Alfa Romeo

Não digo que não faça mossa, mas nestes carros fica muito melhor. O S1 vendeu bem, pelo menos o olhómetro assim o diz, vejo muitos. Não sei é se cumpriu ou não os objectivos.

É praticamente impossível dobrar uma capota rígida sem deixar o carro com uma mega traseira, ou com uma bossa, perde-se toda a elegância.

O único que consegue ter uma solução relativamente bonita é o Eos, mas pelos vistos aquele tipo de capota fica muito dispendiosa, daí o elevado preço com que saiu na altura.

Seja como for, é pena que a Alfa não aposte numa solução parecida com esse shop, com certeza venderia bem.

O que queria dizer é que a solusão capota rija é eficaz sobretudo para vender a quem tem que deixar o carro na rua, ( a grande maioria) mas cabrio que se preze, vem com capota de lona e como dizes, a rija condiciona muito em termos de design quando se anda com ela fechada.
 
O que queria dizer é que a solusão capota rija é eficaz sobretudo para vender a quem tem que deixar o carro na rua, ( a grande maioria) mas cabrio que se preze, vem com capota de lona e como dizes, a rija condiciona muito em termos de design quando se anda com ela fechada.

Sim, sem dúvida, quanto mais não seja pela sensação de segurança que transmite.

Mas convenhamos que para qualquer ladrão, é bem mais fácil partir um vidro para assaltar o carro do que estar a rasgar uma capota de "lona". Então se falarmos de capotas de "lona" modernas, com óculo traseiro em vidro, não é com duas tretas que se rasga ou corta.
Mesmo em termos de vandalismo, as capotas de lona actuais são perfeitamente seguras e resistentes.
 
Quantos mais vídeos destes vejo, mais me apetece dizer... ACORDA ALFA ROMEO!!!

[s)]

Calma. Deixem o Homem "lavorare".

Autoridades italianas investigam Fiat
O regulador do mercado de capitais italiano, Consob, tem estado muito ativa, investigando a situação financeira do grande grupo industrial de Turim


Tudo começou há algumas semanas quando Sérgio Marchionne o, já famoso CEO do grupo Fiat afirmou que o grupo andava a ser pressionado pelo regulador do mercado, tendo recebido 19 cartas entre Abril de 2010 e Outubro de 2011, exigindo informações sobre os planos e inevstimento em Itália. Dai para cá, as fiscalizações são mais que muitas...


Além das afirmações sempre polémicas de Marchionne, as suas decisões também estão a dar que falar. Recordamos que Sergio Marchionne decidiu adiar o investimento em novos modelos até que o mercado recupere, estando agora o grupo Fiat sentado numa enorme pilha de dinheiro.


Ora, segundo o jornal “Il Messaggero”, é exactamente isso que o Consob, regulador do mercado italiano de capitais, quer saber. Ou seja, qual a dimensão dessa pilha e quais os seus objetivos.


Isto porque a Fiat anunciou que tinha 22,7 mil milhões de euros em dinheiro e equivalentes, com a divisão Fiat a valer 12,1 mil milhões de euros e a Chrysler (da qual o grupo possui 58% das ações) 10,6 mil milhões de euros. O acesso ao dinheiro da Chrysler está vedado à Fiat, devido aos acordos com os credores da Chrysler.


Segundo o jornal acima referido, o Consob quer verificar as contas da Fiat, tendo a marca italiana referido num comunicado que “qualquer comunicação que sugira que a Fiat não possui a liquidez anunciada nos seus balanços, é falsa! A Fiat, como outras companhias cotadas em bolsa, é regularmente abordada pelo Consob sobre diversos assuntos, incluindo a liquidez, e a companhia, regularmente, responde. Porém, não tem conhecimento de qualquer investigação.”


Quanto às razões para a Fiat ter tanto dinheiro acumulado no seu balanço financeiro, residem, segundo o construtor de Turim, na necessidade de prever uma falha no crédito e também para conseguir adquirir as ações que lhe faltam para assumir o controlo total da Chrysler.


Fonte: Auto Sapo
 
A AR é considerada premium?

Não me digas que também confundes ser Premium com ter que ser Alemão.

Olha, os Alemães acham que é:


A revista Auto Hoje acha que o Giulietta é, etc.

Em princípio quase todos os modelos da ALFA costumam ser Premium, mas eventualmente pode haver um ou outro que não foi, assim como a Volvo.
 
Não me digas que também confundes ser Premium com ter que ser Alemão.

Olha, os Alemães acham que é:


A revista Auto Hoje acha que o Giulietta é, etc.

Em princípio quase todos os modelos da ALFA costumam ser Premium, mas eventualmente pode haver um ou outro que não foi, assim como a Volvo.

