Alfa Romeo Giulietta

Vou contar-vos uma história para vocês compreenderem o sentido da minha afirmação.

Quando comecei a trabalhar, um dia tive que tratar de mas injunções judiciais e dirigi-me às instalações de um cliente. Este cliente era um engenheiro agrónomo que tinha uma empresa ligada a viveiros e estava muitissimo bem de vida.

O engenheiro agrónomo tinha origens humildes (classe média baixa) e guiava um Fiat Stilo que tinha comprado assim que começou a ganhar dinheiro. O homem sentia.se muito satisfeito com o carro, usava-o para as suas deslocações normais do dia-a-dia, para ir visitar os avós a Trás-on-Montes ao fim de semana e ainda se aventurou em largas viagens por Espanha com ele. O carro, segundo ele, nunca tinha dado problemas, tinha consumos razoáveis para a classe, era confortável, ele gostava do design e dos materiais interiores e servia perfeitamente as suas necessidades. O dinheiro que ganhava era usado para pagar o colégio dos filhos.

No entanto um dia resolveu comprar um série 3 importado da Alemanha. Quando lhe perguntei porquê, ele disse-me que apenas usava o carro para deslocações a clientes. Sucede que vários clientes começaram a desconfiar do facto de o dono de uma empresa que ostentava resultados tão bons guiar um carro tão "foleiro" e começaram a pensar que ele andaria a aldrabar balanços ou a fazer-se passar pelo que não era. Consequentemente começaram a exigir preços mais baixos a pensar que ele era na realidade um miserável que andava com a corda na garganta. A partir do momento em que apareceu com um BMW, as coisas mudaram e nunca mais discutiram preços.

Moral da história: há muitas marcas e segmentos de automóveis e essas marcas e segmentos são dirigidos a vários públicos. Esses públicos têm preferências específicas. Há muitas pessoas para quem o carro é um meio de ir do ponto A para o ponto B e que apenas querem fazê-lo com conforto. Não estão interessados em impressionar pessoas nem em adquirir máquinas cujas potencialidades nunca serão usadas em pleno por eles. Um FIAT Bravo, um Renault Megane, um Peugeot 308 ou um Toyota Corolla fazem todo o sentido para quem tiver dessas necessidades. Mas obviamente expõe-se ao "julgamento social" de passar por "pobre" incapaz de gastar dinheiro em marcas premium! Quer queiramos, quer não, a FIAT tem esse estigma associado.

Mas isso é tipico em Portugal.

Estamos no pais em que um Eng. se suja as mãos é um moço. Só tratam bem aqueles que andam de fato e gravata.

Por aqui as aparencias contam muito.

No outro dia fui a um hotal que tinha 2 parques de estacionamento. No frontal metiam os carros bons. No outro os piores. E isso mostra logo a mentalidade de quem gere aquilo.

A mesma pessoas, com carros diferentes tem outro estaturo. E é tratada logo de maneira diferente.
 
Vou contar-vos uma história para vocês compreenderem o sentido da minha afirmação.

Quando comecei a trabalhar, um dia tive que tratar de mas injunções judiciais e dirigi-me às instalações de um cliente. Este cliente era um engenheiro agrónomo que tinha uma empresa ligada a viveiros e estava muitissimo bem de vida.

O engenheiro agrónomo tinha origens humildes (classe média baixa) e guiava um Fiat Stilo que tinha comprado assim que começou a ganhar dinheiro. O homem sentia.se muito satisfeito com o carro, usava-o para as suas deslocações normais do dia-a-dia, para ir visitar os avós a Trás-on-Montes ao fim de semana e ainda se aventurou em largas viagens por Espanha com ele. O carro, segundo ele, nunca tinha dado problemas, tinha consumos razoáveis para a classe, era confortável, ele gostava do design e dos materiais interiores e servia perfeitamente as suas necessidades. O dinheiro que ganhava era usado para pagar o colégio dos filhos.

