"Não tem nada a ver com o KTM"
Por um lado é bom por outro é mau.
Agradava-me a ideia de ter um carro de competição "vestido" de civilizado, mas já estava a pedir demais.
Lá se vão as suspensões de competição (vai na volta é positivo, porque seria um carro muito elitista e nada indicado para o dia-a-dia).
Então temos um carro "normal" mas mais leve [8b]
O lado bom é que o carro deve ser maior que um KTM ou um Elise (será?) e em mais de 25 unidades.
p.s. eu queria um [br

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Vai na volta vão fazer como a BMW no i3, uma monocoque em carbono (quem sabe também em CFRP, que me parece um material altamente prometedor) e um subchassis em aluminio para a frente e outro para trás.
A solução da BMW é para seguir com atenção porque pode representar o futuro proximo dos automoveis em massa.
Mas não tem nada a ver com o KTM [8b]
Esse sim é um formula de estrada.
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Bem, a solução que a Alfa vai usar só é replicada por exóticos, e apesar de métodos de construção distintos, segue o mesmo "esquema" do McLaren Mp4-12C. Base tripartida, com subestruturas em aluminio, que permite grande economia de custos, em necessidade de reparação, e é sempre mais fácil/barato criar uma estrutura deformável em aluminio que em fibra.
Assim mantém uma celula de sobrevivência extremamente rigida graças ao carbono e controlam custos recorrendo ao aluminio para secções frontal e traseira. Se a coisa fôr bem feita, poderemos ter diferenças expressivas de peso para outras soluções mais comuns. Quando as coisas são mal feitas acontecem "acidentes" como o SLR (100% fibra de carbono e a pesar 1.7 toneladas, tanto como outras coisas mais comuns).
Não é propriamente uma solução vulgar. Mesmo que fosse todo em aluminio, replicando de alguma forma o que a Audi ou a Jaguar ou até a Lotus fazem, também continuaria a ser ave rara.
A solução que o BMW i3 vai apresentar será nos mesmo moldes, mas no caso da BMW, servirá para atenuar o lastro enorme que são as baterias. Se o Abarth, a versão mais barata desta base, convencionalmente com motor de combustao interna irá custar entre 35000-40000€, também dará para uma boa especulação o preço desse BMW, que além da construção exótica, ainda tem de suportar o custo avultado das baterias.
Também sou um fã destas novas soluções. Certamente abrirão caminho para evoluções nos sistemas de produção que permitirão que materiais como fibra de carbono comecem a chegar de forma mais consistente aos nossos carros do dia-a-dia. Não como apontamentos decorativos de que nada servem como no ds3-r, mas como soluções estruturais que realmente poderão beneficiar reduções de peso mais expressivas que os carros tanto precisam.
Pode nada ter a ver com o KTM, mas a Dallara também esteve envolvida no seu desenvolvimento, pelo que o know-how adquirido certamente será bem aproveitado para esta nova base.
ALém de que os objectivos do 4C e do X-bow são perfeitamente distintos. O X-bow é apenas brinquedo para track-days. O alfa irá oferecer claramente uma utilização mais versátil, partindo do Elise como referência
E Dallara?
Será só para competir?
Pois. Ainda não percebi bem onde encaixa este 3º modelo.
O abarth sabe-se que será algo mais radical que o Alfa em filosofia, apesar de ter um motor mais pequeno.
Para rentabilizar a base, a única coisa que vejo que a Dallara poderá fazer será a versão mais extremista do mesmo. Provavelmente criando uma fórmula promocional sem perder a homologação para estrada do género que a inglesa Radical faz.