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Yup, é o que eu acho... Este carro foi pensado de raiz para usar a TCT, duvido que no futuro apareça alguma versão de caixa manual. Quanto aos 300cv, já é possível, embora não ache prioritário. Acho que há arestas para limar antes de decidirem enfiar potência a ponteiro e martelo. Além disso, prefiro um bloco fiável e mais comedido nos números (se bem que chamar comedido a este 4C é quase um insulto) que um líder de segmento em potência específica e depois andar a jogar com os dados... É extremamente importante que nesta "nova" Alfa Romeo a fiabilidade não dê barraco e que os demónios do passado continuem bem enterrados []
Fala-se que a versão QV do 4C chegará aos 270cv.
Mas sim, a TCT é para manter.
Foi projectado apenas essa transmissão.
Colocar a caixa manual poderia obrigar a refazer partes da célula de carbono e isso seria demasiado oneroso para compensar.
Duvido que que lhe chamem QV e até que lancem qualquer outra versão.
Mas também aumentar para 270 é o mesmo que estar quieto..."300CV ou morte!!!"
Há por aí 4C bem mais artilhados que esses amendoins (aftermarket claro está).
ele não falou em 400, falou em 300.
errr, 30CV nos ~900Kg... se calhar não sei. :sh)Mas sabes que num peso pluma, um aumento de 30 cv é significativo, não sabes? E esses aftermarket de 400cv, fazem quantos kms sem abrir? Trocas de óleo a cada 5 000kms? Eu não quero disto na Alfa, quero um carro belo e marcante (já o é), experiência única de condução (também o é, com possíveis melhorias a serem feitas) e que não me dê problemas, nem motor nem electrónica.
errr, 30CV nos ~900Kg... se calhar não sei. :sh)
Os aftermarket de 300 (e não 400...não sei onde foste buscar esse valor, os 300 estão bem indicados na minha expressão anterior), não mudam de óleo a cada 5000kms, fazem a mudança anual preconizada pela marca e não foram abertos, nem, muito provavelmente precisarão ser.
Problemas de motor e/ou electrónica também os podes ter com um xasso de 90CV.
Resumidamente, não percebi nada do teu argumento []
Os amendoins eram obviamente os 30CV de incremento conjecturados.Eu depreendi que disseste que ha 4C bem mais artilhados que esses 300 cv. Logo, lancei o valor de 400cv.
Não percebes o meu argumento? Não concordas que quanto maior for a potência específica, maior a probabilidade de problemas? O turbo andará a uma pressão superior, só esse factor já é suficiente para aumentar as probabilidades de dar raia
Os amendoins eram obviamente os 30CV de incremento conjecturados.
Como é que dão raia os carros turbinados com bem mais de 300CV ?
Se o Borg-Warner K04 não aguenta (não tenha certeza que partilhe exactamente o mesmo turbo do Giulietta QV), muda-se o turbo para outro melhor preparado.
Eu entendi...só acho o argumento (para não ofender muito) tótó.Não estás a perceber bem o que quero dizer. Quando a potência específica aumenta, maior a probabilidade de problemas. Este é um motor 1.75cc com 240cv. Tem havido uns relatos neste sentido no 2.0 da Mercedes com 360cv, a título de exemplo. Se esse mesmo motor da Mercedes tivesse 300cv, teoricamente teria menos problemas.
Ontem assisti a uma coisa curiosa. Em Lisboa, passou um Porsche 911 e ninguém ligou (nem se ouviu). De repente passa um Alfa 4C vermelho e jantes escurecidas e, não estou a exagerar, a rua parou. Ficou toda a gente a olhar. Para além da estética espectacular, o som do escape é excepcional. Que presença!!!
Não estás a perceber bem o que quero dizer. Quando a potência específica aumenta, maior a probabilidade de problemas. Este é um motor 1.75cc com 240cv. Tem havido uns relatos neste sentido no 2.0 da Mercedes com 360cv, a título de exemplo. Se esse mesmo motor da Mercedes tivesse 300cv, teoricamente teria menos problemas.
Será que este carro teria tanta piada com um motor, p.ex. com um 2.0 de 400cv? Estes seriam facilmente atingíveis com a sobrealimentação, como até talvez o usado 1.8, mas será que seria mesma coisa? Não estará parte do fascínio da realização na utilização de um motor "menor"?
E para além dos problemas extra que possivelmente advêm disso, muitas vezes o aumento acaba por não se traduzir em diferenças por aí além, normalmente acaba por tornar o carro mais caro por causa do afinamento extra e/ou desenvolvimento extra (partes extra, tunning extra, ...).
A título de exemplo, os Exige anterior tiveram algumas versões mas do Exige S para o S 240 e o S 260 Cup a velocidade de ponta pouco alterava e dos 0-100 falamos de uma diferença de 0.3 décimos. Claro que em pista depois as diferenças acentuavam mais um pouco mas não o suficiente, na minha perspectiva, que justifiquem os gastos extra na versão superior para alguém que não retire o sumo ou que faça competição com o mesmo.
Por isso, espero que a Alfa não mexa muito no carro nesse capítulo, que afinem alguns aspectos que, para mim, são muito poucos, como a direcção, a caixa e pouco mais (adicionem a opção do Akrapovic, pelo amor da santa!) e que lancem o QV com os 270 ou mais alguns pós. Para extrair o resto do potencial, que sejam as casas de tunning a ficar com o trabalho extra de afinar (tal como acontece com os Elise/Exige) e que seja o cliente final a ficar com o risco de desgastar a máquina com buscar os décimos a mais, os poucos Km/h na velocidade de ponta e o downforce extra, assim para que depois não culpem a Alfa da pouca fiabilidade! []
Mas hey, é apenas a minha opinião []