No entanto um dia resolveu comprar um série 3 importado da Alemanha. Quando lhe perguntei porquê, ele disse-me que apenas usava o carro para deslocações a clientes. Sucede que vários clientes começaram a desconfiar do facto de o dono de uma empresa que ostentava resultados tão bons guiar um carro tão "foleiro" e começaram a pensar que ele andaria a aldrabar balanços ou a fazer-se passar pelo que não era. Consequentemente começaram a exigir preços mais baixos a pensar que ele era na realidade um miserável que andava com a corda na garganta. A partir do momento em que apareceu com um BMW, as coisas mudaram e nunca mais discutiram preços.

Moral da história:
há muitas marcas e segmentos de automóveis e essas marcas e segmentos são dirigidos a vários públicos. Esses públicos têm preferências específicas. Há muitas pessoas para quem o carro é um meio de ir do ponto A para o ponto B e que apenas querem fazê-lo com conforto. Não estão interessados em impressionar pessoas nem em adquirir máquinas cujas potencialidades nunca serão usadas em pleno por eles. Um FIAT Bravo, um Renault Megane, um Peugeot 308 ou um Toyota Corolla fazem todo o sentido para quem tiver dessas necessidades. Mas obviamente expõe-se ao "julgamento social" de passar por "pobre" incapaz de gastar dinheiro em marcas premium! Quer queiramos, quer não, a FIAT tem esse estigma associado.

Incrível:sh):sh):sh). Como se costuma dizer...quem tem é que o mostra:sh) enfim.
 
Vou contar-vos uma história para vocês compreenderem o sentido da minha afirmação.

Quando comecei a trabalhar, um dia tive que tratar de mas injunções judiciais e dirigi-me às instalações de um cliente. Este cliente era um engenheiro agrónomo que tinha uma empresa ligada a viveiros e estava muitissimo bem de vida.

O engenheiro agrónomo tinha origens humildes (classe média baixa) e guiava um Fiat Stilo que tinha comprado assim que começou a ganhar dinheiro. O homem sentia.se muito satisfeito com o carro, usava-o para as suas deslocações normais do dia-a-dia, para ir visitar os avós a Trás-on-Montes ao fim de semana e ainda se aventurou em largas viagens por Espanha com ele. O carro, segundo ele, nunca tinha dado problemas, tinha consumos razoáveis para a classe, era confortável, ele gostava do design e dos materiais interiores e servia perfeitamente as suas necessidades. O dinheiro que ganhava era usado para pagar o colégio dos filhos.

No entanto um dia resolveu comprar um série 3 importado da Alemanha. Quando lhe perguntei porquê, ele disse-me que apenas usava o carro para deslocações a clientes. Sucede que vários clientes começaram a desconfiar do facto de o dono de uma empresa que ostentava resultados tão bons guiar um carro tão "foleiro" e começaram a pensar que ele andaria a aldrabar balanços ou a fazer-se passar pelo que não era. Consequentemente começaram a exigir preços mais baixos a pensar que ele era na realidade um miserável que andava com a corda na garganta. A partir do momento em que apareceu com um BMW, as coisas mudaram e nunca mais discutiram preços.

Moral da história: há muitas marcas e segmentos de automóveis e essas marcas e segmentos são dirigidos a vários públicos. Esses públicos têm preferências específicas. Há muitas pessoas para quem o carro é um meio de ir do ponto A para o ponto B e que apenas querem fazê-lo com conforto. Não estão interessados em impressionar pessoas nem em adquirir máquinas cujas potencialidades nunca serão usadas em pleno por eles. Um FIAT Bravo, um Renault Megane, um Peugeot 308 ou um Toyota Corolla fazem todo o sentido para quem tiver dessas necessidades. Mas obviamente expõe-se ao "julgamento social" de passar por "pobre" incapaz de gastar dinheiro em marcas premium! Quer queiramos, quer não, a FIAT tem esse estigma associado.

