Aborto.. Sim ou Não? REFERENDO DIA 11/02/2007

citação:Originalmente colocada por CJSR


Sofro, porque a nossa sociedade não apoia nem acolhe a mulher grávida, mesmo sabendo que a redução da natalidade ameaça, a prazo, a sobrevivência da nação portuguesa.
Sofro, porque as formas seguras de evitar as gravidezes erradas, em especial nas adolescentes, não estão generalizadas e facilmente disponíveis – e deviam estar.
Sofro, porque as famílias portuguesas ainda não reconheceram que a sexualização progressiva de todos os meios de comunicação social, impõe que a educação da genitalidade seja mais precoce, mais aberta, mais directa, sem tabus absurdos e hoje inúteis; para que nenhuma adolescente fique grávida por ignorância (Mãe, se eu transar antes de casar tenho de abortar? Perguntou a menina de 7 anos, perita em telenovelas brasileiras).
Sofro, porque as situações em que a mulher é usada e fecundada, como objecto disponível, por homens irresponsáveis, são ainda frequentes em Portugal – e não deviam existir.

Concordo com esta parte
 
citação:Originalmente colocada por CJSR


Autorizar a mulher grávida, em qualquer fase da gestação, a interromper voluntariamente a gravidez, fazendo com que lhe destruam e extraiam o embrião ou o feto, é legalizar um crime contra a vida humana, é abrir a porta ao infanticídio por motivos sociais, à pedofilia assassina, ao tratamento cruel de idosos e dependentes e à eutanásia ou morte dos doentes terminais.

Esta compararação neste texto está muito infeliz[:I]

Comparar com pedófilia?[:0]e tratamentos crueis? xii

isso é um pensamento demasiado conservador...[xx(]

eu por acaso sou a favor da eutanásia , dentro de regras rigorosas.(já falei disso no topipo proprio)
 
citação:Originalmente colocada por zombi.l

e tudo isso o faz dono da verdade?

imagina um casal com 2 filhos, um quaro para os dois e a viverem com os ordenados minimos.
vão dar a queca. a camisa tem efeito, o aparelho está fora do sitio, ela anda a tomar uma medicação que anula o efeito da pilula, escolhe uma delas, a maria vem a descobrir que empranhou.
quais as alternativas?

pita de 15 anos, filha de um casal como o anteriormente mencionado, soluções?


é claro, que de arrasto vêem as tias de cascais e suas filhas a quem nada falta, que tambem empranham, mas no momento não lhes é simplesmente conveniente. para estas e sua prole, este referendo não aquece nemarrefece, simplesmente metem-se num carro ou avião e vão abortar a um canto qualquer.
este referendo tem simplesmente em vista as pessoas de pouca/nenhumas posses, que em relação ao problema, poucas ou nenhumas alternativas têem.

abortos sempre se vão fazer, falta saber se com garantias de segurança e salubridade ou não.
é que a seguir a um aborto, vai desaparecer uma ou duas vidas, onde, uma delas vai fazer falta, talvez muita, a que por cá fica.

tenta ver de um angulo mais amplo. o problema existe e nunca vai desaparecer. vamos é tentar minimizar as perdas. por um lado garantindo a quem se vê obrigado a praticar o aborto, segurança, e, apostando cada vez mais na formação/informação.

não acredito que uma mulher tome esta decisão de animo leve. para mais, sabendo que mesmo com todas as garantias, pode ficar impossibilitada de ter outro filho.

E como não tem mais quartos, faz-se um aborto...
Boa!
 
citação:Originalmente colocada por CJSR

Aborto – Votarei NÃO

Votarei Não, com muito sofrimento.
Votarei Não, porque sei, como médico, que no útero da mulher, depois da conjugação e implantação, está um corpo humano vivo na sua forma mais simples e mais indefesa, com uma identidade genética própria, única, irrepetível.
Votarei Não, porque a nenhuma mulher pode ser dado o direito de livremente destruir ou mandar destruir esse corpo humano vivo, sem outro motivo além da decisão de o não tolerar, de não desejar alimentá-lo para que ele cresça até poder viver pelos seus próprios meios.
Votarei Não porque a destruição de um filho não resolve as dificuldades financeiras ou sociais da mulher grávida, que são anteriores à gravidez, dita indesejada, e vão persistir depois do abortamento.
Votarei Não porque substituir um aborto “sujo” por um aborto “limpo”, não dignifica um acto ao qual todos se declaram contrários.
Votarei Não porque um bébé humano não é menos digno de protecção que um bébé de foca ou de panda e tantos seres humanos, no mundo, lutam por todos os meios para os protegerem.
Votarei Não porque os médicos não podem ser instrumentalizados para resolver problemas económicos e sociais.
Mas votarei Não, com muito sofrimento.

