos e na garantia de que a casa não é incendiada e os filhos mortos), na "industria" do sexo ou sobreviver do lixo, o que diga-se não são alternativas de todo.
"
 
Última edição:
Então diz-nos lá um ÚNICO país em que a liberalização tenha funcionado de forma eficiente e tornado os pobres mais miseráveis....


Se possível com fontes credíveis, e números.... e não através da opinião de um qualquer Alvaro Cunhal.


Já agora.... não tinhas escrito isto num outro tópico em relação às "sweatshops"?:

"Quando não há mais alternativas é óbvio que as pessoas se sujeitam ao que há para poderem comer.

A vergonha é (ou deveria ser) de quem se aproveita da fome dos outros para fazer lucro.

De qql maneira as alternativas são a escravidão na agricultura (as grandes explorações agricultas na generalidade desses países funcionam de um modo feudal em que o trabalho é pago em alimentos e na garantia de que a casa não é incendiada e os filhos mortos), na "industria" do sexo ou sobreviver do lixo, o que diga-se não são alternativas de todo.
"
Que queres que te diga já respondeste ao citar-me.

Ou achas que escravidão na agricultura e na industria do sexo é uma melhoria das condições?






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Mas, mas quem eram os que, desses países afirmavam tal coisa

Mas tu tens mesmo dúvidas sobre isso ? Achas que é mau para os pa+ises em desenvolvimento que eu possa comprar no hipermercado carne brasileira ou argentina, vinho chileno ou brinquedos chineses ?

Deve haver milhares de declarações de responsáveis de países em desenvovimento a favor do comércio livre.

Uma micro pesquisa no Google e saltaram logo umas quantas !

"If we work together we have good conditions to fight against the protectionist barriers of the rich countries, and to struggle in international forums for an end to hunger."
Lula, Brasil

As the world's largest orange juice exporter, Brazil is demanding that Bush drop the trade barriers that protect the large orange producers in Florida
Lula, Brasil

India demands reforms to end job-destroying barriers
The job destruction through the inability of many developing countries' farmers to compete, as a result of subsidies in the developed world, is well-known'
Nirupam Sen, India's Permanent Representative to the United Nations


Lift trade barriers first, Kagame urges Africa
“We almost exclusively highlight external impediments. For instance we dwell on the lack of market access as well as market-distorting factors such as agricultural subsidies in the developed world,” Kagame, who is the current Chairman of the 20-state regional economic grouping, said.
President Kagame, Rwanda

The world's rich countries should spend less time telling African countries how to run their economies and instead concentrate on scrapping their harmful trade-distorting subsidies and stop hiring African health workers
South Africa's finance minister


Repara por exemplo no pormenor do movimento comércio justo/fair trade. Acho muito bem, mas já reparaste que para haver comércio justo tem que primeiro existir comércio livre. Sem este, não há comércio justo nem injusto.

Já reparaste que na maior parte das vezes são exactamente as mesmas pessoas que falam constantemente dos pobres em Africa e da liberalização "selvagem" as primeiras a defenderem os subsidios da PAC (França por exemplo) e se manifestam contra as deslocalizações ?
 
Excalibur

Excalibur

Mas qual a novidade de ter que haver regras????
Os Liberais não são anarco-libertários.

As regras tem que existir para promover concorrência, livre comércio e mais uns "jargões" anti-humanos e despessoalizados.
As regras têm que existir para a Sociedade e o INDIVIDUO ser o mais livre possível.

E estando mais uma vez de acordo com o "Liberal" sobre tudo e mais alguma coisa (eh!eh!!eh!!!) deixo-te mais um desafio.

Mesmo em ZONAS do mundo desgraçadas, como a Africa a sul do sahara, há países que aplicando algumas medidas "liberais" melhoraram a sua desgraça: veja-se o caso de Moçambique.
Outros aplicam medidas anti-liberais e estatizantes e é a hecatombe, vide o caso do Zimbabue.


Mas tens um outro que é um exemplo que já se bate com os asiáticos em crescimento da Economia.

Chama-se Africa do Sul.
Peço-te que pesquises-estudes as soluções implementadas nomeadamente a LIBERALIZAÇÃO DA ECONOMIA.

Pesquisa o plano de economia NEO-LIBERAL de mercado do Mandela-ANC de seu nome GEAR (Growth, Employment and Redistribution), a ordem é MUITO importante, não se chama ERAG!!!
Pesquisa tb como os meninos neoliberais-monetaristas do Banco Central Sul Africano operam (South African Reserve Bank).

Os sul africanos estão autorizados a colocar dinehiro em off-shores e incrivelmente a Africa do Sul está mais rica.

Diminuiram as taxas de importação alfandegárias e as suas exportações CRESCEM, tipo duplicaram em menos de uma década.

Privatizaram e a Africa do Sul nem sequer era uma economia tão Estatal como a nossa chegou a ser.
Etc
Etc
Etc

A Africa do Sul é Perfeita???
A India??? a Coreia do Sul??? a Irlanda????

Não mas estão a ir no bom caminho.
Como os nórdicos que estavam a decair e liberalizaram mais um bocadito.
Como estamos cansados de falar neste tópico.

Sempre igual, sejam amarelos, pretos, castanhos, às bolinhas, às riscas, etc....

Menos em PORTUGAL pq nós somos um caso especial e original.

E não sei se já disse mas concordo com o Liberal (EH!EH!!EH!!!!)
 
a melhor medida que podiamos tomar para ajudar os paises pobres era simplesmente liberalizar a o resto do comercio, nomeamdamente o dos produtos agriolas.

Mas a PAC e os franceses e pronto isto são outros 500 [:D]
 
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