ACN - Alguém conhece?

Desculpem lá o offtopic do offtopic, mas esse Kiyosaki é o do "Rich Dad,Poor Dad"? Já me recomendaram ler o livro, já o tenho (em pdf) mas ainda nãoo lhe peguei.

Sim entre muito outros.

O livro que trata dos esquemas pirâmide é o "Independência Financeira" do Kiyosaky.

Existe outro livro que o Trump escreve em co-autoria com o Kiyosaky que se chama "Nós queremos que você fique rico" e que se refere a esquemas de pirâmide legais tb.

Tudo grandes clássicos aos quais podes juntar o "Pense e fico Rico" do Napoleon Hill.

E ficarás certamente rico em 3 tempos [:D]

Todos esse livros são na melhor das hipótese 40/60 : 40% treta e 60% de bons conselhos. Tens que saber filtrar.[;)]
 
Last edited:
Se funcionassem como tu dizes eram mesmo um esquema de Ponzi. Como foi a Dona Branca, por exemplo. Isso que referes é exactamente o que aconteceu ao Madoff e à Dona Branca. Na tua estória és tu o Madoff e estás sempre dependente de quem te empresta mais dinheiro para o devolveres a mim e a Ele. Não são Ponzis? Claro que sim.


O que tu tens de perceber, é que TUDO funciona assim! [:D]


Há sempre um princípio de bom senso, isso não faz com que as coisas sejam ilegais ou menos éticas! Uma economia (e uma empresa) não crescem se não houver um investimento em algum momento do seu ciclo!

A própria Google (e milhares de outras empresas) que se falou atrás, quando era apenas uma ideia na cabeça de duas crianças e ainda sem ter qualquer modelo de negócio rentável associada, teve um investimento de 1 milhão de usd. Ora, se os dois rapazes pegassem no dinheiro e fugissem para as Caraíbas com meio milhão cada um e vivessem felizes para sempre, alguém que tinha investido o dinheiro ficaria sem ele... e como o dinheiro não era dele mas provavelmente emprestado de várias pessoas (num qualquer fundo de investimento com um nome pomposo), seriam essas pessoas a ficarem sem o guito...

Estás a ver o enorme esquema de Ponzi aqui?! [:D][:D]


(estou a ser irónico, espero que não estejas a ver esquema nenhum) [:p]
 
Sweden

Sem querer fazer perder o teu tempo ... E de forma alguma ridicularizar seja o que for ! (penso que nao faltei ao respeito dizendo que nao tem logica)

Diz-me o nome das empresas ... e depois podemos continuar a discussão ...

Agora falares em "empresas" e nao dares nenhum exemplo ficas logo sujeito que se confunda tudo !

Não fazes perder tempo e eu aceito a tua opinião. Já estou é algo calejado e sei que as discussões facilmente descambam e perde-se o interesse.
Não quero estar a dizer nomes, mas refiro-me às empresas nacionais que vendem experiências e sobretudo vouchers para hoteis. O que pergunto (é uma pergunta, a ideia é discurtir o assunto) é se o modelo de negócio não é semelhante ao esquema de Ponzi.
 

Esse é um bom artigo para quem tem um negocio e quer aderir a esse tipo de publicidade e metodo de angariação de clientes ... tem de analisar bem no que se vai meter.

No entanto nao vejo qualquer ilegalidade ou esquema no metodo de trabalho da Groupon ou de muitas outras que por aí andam a oferecer serviços identicos.


Deixo aqui dois artigos da HBR:

Google Beware: Groupon Is No YouTube - Utpal M. Dholakia - The Conversation - Harvard Business Review

Groupon: Is Google Making a $6 Billion Mistake? - Rafi Mohammed - The Conversation - Harvard Business Review

Onde se debruçam sobre a potencial compra da Groupon pela Google e se seria um bom ou mau negócio.

Para mim, muitas destas pequenas empresas não perceberam ainda qual o potencial dos "Group Buys" e muitos dos que dizem que tiveram prejuízo com este sistema, são os mesmos que dizem que o modelo de "pay per click" online não funciona e que anunciar nas páginas amarelas e no jornal local é que é... ainda vivem de um modelo de marketing perdido nos anos 50 (recomendo a série Madmen, fabulosa [;)]


Obviamente que se for mal gerido, um discounted "group buy" vai dar prejuízo... Se for bem gerido, vai dar muito lucro, e um potencial de crescimento muito grande a esta empresa! Há que perceber exactamente onde se está, o que se quer obter, como se vai obter, o que vai acontecer após este fluxo extremo de visitantes, etc. antes de se aventurarem num esquema destes!
 