Lamentável... Basta andar no Porto por exemplo e em Madrid e vemos a disparidade (rm termos relativos) em termos de emblemas...
Meus amigos não é a toa que ocupamos o lugar que ocupamos na Europa...
 
Com a minha Lybra por vezes sinto isso, se tivesse um carro de alta gama e andasse sempre de fato e gravata seria tratado bem melhor e as pessoas não duvidariam tanto das minhas capacidades como das capacidades de quem trabalha comigo.

Em Portugal uma pessoa pode ser o maior vigarista de todos mas se vestir fato e gravata passa a ser uma pessoa credível.
 
Last edited:
Tás a brincar? Este carro tem uma fartura de vincos... tanto à frente, como atrás, como de lado.

Bolinhas seria por exemplo um Bravo ou Grande Punto.


Tem vincos mas... há uma desproporção qualquer no carro.

Falaram aí dos faróis pequenos ser característica dos carros italianos, talvez seja isso, acho a estética do Bravo bem mais conseguida, não falta nada, redondos vincados, faróis na proporção certa, nada de excessos..

O primeiro 147 era excelente, quando decidiram aumentar os faróis perdeu muita da personalidade que tinha.

O mesmo se passou com o 156 e 166... no 159 conseguiram.

O 149 é o carro que tenho de o ver ao vivo e assim dar a opinião final.
 
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Vou contar-vos uma história para vocês compreenderem o sentido da minha afirmação.

Quando comecei a trabalhar, um dia tive que tratar de mas injunções judiciais e dirigi-me às instalações de um cliente. Este cliente era um engenheiro agrónomo que tinha uma empresa ligada a viveiros e estava muitissimo bem de vida.

O engenheiro agrónomo tinha origens humildes (classe média baixa) e guiava um Fiat Stilo que tinha comprado assim que começou a ganhar dinheiro. O homem sentia.se muito satisfeito com o carro, usava-o para as suas deslocações normais do dia-a-dia, para ir visitar os avós a Trás-on-Montes ao fim de semana e ainda se aventurou em largas viagens por Espanha com ele. O carro, segundo ele, nunca tinha dado problemas, tinha consumos razoáveis para a classe, era confortável, ele gostava do design e dos materiais interiores e servia perfeitamente as suas necessidades. O dinheiro que ganhava era usado para pagar o colégio dos filhos.

No entanto um dia resolveu comprar um série 3 importado da Alemanha. Quando lhe perguntei porquê, ele disse-me que apenas usava o carro para deslocações a clientes. Sucede que vários clientes começaram a desconfiar do facto de o dono de uma empresa que ostentava resultados tão bons guiar um carro tão "foleiro" e começaram a pensar que ele andaria a aldrabar balanços ou a fazer-se passar pelo que não era. Consequentemente começaram a exigir preços mais baixos a pensar que ele era na realidade um miserável que andava com a corda na garganta. A partir do momento em que apareceu com um BMW, as coisas mudaram e nunca mais discutiram preços.

Moral da história:
há muitas marcas e segmentos de automóveis e essas marcas e segmentos são dirigidos a vários públicos. Esses públicos têm preferências específicas. Há muitas pessoas para quem o carro é um meio de ir do ponto A para o ponto B e que apenas querem fazê-lo com conforto. Não estão interessados em impressionar pessoas nem em adquirir máquinas cujas potencialidades nunca serão usadas em pleno por eles. Um FIAT Bravo, um Renault Megane, um Peugeot 308 ou um Toyota Corolla fazem todo o sentido para quem tiver dessas necessidades. Mas obviamente expõe-se ao "julgamento social" de passar por "pobre" incapaz de gastar dinheiro em marcas premium! Quer queiramos, quer não, a FIAT tem esse estigma associado.

