Alfa Romeo Giulia 2015

Tanto se tem escrito sobre o Giulia Quadrifoglio que ocorreu-me a seguinte questão: no total da produção de um Giulia (ou de um Serie 3, ou de um Classe C) estas versões super-musculadas representam que percentagem do total?
 
Tanto se tem escrito sobre o Giulia Quadrifoglio que ocorreu-me a seguinte questão: no total da produção de um Giulia (ou de um Serie 3, ou de um Classe C) estas versões super-musculadas representam que percentagem do total?
10% diria eu.

Um pormenor, à dias vi um Giulia normal e a matrícula ficava mesmo fixada à chapa do carro, nesse QV da foto, a matricula está fixada num suporte.
 
Olha, vim aqui por curiosidade. E acho a tua afirmação um nadinha exagerada, para não dizer mais. Estive há poucos meses interessado num Giulietta e depois de o ver bem por dentro e por fora, com olhos de ver, a decepção foi grande. Os interiores deixam imenso a desejar para uma viatura daquele preço. Um VW Golf é muito, mas muito melhor. É verdade que o design italiano é único mas vê-se a olhos vistos que a qualidade de construção e de acabamentos não estão á altura. Este novo Giulia então...ao preço que querem por ele...comparado com um Mercedes C ou com um Audi A4...Nem pó, nunca o compraria. Aliás a maioria dos compradores deste segmento pensam com toda a certeza o mesmo.
Chama-se preconceito. Não é o mesmo que pensar.
 
De facto. Já tive carros de várias marcas. Já agora, um pouco off topic: em 2006 aluguei em Milão um Alfa 147 JTD que julgo ter sido a versão de 150 cv porque tinha 6 velocidades. Adorei o motor. Foi o único motor a diesel que me convenceu. Mas detestei várias outas coisas. De todo o modo utilizei-o sem falhas por mais de 3000 km. Nada me move contra a Alfa Romeo, simplesmente acho que este Giulia é largo demais, grande demais e deselegante de linhas, o que é estranho para um carro italiano. E os interiores são bem tristes comparados com outros carros do mesmo segmento e preço.
Interiores tristes? No Giulia? Entraste na versão Saca de Cebolas Coupés?
 
10% diria eu.

Um pormenor, à dias vi um Giulia normal e a matrícula ficava mesmo fixada à chapa do carro, nesse QV da foto, a matricula está fixada num suporte.

No caso da BMW, em 2015 venderam 1.905.234 viaturas (apenas marca bmw, sem mini, etc) dos quais 35.000 foram m3 m4 m5 m6 x6m x5m, logo dá cerca de 1,8%
 
No caso da BMW, em 2015 venderam 1.905.234 viaturas (apenas marca bmw, sem mini, etc) dos quais 35.000 foram m3 m4 m5 m6 x6m x5m, logo dá cerca de 1,8%
Estava bem longe do valor real então. Eu vejo tantos M's todos os dias e pelo que vejo diria que o meu palpite estava mais ou menos correto.
 
Tive um 1.º contacto breve com um QV vermelhinho e fiquei bastante bem impressionado (pena os PZero estarem bastante mal tratados)

Conhecendo bastante bem o M3 E92 posso dizer que este QV esta um furo acima a nível de som, estética e andamento.

Podes escrever um pouco mais sobre isso ? Sendo tu alguém que realmente conhece e já teve vários carros desportivos, és uma opinião de relevo.

O som é melhor que o do V8 ? por essa não esperava, o V8 lá em cima era uma coisa séria.
 
No caso da BMW, em 2015 venderam 1.905.234 viaturas (apenas marca bmw, sem mini, etc) dos quais 35.000 foram m3 m4 m5 m6 x6m x5m, logo dá cerca de 1,8%

É interessante constatar que apesar de serem versões que mexem com os entusiastas dos automóveis acabam por ser pouco relevantes no total de unidades produzidas. Provavelmente a BMW está mais preocupada ou a investir nas futuras evoluções do 16d (que com os seus 116cv está abaixo, por exemplo, do 1.6dCi da Renault que a Mercedes usa nos modelos concorrentes) do que propriamente com a competitividade do M3 (que agora até tem a concorrência interna do M2).
 
Estava bem longe do valor real então. Eu vejo tantos M's todos os dias e pelo que vejo diria que o meu palpite estava mais ou menos correto.

A cota depende dos países.

