Alfa Romeo Giulia 2015

Deduzo que não conheça o posicionamento comercial premium da Chrysler no mercado com maior poder financeiro do Mundo (ler EUA), e outro pormenor a Alfa Romeo tende a fazer volume de venda e respectivo retorno por unidade no Giulia no EUA não na Europa.

Dai ter referido a concorrência interna na FCA na marca doméstica no EUA da Chrysler (já no terreno com o 200), é uma ilusão pensar que a Alfa vai fazer volume significativo na Europa ou retirar quota de mercado a uma Audi, BMW ou VW principalmente em familiar médio.

A fusão com a Chrysler Group foi a linha de escapatória para abrir literalmente novos mercados para a Alfa (EUA e RPC).


Confesso que as minhas palas nos olhos praticamente só abrangem a Europa, obrigado pela explicação. Mas falei de forma algo pejorativa em relação ao Chrysler 200, não por ser um mau produto, mas por não acrescentar a emotividade e paixão em relação aos carros alemães, algo que os Italianos sempre foram fortes.

Defende então que a Europa é um mercado perdido para o grupo (excepto seg A e B)?
 
A FIAT e a Reserva Federal do EUA via executivo presidencial injectou muito milhão de US$ na reconversão de muita unidade industrial da Chrysler e resolução de fundo de pensão de trabalhador no arranque da coisa.

Tenho a ideia de que até à data foi um negócio excelente para a Chrysler e mercado automóvel norte-americano o recuperar industrial com a Ford, Chrysler e GM a relançarem produto e muito importante tecnologia de topo.

Vejo também coisa positiva na FIAT/Maserati na Alfa continuo a ter dúvida do impacto do Giulia no EUA tanto pela concorrência interna do 200 como pelos outros produtos há décadas enraizados no EUA, o segmento familiar é o mais feroz do mercado do EUA.

O SUV vai ser determinante, mais que o familiar na minha opinião Mrodrigues.
 
Confesso que as minhas palas nos olhos praticamente só abrangem a Europa, obrigado pela explicação. Mas falei de forma algo pejorativa em relação ao Chrysler 200, não por ser um mau produto, mas por não acrescentar a emotividade e paixão em relação aos carros alemães, algo que os Italianos sempre foram fortes.

Defende então que a Europa é um mercado perdido para o grupo (excepto seg A e B)?

Para a FCA não, para a Alfa Romeo quando esta afirma publicamente que vai descontinuar o MiTo na Europa, onde a Mini, DS3, 500 e A1 fazem furor com elevado retorno financeiro por unidade e marcam posição como produto premium, pouco há a acrescentar.

No EUA por norma as marcas alemãs nem são o alvo principal, são as ditas premium nipónicas, acresce Volvo e há de imediato à partida um quase infindável opção de carro para o consumidor, não é fava contada para nenhum construtor automóvel.


 
Eu percebo os dois lados da questão.
Se por um lado, comercializar um sedan Alfa que seja realmente bom no segmento e uma referência é imperativo para a marca definir o rumo que pretende, por outro a demora e demasiado constrangedora para a marca.

Já tiveram tempo de fazer algo realmente bom, está na hora de o lançarem para o mercado.
Acredito que venha a ser referencial.
Se não for, que seja produto com substituto a tempo e horas.

No segmento D as referências são os carros do trio germânico (Mercedes classe C, BMW série 3 e Audi A4)

Para o Giulia se tornar uma referência tem de oferecer qualidade, e essa qualidade tem de vir associada a um preço imbatível.

Porque se vão pedir "alarvidades" pelo carro, numa marca que não tem tradição em sedans de luxo, o que vai acontecer é que o carro vai ser um fiasco.

Pelo simples motivo que o típico cliente desses carros vai logo pensar assim "porque é que vou dar 40 ou 50 mil euros por um Alfa quando já posso ter Audi, Mercedes ou BMW por esses valores, que são marcas com muito mais experiência nestas gamas"
 
Última edição:
São tantas as variáveis que levam ao sucesso, ou não de um carro, ou de uma marca…

Posso lembrar também que o Sr. Sérgio já percebeu que é mais fácil começar do zero, do que começar do menos…. qualquer coisa, como muita gente que por aqui passa, uma grande fatia do mercado europeu achará que pelo status, ou por outra coisa qualquer, valerá mais pagar 50/60.000€ num alemão do que num italiano. Deixemos no entanto a salvaguarda de que qualquer processo pode ser reversível, ao contrário da canção dos Xutos, o que foi pode voltar a ser, mas há que garantir retorno rápido, daí haver como prioridade de fazer “render o peixe” nos USA e nos mercados asiáticos, estes apesar de tudo menos atados ao preconceito, claro está, e não perder a esperança de que mesmo vendendo menos por cá (na europa), a imagem vai ser revitalizada com os novos lançamentos, afinal de contas sempre são oito novos modelos, trata-se certamente de uma das maiores investidas nesta área de negócio, esperemos para ver a amostra de junho próximo.

