É a atitude de quem quer fazer as coisas segundo a lei, tendo a razão do seu lado e esteve 4 anos para o conseguir. Que nada tem a ver com a lei em si, ou com quem a fez, mas com a falibilidade de quem a aplica.
É a atitude de quem vai falar pessoalmente com os organismos competentes, pagos com os meus impostos, para ser mal e desinformado, sem que a pessoa em questão seja responsabilizada por isso.
De quem se prontifica a transplantar as árvores ou plantar novas, noutros locais, dentro do mesmo terreno, minimizando qualquer prejuízo que possa existir do abate de 3 sobreiros na zona centro norte do país (essa grande região caracteriza por estes), e, no fim, quando deferido o pedido, nem precisa de o fazer. Lá se vai a teoria do ecossistema não é ?
A história da cal e ácido é o expoente da ironia de quem se preocupa com o material usado para cintar uma árvores, mas ignora através da vistoria de dois técnicas os riscos que 3 árvores representam ao estarem no perímetro habitacional numa zona com mata a toda a volta e propensa a fogos e em que toda a gente faz questão de limpar o que está à volta das próprias casas.
Mas afinal, para que são pagos os técnicos e quais as suas competências, se são necessários pareceres de entidades externas, solicitadas por mim, porque eles nunca tiveram dúvidas que as árvores eram para ficar.
Eu da primeira vez, tal como da segunda, entreguei todos os documentos exigidos pela lei. Se estás dentro do tema sabes que a lei e os formulários nada dizem quanto a necessidade de fundamentação em pareceres externos. Ou melhor, dizem "PARA APRECIAÇÃO DO PROCESSO, OS SERVIÇOS DA AFN PODERÃO SOLICITAR OUTROS DOCUMENTOS", numa folha anexa ao formulário, mas depois abstêm-se de os solicitar, acreditando que os cidadãos devem ter poderes de adivinhação ao lerem as cartas dos indeferimentos. :sh)