"Owning a Fiat at that time was a sign of distinction. A Fiat sold in the U.S. cost between $3,600 and $8,600, compared to US$825 the Model T in 1908"

Retirado da Wikipedia

Hoje em dia parece difícil de acreditar na citação acima [:D]
 
Vou contar-vos uma história para vocês compreenderem o sentido da minha afirmação.

Quando comecei a trabalhar, um dia tive que tratar de mas injunções judiciais e dirigi-me às instalações de um cliente. Este cliente era um engenheiro agrónomo que tinha uma empresa ligada a viveiros e estava muitissimo bem de vida.

O engenheiro agrónomo tinha origens humildes (classe média baixa) e guiava um Fiat Stilo que tinha comprado assim que começou a ganhar dinheiro. O homem sentia.se muito satisfeito com o carro, usava-o para as suas deslocações normais do dia-a-dia, para ir visitar os avós a Trás-on-Montes ao fim de semana e ainda se aventurou em largas viagens por Espanha com ele. O carro, segundo ele, nunca tinha dado problemas, tinha consumos razoáveis para a classe, era confortável, ele gostava do design e dos materiais interiores e servia perfeitamente as suas necessidades. O dinheiro que ganhava era usado para pagar o colégio dos filhos.

No entanto um dia resolveu comprar um série 3 importado da Alemanha. Quando lhe perguntei porquê, ele disse-me que apenas usava o carro para deslocações a clientes. Sucede que vários clientes começaram a desconfiar do facto de o dono de uma empresa que ostentava resultados tão bons guiar um carro tão "foleiro" e começaram a pensar que ele andaria a aldrabar balanços ou a fazer-se passar pelo que não era. Consequentemente começaram a exigir preços mais baixos a pensar que ele era na realidade um miserável que andava com a corda na garganta. A partir do momento em que apareceu com um BMW, as coisas mudaram e nunca mais discutiram preços.

Moral da história:
há muitas marcas e segmentos de automóveis e essas marcas e segmentos são dirigidos a vários públicos. Esses públicos têm preferências específicas. Há muitas pessoas para quem o carro é um meio de ir do ponto A para o ponto B e que apenas querem fazê-lo com conforto. Não estão interessados em impressionar pessoas nem em adquirir máquinas cujas potencialidades nunca serão usadas em pleno por eles. Um FIAT Bravo, um Renault Megane, um Peugeot 308 ou um Toyota Corolla fazem todo o sentido para quem tiver dessas necessidades. Mas obviamente expõe-se ao "julgamento social" de passar por "pobre" incapaz de gastar dinheiro em marcas premium! Quer queiramos, quer não, a FIAT tem esse estigma associado.

Admito que este julgamento social se faça pelo que cada um possui, designadamente pelo carro que temos. Já presenciei cenas semelhantes. Eu próprio, por possuir um Fiat - curiosamente um Stilo - já fui alvo dessas apreciações depreciativas.
Posto isto, é verdade que existe esse "julgamento" social e também é verdade que a Fiat está associada a níveis sociais inferiores, particularmente pelo preço dos carros que vende.
Cada um fala por si, mas confesso que no meu caso foi hilariante ouvir a depreciação que ouvi, particularmente vindo de pessoas que avaliam os carros pela marca que ostentam.

Se isto é verdade, também é verdade - e isto todos os meses eu testemunho - que uma parte das pessoas que ostentam a marca premium são, na verdade, uns rotos. Conheço imensos casos de recurso ao crédito só para conseguir a marca premium mas que na realidade não deixam de ser uma ilusão, engodo e até burla.

Usando os dados da história do engenheiro agrónomo, conheço casos que evoluíram da seguinte forma:
- carro barato e fraco é substituído por carro premium. Tal substituição gerou auditoria por parte das Finanças. Tudo acabou, anos mais tarde, em vários processos, contra o proprietário do carro de marca premium.

- carro barato e fraco é substituído por carro premium. Tal substituição ocorreu por via de recurso ao crédito que acabou por não ser cumprido. Tudo acabou em processo de execução (estes casos são às paletes!)