Sofro, porque a nossa sociedade não apoia nem acolhe a mulher grávida, mesmo sabendo que a redução da natalidade ameaça, a prazo, a sobrevivência da nação portuguesa.
Sofro, porque as formas seguras de evitar as gravidezes erradas, em especial nas adolescentes, não estão generalizadas e facilmente disponíveis – e deviam estar.
Sofro, porque as famílias portuguesas ainda não reconheceram que a sexualização progressiva de todos os meios de comunicação social, impõe que a educação da genitalidade seja mais precoce, mais aberta, mais directa, sem tabus absurdos e hoje inúteis; para que nenhuma adolescente fique grávida por ignorância (Mãe, se eu transar antes de casar tenho de abortar? Perguntou a menina de 7 anos, perita em telenovelas brasileiras).
Sofro, porque as situações em que a mulher é usada e fecundada, como objecto disponível, por homens irresponsáveis, são ainda frequentes em Portugal – e não deviam existir.

Mas, ao votar Não, estou a exigir que Sociedade civil e Governo actuem, em conjunto, para proteger e apoiar a mulher grávida de modo tal que a maravilha da gravidez não seja nunca, para nenhuma mulher, motivo de dor e sofrimento, agravados por um abortamento, mas tempo de paz, de esperança e de felicidade.
Votar Não é, para mim, uma exigência ética.

in http://www.danielserrao.com/gca/?id=103

Concordo inteiramente.
Muito lucidez dessa tua pesrpectiva.
 
A minha perspectiva neste assunto é muito simples: No excato momento da concepção existe vida humana. De nada vale argumentar que tem ou deixa de ter sistema nervioso central... ou outros sistemas ou orgãos. Isso seria argumentavel se o ser humano aparecesse, como que por magia, no seu estado acabado e pronto a ser utilizado. Mas não aparece!
É produto de um devir, de evolução. E após a concepção penso que ninguem tem duvidas sobre o que vem a seguir.

Por isso, abortar é matar!

E a vida é, para mim, o mais absoluto e indiscutivel direito que se sobrepõe a qualquer outro.

E não se diga que é uma questão de decisão da mulher.
A mulher não está adecidor apenas sobre o seu corpo, mas sobre um outro ser humano. Ser humano que, de resto, não pareceu por acaso.
E isto leva-nos a outro tema: a responsabilidade e a a responsabilização.

E é por isso que existem as leis. Para defenderem os valorees que são queridos pela sociedade. E que sociedade queremos nõs? Uma que defenda a vida ou que não a defenda?
Dizer-se que ninguem cumpre a lei é uma falsa questão. Todos os dias se cometem atropelos ao codigo da estrada conduzindo embriagado e niguem equiciona despenalização desse copmportamento. Porquê? Porque corresponde aos valores queridos pela sociedade.


Lamento que a discusão sobre este tema seja tantas vezes feita de forma brejeira, pela rama e sem consciencia do que se está a dizer.

Trata-se de vida, vida humana e nada mais do que isso. E defende-la intransigentemnente é que define o estado de modernidade e evolução de uma sociedade, não o contrário.

Abraço
 
citação:Originalmente colocada por Luís

Por isso, abortar é matar!

E a vida é, para mim, o mais absoluto e indiscutivel direito que se sobrepõe a qualquer outro.

Eu acrescento: é um direito constitucionalmente protegido!
Relembro que o direito constitucional está no topo da hierarquia das leis.
 
citação:Originalmente colocada por CJSR

citação:Originalmente colocada por Luís

Por isso, abortar é matar!