O que tu tens de perceber, é que TUDO funciona assim! [:D]

Talvez sim. Mas como eu não sei acerca de tudo fico-me pelo negócio dos vouchers. E mesmo nestes estou a perguntar. Não sou economista nem sequer trabalho na área.

A própria Google (e milhares de outras empresas) que se falou atrás, quando era apenas uma ideia na cabeça de duas crianças e ainda sem ter qualquer modelo de negócio rentável associada, teve um investimento de 1 milhão de usd. Ora, se os dois rapazes pegassem no dinheiro e fugissem para as Caraíbas com meio milhão cada um e vivessem felizes para sempre, alguém que tinha investido o dinheiro ficaria sem ele... e como o dinheiro não era dele mas provavelmente emprestado de várias pessoas (num qualquer fundo de investimento com um nome pomposo), seriam essas pessoas a ficarem sem o guito...

Estás a ver o enorme esquema de Ponzi aqui?! [:D][:D]
Nesse caso quem investiu não o fez a troco de nenhuma garantia. Ao contrário do que acontece quando compras um voucher para um hotel ou dos clientes do Madoff.
 
Não fazes perder tempo e eu aceito a tua opinião. Já estou é algo calejado e sei que as discussões facilmente descambam e perde-se o interesse.
Não quero estar a dizer nomes, mas refiro-me às empresas nacionais que vendem experiências e sobretudo vouchers para hoteis. O que pergunto (é uma pergunta, a ideia é discurtir o assunto) é se o modelo de negócio não é semelhante ao esquema de Ponzi.

Na minha sincera opinião. Não.
Falemos em nomes para ver se estamos a fazer da mesma coisa.
A empresa Vida é Bela.

Vida é bela, negoceia directamente com hoteis (ficamos pelos hoteis) um "pack" a um preço mais reduzido que o habitual do que para um cliente directo.

Noite p/2 com Peq. Almoço - 50€ em 50 destinos (preço p/ vida é bela)

A empresa manda fazer umas caixinhas catitas, mete lá dentro do Voucher, coloca-os a vender em todo lado ... por 70€
Ganha o Hotel pois o seu leque de provaveis clientes aumenta substancialmente, ganha a empresa VB porque vende mais caro que comprou!
Existe ainda a vantagem de que o dinheiro entra logo em caixa. e há uma boa percentagem de pessoas, que recebe o voucher e não o utiliza dentro do tempo ou simplesmente porque que se esquece, lucro a 100% para a VB.

Agora encontrar neste tipo de negocio alguma coisa ilicita... a mim custa-me a entender , mas remeto-me à ignorancia e ao jogo de bastidores que provavelmente existe.


Normalmente um esquema piramidal envolve angariadores, o amigo do amigo, entrar com €€ com prepectiva de ganhar mais ...
Nestes casos quem compra sabe o que pode usufruir , e pode usufruir no dia seguinte sem qualquer problema!
 
Não fazes perder tempo e eu aceito a tua opinião. Já estou é algo calejado e sei que as discussões facilmente descambam e perde-se o interesse.
Não quero estar a dizer nomes, mas refiro-me às empresas nacionais que vendem experiências e sobretudo vouchers para hoteis. O que pergunto (é uma pergunta, a ideia é discurtir o assunto) é se o modelo de negócio não é semelhante ao esquema de Ponzi.

Se estás a falar da Odisseias, Vila é Bela, Smartbox, e coisas do género, como te expliquei, não!

Se estás a falar de outra coisa qualquer, não faço ideia, porque não conheço!
 
Na minha sincera opinião. Não.
Falemos em nomes para ver se estamos a fazer da mesma coisa.
A empresa Vida é Bela.

Vida é bela, negoceia directamente com hoteis (ficamos pelos hoteis) um "pack" a um preço mais reduzido que o habitual do que para um cliente directo.

Noite p/2 com Peq. Almoço - 50€ em 50 destinos (preço p/ vida é bela)

A empresa manda fazer umas caixinhas catitas, mete lá dentro do Voucher, coloca-os a vender em todo lado ... por 70€
Ganha o Hotel pois o seu leque de provaveis clientes aumenta substancialmente, ganha a empresa VB porque vende mais caro que comprou!
Existe ainda a vantagem de que o dinheiro entra logo em caixa. e há uma boa percentagem de pessoas, que recebe o voucher e não o utiliza dentro do tempo ou simplesmente porque que se esquece, lucro a 100% para a VB.

