Alfa Romeo

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Esta foto devia estar no tópico do Giulia para aqueles que dizem que o interior é uma cópia dos alemães. Haja paciência!
 
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Schedule - Los Angeles Auto Show


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[TD="class: cms_table_column-1, colspan: 2"]WEDNESDAY, NOVEMBER 18, 2015[/TD]
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[TD="class: cms_table_column-2"]MPG Motoring Invitational presented by Alfa Romeo[/TD]
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Alfa Romeo
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Começo a temer seriamente que o Giulia seja um grande flop. Quando começar a ser vendido já vai precisar de restyling. O argumento de que estão a re-avaliar o mercado, designadamente o da China, não convence. Se já houvesse capacidade de produção real, com as fábricas prontas, a rede de fornecedores toda a alinhada, etc, adiar a produção seria uma burrice de todo o tamanho. Há aqui qualquer coisa que não bate certo. Será falta de capacidade financeira para arrancar com a produção em série do novo modelo? [s)]
 
o mesmo assunto?! quantas vezes será noticia? há algumas páginas atrás já foi referido que só teríamos a Júlia lá para o meio do ano
 
Ouvi um murmúrios, de pessoas que tem boas relações com o grupo, que o modelo FIAT 500, e respectivas derivações, está a ter tanto mas tanto sucesso do outro lado do atlântico que todas as fabricas estão empenhadas em produzir para conseguir responder ás encomendas.
Estão a borrifar-se para o mercado europeu.

Estes atrasos devem ser mesmo por não terem capacidade de produção
 
Ouvi um murmúrios, de pessoas que tem boas relações com o grupo, que o modelo FIAT 500, e respectivas derivações, está a ter tanto mas tanto sucesso do outro lado do atlântico que todas as fabricas estão empenhadas em produzir para conseguir responder ás encomendas.
Estão a borrifar-se para o mercado europeu.

Estes atrasos devem ser mesmo por não terem capacidade de produção


Tenho muitas dúvidas que o Fiat 500 se produza nas mesmas fábricas onde se vai produzir o AR Giulia. Mas não sei.
 
Começo a temer seriamente que o Giulia seja um grande flop. Quando começar a ser vendido já vai precisar de restyling. O argumento de que estão a re-avaliar o mercado, designadamente o da China, não convence. Se já houvesse capacidade de produção real, com as fábricas prontas, a rede de fornecedores toda a alinhada, etc, adiar a produção seria uma burrice de todo o tamanho. Há aqui qualquer coisa que não bate certo. Será falta de capacidade financeira para arrancar com a produção em série do novo modelo? [s)]



Ouvi um murmúrios, de pessoas que tem boas relações com o grupo, que o modelo FIAT 500, e respectivas derivações, está a ter tanto mas tanto sucesso do outro lado do atlântico que todas as fabricas estão empenhadas em produzir para conseguir responder ás encomendas.
Estão a borrifar-se para o mercado europeu.

Estes atrasos devem ser mesmo por não terem capacidade de produção


A capacidade de produção existe. O problema da FCA, é, na Europa, terem capacidade de produção a mais, questão extensível a outros construtores europeus.
Não faz sentido nenhum essa teoria do Fiat 500 e derivados.
O Fiat 500 é produzido exclusivamente na Polónia e a versão destinada ao mercado americano é produzida no México.
O Fiat 500L é produzido exclusivamente na Sérvia.
O Fiat 500X é produzido exclusivamente em Melfi, Itália.

Todos os Alfa Romeo serão produzidos em Itália apenas. logo modelos que são produzidos na Polónia e Sérvia ou outro sitio qualquer não entram nas contas.
A fábrica de Melfi produz o Renegade e o 500X e deverá produzir também o futuro 500 de 5 portas.

Mas os Alfa Romeo, para já, serão apenas produzidos em Cassino, onde actualmente se produz o Giulietta.
Está tudo distribuido, e não dá simplesmente a por modelos produzidos numa ou outra fábrica sem transferir toda uma linha de produção, o que é uma operação bastante grande.

Sim, o mercado chinês abrandou, e a introdução da Alfa por lá, mesmo com outras condições, será facilitada por aproveitar a rede já colocada da Jeep, que ainda continua a expandir. Mas se o potencial de vendas para determinado modelo baixou, pode fazer sentido reavaliar o plano em marcha, reordenando a lista de modelos a serem lançados. Faz sentido que o sucessor do Giulietta ganhe prioridade, pois será mais facilmente absorvido no mercado europeu, que está em fase de recuperação, e permitirá à marca, mais facilmente, obter os volumes necessários. O sedan colocado acima do Giulia, e o que deveria ter melhores probabilidades de vingar na China (segmento E premium vende mais que segmento D premium), pode descer na lista de prioridades.

Mas o motivo principal para este adiar de introdução do Giulia e do crossover, a meu ver, tem a ver apenas com desenvolvimento de produto. Não dá para desenvolver um modelo para um segmento tão exigente em tão pouco tempo. Com os meses que estão a pedir, deverá dar para limar todas as arestas, melhorar a qualidade perceptivel e real da coisa, e livrarem-se de outros problemas que entretanto possam ter surgido.

Mas também não se podem dar ao luxo, de 6 em 6 meses anunciarem alterações aos planos por eles anunciados.
Defrauda imenso as expectativas. E a potencial clientela continuará a fugir...
 