Posso também lembrar que, tal como já alguém referiu, apesar da diminuição de concorrência que tem caído aos poucos nos segmentos D e superiores, a concorrência revitalizada por capitais frescos tem demonstrado capacidade para ganhar mercado no feudo alemão. Marcas como Jaguar ou Volvo, estão cada vez mais aí para ficar, também estas com conotação premium, mas por norma, e apesar da sua enorme valia e tradição, menos destacadas.

Outra coisa que se fala muito é da qualidade, também aqui poderá haver várias interpretações, o que é a qualidade? Plásticos moles, falta de ruídos, comportamento dinâmico eficaz, comportamento confortável, durabilidade, cada um pode levar para o que mais lhe convier, mas certamente alguma se enquadrará nas virtudes dos próximos Alfa, uma até sou capaz de adivinhar, talvez porque há tradição…
 
Tanto percebeu que eliminou a Lancia, radicalizou a questão laboral na Itália e modernizou unidade polaca e sérvia da FIAT na Europa, a Chrysler avançou nesta questão igualmente no EUA.

O que acredito é que a Alfa Romeo não se irá tornar carro de massa, nunca terá volume suficiente dentro do espaço da FCA, ao contrário da FIAT.

Considero a Volvo o melhor exemplo a ser seguido aqui.
 
Posso lembrar também que o Sr. Sérgio já percebeu que é mais fácil começar do zero, do que começar do menos…. qualquer coisa, como muita gente que por aqui passa, uma grande fatia do mercado europeu achará que pelo status, ou por outra coisa qualquer, valerá mais pagar 50/60.000€ num alemão do que num italiano.

Não é só por uma questão do status ou falta dele. Há que ver que o trio germânico, sobretudo a Mercedes, tem muito mais know-how e experiência a fazer segmentos D do que as marcas francesas e italianas que tão depressa aparecem como desaparecem desse segmento.

E um cliente que esteja na dúvida vai sempre optar pelo "seguro" e pela marca que acha que oferece mais garantias dada a sua maior experiência.

Mas de qualquer das formas os alemães agora já começam a ter concorrência da Volvo e Jaguar e ainda bem. O consumidor final agradece a escolha e os preços mais competitivos nos segmentos premium.
 
Última edição:
Não é só por uma questão do status ou falta dele. Há que ver que o trio germânico, sobretudo a Mercedes, tem muito mais know-how e experiência a fazer segmentos D do que as marcas francesas e italianas que tão depressa aparecem como desaparecem desse segmento.

Mas agora já começam a ter concorrência da Volvo e Jaguar e ainda bem. O consumidor final agradece a escolha e os preços mais competitivos nos segmentos premium.

Como referi, são muitas as variáveis, posso contrapor o que afirmas com um caso totalmente diverso, a Audi à 30 e tal anos atrás fazia VW clonados.
 
No segmento D as referências são os carros do trio germânico (Mercedes classe C, BMW série 3 e Audi A4)

Para o Giulia se tornar uma referência tem de oferecer qualidade, e essa qualidade tem de vir associada a um preço imbatível.

Porque se vão pedir "alarvidades" pelo carro, numa marca que não tem tradição em sedans de luxo, o que vai acontecer é que o carro vai ser um fiasco.

Pelo simples motivo que o típico cliente desses carros vai logo pensar assim "porque é que vou dar 40 ou 50 mil euros por um Alfa quando já posso ter Audi, Mercedes ou BMW por esses valores, que são marcas com muito mais experiência nestas gamas"

Os valores não podem andar muito longe dos da Audi, ou as pessoas vão achar que foram feitos compromissos, o que pode prejudicar o carro.
A vantagem que a Alfa ainda tem em relação a outras marcas é que há muito boa gente que não se importa de dar mais por um produto da marca, porque aprecia o carisma da mesma (o fator emocional).
Por isso acho que a marca arrisca mais em fazer um produto mais acessível, do que em pôr-se ao nível das outras (os preços da Audi são o objetivo ideal).
 