Agora encontrar neste tipo de negocio alguma coisa ilicita... a mim custa-me a entender , mas remeto-me à ignorancia e ao jogo de bastidores que provavelmente existe.


Normalmente um esquema piramidal envolve angariadores, o amigo do amigo, entrar com €€ com prepectiva de ganhar mais ...
Nestes casos quem compra sabe o que pode usufruir , e pode usufruir no dia seguinte sem qualquer problema!

Isso de se negociar preços melhores nos hoteis é mais ou menos verdade... Sei de fonte seguríssima que não é bem assim. O lucro (do caso que conheço) dará para a caixa catita e pouco mais. [;)]
Ilícito não será, mas continuo a achar que há semelhanças dos modelos de negócio.
Os esquemas de Ponzi não precisam ter angariadores. Isso é o mais comum, mas não precisa ser assim.
O que me intriga é que este negócio precisa de novos clientes para garantir o produto aos clientes mais antigos.
 
Se estás a falar da Odisseias, Vila é Bela, Smartbox, e coisas do género, como te expliquei, não!

Continuo a não estar convencido com a explicação e a ver semelhanças. Não será uma fotocópia, mas o conceito é muito semelhante. Vamos ver daqui a uns anos, quando a moda passar, se vão ou não haver queixas de gente que tem o voucher e não o pode usar.
 
Isso até pode acontecer, isso não te vai dar mais ou menos razão... [;)]


Quando uma agência de viagens vai à falência, deixa sempre clientes com viagens marcadas com as passagens sem valor na mão... isso não faz deles um esquema de Ponzi!

Quando se dá um sinal de um imóvel e o constructor civil declara falência, há sempre compradores a reclamar que querem o sinal de volta... e isso não faz do constructor civil um esquema de Ponzi!

Compras um determinado alojamento online, pagas por um ano e ao fim de meio ano eles fecham as portas... vais reclamar e com razão. Isso não faz deles um esquema de Ponzi pois não?

Queres quantos exemplos?
 
Isso até pode acontecer, isso não te vai dar mais ou menos razão... [;)]


Quando uma agência de viagens vai à falência, deixa sempre clientes com viagens marcadas com as passagens sem valor na mão... isso não faz deles um esquema de Ponzi!

Quando se dá um sinal de um imóvel e o constructor civil declara falência, há sempre compradores a reclamar que querem o sinal de volta... e isso não faz do constructor civil um esquema de Ponzi!

Compras um determinado alojamento online, pagas por um ano e ao fim de meio ano eles fecham as portas... vais reclamar e com razão. Isso não faz deles um esquema de Ponzi pois não?

Queres quantos exemplos?

A diferença é que em todos esses exemplos o dinheiro que tu gastas é para assegurar o teu produto. Na agência de viagens servirá para que se pague ao operador e na construção vai servir para pagar os materiais da tua casa (o exemplo que dás do sinal para compra de casa parece-me um caso diferente porque o sinal não te dá direito ao produto por si só). A menos que haja burla, mas isso é outro assunto. Em condições normais o que pagas assegura que irás ter o bem que adquires.
No entanto, neste tipo de empresas de vouchers, o dinheiro que dás é para pagar as experiências dos clientes anteriores porque entretanto o dinheiro destes foi usado para publicidade e custos operacionais. Não precisa haver uma burla ou um roubo para que o negócio colapse, porque todo ele se baseia numa lógica em que os novos clientes asseguram os compromissos doa anteriores. É por aqui que eu vejo que há semelhanças. Sem ter de haver nenhuma ilegalidade ou catástrofe, o negócio colapsa e as pessoas ficam com um papel na mão que vale nada.
 
Last edited:
Pois, pegando neste tópico e no teu post, gostava de ouvir a opinião de mais pessoas acerca de uma coisa que me "intriga" há uns tempos...
Agora há várias empresas que oferecem experiências ou estadias em hoteis sob a forma de um voucher (não vou dizer os nomes, mas todos sabemos quais são). Então isto não é, na sua essência, um esquema de Ponzi (ou uma pirâmide) disfarçada?? O engenho está lá todo: alguém paga para ter acesso a um suposto serviço (ainda que não o usufrua na hora). O vendedor, com o dinheiro que recebe (e que supostamente seria para pagar a experiência ou a estadia ao hotel) investe em publicidade e distribui lucros pelos sócios. Depois os clientes novos que "vão entrado" trazem o dinheiro que pagará as experiências que os primeiros clientes vão gozando. E quando as vendas abrandarem? Haverá muito mais gente a querer usar os vouchers do que aquelas que os compram. Há-de chegar-se ao ponto de não haver dinheiro para pagar os hóteis (por terem usado o dinheiro em publicidade e ordenados) e vão haver clientes que têm um voucher que não poderá ser usado porque os hóteis vão recusá-los.
Um amigo meu economista já me disse que (embora não conheça profundamente o negócio) esta teoria tem algum fundamento.
É ou não este negócio das experiências um esquema em pirâmide?

