As Renováveis e os 42%...

Nao precisa desaparecer, basta baixar a um nivel aceitavel. Acredita que a legislacao e' bastante apertada para as centrais nucleares e o mal e' quando se faz as coisas sem ninguem querer saber.

Nao sei qual os nucloides das centrais nucleares, mas milhares e milhoes de anos parece uma generalizacao muito grande.

De resto, assim por alto, sou a favor de uma central nuclear em Portugal. Claro que seria preciso fazer estudos rigorosos...

Edit: Estive a informar-me e sim, e' milhares/milhoes de anos. Mesmo assim ha' maneiras muito controladas para minimizar o risco.

Um "grave" problema associado à produção de energia nuclear é que a half life da maioria dos produtos resultantes da reacção é superior à dos que lhe dão origem.
Julgo que é na França que se reprocessam esses mesmos resíduos obtendo uma Mistura de Urânio e Plutónio (MOX), que serve novamente como "combustível".
Apesar disso, o problema dos lixos radioactivos mantém-se depois da nova reacção nuclear com combustível reprocessado, além do facto de se poder isolar o Plutónio do MOX, que é perigoso devido a ser bastante cobiçado para fins bélicos/terroristas.

O Nuclear é bonito, mas as consequências de ataques terroristas ou fugas/falhas nos sistemas que isolam os resíduos são inestimáveis.
Na actualidade, o que torna esta forma de obter energia bastante interessaante é o facto de ser não emissora de CO2.
 
Excelente tópico! apr:) Alguns comentários:

  • As políticas governamentais têm sido correctas e enumero várias medidas positivas:
    • Aposta massiva em parques eólicos e barragens;
    • Legislação que obriga à instalação de painéis solares térmicos em todos os edifícios novos;
    • Legislação que obriga todos os novos edifícios a possuir um isolamento térmico mínimo;
    • Programa de apoio (1600 euros) à aquisição de painéis solares;
    • Programa de apoio à micro-geração local eólica e solar;
    • Aumento das deduções em sede de IRS para energias renováveis

  • O gráfico revela algo assustador: gastamos cada vez mais energia. Há que trabalhar na eficiência energética e reduzir os consumos.

  • É óbvio que ainda dependemos imenso dos combustíveis fósseis. Aparentemente, as energias renováveis não são suficientes para substituir os combustíveis fósseis.

Quanto ao nuclear, sou contra, não por causa dos resíduos (que é um falso problema) mas sim devido ao custo (basta ver o que está a acontecer na construção do reactor EPR na finlândia) e ao problema que seria definir a localização da central.

Quanto aos resíduos, a maior parte das pessoas esquece-se que o subsolo já está cheio de material radioactivo natural, como o urânio. Assim, não me parece que seja problemático enterrar os resíduos de forma estudada e controlada.
 
Última edição:
porque as radiações nucleares ficam cá até depois da humanidade desaparecer, enquanto que uma barragem rebentada não passa de muito mais do que isso. um planeta contaminado pela radiação é um planeta irrecuperável para a nossa civilização.

Uma barragem rebentada não é grande problema?
Mas ficar cá radiação depois da humanidade desaparecer já é? :confused:
Mas ainda fico mais confuso quando falas dum cenário catastrofista de um planeta cheio de radiação. Mas achas que vamos fazer com a radiação o que temos feito com o CO2, que é libertá-lo para a atmosfera?

Não queres escrever um novo Apocalipse? Pelo menos tens imaginação suficiente para isso.
 
não é precisa imaginação, basta alguns conhecimentos científicos sobre radiação que pelos vistos tu não fazes ideia de como funciona e de como poderá afectar o planeta. preferes então gozar com os outros, para tentar descredibilizar o seu ponto de vista.
 
Então Portugal não chegou a ser pioneiro no estudo do aproveitamente das marés? Tendo sido colocados uns quantos cilindros no mar para os lados do Porto?

Tenho impressão de ter lido que alguns tiveram avarias e que a produção de energia era muito reduzida e cara, como já disseram.

Portugal se foi pioneiro só se foi no número de experiências falhadas...

A tecnologia era escocesa, só funcionou um mês e agora estão em terra seca.
O mar é um ambiente muito agressivo, e se não funcionou para outros, não era em Portugal que iria funcionar, não consigo perceber a insistência na energia das ondas. É muito mais fácil de obter e controlar a energia solar.
 
não é precisa imaginação, basta alguns conhecimentos científicos sobre radiação que pelos vistos tu não fazes ideia de como funciona e de como poderá afectar o planeta. preferes então gozar com os outros, para tentar descredibilizar o seu ponto de vista.

Eu é que não tenho conhecimentos cientificos? [:)][:)]
Então tu dizes as barbaridades que dizes, e eu é que não tenho conhecimentos científicos??? :confused:

Caso não saibas há vários países no mundo em que a maior parte da energia que produzem provem de centrais nucleares, isto desde os anos 60, portanto há várias décadas, e aonde é que estão os problemas de contaminação radioactiva e o cenário catastrofista que tu deste a entender no teu post?

E não são países pequenos, são países como os EUA ou França, grandes consumidores de energia.

E se queres medir conhecimentos científicos acerca de radiação, expõe então aí os teus cálculos ou dados que te permitam afirmar o que tu dizes.
 
Última edição:
Eu penso que continuam a insistir porque é uma energia abundante e disponível em muitos locais.

Só falta encontrar/inventar uma tecnologia eficiente, barata e fiável de conversão.

A energia solar é muito mais abundante e muito mais fácil de obter, então para mim teria toda a lógica que primeiro se apostasse tudo na energia solar, especialmente num país como Portugal, que tem muito Sol. Já na Escócia ou Inglaterra, aí sim seria de pensar na energia da Ondas, mas nem esses a querem...
 