E a vida é, para mim, o mais absoluto e indiscutivel direito que se sobrepõe a qualquer outro.

Eu acrescento: é um direito constitucionalmente protegido!
Relembro que o direito constitucional está no topo da hierarquia das leis.

mas tens que perceber que um embrião não é uma vida.é um 'feijãozinho' que não sente e bla bla...[xx(][xx(]

ld
 
citação:Originalmente colocada por michaelreznor

citação:Originalmente colocada por CJSR

citação:Originalmente colocada por Luís

Por isso, abortar é matar!

E a vida é, para mim, o mais absoluto e indiscutivel direito que se sobrepõe a qualquer outro.

Eu acrescento: é um direito constitucionalmente protegido!
Relembro que o direito constitucional está no topo da hierarquia das leis.

mas tens que perceber que um embrião não é uma vida.é um 'feijãozinho' que não sente e bla bla...[xx(][xx(]

ld

Quem me garante a mim se sente ou não alguma coisa!?
 
citação:Originalmente colocada por CJSR

citação:Originalmente colocada por michaelreznor

citação:Originalmente colocada por CJSR

citação:Originalmente colocada por Luís

Por isso, abortar é matar!

E a vida é, para mim, o mais absoluto e indiscutivel direito que se sobrepõe a qualquer outro.

Eu acrescento: é um direito constitucionalmente protegido!
Relembro que o direito constitucional está no topo da hierarquia das leis.

mas tens que perceber que um embrião não é uma vida.é um 'feijãozinho' que não sente e bla bla...[xx(][xx(]

ld

Quem me garante a mim se sente ou não alguma coisa!?

os 'cientistas' aqui do fórum..

ld
 
citação:Originalmente colocada por CJSR

citação:Originalmente colocada por michaelreznor

citação:Originalmente colocada por CJSR

citação:Originalmente colocada por Luís

Por isso, abortar é matar!

E a vida é, para mim, o mais absoluto e indiscutivel direito que se sobrepõe a qualquer outro.

Eu acrescento: é um direito constitucionalmente protegido!
Relembro que o direito constitucional está no topo da hierarquia das leis.

mas tens que perceber que um embrião não é uma vida.é um 'feijãozinho' que não sente e bla bla...[xx(][xx(]

ld

Quem me garante a mim se sente ou não alguma coisa!?
E que não sinta!
Agora a dor é critério para decidir se vive ou morre??!!??!!
Quer se queira quer não esta questão é marca do hedonismo e da desresponsabilizalção qie se vive hoje em dia.
Toda agente quer a parte boa das coisas e da vida e engeitar as suas consequencias (ainda que haja evidentes exepções a isto e que me merecem todo o respeito).

A sociedade está asempre a pensar egoisticamente e a muito curto prazo.
Existe, infelizmente, muito carneirismo (=massificação)
 
citação:Originalmente colocada por Jacare

RedHeart, antes de te responder, gostava que respondesses à questão que te tinha colocado :)


citação:Originalmente colocada por Jacare

citação:Originalmente colocada por RedHeart

citação:Originalmente colocada por Jacare


Defendes que a lei a aplicar no caso de aborto seja a mesma lei que se aplica a um homicídio de uma criança?
É uma boa questão: admito que nunca pensei profundamente nisso. Provavelmente deixaria permanecer o actual quadro penal.</u>


Mas dessa maneira não estás a ser conivente com o "assassínio" de vidas humanas de acordo com as tuas idiologias? (que são "semelhantes" às minhas! ;))



Respondo ao que quiseres :)
Explica ao certo o que pretendes porque, realmente, não percebi a pergunta.
 
citação:Originalmente colocada por CJSR

Na altura do 1º referendo da despenalização sobre o aborto, assisti uma palestra em que um dos presentes a favor do não era o Dr. Prof. Daniel Serrão, se antes de assistir já estava convicto da minha decissão, depois desta fiquei com as certezas absolutas.

A título de curiosidade:

Actividade Pedagógica Formal


2005 – Professor no Curso de Mestrado “Infecção pelo VIH/SIDA do Instituto de Bioética e Escola Superior de Biotecnologia da UCP – Porto.

