PeLeve
Well-known member
Outra vez arroz? Onde estão os valores de emissões da exploração, transporte e refinação dos combustiveis fosseis? É que gostam de bater na tecla dos EVs nesse aspecto e no caso dos CI nem conseguem obter valores de energia e emissões necessários para os colocar nas bombas.
Não é uma questão de "arroz", é o que é!
Repara no texto que fizeste e em como o mesmo pode ser adaptado para a tecnologia EV (permite-me a pequena brincadeira):
"Outra vez arroz? Onde estão os valores de emissões da exploração, transporte e..." no processo de transformação dos metais "nobres" necessários às baterias, bem como os da reciclagem das baterias usadas..."...?" É que gostam de bater na tecla dos..." CI " "...nesse aspecto e no caso dos..." EV "...nem conseguem obter valores de energia e emissões necessários para os colocar nas..." estações de carregamento.
Já sei que não queres ver onde quero chegar (deduzo que não valha a pena refazer a pergunta), pois já o disseste antes, e eu respeito, mas é esta a minha opinião! E já nem falo no gradual aumento de consumo eléctrico mercê da electrificação auto, nem como isso terá reflexos na oferta, nos preços ao público, na enorme necessidade de levar a processos de fabrico (com todos os materiais necessários para isso...) as infraestruturas correspondentes de apoio...
Ademais, mesmo admitindo que os EV possam vir a ser a melhor vantagem na reconversão das fontes de energia para não poluentes / renováveis (que, na minha opinião, ainda não são...), esta "pressa" toda são peanuts enquanto se não conseguir fazer abordar esta questão, a sério, aos países que são, per si, os verdadeiros problemas em matéria de poluição.. Convenhamos, tu até podes electrificar/hidrogenar toda a Europa, que as emissões produzidas pelos EUA, pela China, pela India e pelo Brasil são mais do que suficientes para que a velha Europa não consiga ter qualquer eficácia nas próximas décadas mesmo que hoje passasse a ter emissões zero!
De resto, atenta que...:
As baterias dos carros elétricos têm vindo a crescer, requerendo mais materiais. Para evitar que não haja falta de matérias-primas, ou a tecnologia terá de evoluir, recorrendo a menos quantidades destes materiais para as fazer, ou teremos de elevar rapidamente a capacidade instalada da mineração destes materiais.
FontePor enquanto, o fornecimento de lítio, cobalto e níquel — metais essenciais às baterias atuais — é suficiente para satisfazer a procura, mas nos próximos anos, com o crescimento explosivo esperado na produção de veículos elétricos, a realidade poderá ser bem diferente, de acordo com o relatório da Wood Mackenzie sobre a falta de matérias-primas para a produção de baterias.
Os analistas dizem que os construtores vêem este lado do negócio com um fator elevado de risco. E não é difícil perceber porquê, pois mesmo já tendo em conta o aumento de capacidade prevista para algumas destas matérias-primas, como o sulfato de níquel, prevê-se que, mesmo assim, a procura suplante à oferta. Também a procura crescente por cobalto poderá causar problemas no seu fornecimento a partir de 2025.
Curiosamente, apesar do crescimento na procura, os preços de algumas destas matérias-primas, como o mencionado cobalto, viram o seu preço descer drasticamente nos últimos meses, originando efeitos contraproducentes. O incentivo de investir em novos projetos de mineração por parte das empresas mineiras viu-se assim reduzido, que poderá ter consequências graves mais à frente, considerando as necessidades dos próximos anos.
As baterias dos carros elétricos têm vindo a crescer, requerendo mais materiais. Para evitar que não haja falta de matérias-primas, ou a tecnologia terá de evoluir, recorrendo a menos quantidades destes materiais para as fazer, ou teremos de elevar rapidamente a capacidade instalada da mineração destes materiais.