O "segredo" do negócio das experiências é simples: 70% das experiências nunca são usufruídas. As pessoas recebem os presentes, chutam-nos para uma gaveta e nunca mais se lembram.

PS: O número situa-se ligeiramente acima dos 70%.
 
O "segredo" do negócio das experiências é simples: 70% das experiências nunca são usufruídas. As pessoas recebem os presentes, chutam-nos para uma gaveta e nunca mais se lembram.

PS: O número situa-se ligeiramente acima dos 70%.

:eek: Assim dá lucro de certeza. Decerto teria de haver uma explicação para a popularidade desse negócio. Só o que eles investem em publicidade é uma coisa assustadora e não podia vir tudo da curtíssima margem de lucro que têm com os vouchers.
 
A diferença é que em todos esses exemplos o dinheiro que tu gastas é para assegurar o teu produto.


Dude, tal como nos cupões... [:D][:D]


Tu assumes (e ainda não percebi bem porquê?!?) que quando alguém compra um presente é para pagar os presentes anteriores... essa lógica é tão válida nos cupões como noutro ramo de mercado qualquer, seja um constructor civil, seja uma agência de viagens, seja um prestador de serviços, etc!

Não seria mais fácil pensar que a empresa de experiências tem dinheiro em caixa para fazer face a todos os compromisso actuais e passados?! A verdade é que sem consultares os seus balanços financeiros, tudo o que estás a fazer, é especular! E isso não tem sentido nenhum! [;)]
 
Não seria mais fácil pensar que a empresa de experiências tem dinheiro em caixa para fazer face a todos os compromisso actuais e passados?! A verdade é que sem consultares os seus balanços financeiros, tudo o que estás a fazer, é especular! E isso não tem sentido nenhum! [;)]

Já falámos disse antes onde eu referi que uma das empresas é de uma moça que foi um exemplo de empreendedorismo na altura e que não investiu o suficiente na empresa para ter a tal liquidez de que falas. Mas tens razão e pode dar-se esse caso. Claro que a "minha teoria" tem como premissa obrigatória que a empresa começou com nada ou quase nada e cresceu apenas com o dinheiro ganho com a venda dos vouchers. Por isso não refiro nomes e discuto apenas o conceito.
O facto mencionado pelo HPVentura é relevante pois por esta altura é mais que certo que qualquer uma destas empresas tem liquidez suficiente para aguentar uma quebra na vendas.
 
Tal como referi ... embora nao tivesse ideia da percentagem (nao pensei que fosse tanto) ... muitas das pessoas nunca vão utilizar a "oferta" ! Uma grande parte do lucro vem daí também.
 
Bah, já me queriam equipar a casa numa central telefónica...[:D]

Quando vi a genética das bolinhas, até a ironia me subiu à cabeça...[:D]
 
Estive a ler na diagonal a revista da ACN entregue por uma pessoa que me queria convencer a entrar, e de facto 90% das páginas falam de: Sucesso + Sucesso, Ganhar Dinheiro, Independencia financeira, fotos de gente bem na vida, casas de sonho, muito bem vestidos e no que toca ao produto que têm que vender....nada ou quase nada, nem tarifários, nem mensalidades nem velocidade adsl.
Que treta, com tanta concorrencia actualmente no ramo das telecomunicações, e com tantas opções interessantes, andar a tentar impingir video telefones com visor não faz muito sentido, tendo em conta ainda que só funciona se quem estiver do outro lado da linha utilizar o mesmo equipamento[8b]
 
eu "respeito" a groupon, sem nunca lhes ter comprado nada,

uma oferta deles que me ficou gravada foi a seguinte: umas quantas aulas de ginastica ou o diabo

dizia a groupon: vale 200€ , paga só 25€ uau espectaculo

no mesmo dia recebo na caixa de correio um panfleto para o exacto mesmo serviço, na mesma rede ginásios : 20€ eheh

trek
 
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