citação:Originalmente colocada por zerorpm
JR, conheces o sistema de avaliação do qual estou a falar?
Estás a falar na base da ignorância e isso não é teu...
Mas eu que conheço o antigo e o actual, por isso vou fazer-te um resumo:
O modelo antigo de avaliação não tinha objectivos, mas era dissecado em cerca de 20 perguntas, que variavam consoante a categoria de cada funcionário.
Essas perguntas eram situacionais e questionavam o desempenho de cada funcionário. A escala era de 0 a 10. Existiam campos de auto-avaliação e campos de preenchimento de chefias, como o desempenho do funcionário (Se tem perfil, se não tem, etc.).
O procedimento na sua globalidade era bom porque permitia uma avaliação séria, dado que as perguntas incidiam sobre as tarefas realizadas pelo funcionário e se cumpriu as tarefas que lhe foram incumbidas.
O actual sistema é em TUDO IGUAL, tem sim uma composição gráfica diferente, bem como um escala. As diferenças são os objectivos e as quotas.
No caso dos objectivos, são os próprios serviços que definem os objectivos, por exemplo se o serviço tiver um objectivo de "atendimento de chamadas telefónicas", esse objectivo passa a ser o do funcionário adstrito a essa tarefa. Portanto se ele realizou o atendimento telefónico cumpriu o objectivo.
Quotas: Apesar da criação dos objectivos (dos estrambólicos que possam existir) e de todos os funcionários o cumprirem, apenas uns quantos têm a avaliação de muito bom.
No fundo o que o novo sistema fez foi: Em vez de ser aplicado o "muito bom" a todos, passou-se a aplicar o "bom" a todos, com excepção de alguns muito bons e excelentes.