2004/2005 – Professor nos Cursos de Pós-Graduação em Bioética da Faculdade de Filosofia de Braga e Pólo do Funchal da UCP.

2003 – Professor no Curso Pós-Graduação em Gestão de Unidades de Saúde da Universidade Católica – Pólo de Viseu.

2002/2004 – Professor nos Cursos Pós-Graduação de Gestão de Unidades de Saúde da Ordem dos Médicos e Faculdade de Economia da UCP – Porto.

2002/2004 – Professor nos Cursos Pós-Graduação de Gestão de Saúde da Universidade Portucalense.

2000/2004 – Professor nos Cursos de Mestrado em Bioética e Ética Médica da Faculdade de Medicina do Porto.

2000/2004 – Professor nos Cursos de Mestrado em Bioética do Instituto de Bioética da Universidade Católica Portuguesa (Porto, Lisboa e Coimbra).

2000/2004 – Professor nos Cursos de Mestrado em Bioética da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica, Braga.

1989/2002 - Regência de Medicina Legal no Curso de Direito da Universidade Católica – Centro do Porto.

1969/1998 - Regência da disciplina de Anatomia Patológica na Faculdade de Medicina do Porto.

1989/1997 - Regência de Deontologia Profissional, mais tarde Ética e Deontologia Médicas na Faculdade de Medicina do Porto.

1968/1969 - Regência de Patologia Geral e História da Medicina no curso médico dos Estudos Gerais Universitários de Angola, em Luanda.

1961/1968 - Aulas teóricas e práticas de Anatomia Patológica na Faculdade de Medicina do Porto.

1953 - Aulas práticas de Anatomia Patológica ao 3º ano do Curso de Medicina.

1952 - Aulas práticas de Patologia Médica.

Cargos e Funções


1962/1964 - Vogal do Conselho Geral da Ordem dos Médicos.

1965/1967 - Vice-Presidente da Assembleia-Geral da Ordem dos Médicos.

1964/1966 - Representante, eleito, por todos os Professores Extraordinários, ao Senado da Universidade do Porto.

1965/1967 - Vogal do Conselho de Fomento Cultural do Instituto de Alta Cultura.

1969/1971 - Representante eleito por todos os Professores Extraordinários, ao Senado da Universidade.

1970/1974 - Vogal do Conselho de Fomento Cultural do Instituto de Alta Cultura.

1972/1974 - Representante eleito pelos Professores Catedráticos da Faculdade de Medicina ao Senado Universitário.

Membro, em representação de Portugal, do Comité Ad.Hoc de Bioéthique, logo a seguir Comité Director de Bioética (CDBI) desde 1989.

Membro eleito do Bureau do CDBI de 1996 a 2000 e 2004 a ………………….

Presidente (Chair) do Working Party on The Protection of the Human Embryo and Foetus (CDBI CO-GT3) desde 1997.

Membro do Conselho Científico das Ciências da Saúde do Instituto Nacional de Investigaçãp Científica (INIC) desde 1980 até à sua extinção pelo Decreto-Lei 188/92, ou seja durante 12 anos.

Presidente da Comissão de Fomento da Investigação em Cuidados de Saúde, do Ministério da Saúde, desde 1991.

in http://www.danielserrao.com/
O Sr. Prof. Doutor Daniel Serrão, é das pessoas mais conservadoras deste país, ombreando com a Igreja....
 
citação:Originalmente colocada por RedHeart

citação:Originalmente colocada por Jacare

RedHeart, antes de te responder, gostava que respondesses à questão que te tinha colocado :)


citação:Originalmente colocada por Jacare

citação:Originalmente colocada por RedHeart

citação:Originalmente colocada por Jacare


Defendes que a lei a aplicar no caso de aborto seja a mesma lei que se aplica a um homicídio de uma criança?
É uma boa questão: admito que nunca pensei profundamente nisso. Provavelmente deixaria permanecer o actual quadro penal.</u>


Mas dessa maneira não estás a ser conivente com o "assassínio" de vidas humanas de acordo com as tuas idiologias? (que são "semelhantes" às minhas! ;))



Respondo ao que quiseres :)
Explica ao certo o que pretendes porque, realmente, não percebi a pergunta.



quer ele perguntar se, sendo tu contra o aborto, achas bem que a vida dessas mulheres seja 'destruída' por causa do acto que cometeram.
basicamente penso que é isso.
ld
 
citação:Originalmente colocada por Taveirada

eu nao vou discutir isto com ninguém.

