Quanto aos sinais de luzes, tenho um truque que até agora tem resultado. Quando é para ceder passagem, dou 2 sinais de luzes rápidos. Dando só uma "flashada" pode dar a entender o avisar de alguma situação de perigo ou para verem que estamos ali. Dando duas flashadas, já se entende como dar passagem.
Por acaso aos peões nunca dou sinal de luzes. Ouvi isto numa daquelas crónicas que o António Macedo dava no TvTurbo sobre condução defensiva, em que o dar sinal de luzes a um peão pode induzir neste excesso de confiança. E é verdade: quando paro nas passadeiras, nunca sei quando vem lá atrás algum maluco que não sabe travar, e colhe o desgraçado que está a atravessar. Não dando sinal de luzes, o peão vai sempre à coca de perigo, porque infeliz e geralmente o condutor português prima pela falta de civismo e segurança rodoviária.
Quanto aos agradecimentos das mulheres, é facto que muito poucas o fazem. Diz-se que é porque os homens estão sempre a refilar com elas. Ora então vejamos: quantas mulheres se vêem por aí de telemóvel em punho? Quantas se tentam forçar a entrada nas filas? Quantas encostam onde querem, encravando o trânsito todo? (Entre outros exemplos sobejamente conhecidos) Bastantes. E isto não uma nem duas vezes; inúmeras vezes. Óbvio que chega a uma altura que um gajo se passa da carola com tanta asneirada e manda-se ao ar.
Não estou aqui a defender nenhum lado, apenas estou a dizer: quem quer ser respeitado, deve respeitar. Não custa nada e fica bem a todos. Não sou nenhum santo, apesar de o ter no nome, mas tenho a humildade de pedir desculpa quando faço asneira que poderia ter dado bota.
Por acaso aos peões nunca dou sinal de luzes. Ouvi isto numa daquelas crónicas que o António Macedo dava no TvTurbo sobre condução defensiva, em que o dar sinal de luzes a um peão pode induzir neste excesso de confiança. E é verdade: quando paro nas passadeiras, nunca sei quando vem lá atrás algum maluco que não sabe travar, e colhe o desgraçado que está a atravessar. Não dando sinal de luzes, o peão vai sempre à coca de perigo, porque infeliz e geralmente o condutor português prima pela falta de civismo e segurança rodoviária.
Quanto aos agradecimentos das mulheres, é facto que muito poucas o fazem. Diz-se que é porque os homens estão sempre a refilar com elas. Ora então vejamos: quantas mulheres se vêem por aí de telemóvel em punho? Quantas se tentam forçar a entrada nas filas? Quantas encostam onde querem, encravando o trânsito todo? (Entre outros exemplos sobejamente conhecidos) Bastantes. E isto não uma nem duas vezes; inúmeras vezes. Óbvio que chega a uma altura que um gajo se passa da carola com tanta asneirada e manda-se ao ar.
Não estou aqui a defender nenhum lado, apenas estou a dizer: quem quer ser respeitado, deve respeitar. Não custa nada e fica bem a todos. Não sou nenhum santo, apesar de o ter no nome, mas tenho a humildade de pedir desculpa quando faço asneira que poderia ter dado bota.