Portugal, tal como muitos outros países, é um país de falsos moralismos, onde se pune sempre o que, em termos de riqueza, se ostenta...
 
Incrível:sh):sh):sh). Como se costuma dizer...quem tem é que o mostra:sh) enfim.

Lamentável... Basta andar no Porto por exemplo e em Madrid e vemos a disparidade (rm termos relativos) em termos de emblemas...
Meus amigos não é a toa que ocupamos o lugar que ocupamos na Europa...

Com a minha Lybra por vezes sinto isso, se tivesse um carro de alta gama e andasse sempre de fato e gravata seria tratado bem melhor e as pessoas não duvidariam tanto das minhas capacidades como das capacidades de quem trabalha comigo.

Em Portugal uma pessoa pode ser o maior vigarista de todos mas se vestir fato e gravata passa a ser uma pessoa credível.

"Owning a Fiat at that time was a sign of distinction. A Fiat sold in the U.S. cost between $3,600 and $8,600, compared to US$825 the Model T in 1908"

Retirado da Wikipedia

Hoje em dia parece difícil de acreditar na citação acima [:D]

Admito que este julgamento social se faça pelo que cada um possui, designadamente pelo carro que temos. Já presenciei cenas semelhantes. Eu próprio, por possuir um Fiat - curiosamente um Stilo - já fui alvo dessas apreciações depreciativas.
Posto isto, é verdade que existe esse "julgamento" social e também é verdade que a Fiat está associada a níveis sociais inferiores, particularmente pelo preço dos carros que vende.
Cada um fala por si, mas confesso que no meu caso foi hilariante ouvir a depreciação que ouvi, particularmente vindo de pessoas que avaliam os carros pela marca que ostentam.

Se isto é verdade, também é verdade - e isto todos os meses eu testemunho - que uma parte das pessoas que ostentam a marca premium são, na verdade, uns rotos. Conheço imensos casos de recurso ao crédito só para conseguir a marca premium mas que na realidade não deixam de ser uma ilusão, engodo e até burla.

Usando os dados da história do engenheiro agrónomo, conheço casos que evoluíram da seguinte forma:
- carro barato e fraco é substituído por carro premium. Tal substituição gerou auditoria por parte das Finanças. Tudo acabou, anos mais tarde, em vários processos, contra o proprietário do carro de marca premium.

- carro barato e fraco é substituído por carro premium. Tal substituição ocorreu por via de recurso ao crédito que acabou por não ser cumprido. Tudo acabou em processo de execução (estes casos são às paletes!)

Portugal, tal como muitos outros países, é um país de falsos moralismos, onde se pune sempre o que, em termos de riqueza, se ostenta...

Não imaginava que o meu post fosse dar azo a tantas citações!

O homem comprou o carro porque as pessoas começaram a duvidar dos resultados da empresa e a pedir preços mais baixos. A partir do momento em que comprou o premium deixaram de regatear.

Se quiserem um pormenor mais delicioso: o engenheiro mantinha o carro na garagem do escritório! Ele usava o Stilo para as suas deslocações diárias. O BMW servia única e exclusivamente para visitar clientes [8b][8b]!
 
Não imaginava que o meu post fosse dar azo a tantas citações!

O homem comprou o carro porque as pessoas começaram a duvidar dos resultados da empresa e a pedir preços mais baixos. A partir do momento em que comprou o premium deixaram de regatear.

Se quiserem um pormenor mais delicioso: o engenheiro mantinha o carro na garagem do escritório! Ele usava o Stilo para as suas deslocações diárias. O BMW servia única e exclusivamente para visitar clientes [8b][8b]!

