eu vou fazer uma aposta contigo.
95% dos prototipos são puros mock ups
e os italianos fazem estas coisas na chamada "italian way"[

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ou seja, o prototipo não deve ter nada disso que referes.
deve ter 4 traves de madeira a segurar as rodas e um interior, nada mais.
o resto, é para gerar retorno mediático, e depois logo se vê.
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hum... tendo em conta os planos de lançar o modelo definitivo dentro de 12-18 meses, é bom que tenham algo mais que 4 traves de madeira[

].
Tendo em conta que não se trata de algo derivativo, partindo basicamente de uma folha em branco e recorrendo a tecnologias não muito habituais para aqueles lados, convém ir adiando trabalho, para um correcto desenvolvimento (não queremos mais episódios como o MiTo, no seu inicio de carreira).
Desculpem lá mas quem imitou a alfa foi a lotus! Bom, quem imitou quem não interessa! Não façam é da Lotus a referência como se a Alfa tivesse descoberto agora este segmento.
A Alfa sempre fez carros pequenos, leves, com motores pequenos e que andam mt, mt, mt bem.
A sigla GTA vem de algum lado,Aligerato. Aliás estes começavam num motor 1.3 e que davam coça em muitos carros com motores bem maiores.
Já para não falar dos TZ1 e TZ2, etc, etc, etc.
A Lotus imitou a Alfa no quê? Fiquei curioso. O Elise é o culiminar de um percurso que vem desde as origens da própria Lotus, respondendo a critérios de peso e simplicidade.
Os modelos que referes da alfa foram criados com o foco na competição, enquanto modelos apenas e só de estrada da Lotus, como os contemporâneos Elite e Elan já pesavam nas suas configurações "normais" entre 500 e 600kg, algo que a Alfa nunca conseguiu ter, se excluirmos modelos de competição. A Lotus sempre seguiu um caminho muito próprio e com tecnologia também ela muito própria (nem sempre com os melhores resultados, fruto de desenvolvimento insuficiente). Não estou a ver em como andaram a imitar a Alfa, que já por si se destacava pelas soluções bastante caracteristicas.
O que é certo é que actualmente, neste nicho, tinhamos apenas a Lotus. A Alfa não tinha nada semelhante faz décadas.
Já que o Elise vai "subir de nivel" na próxima geração, fica ali um buraco muito interessante por preencher e acho muito bem que a ALfa ocupe esse lugar, como acharia qualquer outra marca. O produto tem é de ser bom
Não tão extremista como um Caterham, nem soft como um Mx5 e com performance ao nivel dos Boxster e outros do género.
Aliciante!
Não sei onde foste buscar esta informação relativamente ao 4c... mas o Boxster/Cayman usam McPherson tanto à frente como atrás. Sendo que a adopção desta solução atrás tem a ver com 'economia' de espaço já que o motor boxer é naturalmente mais largo do que os equivalentes motores em linha ou em V. Depois, beneficia também do baixo centro de gravidade proporcionado pelo motor boxer que por estar montado em posição central permite a utilização de desenhos simples para as suspensões traseiras, como são as do tipo Mchperson, sem comprometer o acerto dinâmico.
Estou muito surpreendido por não achares o desenho deste 4c 'too busy' como diriam os ingleses... não há aí alguma falta de coerência?
Mas acho que o 4C não é baseado em nenhum Cayman/Boxster!
ALém do mais também não traz um motor Boxer, mas um comum 4 cilindros em linha. E o Mcpherson no geral, é a solução tipica dos FWD no esquema à frente. Não é propriamente comum assistir-se a essa utilização na traseira. Acho curiosa esta solução, apenas e só.
Como se falava tanto no KTM como base, achei curioso ter soluções tão distintas deste. E como se parece com um Lotus, até poderia pôr-se a hipótese de recorrer a algo da marca, como os rumores iniciais anunciavam.
Mas aparentemente é tudo desenvovimento in-house, o que não deixa de ser excelente. Talvez fosse a melhor forma para aproveitar componentes já desenvolvidos para outros modelos da marca sem grandes custos de adaptação de algo já existente.
Quanto ao desenho, para teres uma ideia do que considero "busy", passa ali no tópico do Aventador e vê as imagens daquele mid-engine e compara com este.
O 4C é apenas 3 volumes a dialogarem uns com uns outros, e na sua intercecção a criarem algumas linhas ou mudanças mais abruptas de superficie perfeitamente justificáveis e bem integradas no todo.
Os elementos acabam por ser bastantes expressivos, com dimensoes generosas e talvez focasse aí algumas alterações, de modo a conseguir um look mais refinado.
Mas não há excesso decorativo. Mesmo comparando com as soluções similares no Evora e Elise/Exige, consegue melhor integração de alguns elementos.