Mas o motivo principal para este adiar de introdução do Giulia e do crossover, a meu ver, tem a ver apenas com desenvolvimento de produto. Não dá para desenvolver um modelo para um segmento tão exigente em tão pouco tempo. Com os meses que estão a pedir, deverá dar para limar todas as arestas, melhorar a qualidade perceptivel e real da coisa, e livrarem-se de outros problemas que entretanto possam ter surgido.

Mas também não se podem dar ao luxo, de 6 em 6 meses anunciarem alterações aos planos por eles anunciados.
Defrauda imenso as expectativas. E a potencial clientela continuará a fugir...

Pois isso é que eu não entendo. Como é que se pode falar em pouco tempo quando a AR tinha obrigação de já estar a desenvolver o sucessor do 159 pelo menos desde 2008 ou 2009. Será que não fizeram absolutamente nada nesse campo até 2014?
 
Na minha opinião ontem já era tarde. Cada dia que passa é um tiro que dão nos pés. Estou a ficar cada vez mais chateado com aquilo que estão a fazer à minha marca de eleição! Eu sei muito bem estabelecer a diferença entre aquilo que é a Alfa Romeo e o que representa, e quem manda nela, e sinceramente cada vez mais me convenço que afinal ela já devia mesmo ter sido vendida a uma BMW ou mesmo uma VW. Tenho poucas dúvidas que a VW, mesmo com estes escândalos recentes, já teria feito muito mais pela marca do que a FCA.
E temo que a Maserati vá entrando pelo mesmo caminho. A Lancia já foi...

Fico fulo com estes Marchionnes e companhia!
 
Uma Alfa Romeo ser vendida à BMW não faria muito sentido..............,A VW já mostrou bastante interesse nela, mas agora estão preocupados em conter o tombo que estão a levar............. o Marchionne sempre bateu o pé e disse que tinha planos altamente ambiciosos para a Alfa e até agora tem vindo a cumprir no que toca ao desenvolvimento de modelos, antes um Giulia capaz que um Giulia menos capaz ...........O mercado que vai atacar é terrível, tem que marcar posição com um produto superior.........
 
Pois isso é que eu não entendo. Como é que se pode falar em pouco tempo quando a AR tinha obrigação de já estar a desenvolver o sucessor do 159 pelo menos desde 2008 ou 2009. Será que não fizeram absolutamente nada nesse campo até 2014?

O sucessor do 159 começou a ser desenvolvido em 2008/2009 e chegou a estar pronto mas foi descartado pelo Marchionne porque não apresentava a qualidade suficiente para a marca. Na minha opinião uma decisão questionável e para a qual pesou a crise no mercado europeu que só agora está a ser ultrapassada. O Giulia acaba por ser o sucessor desse modelo que nunca foi lançado...

Quanto á Maserati supostamente o SUV está para sair para o ano. E acredito que o sucessor do Ghibli saia ao mesmo tempo que o AR de segmento E.
 
Propostas para o sucessor do 159, já existem à muitos anos.
Todas elas baseadas em arquitecturas de tudo à frente. E que foram rejeitadas, por não serem as adequadas para o que se pretendia da Alfa Romeo.

E nessa altura, já estávamos em plena crise.
Planos foram cancelados, substituições de modelos adiadas, como o Panda e Giulietta, que apareceram 18-24 meses após o originalmente previsto, e basicamente, o objectivo foi estancar hemorragias.
Em 5 anos, o mercado europeu passou a vender menos 4 milhões de unidades ao ano. E para vender, assistiu-se a uma guerra de preços visceral que matou os construtores não-premium, onde os ganhos por unidade vendida, em alguns modelos, eram próximos de zero (e o mais certo é alguns terem vendido com prejuizo só para manter linhas de produção a laborar)

Sem contar que a Fiat absorve a Chrysler...

Os planos para o Giulia, e mais especificamente, para a plataforma que lhe iria dar base, só começaram a ser discutidos em 2012, e só a meio de 2013 foi confirmado o desenvolvimento de uma nova plataforma RWD que iria servir tanto a Alfa, como uma série de modelos do lado americano da FCA.

Ou seja, fazendo as contas, estamos a falar de quase 3 anos de desenvolvimento até agora. Mas nem todo esse desenvolvimento deve ter sido para o Giulia.
Acredito que parte desse tempo tenha sido dedicado a decisões relativamente à plataforma, pois terá de ser modular e flexível para abarcar diversos segmentos, motorizações e tipologias.
Considerando isso, quanto sobrou para o desenvolvimento efectivo do Giulia?

As apostas do Marchionne, a meu ver, no geral, exceptuando algumas, foram as correctas. Apostou nas "cash-cows" certas, ou seja, Jeep e Ram (ainda que seja discutível a opção de a separar da Dodge). É graças a elas que a FCA tem conseguido lucrar, e, mesmo assim, o grupo continua a debater-se com falta de capital para investir na renovação e lançamento de modelos.

O empurrar prazos para a frente já começa a ser uma triste tradição no grupo, mas mais vale lançar mais tarde algo correctamente desenvolvido que algo sub-desenvolvido que seja totalmente massacrado nos media e afaste potenciais clientes.

A nível de comunicação poderiam efectuar algumas alterações no discurso.
Como, por exemplo, não expôr publicamente datas concretas de lançamento de novos produtos, excepto quando já houvesse certezas absolutas. Talvez permitisse uma melhor gestão das expectativas.
Ou então, anunciar datas mais distantes... Se tivessem dito desde logo, que só durante 2016 veríamos um Giulia disponível para venda, não haveria necessidade de andar a mandar agora estes recados.
 
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