Prova a Inteligência dessa pessoa. Em Roma sê Romano ;)

Se a malta acha q vales mais por ter um Bimmer e o teu ganha pão depende da tua imagem.....just buy the bimmer ;)

When money talks....bullshit walks ;)
 
Também tenho o exemplo contrário...
Um construtor que nos anos 80 se deslocava num R5 GTL.
Entretanto ganhou a concessão de reformulação dos concessionários Renault zona norte. Ao fim de algum tempo comprou um R21, acabado de sair na altura.
continuou os seus trabalhos na Renault e não falatava trabalho. O trabalho era tão bem feito que o chefe da concessão na altura contratou os serviços dele para fazer a moradia da própria filha. Foi criado ali uma especie de "amizade", entre aspas, pois o futuro provou que de amizade não tinha nada.
Esse construtor, como todo o ser humano, ambiciona melhor qualidade de vida, e ao fim de uns anos de trabalho conseguiu fazer a sua própria moradia. partilhou com gosto as fotos da mesma com o tal dono da concessão Renault.
Desde aí, nunca mais a "Renault" lhe entregou qualquer especie de trabalho!

A inveja é uma coisa muito feia! [:vm)]
 
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2eoh7jt.jpg
 
WOW, agora adoro a frente! So espero e que depois de tirada a fita adesiva, os vincos estraguem tudo, que e o que eu acho, mas...
 
Estou desiludido! Quanto mais fotos vejo, mais nitidamente vejo um Fiat Bravo recauchetado com uma grelha "à la Alfa"! Até o tablier é igualzinho ao do Bravo.

A FIAT seguiu a estratégia da VW com a Audi de tornar a Audi numa "VW dos ricos" (perdoem-me os audi-maníacos). O FIAT Bravo é um carro que reputo excelente a nível de motorização, equipamento, conforto e design: por que é que eles não investem em materiais superiores, fazem do Bravo um carro que traga um grande valor acrescentado ao mercado e criam uma alternativa com a Alfa? Afinal a diferença de preço em relação ao Golf é residual (quem pode dar €24000 também pode dar €26000) e podiam criar um excelente carro!

A marca que eu conheci que deslumbrava com o design e as soluções tecnológicas inovadoras (os motores Twinspark apaixonaram uma geração: quem tinha um carro com esse motor era doido pelo carro) morreu. Os FIAT subiram inegavelmente de qualidade mas a Alfa já está em vias de tornar-se uma Citroën: uma marca que vive à base do historial mas que não apresenta nada de distintivo actualmente!
 
A grande pergunta é: mas afinal para que serve a fita-cola nos faróis? [:D]

PS-o Scudetto até não fica nada mal em negro matte, a Alfa podia começar a pensar em variar o seu acabamento [;)]

O carro está belíssimo [:cool:]
 
Estou desiludido! Quanto mais fotos vejo, mais nitidamente vejo um Fiat Bravo recauchetado com uma grelha "à la Alfa"! Até o tablier é igualzinho ao do Bravo.

A FIAT seguiu a estratégia da VW com a Audi de tornar a Audi numa "VW dos ricos" (perdoem-me os audi-maníacos). O FIAT Bravo é um carro que reputo excelente a nível de motorização, equipamento, conforto e design: por que é que eles não investem em materiais superiores, fazem do Bravo um carro que traga um grande valor acrescentado ao mercado e criam uma alternativa com a Alfa? Afinal a diferença de preço em relação ao Golf é residual (quem pode dar €24000 também pode dar €26000) e podiam criar um excelente carro!

A marca que eu conheci que deslumbrava com o design e as soluções tecnológicas inovadoras (os motores Twinspark apaixonaram uma geração: quem tinha um carro com esse motor era doido pelo carro) morreu. Os FIAT subiram inegavelmente de qualidade mas a Alfa já está em vias de tornar-se uma Citroën: uma marca que vive à base do historial mas que não apresenta nada de distintivo actualmente!

Eu tive um e fiquei fã! A sonoridade rouca, metálica e o à vontade com que passava as 7000rpm... [br:)][br:)][br:)]
 
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