Não é só por uma questão do status ou falta dele. Há que ver que o trio germânico, sobretudo a Mercedes, tem muito mais know-how e experiência a fazer segmentos D do que as marcas francesas e italianas que tão depressa aparecem como desaparecem desse segmento.

E um cliente que esteja na dúvida vai sempre optar pelo "seguro" e pela marca que acha que oferece mais garantias dada a sua maior experiência.

Mas de qualquer das formas os alemães agora já começam a ter concorrência da Volvo e Jaguar e ainda bem. O consumidor final agradece a escolha e os preços mais competitivos nos segmentos premium.

A PSA Peugeot Citroën não se apresenta como segundo maior construtor europeu (a VW é a primeira), e como oitavo construtor a nível mundial?, Know-How a fazer familiar médio?, é uma questão de índice de robotizar a linha, plataforma, capacidade humana, capacidade tecnológica em motorização.

Aquilo na RPC com a DS anda a correr bem, deve ser ausência de know-how, melhor é a injecção de yuan chinês e €, [:D]

NB: A marca alemã automóvel mais valorizada em termo de volume de negocio é a BMW.
 
Como referi, são muitas as variáveis, posso contrapor o que afirmas com um caso totalmente diverso, a Audi à 30 e tal anos atrás fazia VW clonados.

E como a VW queria espaço próprio com o surgir do compacto Golf, após compra de direito comercial do logótipo Audi reorientou o espaço da marca na Europa e no EUA.
 
Os valores não podem andar muito longe dos da Audi, ou as pessoas vão achar que foram feitos compromissos, o que pode prejudicar o carro.
A vantagem que a Alfa ainda tem em relação a outras marcas é que há muito boa gente que não se importa de dar mais por um produto da marca, porque aprecia o carisma da mesma (o fator emocional).
Por isso acho que a marca arrisca mais em fazer um produto mais acessível, do que em pôr-se ao nível das outras (os preços da Audi são o objetivo ideal).

Tudo bem, mas a questão é que essas pessoas que compram Alfa por paixão são um nicho de mercado. O que dá dinheiro são, por exemplo, as frotas.. e aí o dinheiro fala muito mais alto que a paixão. Ou tens um produto de qualidade a um bom preço ou então "chapéu"
 
Tudo bem, mas a questão é que essas pessoas que compram Alfa por paixão são um nicho de mercado. O que dá dinheiro são, por exemplo, as frotas.. e aí o dinheiro fala muito mais alto que a paixão. Ou tens um produto de qualidade a um bom preço ou então "chapéu"

Se o carro for REALMENTE bom, e bonito, não tenho dúvidas de que a Alfa pode repetir o sucesso do 156. O 156 foi tudo menos um carro de nicho e não era SUPER bom.
O problema das frotas é que, nesse caso, as empresas estão a descer para sedans do segmento C+ (A3, CLA, etc), pelo que todas as marcas vão ser prejudicadas a médio-longo prazo.
 
Deduzo que não conheça o posicionamento comercial premium da Chrysler no mercado com maior poder financeiro do Mundo (ler EUA), e outro pormenor a Alfa Romeo tende a fazer volume de venda e respectivo retorno por unidade no Giulia no EUA não na Europa.

Dai ter referido a concorrência interna na FCA na marca doméstica no EUA da Chrysler (já no terreno com o 200), é uma ilusão pensar que a Alfa vai fazer volume significativo na Europa ou retirar quota de mercado a uma Audi, BMW ou VW principalmente em familiar médio.

A fusão com a Chrysler Group foi a linha de escapatória para abrir literalmente novos mercados para a Alfa (EUA e RPC).


A Chrysler não tem posicionamento premium nem nos EUA nem em lado nenhum.
A concorrência interna que poderia haver era entre a Chrysler e Dodge, com modelos a concorrer entre si, já que não eram mais que exercícios de badge-engineering, estratégia que não correu bem para nenhum dos 3 grandes que a adoptaram.
A FCA ao ter reposicionado as suas marcas não está mais que a repetir o que já foi efectuado na Ford e na GM com a entrada da crise. Criar posicionamentos distintos das suas marcas, livrando-se de outras no processo, e sem recorrer a esses truques baratuchos de badge engineering.

E veja-se o resultado. A base CUSW já originou um Dart (segmento C), um 200 e um Cherokee (segmento D) e em nenhum deles os podemos acusar de algum traço de badge-engineering. Modelos sacados da mesma plataforma feito da maneira correcta.