Voçês são conhecedores na matéria.

Para mim carro alemão é como o francês/italiano etc, mas mais caro [:D]
 
AUTOHOJE testa Alfa Romeo Mito 0.9 Twinair S&S

Autohoje - Notícias, testes, comparativos, fotos, vídeos e preços de carros - Alfa Romeo Mito 0.9 Twinair S&S


O lançamento do novo motor bicilíndrico foi para o Grupo Fiat um motivo de enorme orgulho. Apresentado no Salão de Genebra de 2010, o novo bloco deixou, desde logo, o mundo automóvel atento a mais um fenómeno técnico oriundo de Itália. O pequeno motor promete potências entre os 65 e os 105 cv em variantes com ou sem turbo, com emissões e consumos mais reduzidos. A primeira versão a ver a luz do dia foi o 0.9 Twinair Turbo de 85 cv de potência. Utiliza a tecnologia Multiair e um turbocompressor de forma a conseguir enorme elasticidade e resposta pronta, com todo o binário disponível a partir das 2000 rpm mantendo-se constante até às 3500 rpm. Depois do Fiat 500, Panda e Punto, o Alfa Romeo Mito é o “senhor que se segue” e promete passar a mensagem de que este 0.9 Turbo Twinair pode ser um propulsor associado a um modelo mais desportivo. Será que consegue?

É precisamente esta dúvida que vamos tentar esclarecer com este teste ao Mito equipado com o premiado motor 0.9 Turbo Twinair de dois cilindros e 85 cv de potência. Bem, falando do Mito é impossível passar ao lado da beleza pura das linhas italianas, conceito que este modelo herda na perfeição. É que, por norma, a marca italiana consegue sempre demarcar-se de tudo o que existe no mercado, graças a um apelo estético muito próprio e reconhecidamente transalpino. O Mito continua a não defraudar as expetativas e mantém-se como um dos utilitários mais atraentes à venda em Portugal. As influências do Alfa 8 C são inegáveis, sobretudo na organização do conjunto dianteiro, com uma grelha generosa e faróis de moldura “mate” igualmente triangular. O aspeto global é agressivo e o estilo latino está bem vincado, como que a garantir emoções fortes a quem entra a bordo do Mito. Baseado na plataforma do Punto, o mais pequenos dos Alfa Romeo apresenta um comprimento ligeiramente superior (4063 mm), a mesma distância entre eixos (2511 mm) e vias mais largas.

Boas viagens
A primeira impressão quando se acede ao interior continua a ser a boa posição de condução oferecida, com as pernas num ângulo confortável e o volante à distância correta das mãos. O interior tem um ambiente desportivo e, apesar do plástico duro ser o material de eleição no tablier, a montagem e os acabamentos continuam a não merecer críticas.O espaço atrás mantém as limitações óbvias de um veículo deste segmento, sobretudo no que diz respeito à liberdade para as pernas dos passageiros, mas consegue oferecer um nível de conforto razoável, desde que as deslocações não sejam muito longas. E só não é mais cómodo porque a filosofia do Mito inclui uma suspensão mais firme para garantir a eficácia dinâmica, além da arquitetura do eixo traseiro, do tipo semirrígido, ser “alérgica” ao mau piso.

Ora, se grande parte do espírito mais desportivo do Mito estava entregue a propulsores 1.4 a gasolina com potências entre os 135 cv e os 170 cv, o que dizer agora de um motor que nem chega a 1 litro e que debita “apenas” 85 cv? A resposta segue já a seguir.

A dois cilindros
A primeira impressão de que estamos perante um Mito “diferente” surge apenas quando se dá à chave. Assim que o motor acorda estranha-se rapidamente o ruído atípico, quase desconcertado, com um “tuc tuc” que cria interrogações nos mais atentos. O arranque com o modo “Natural” (já não é Normal) do DNA obriga a uma pressão extra no acelerador até às 2000 rpm, regime a que o motor parece acordar, mas sem eliminar o “tuc tuc”, mais acentuado agora com algum “ronco” mais agradável ao ouvido. No modo “N”, o binário fica-se pelos 110 Nm e o desempenho do Mito nunca surpreende. Andar até anda, mas tudo se processa de forma lenta, pouco de acordo com as características que se pretendem num Alfa Romeo, mesmo calminho.