Holandas, Suiças, Luxemburgos e afins devem ter cotas mais altas... países pobres como Portugal e afins os mais vendidos são as versões mais baixas, mas com aspecto tunning... Daí se em alguns países a cota deve andar nos 20%... noutros nos 0,2% lol
 
É interessante constatar que apesar de serem versões que mexem com os entusiastas dos automóveis acabam por ser pouco relevantes no total de unidades produzidas. Provavelmente a BMW está mais preocupada ou a investir nas futuras evoluções do 16d (que com os seus 116cv está abaixo, por exemplo, do 1.6dCi da Renault que a Mercedes usa nos modelos concorrentes) do que propriamente com a competitividade do M3 (que agora até tem a concorrência interna do M2).

As versões desportivas têm mais a ver com o marketing da própria marca e do modelo do que propriamente a pensar na rentabilidade do dinheiro investido na sua concepção.

São os 16d e os 1.3 JTD que pagam estas versões, não tenham a menor dúvida.
 
Sim, basta olhar para o Classe A.

O A45 AMG é o sonho de quem compra este modelo, mas ficam-se selos A160d e A180d mas com o mesmo visual.

Tal como o surgimento do Q primeiro foi para levar os potenciais clientes a babar e comprar as versões mais baixas.

Mais cedo ou mais tarde acredito que saiam as versões 1.6JTDm de 120cv e 300Nm.
 
De facto. Já tive carros de várias marcas. Já agora, um pouco off topic: em 2006 aluguei em Milão um Alfa 147 JTD que julgo ter sido a versão de 150 cv porque tinha 6 velocidades. Adorei o motor. Foi o único motor a diesel que me convenceu. Mas detestei várias outas coisas. De todo o modo utilizei-o sem falhas por mais de 3000 km. Nada me move contra a Alfa Romeo, simplesmente acho que este Giulia é largo demais, grande demais e deselegante de linhas, o que é estranho para um carro italiano. E os interiores são bem tristes comparados com outros carros do mesmo segmento e preço.

O Giulia é mais curto que o Audi A4, que o Série 3 e que o Classe C. Em termos de quotas de habitabilidade do interior é igual a estes três mesmo sendo mais curto.
 
Nunca deve ter visto um interior dum Passat! Isso sim, é um interior triste e altamente ultrapassado esteticamente.

O interior do passat até é porreiro. Num carro que tem tantos anos de mercado, até encaixa bem no panorama atual (especialmente com o painel de instrumentos digital, é um mimo mesmo)

2015-volkswagen-passat-euro-spec-interior-from-driver-seat.jpg
 
A cota depende dos países.

Holandas, Suiças, Luxemburgos e afins devem ter cotas mais altas... países pobres como Portugal e afins os mais vendidos são as versões mais baixas, mas com aspecto tunning... Daí se em alguns países a cota deve andar nos 20%... noutros nos 0,2% lol
Faz todo o sentido, bem visto. [;)]
 
O interior do passat até é porreiro. Num carro que tem tantos anos de mercado, até encaixa bem no panorama atual (especialmente com o painel de instrumentos digital, é um mimo mesmo)

2015-volkswagen-passat-euro-spec-interior-from-driver-seat.jpg

Mas não me estou a referir aos gadgets do interior mas sim à sua estética de aspecto datado.
Não fosse o painel de instrumentos digital e parece um interior com 10 anos!
 
O interior do passat até é porreiro. Num carro que tem tantos anos de mercado, até encaixa bem no panorama atual (especialmente com o painel de instrumentos digital, é um mimo mesmo)

2015-volkswagen-passat-euro-spec-interior-from-driver-seat.jpg
Tb gosto bastante desse interior claro que os extras dão uma boa ajuda[;)]
 
Podes escrever um pouco mais sobre isso ? Sendo tu alguém que realmente conhece e já teve vários carros desportivos, és uma opinião de relevo.

O som é melhor que o do V8 ? por essa não esperava, o V8 lá em cima era uma coisa séria.


Não obstante ser um 6 cilindros e não o primo maior V8, o carro em modo "race" tem um roncar magistral mesmo em baixas.
O M3, como referes, ia buscar o belo canto numa faixa mais lá em cima (mesmo com o modo mais desportivo selecionado).

Este bicho provoca reações engraçadas da malta na estrada.
 
Mas não me estou a referir aos gadgets do interior mas sim à sua estética de aspecto datado.
Não fosse o painel de instrumentos digital e parece um interior com 10 anos!

O aspeto de 10 anos tem uma explicação muito simples: o ecrâ ainda não ter sido colocado no topo do tablier, coisa que inevitavelmente terá que acontecer.

A nível de qualidade de materiais e montagem, continua no topo.
 
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