A Probreza no Mundo - Como será com a liberalização ?

De facto....

Há muito socialista preocupado com a pobreza extrema de certos países mas são os primeiros a favor do proteccionismo local e contra a ida de muitas das "nossas"(?) fábricas para outros países ainda mais pobres...


vai-se lá perceber... :sh)
 
De facto....

Há muito socialista preocupado com a pobreza extrema de certos países


vai-se lá perceber... :sh)

OK, vamos ver ...

rotular 1
verbo transitivo

1.
pôr rótulo em; etiquetar;
2.
figurado atribuir uma característica ou uma alcunha a alguém (geralmente sem fundamento);
(De rótulo+-ar)
Yeap ... questiona-se e tungas, leva lá um rótulo.


mas são os primeiros a favor do proteccionismo local e contra a ida de muitas das "nossas"(?) fábricas para outros países ainda mais pobres...
Fábricas fecham, são deslocalizadas ...

Cria, desemprego ... se acha que isso cria riqueza ...

Antes de falar de forma Global, eu falo a nível nacional e regional, e isso á muito tempo que tem sido descurado.
 
Antes de falar de forma Global, eu falo a nível nacional e regional, e isso á muito tempo que tem sido descurado.

Isso so protege ops mais ricos[:D]


Numa economia aberta as fabricas vão para onde pagam menos, ou seja vão criar emprego onde se é mais pobre.



è u fenomeno de osmose.

A produção vai para onde se paga menos salarop, criando emprego onde não o ha( por não haver é que as pessoas estão dispostas a trabalhar por menos dinehiro) o que com o passar do tempo tende para o equilibrio.

Se todas as fabricas fossem para o leste europeu, as pessoas la começavam a ter esclhas de emprego e como tal os ordenados sobem .

fiz-me entender ?
 
OK, vamos ver ...
Fábricas fecham, são deslocalizadas ...
Cria, desemprego ... se acha que isso cria riqueza ...
Antes de falar de forma Global, eu falo a nível nacional e regional, e isso á muito tempo que tem sido descurado.

Pensa um pouco no assunto. Os alemães podem dizer o mesmo quando viram a Autoeuropa a instalar-se em Portugal ou quando souberam que a Qimonda iria investir numa fábrica de semicondutores em Vila do Conde. Os galegos podem dizer o mesmo quando viram a Pescanova a apresentar o projecto da Aquicultura em Portugal. Os franceses podiam dizer o mesmo quando a Airbus construiu fábricas em Espanha, e por aí fora ...
 
Pensa um pouco no assunto. Os alemães podem dizer o mesmo quando viram a Autoeuropa a instalar-se em Portugal ou quando souberam que a Qimonda iria investir numa fábrica de semicondutores em Vila do Conde. Os galegos podem dizer o mesmo quando viram a Pescanova a apresentar o projecto da Aquicultura em Portugal. Os franceses podiam dizer o mesmo quando a Airbus construiu fábricas em Espanha, e por aí fora ...

Mas no pais de onde saiem as fábricas não voltam a reinvestir, veja-se o caso nacional.
 
Mas no pais de onde saiem as fábricas não voltam a reinvestir, veja-se o caso nacional.

Investir por exemplo nesses países emergentes. A China à medida que for crescendo torna-se um mercado apetecível para nós. Mas para isso temos que também ter produtos para esse mercado, para além dos tradicionais vinhos e cortiça ou turismo.

Mas o caso nacional não conta. Somos um F R A C A S S O, somos um case-study europeu para os países de leste naquilo que não se deve fazer. Somos um caso sem qualquer explicação económica lógica.

Os salários infelizmente tão baixos em Portugal deveriam teoricamente atrair ou manter muito mais investimento estrangeiro. Mas nem assim isso está a acontecer. A situação é tão má que nós perdemos a fábrica da Opel não para o Leste ou para a China, mas para Espanha onde os salários são superiores. Tudo porque o país nem com salários de miséria é competitivo.
 
Posso hoje anunciar-vos que estamos perto do fim. Ainda um pouco de caminho e o círculo da Serpente Simbólica, que representa nosso povo, será encerrado. Quando esse círculo se encerrar, todos os Estados estarão dentro dele, fortemente emoldurados. O equilíbrio constitucional será em breve destruído, porque o temos falseado, a fim de que não cesse de inclinar-se para um lado e outro até gastar-se completamente. (...) Para impelir os ambiciosos a abusar do poder, opusemos umas às outras todas as forças, desenvolvendo todas as suas tendências liberais para a independência... Encorajamos para esse fim todas as tendências

Os abusos do poder, finalmente, prepararão a queda de todas as instituições, e tudo será destruído pela multidão enlouquecida.