A minha opinião é simples. Nunca aprovaria alguem meu conhecido a fazer um aborto como metodo contraceptivo, mas nao obrigava a nada. Caso quisesse... que faça.

Logo, sou contra, mas votarei sim. Cada um é livre de pensar pela sua própria cabecinha
;)
 
citação:Originalmente colocada por michaelreznor

citação:Originalmente colocada por CJSR

citação:Originalmente colocada por michaelreznor

citação:Originalmente colocada por CJSR

citação:Originalmente colocada por Luís

Por isso, abortar é matar!

E a vida é, para mim, o mais absoluto e indiscutivel direito que se sobrepõe a qualquer outro.

Eu acrescento: é um direito constitucionalmente protegido!
Relembro que o direito constitucional está no topo da hierarquia das leis.

mas tens que perceber que um embrião não é uma vida.é um 'feijãozinho' que não sente e bla bla...[xx(][xx(]

ld

Quem me garante a mim se sente ou não alguma coisa!?

os 'cientistas' aqui do fórum..

ld

E quem diz que sente? Os "cientistas" do fórum?
 
citação:Originalmente colocada por pcnunes7

citação:Originalmente colocada por CJSR

Na altura do 1º referendo da despenalização sobre o aborto, assisti uma palestra em que um dos presentes a favor do não era o Dr. Prof. Daniel Serrão, se antes de assistir já estava convicto da minha decissão, depois desta fiquei com as certezas absolutas.

A título de curiosidade:

Actividade Pedagógica Formal


2005 – Professor no Curso de Mestrado “Infecção pelo VIH/SIDA do Instituto de Bioética e Escola Superior de Biotecnologia da UCP – Porto.

2004/2005 – Professor nos Cursos de Pós-Graduação em Bioética da Faculdade de Filosofia de Braga e Pólo do Funchal da UCP.

2003 – Professor no Curso Pós-Graduação em Gestão de Unidades de Saúde da Universidade Católica – Pólo de Viseu.

2002/2004 – Professor nos Cursos Pós-Graduação de Gestão de Unidades de Saúde da Ordem dos Médicos e Faculdade de Economia da UCP – Porto.

2002/2004 – Professor nos Cursos Pós-Graduação de Gestão de Saúde da Universidade Portucalense.

2000/2004 – Professor nos Cursos de Mestrado em Bioética e Ética Médica da Faculdade de Medicina do Porto.

2000/2004 – Professor nos Cursos de Mestrado em Bioética do Instituto de Bioética da Universidade Católica Portuguesa (Porto, Lisboa e Coimbra).

2000/2004 – Professor nos Cursos de Mestrado em Bioética da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica, Braga.

1989/2002 - Regência de Medicina Legal no Curso de Direito da Universidade Católica – Centro do Porto.

1969/1998 - Regência da disciplina de Anatomia Patológica na Faculdade de Medicina do Porto.

1989/1997 - Regência de Deontologia Profissional, mais tarde Ética e Deontologia Médicas na Faculdade de Medicina do Porto.

1968/1969 - Regência de Patologia Geral e História da Medicina no curso médico dos Estudos Gerais Universitários de Angola, em Luanda.

1961/1968 - Aulas teóricas e práticas de Anatomia Patológica na Faculdade de Medicina do Porto.

1953 - Aulas práticas de Anatomia Patológica ao 3º ano do Curso de Medicina.

1952 - Aulas práticas de Patologia Médica.

Cargos e Funções


1962/1964 - Vogal do Conselho Geral da Ordem dos Médicos.

1965/1967 - Vice-Presidente da Assembleia-Geral da Ordem dos Médicos.

1964/1966 - Representante, eleito, por todos os Professores Extraordinários, ao Senado da Universidade do Porto.

1965/1967 - Vogal do Conselho de Fomento Cultural do Instituto de Alta Cultura.