A Chrysler concordo que tinha uma certa "aura" aspiracional, sobretudo motivada pelo 300, mas nunca conseguiu olhar "olhos nos olhos" uma Lexus, BMW ou Mercedes, o trio premium a abater nos EUA.
Nem mesmo as outras candidatas ao podium premium, Acura, Infiniti, Audi, Cadillac e Lincoln, olhavam para a Chrysler como uma rival.
E o reposicionamento acordado na última apresentação do grupo era claro como água: Dodge é o músculo, Chrysler o carro do povo, indo atrás da Toyota, Nissan, Chevrolet, Ford, Honda, etc...

Perdeu-se muito tempo quem sabe tempo demais. A Alfa já pode ter saído de maneira quase irremediável da memória das pessoas para o segmento D. Eu como Alfista acho indesculpável aquilo que o Grupo Fiat tem feito com a nossa marca nos últimos anos. Salvou a Alfa da falência é verdade mas depois também não deu a devida continuação à marca. Não se pode admitir que a Alfa esteja um mês sequer sem um representante do segmento D no mercado quanto mais 4 anos. Não se pode admitir que depois de um objecto icónico como o 147 saia uma coisa como o Giulietta que apesar de ser bonito não é nenhuma obra prima como o anterior. E quanto ao segmento D? Onde é que anda? Eu não percebo o desinvestimento todo nas marcas de topo do Grupo Fiat (Ferrari e Maseratti são coisas à parte). Que raio é feito da Lancia? Eu sou Alfista mas não apoio cegamente essa malta da Fiat. Pelo contrário tenho muitas dúvidas que a Alfa no seio da Fiat seja o melhor lugar para estar.

Quando se dá mil e uma voltas para conseguir os 5 mil milhões de euros necessários para o relançamento da Alfa, onde se inclui o spin off da Ferrari, certamente não deve sobrar muito dinheiro para investir no relançamento simultâneo de outra marca como a Lancia.

Falta de fundos tem sido dos maiores problemas da FCA para avançar com os planos megalómanos que vão sendo conhecidos. Daí talvez a necessidade de estar sempre a mudá-los para coincidir as ambições com os trocos disponiveis.[:D]

O ridículo é que supostamente antes deste novo Giulia que está a ser desenvolvido já tinham um projecto feito para outro Giulia com tracção dianteira que o Marchionne mandou para trás porque achava que não passava a nova imagem que queria para a marca. O que não percebo é porque raio é que pelo menos não fez um rebadge desse modelo e o comercializou como Fiat tal como vão fazer com o Fiat 127 que partilha componentes com o Mazda MX-5.Para mim o Marchionne já devia ter saído á uns anos da liderança deste grupo.

Ao contrário do MX-5/124, o sucessor do 159 não dependia de um acordo comercial com outro construtor.
Por isso, pôde colocar na prateleira esse modelo.

Quanto à questão da liderança, o problema é que estamos a ver isto com olhos europeus.
Tentando ver a coisa de forma global podemos ver que no geral, são muito mais os sucessos que os insucessos.

Nos EUA, dependendo dos números de vendas de Março, poderá ser o 60º mês consecutivo de aumento de vendas da Fiat/Chrysler. São 5 anos de aumentos constantes de vendas.
Tudo bem que o mercado americano recuperou muito mais depressa que o europeu, mas se não tivesse havido o investimento em modelos chave, certamente a história seria outra.
Os lucros do grupo aumentam de ano para ano.

O lançamento da Fiat nos EUA correu bastante bem, considerando que apenas têm o 500 por lá, um modelo que de americano não tem quase nada. O 500L é uma nota de rodapé e espera-se que o 500X permita que a marca dê o salto necessário para volumes mais expressivos.

Pode-se criticar algumas decisões como a criação da Ram ou da SRT.
Se a Ram actualmente é uma das galinhas de ovos de ouro da FCA, ainda tem problemas de reconhecimento de marca, por esta ser ainda associada à Dodge.
Quanto à SRT nunca se compreendeu bem o porquê da sua existência e felizmente a situação já foi corrigida, passando a ser mais um departamento do grupo que apimentará versões de modelos Dodge e, talvez, Jeep, e terá a seu cargo o Viper, que volta a ser um Dodge.