Os povos estão mais escravizados ao trabalho pesado do que no tempo da servidão e da escravidão. É possível livrar-se de um modo ou de outro da escravidão e da servidão. É possível compactuar com ambas. Mas é impossível livrar-se da miséria. Os direitos que inscrevemos nas constituições são fictícios para as massas ; não são reais. Todos esses pretensos ""direitos do povo" somente podem existir no espírito e são para sempre irrealizáveis. Que vale para o proletário curvado sobre seu trabalho, esmagado pela sua triste sorte, o direito dado aos falastrões de falar, ou o direito concedido aos jornalistas de escrever toda espécie de absurdos misturados com cousas sérias, desde que o proletariado não tira das constituições outras vantagens senão as miseráveis migalhas que lhe lançamos de nossa mesa em troca dum sufrágio favorável às nossas prescrições, aos nossos prepostos e aos nossos agentes? Para o pobre diabo, os direitos republicanos são uma ironia amarga: a necessidade dum trabalho quase quotidiano não lhe permite gozá-los ; em compensação, tiram-lhe a garantia dum ganho constante e certo, pondo-o na dependência das greves, dos patrões e dos camaradas.

Ainda que seja infame, este texto descreve parte do que se esta a passar.





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Então Excalibur????
Do que é que achas que se vive????
Do que é que vive a Inglaterra sem fábricas texteis nem minas de carvão nem nada???

Que visão tão estática da sociedade.
Preocupante.

Infelizmente é estática pela simples razão que efectivamente em Portugal, o sectoo industrial está em saldos, fecha e não se vislumbram alternativas para as pessoas que nele trabalhavam, desempregados de longuissima duração, a terem de fazer uns "ganchos" e uns "biscates" para sobreviver quando o subsidio finda.

Ganchos e biscates que mais não passam que de uma exploração emcapotada, sem vinculo nem direitos, pagos com valores de miséria.
 
Poxa... vocês têm muito tempo livre nas mãos!!! [:D] (ou no teclado)


estou cheio de trabalho... não vá o meu patrão liberal correr comigo por não fazer o trabalho bem feito... por isso só venho aqui pedir a alguem que explique rápidamente o que é um socialista desde que o muro de Berlin caiu ao Jorge Correia...

Mas prometo que mais logo venho cá colocar uma humilde explicação, é que tenho quase a certeza que na opnião do J.C. o Socialismo já não existe... :)


Ahhhh já agora expliquem-me tambem o que é um liberal....

agora vou acabar o meu trabalho.
 
Última edição:
Infelizmente é estática pela simples razão que efectivamente em Portugal, o sectoo industrial está em saldos, fecha e não se vislumbram alternativas para as pessoas que nele trabalhavam, desempregados de longuissima duração, a terem de fazer uns "ganchos" e uns "biscates" para sobreviver quando o subsidio finda.

Ganchos e biscates que mais não passam que de uma exploração emcapotada, sem vinculo nem direitos, pagos com valores de miséria.
Não é nada estática.
Mesmo com crescimento ZERO a produção é diferente.
Fecha o que tem que fechar com as condições que temos.
As empresas mudam qd mudam as circunstâncias ou LAMENTAM-SE???
E pq é que não se vislumbram alternativas???
O que existe em Portugal que impede que se criem empregos... DIFERENTES dos que fecham... para melhor???

Empregos mais qualificados???
Como acontece no resto do mundo..... liberalizado.
 
Infelizmente é estática pela simples razão que efectivamente em Portugal, o sectoo industrial está em saldos, fecha e não se vislumbram alternativas para as pessoas que nele trabalhavam, desempregados de longuissima duração, a terem de fazer uns "ganchos" e uns "biscates" para sobreviver quando o subsidio finda.

Ganchos e biscates que mais não passam que de uma exploração emcapotada, sem vinculo nem direitos, pagos com valores de miséria.
olh apar o japão no pos guerra.
primeiro dedicara-se aos texteis, ( mao de obra barata e com fartura)
começaram a crescer os texteis bazaram dedicara-se a Hi Tech / e industria pesada mas de alto nivel ecnologico

Toyota dixit.

O que fazemos em PT

sabemos desde ha 10 anos que os texteis VÂO FECHAR TODOS não vai sobrar nada.
em vez de andarmos a choramingar vamos é por o chneses a fazer os trapos e nos dediquemos á moda lisboa e Haute coiture.

Ou seja compramos os trapos os chineses, metemos uma etiqueta Ana Sousa e vendomos com 3000% de lucro .
isso é que faz falta.

quando os chineses ganharem melhor daqui a uns 15 anos , os africanos quue se dediquem aos trapos .
Percebs é a dinamica da economia LIVRE
 
olh apar o japão no pos guerra.
primeiro dedicara-se aos texteis, ( mao de obra barata e com fartura)
começaram a crescer os texteis bazaram dedicara-se a Hi Tech / e industria pesada mas de alto nivel ecnologico
Bem, esqueces de dizer que a educação e o acesso a mesma, foi uma prioridade para eles aumentando cada vez mais a formação académica das pessoas.

Exactamente o contrario do que se faz por cá.






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Bem, esqueces de dizer que a educação e o acesso a mesma, foi uma prioridade para eles aumentando cada vez mais a formação académica das pessoas.

