E vai criar impacto em que mercado alvo?, Europa ou EUA? (RPC não vende), logo é expectável que faça impacto a cliente alvo de uma renovada Chrysler, Volvo ou vai importunar carro alemão familiar no EUA a par de nipónicos?
A fasquia é o Chrysler 200 que lançou já forte concorrência interna na FCA, um carro familiar médio no EUA não é coisa idêntica a um pequeno 4C.
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Fasquia no 200?!
Tendo em conta o posicionamento que eles estão a querer para a Alfa Romeo, e o reposicionamento que a Chrysler está a passar, a fasquia interna chamada 200 seria apenas destinada a algo vindo da Dodge ou um familiar médio da Fiat nos EUA (que não irá acontecer).
O cliente alvo da Chrysler nada tem a ver com o da Alfa.
É como dizer que quem compra um Camry opta por este em deterimento de um Lexus IS ou GS.
A santíssima trindade italiana, será Ferrari Deus, Maserati Filho e Alfa Romeo do Espírito Santo, Aleluia, irmãos!!!
É este o tipo de actores que se vai querer a Alfa associada. Um vértice da mais refinada aristocracia italiana.
Até toda a informação que vem escapando força essa ligação. Motores by Ferrari, engenheiros provenientes da Ferrari e Maserati são quem estão a liderar o desenvolvimento, RWD para tudo o que sair com aquele símbolo.
A Chrysler está também a passar por fase de reposicionamento em direcção ao super competitivo mercado mainstream, para gerar volume e mais volume, e isso implica ir atrás da Toyota, Ford, Honda e Chevrolet. Não atrás da Lexus, Lincoln, Acura ou Caddilac...
Pretensões premium vão ficar pelo caminho. Mesmo os americanos têm tido imensa dificuldade em relançar as suas marcas premium, como a Caddilac (apesar de produtos equiparáveis) ou a Lincoln. Os alemães dominam e nos EUA, actualmente, só mesmo a Lexus é colocada a par dos alemães, pelo menos no campo da percepção.
Nos EUA, veremos a Alfa a ir atrás dos premium ou aspirantes a tal. Algo que a Chrysler não é. Não significa que o 200 seja mau. Mas estamos a falar de realidades distintas, seja o posicionamento ou preço.
Do meu ponto de vista, a marca que mais se aproxima do que a Alfa quer ser, deverá ser a Jaguar. Uma alternativa À bitola alemã, com muito style, e mecânicas e dinâmicas apuradas.
Se realmente sair das suas entranhas algo capaz de enfrentar os lideres do segmento, como o série 3, e sair de lá de cabeça erguida, acho que toda esta reinvenção delirante da marca poderá ter um bom pontapé de saída, preparando depois um assalto ao mundo.
E isso também teremos Alfas na China. Provavelmente irão À boleia da Jeep.