Eu diria que, caso não leves advogado, é importante consultares um advogado previamente. A justiça tem procedimentos que o cidadão comum não domina.
Os dois emails de que falei eram, como disse, emails de trabalho, gestão de um projeto, e tinham sido enviados num momento em que o caldo estava a entornar-se entre mim e a pessoa em causa. Os textos não continham qualquer ameaça, mas irritaram profundamente o destinatário. Passado uma semana, houve a rutura e eu abandonei o projeto (e o cargo na empresa). O fulano mandou passar tudo a pente fino, contratou auditores e avançou com a queixa.
Claro que a partir daí, eu não dei um único passo sem ter muito cuidado - e passei a andar de cinto e suspensórios. Remeti-me ao silêncio quando ouvido, fui constituído arguido e o juiz arquivou, por ter considerado a queixa infundada. Passado uns anos o fulano quis falar comigo, conversámos e ele fez um mea-culpa. Assunto encerrado e cada um seguiu o seu caminho.
Se a queixa consistia em "acusação era delirante: tratava-se dois emails, de trabalho" acho muito estranho teres optado por não teres prestado declarações e teres tido necessidade de levares um advogado...![]()
Qual foi a razão de te teres remetido ao silêncio depois de uma delirante queixa contra ti?![]()
Cada um é como cada qual, mas eu a apresentarem uma queixa "delirante" contra mim ia falar, claro que ia!
Muito estranho. Não patético - que não vou descer a um certo nível para te chamar pateta, apenas acho estranho...alguém apresentar queixa crime contra ti por dois erros na procecussão de um trabalho, mas há gente para tudo![]()
Os dois emails de que falei eram, como disse, emails de trabalho, gestão de um projeto, e tinham sido enviados num momento em que o caldo estava a entornar-se entre mim e a pessoa em causa. Os textos não continham qualquer ameaça, mas irritaram profundamente o destinatário. Passado uma semana, houve a rutura e eu abandonei o projeto (e o cargo na empresa). O fulano mandou passar tudo a pente fino, contratou auditores e avançou com a queixa.
Claro que a partir daí, eu não dei um único passo sem ter muito cuidado - e passei a andar de cinto e suspensórios. Remeti-me ao silêncio quando ouvido, fui constituído arguido e o juiz arquivou, por ter considerado a queixa infundada. Passado uns anos o fulano quis falar comigo, conversámos e ele fez um mea-culpa. Assunto encerrado e cada um seguiu o seu caminho.
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