Alfa Romeo

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A Alfa também chegou a ter Renaults Milaneses.
Foram estratégias para fugir ao proteccionismo.

Por alguma razão a FIAT teve a SEAT em Espanha, SIMCA em França, NSU-Neckar na Alemenha, FSO na Polónia, Lada na Rússia, Zastava na Yugoslávia, etc...

A razão não é essa porque no tempo dos 6C a Alfa não tinha necessidade de recorrer a essa estratégia

Aquela foto trata de um Alfa Romeo 6C 1750 Gran Sport Figoni Coupé

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É um dos raros Alfa Romeo carroçados por uma empresa francesa. No entanto esta carroçadora foi fundada por um descendente de italianos.

De qualquer forma o pormenor do símbolo dizer "PARIS" em lugar de "MILANO" é alusivo precisamente ao facto de ser carroçado na França e para um comprador francês.
 
Mas isso relativo e particular à foto do carro que postaste.

Mas houve de facto interesse em que fossem construídos alguns em França para evitar proteccionismos.
 
Será a Alfa a salvar a Fiat?
(fica aqui o resumo)

Premuim e desportivos: são estes os pontos-chave da estratégia do grupo Fiat para os próximos anos.
Traduzido por marcas, significa que será a recuperação da Alfa Romeo e da Maserati (e da Jeep do alado norte-americano), mas não veremos mais investimento para o lado da Lancia – limitada ao continente europeu – num lento estado de eutanásia.

Enquanto a Fiat se mantém num patamar médio, deixa a Alfa e a Maserati produzir carros premium e de luxo compartilhando plataformas: o exemplo é a nova berlina grande da Alfa (substituto do 166) que será irã do futuro Maserati do segmento E que concorrerá com o Série 5 e A6.

Marchionne sonha relançar a Alfa com veículos premium de grande qualidade e de segmentos superiores, afastando-se de uma Fiat destinada a segmentos mais pequenos.

Pretende aguentar as fábricas italianas, produzindo carros que também serão para exportação, especialmente para os EUA donde a Alfa saiu em 1996. Face à crise europeia, a exportação para a terra do tio Sam será a premissa que possibilitará o «renascimento» desta marca premium.
O retorno aos EUA será em 2014 pela mão do coupé compacto Alfa 4C, que será apresentado no final de 2013.

Em seguida chegará a tal berlina grande (sucessor do 166), o Giulia, o SUV e o Spider.
Atualmente, a marca tem um enorme «appeal» nos Estado Unidos, pelo que se espera a apresentação de um novo modelo no Salão de Detroit.

O centro da forte aposta no renascimento da Alfa foi espicaçado pela insistência da VW na compra da mítica marca que é o emblema da excelência italiana.
O redundante “NÃO” de Marchionne foi rematado com a cooperação com a Mazda para o desenvolvimento comum de um roadster herdeiro do MX-5 e de um spider com o brasão da serpente.

O grupo Fiat conta com as sinergias entre a Alfa, a Maserati e a Jeep para reduzir custos de produção e tempo no desenvolvimento de novos produtos.

Serão 9 os Alfas do próximo quadriénio.
Começa com o coupé 4C no final de 2013, e com o 4C spider e o porta-estandarte da marca e sucessor do 166 a chegarem em 2014.
Em 2015 chega o sucessor do 159, o Giulia, também em versão Wagon.
Em seguida um SUV médio que compartilhará a sua tecnologia com o Maserati Levante.
Por fim, chegará o spider Duetto realizado em cooperação com a Mazda.

Fonte de informação: auto.it
 
Acho que é praticamente unânime que o caminho a seguir deve ser complementar as várias marcas e não concorrer entre elas.

O Mundo está cada vez mais específico nas escolhas e o grupo deve oferecer produtos que se complementam.
 
Vejo muito potencial nessa foto... Pelo menos dois possíveis Delta HF Integrale, um Punto II interessante, e um Thesis :)

E um... Alfa Romeo. [:D]
 
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