A aposta na Russia não deu em nada, mas tem a mais ver com o cenário politico actual.
E na China, estão atrasados para a festa, mas já têm por lá fábricas para produzir Jeeps, e esperam que se torne um sucesso por lá, e a meu ver, tem tudo para dar certo, dado a apetência actual por SUV's.
Felizmente na América do Sul a coisa manteve-se mais ou menos estável, com grande parte dos lucros da marca Fiat (não grupo) a ser providenciados pela performance comercial nesse continente.

Na Euroland, repare-se, que só o ano passado o mercado deu um vislumbre de recuperação.
E essa recuperação é tremida, com grande parte a ser sustentada por mega-descontos e incentivos estatais, como aconteceu na Espanha.
Num mercado que contraiu 4 milhões de unidades anuais de 2008 até 2013, onde a única forma de vender produto era com descontos brutais, esmagando qualquer possibilidade de rentabilidade, apostariam neste mercado?

Posso não concordar com tudo o que o Marchionne tem feito, mas apesar da enfraquecida posição na Europa, o grupo no geral em si é bastante mais sólido que em 2009, com a chegada da Chrysler.
Dado que estão a reinventar-se e a investir em simultâneo na recuperação de um sem número de marcas, a aposta inicial no mercado americano verificou-se como a mais correcta, pois é a que está a providenciar o guito necessário para a fase seguinte.

E a aposta global é necessária.
Marcas excessivamente dependentes do mercado europeu estão ainda a tentar levantar-se. Veja-se o caso da PSA ou da Opel (apesar de integrada na GM).
Como é que poderiam recuperar uma Lancia que só vende no mercado italiano? Podemos criticar a gestão da Fiat na Lancia, mas isso é um problema de décadas e não apenas do Marchionne. O mal já tinha sido feito atrás nos anos 90, quando decidiram apostar apenas na Alfa como o braço desportivo do grupo, remetendo a Lancia para uma vertente exclusivamente "chic".

A Jeep vai no bom caminho para se tornar um fenómeno global, e agora é ver se conseguem sacar algo semelhante para a Alfa a começar no próximo ano.
A expansão comercial da Maserati parece estar a dar frutos, pelo que pode ser que o mercado global também esteja disposto a acolher uma mais acessível Alfa. Veremos.
Como o Mrodrigues disse, esperemos pelo 24 de junho para ver e analisar o ínicio da ressurreição.
As expectativas são demasiado altas pelo que acredito, que maior parte delas vão sair goradas. Mas prontos...

Há que dar mérito ao homem, que pegou em dois grupos coxos e os colocou a dar lucro enquanto decorria uma crise mundial.
Onde a Daimler-Benz falhou, a Fiat conseguiu suceder... Não é todos os dias que se pode falar de gestão automóvel "italiana" com tanto apreço[:D]
 
O Chrysler 200 é um excelente produto mas tal como o vídeo demonstra serve para rivalizar com o Toyota Corolla, Ford Fusion e companhia. No máximo dos máximos poderá batalhar com o Mercedes CLA no equipamento e conforto.

O Giulia será ficará acima do Chrysler e irá rivalizar o Classe C, Série 3 e todos os outros do segmento D. Além disso o Chrysler é FWD e o Alfa será RWD.
 
Volvo S60/V60 outro carro no mercado Norte-Americano e Canadiano com forte presença, a ver uma ano de venda comercial em cruzeiro do Alfa perante a concorrência externa e/ou interna da FCA.

Não convém subestimar nenhum produto rival já implantado há muito no mercado local.
 
O carro quando sair tera de ser muito bom, pois o tempo de espera é um abuso. A Alfa ou é desta que entra nos eixos ou esta lixada, o Mito ja pede substituto, o Giulietta pra lá caminha, e a brincar a brincar a Alfa fica sem carros no mercado. Uma vergonha esta gerencia...
 
Falou-se de uma cooperação entre a Alfa e a Maserati com esta última a desenvolver as versões mais desportivas dos futuros modelos Alfa.
Com a venda da Ferrari, e uma vez que a Maserati está sobre a sua alçada, como ficará o futuro desta marca no seio da FCA? Terá que tomar as rédeas do seu destino uma vez que passará a ser a marca de luxo do grupo ou irá manter-se sob alçada da Ferrari mediante um protocolo ou algo do género?
 
O carro quando sair tera de ser muito bom, pois o tempo de espera é um abuso. A Alfa ou é desta que entra nos eixos ou esta lixada, o Mito ja pede substituto, o Giulietta pra lá caminha, e a brincar a brincar a Alfa fica sem carros no mercado. Uma vergonha esta gerencia...
O MiTo não vai ter substituto, segundo os planos apresentados.
 
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