Exactamente o contrario do que se faz por cá.
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Lá têm um sistema educativo parecido com o nosso. Basta ver aqui em Portugal a dedicação e interesse dos alunos dos países do Leste e compará-la com os alunos Portugueses. E por aí podemos ver o nosso futuro. Já agora, oa alunos de origem Africana têm o mesmo tipo de apetência para os estudos que os nossos, por isso não corremos o risco de sermos colonizados...

Caso para dizer, a culpa é dos pais.

Sobre a textil, mais 1 ou 2 coisas.

A textil não acabou no Japão. Evoluíram foi no valor acrescentado. E evoluíram muito bem.

A China está neste momento no mesmo patamar que Portugal tem estado. Recurso a mão d'obra intensiva e barata.
Mas, não se esqueçam que o crescimento económico da China vai fazer com que a nossa mão d'obra fique outra vez competitiva e de acordo com o nosso Ministro na sua visita à China, há que atrair o investimento dos Chineses quando eles pretenderem deslocalizar parte da sua Indústria.

Isso vai-nos salvar do desemprego e acabar da exploração do homem pelo homem. Perguntem ao Nthor. [;)]
 
Lá têm um sistema educativo parecido com o nosso. Basta ver aqui em Portugal a dedicação e interesse dos alunos dos países do Leste e compará-la com os alunos Portugueses
....
Caso para dizer, a culpa é dos pais.
Pois... infelizmente estás a chegar a uma triste conclusão: de uma forma geral somos uma sociedade... RASCA... que só tem o que merece.
 
A China está neste momento no mesmo patamar que Portugal tem estado. Recurso a mão d'obra intensiva e barata.
Mas, não se esqueçam que o crescimento económico da China vai fazer com que a nossa mão d'obra fique outra vez competitiva e de acordo com o nosso Ministro na sua visita à China, há que atrair o investimento dos Chineses quando eles pretenderem deslocalizar parte da sua Indústria.

Isso vai-nos salvar do desemprego e acabar da exploração do homem pelo homem. Perguntem ao Nthor. [;)]


que brutalidade [:)][:)][:)][:)][:)][:)]
 
O Jacaré ainda me há-de explicar o que é um socialista desde que o Muro de Berlim caiu!


Depois do descrédito completo do comunismo, e no meio de uma crise indesmentível do social-democratismo europeu, o socialismo explícito tornou-se insuficientemente atractivo para a maioria dos intelectuais. Hoje em dia é difícil encontrar - no Ocidente - um intelectual que queira estar “in” e ter influência, que se chame a si próprio um socialista. O socialismo explícito perdeu o seu atractivo e não aparece com rival das nossas ideias de hoje.

As ideias iliberais são formuladas, espalhadas e pregadas sob o nome de ideologias ou “ismos” que não tem nada que ver - pelo menos formalmente e nominalmente - com o velho socialismo explícito. Essas ideias são contudo, muito parecidas com ele. Há sempre um qualquer limitar ou constringir da liberdade humana, há sempre uma ambiciosa engenharia social, há sempre um imodesto “promover o bem à força” praticado por aqueles que foram escolhidos (T. Sowell), contra a vontade dos outros, há sempre o fugir aos meios democráticos, para procedimentos políticos alternativos, e há sempre o sentimento da superioridade dos intelectuais e das suas ambições.

Penso no ambientalismo (com o seu princípio de Primeiro a Terra, e não Primeiro a Liberdade), no humanitarismo radical (baseado - como diz de Jasey) na não distinção entre os direitos e o que está certo, a ideologia da sociedade civil (ou comunitarismo), que não é mais do que uma versão de colectivismo post-marxista, que quer privilégios para os grupos organizados e consequentemente a re-feudalização da sociedade. Também penso no multiculturalismo, feminismo, e tecnocratismo apolítico (baseado no ressentimento contra os políticos e a política), o internacionalismo (e especialmente a sua variante europeia chamada de Europeísmo) e um fenómeno de crescimento rápido chamado ONGismo.

Todos estes representam ideologias substitutas do socialismo. Todas elas dão aos intelectuais novas possibilidades, novos espaços para as suas actividades, novos nichos no mercado das ideias. Enfrentar estes novos “ismos”, revelar a sua verdadeira natureza, e ser capaz de os eliminar, pode ser mais difícil agora que no passado. Poderá ser mais complicado do que lutar contra o velho socialismo explícito. Todas a pessoas querem um ambiente saudável, todas as pessoas querem ultrapassar a solidão da fragmentada sociedade post-moderna, e participar nas actividades dos vários clubes, associações, fundações e organizações de caridade; quase todos são contra qualquer descriminação baseada na raça, religião ou sexo; muitos de nós estão contra os extensos poderes do estado, etc. Demonstrar o perigo dessas aproximações poderá ser soprar contra o vento.


Fonte

Vaclav Klaus - Presidente da Republic Checa
 
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