As recuperações são a “conta-gotas”, mas se nunca deixarmos cair a rotação abaixo das 2000 rpm, o motor parece flutuar ao sabor da rotação sem qualquer esforço, avançando de forma lenta mas consistente. Contudo, verdade seja dita, o modo “Natural” torna-se aborrecido. Um toque no DNA para a frente e o modo “Dynamic” entra em ação. Como se sabe, tem o dom de alterar bastante a personalidade deste Alfa Romeo. Aqui não é tão evidente como acontece, por exemplo, no 1.6 Multijet, mas a diferença é notória. A direção fica mais pesada, o acelerador mais sensível, e o binário cresce eletronicamente para os 145 Nm dando ao Mito nova alma. Não se transforma num desportivo, mas chega para se retirar algum proveito do bom chassis deste italiano.

No modo Dynamic, o controlo de estabilidade (ESP) fica, inclusivamente, mais permissivo, dando liberdade extra a uma condução mais malabarista. Além disso, o Mito, conta com um sistema que faz a função de diferencial autoblocante, pois trava a roda dianteira com menor aderência, canalizando a potência para a roda com melhor atrito. Assim, o Mito conduz-se como um típico tração dianteira, ou seja, é possível entrar rápido em curva, sendo necessário apenas aliviar o acelerador se a subviragem começar a atrasar o andamento e a castigar em demasia os Continental ContiPremiumContact 2E dianteiros.

Como se espera, e convém em qualquer desportivo, o resultado é um escorregamento do eixo traseiro, que não é cortado pela intervenção do ESP (apenas mais interventivo no modo Natural), facilmente controlado com a direção e acelerador. Ou seja, mesmo com este “pequeno” motor e, no modo “D”, continua a ser divertido. Como qualquer motor pequeno com turbo, os consumos surgem do lado menos positivo. Nunca alcançámos os valores anunciados pela Fiat. Com uma condução calma e pausada chega-se a consumos moderados, mas o Mito torna-se aborrecido... Para a condução normal do dia-a-dia, onde por vezes é preciso, ou apetece, acelerar mais do que a conta, os consumos sobem para valores na casa dos 9 l/100 km...

Finalmente, um dos grandes argumentos deste Mito Twinair: o preço. É que os 17 700 euros parece-nos um valor adequado face a tudo aquilo que oferece. Para além de incluir uma campanha lançamento de 1500 euros de desconto, já inclui os opcionais Pack Sport com jantes de 16” e Blue&Me. Para quem pretende usufruir apenas da beleza das linhas do Mito, ter um pequeno “cheirinho” do que o chassis consegue fazer e para isso não pagar uma fatura tão elevada logo no início da compra... este Twinair assume-se como a escolha adequada, mesmo comparando à concorrência.


http://www.autohoje.com/images/stories/testes/AH_1181_16.pdf
 
Os carros com este motor parecem sem dúvida ter duas personalidades:

- a andar lento e com calma, o motor até parece não dar para mais. Assim até são muito económicos.

- a pisar forte, até andam jeitoso, até são engraçados, mas acabam por beber um pouco.
 
Sim, sem dúvida, quanto mais não seja pela sensação de segurança que transmite.

Mas convenhamos que para qualquer ladrão, é bem mais fácil partir um vidro para assaltar o carro do que estar a rasgar uma capota de "lona". Então se falarmos de capotas de "lona" modernas, com óculo traseiro em vidro, não é com duas tretas que se rasga ou corta.
Mesmo em termos de vandalismo, as capotas de lona actuais são perfeitamente seguras e resistentes.

Certo mas a percepção geral provavelmente não será essa, sobretudo mais em termos de vandalismo do que propriamente de assalto.

E por outras, um vidro é mto mais barato do que uma capota.
 
ScannedImage-9-2.jpg

ScannedImage-10-2.jpg

ScannedImage-11-1.jpg

ScannedImage-12-1.jpg

ScannedImage-13-3.jpg

ScannedImage-14-2.jpg

ScannedImage-15-1.jpg
 
Um 147 GTA 2.0 Twin Spark!


É verdade [;)]

O Alfa Challenge quando surgiu, o 147 GTA ainda não existia, sendo que a motorização usada, era o 2.0.

Mas quando surgiu em 2003 o 147 GTA, pegaram na "roupagem" desta, mas mantiveram o motor 2.0. [;)]
 
É verdade [;)]

O Alfa Challenge quando surgiu, o 147 GTA ainda não existia, sendo que a motorização usada, era o 2.0.

Mas quando surgiu em 2003 o 147 GTA, pegaram na "roupagem" desta, mas mantiveram o motor 2.0. [;)]

Estou com umas ideias estranhas para o meu Selespeed....
 
Este menino, GTV6 2.5i em conjunto com o Ford Capri Brooklands 280, teriam lugar cativo na minha garagem. [br:)]




%20Alfa%20Romeo%20GTV%20car%20wallpaper.jpg

121314d1220630231-alfa-romeo-gtv-2-5-v6-alfa-20romeo-20gtv-6.jpg



 
Last edited:
Back
Top