1969/1971 - Representante eleito por todos os Professores Extraordinários, ao Senado da Universidade.

1970/1974 - Vogal do Conselho de Fomento Cultural do Instituto de Alta Cultura.

1972/1974 - Representante eleito pelos Professores Catedráticos da Faculdade de Medicina ao Senado Universitário.

Membro, em representação de Portugal, do Comité Ad.Hoc de Bioéthique, logo a seguir Comité Director de Bioética (CDBI) desde 1989.

Membro eleito do Bureau do CDBI de 1996 a 2000 e 2004 a ………………….

Presidente (Chair) do Working Party on The Protection of the Human Embryo and Foetus (CDBI CO-GT3) desde 1997.

Membro do Conselho Científico das Ciências da Saúde do Instituto Nacional de Investigaçãp Científica (INIC) desde 1980 até à sua extinção pelo Decreto-Lei 188/92, ou seja durante 12 anos.

Presidente da Comissão de Fomento da Investigação em Cuidados de Saúde, do Ministério da Saúde, desde 1991.

in http://www.danielserrao.com/
O Sr. Prof. Doutor Daniel Serrão, é das pessoas mais conservadoras deste país, ombreando com a Igreja....

E ser conservador é mau? É defeito? A sua opinião já não tem valor?

E, depois, há outra coisa que não percebo: porque é que a Igreja já cá veio parar?
Faz assim tanta diferença a posição da Igreja?

Ou estava-se à espera que a Igreja tivesse outra posição?

Abraço
 
citação:Originalmente colocada por michaelreznor


quer ele perguntar se, sendo tu contra o aborto, achas bem que a vida dessas mulheres seja 'destruída' por causa do acto que cometeram.
basicamente penso que é isso.
ld

Não é nada disso que estou a perguntar! [8)][xx(]
 
Acho piada que, os argumentos utilizados pelo CSJR ou o Luis, por exemplo, aplicados na prática, levavam a, como alguém já disse, impedir o Aborto seja qual for a situação, ou seja, sem excepcionar tal proibição....


O Direito à Vida está acima de tudo, não é o que estão a prefessar? então apliquem na prática e pugnem pela alteração da lei no sentido que mais vos "agrada", ou seja, um não rotundo ao Aborto, sem qualquer excepção....
 
citação:

Jacare: Defendes que a lei a aplicar no caso de aborto seja a mesma lei que se aplica a um homicídio de uma criança?

RedHeart:
É uma boa questão: admito que nunca pensei profundamente nisso. Provavelmente deixaria permanecer o actual quadro penal.</u>


Jacare: Mas dessa maneira não estás a ser conivente com o "assassínio" de vidas humanas de acordo com as tuas idiologias? (que são "semelhantes" às minhas! ;))

RedHeart: Explica ao certo o que pretendes porque, realmente, não percebi a pergunta.


:)

Quando dizes que provavelmente deixaria permanecer o actual quadro penal, ou seja, a aceitar a destinção entre aborto e homicídio presente na actual constituição, não estás a ser conivente com o "assassínio" de embriões que são tambem vidas-humanas?

Ou seja, não estás tu tambem a fazer uma destinção entre o valor da vida humana de um embrião do valor da vida humana de uma criança já nascida?
 
citação:Originalmente colocada por CJSR

Ao contrário dos animais, os seres humanos, nos primeiros anos de vida não conseguem alimentar-se sozinhos, muito menos conseguem procurar o alimento de forma autónoma da mãe...

Exacto. Mas apenas gostava de corrigir esta parte que na minha opnião é essencial destinguir.

Quando dizes "muito menos conseguem procurar o alimento de forma autónoma da mãe".

Porque na verdade e biologicamente o ser humano nos primeiros anos de vida consegue-se alimentar e sobreviver desde que haja alguém que o alimente...

Acho muito importante fazer e interiorizar esta destinção. :)


citação:Originalmente colocada por CJSR

Acho que na questão da despenalização do aborto não devemos ter em conta a opinião de uma única ordem social, em termos biológicos tens imensa razão e estaria a ser hipocrita se afirmasse o contrário, porém a minha opinião baseia-se também em outras ordens sociais! ;)

De acordo. ;)
 
Voltar
Superior