A energia solar é muito mais abundante e muito mais fácil de obter, então para mim teria toda a lógica que primeiro se apostasse tudo na energia solar, especialmente num país como Portugal, que tem muito Sol. Já na Escócia ou Inglaterra, aí sim seria de pensar na energia da Ondas, mas nem esses a querem...

Concordo contigo, excepto no ponto de "apostar tudo na solar". Na minha opinião, as várias formas de energia renovável complementam-se, pelo que deve apostar-se em várias áreas distintas.

Assim, ficamos menos dependentes de um único recurso natural (sol, chuva, vento, ondas) e a produção pode ser mais estável ao longo do tempo. A menos que em certos períodos não haja nem sol, nem vento, nem ondas nem água nas barragens. [:D]

Agora, algo muito importante: as energias renováveis só são alternativa se o custo for razoável. Por exemplo, na minha opinião, a energia solar fotovoltaica é ainda demasiado cara para ser alternativa.
 
A energia solar é muito mais abundante e muito mais fácil de obter, então para mim teria toda a lógica que primeiro se apostasse tudo na energia solar, especialmente num país como Portugal, que tem muito Sol. Já na Escócia ou Inglaterra, aí sim seria de pensar na energia da Ondas, mas nem esses a querem...


O valor de 2000KW por hora e por m2 é enorme, repare que está a falar em 2000000W numa hora numa area de 1m2, se assim fosse não podiamos sair de casa, com um potência termica dessas eramos incinerados
 
O valor de 2000KW por hora e por m2 é enorme, repare que está a falar em 2000000W numa hora numa area de 1m2, se assim fosse não podiamos sair de casa, com um potência termica dessas eramos incinerados

Outra vez? Mas tu ainda não leste com atenção os 2 posts em que digo que esse valor é por ano.
E não são 2000kW, são 2000kWh, que é uma medida de energia, é a multiplicar pelo tempo, não é a dividir.
2000 kW é uma medida de potência, nunca faz sentido em falar por tempo, ou a dividir pelo tempo, é uma potência instantânea, o que tu disseste não faz nenhum sentido, e demonstram bem os teus conhecimentos nesta área, ou seja, quase nenhuns, nem consegues distinguir unidades de potência de unidades de energia.

Assim torna-se difícil discutir o que quer que seja, e eu é que ainda sou acusado de não ter conhecimentos científicos...
 
Última edição:
Acerca do nuclear acho que ninguém é 100% adepto da ideia, no entanto o que me leva a considerar este tipo de energia, é o facto de nós na realidade estarmos a consumir energia produzida por centrais nucleares e ainda mais, estarmos a correr os riscos de acidentes porque exsitem centrais bem perto da nossa fronteira. Se assim é, parece-me que temos os custos mas não temos o proveito. Não me parece que sejamos um país particularmente rico que se possa dar ao "luxo" destas extravagâncias ambientalistas.
 
Isso deve piada antes do almoço[;)], quem as tem está com um problema enorme para as desmantelar e nós iamos fazer uma[:cool:]


O futuro enérgico está nas renováveis sem duvida que podem e devem ser melhor exploradas, por exemplo todos os predios podiam ser autonomos a nivel energetico se o telhado fosse forrado a paineis solares e moinhos de vento[;)]

Vamos lá ver, eu sou a favor das energias renováveis, agora, convençam-se duma coisa: ou há algum breakthrough em termos tecnológicos, por exemplo a tal fusão a frio, ou no aproveitamento/eficiência das energias renováveis, ou então NUNCA as energias renováveis vão ser suficientes para as necessidades de energia, ainda para mais, se considerarmos que daqui por daqui a 25-30 anos, a maioria dos veículos forem movidos por electricidade.

E a ser assim, o nuclear é o caminho mais certo. E Portugal está mais uma vez a ficar para trás, e vai continuar a estar dependente de outros países em termos energéticos:

Países europeus com centrais nucleares (final 2007):

Alemanha
Bélgica
Bulgária
Eslováquia
Eslovénia
Espanha
Finlândia
França
Holanda
Hungria
Lituânia
Reino Unido
República Checa
Roménia
Rússia
Suécia
Suíça
Ucrânia

A Itália também já assinou acordos de parceria com França para a construção de centrais nucleares.

Na França, 78% das necessidades são satisfeitas com recurso ao nuclear.
Havia em finais de 2007, 13 centrais em construção na Europa. Portanto não é uma alternativa que está a ser abandonada.

Portanto, quase todos têm, menos nós [8b]
 
Atenção que a opção Nuclear tem também um problema que não é de negligenciar: depende de um combustível finito, não renovável e escasso (Urânio) cujo preço poderá oscilar tal como o preço do petróleo. [;)]
 
Portugal se foi pioneiro só se foi no número de experiências falhadas...

A tecnologia era escocesa, só funcionou um mês e agora estão em terra seca.
O mar é um ambiente muito agressivo, e se não funcionou para outros, não era em Portugal que iria funcionar, não consigo perceber a insistência na energia das ondas. É muito mais fácil de obter e controlar a energia solar.

Correcto a tecnologia era escocesa, mas implementou-se no nosso país porque segundo os entendidos teriámos uma costa ideal para a implementação da mesma. Pelos vistos a tecnologia é pouco fiavél e muito cara. Mais investigação e desenvolvimento serão necessários até que a sua implementação seja rentável. Quanto à insistência na energia das ondas julgo que se deve a um facto muito simples: haver sempre ondas, quer faça chuva, quer faça sol!

Concordo contigo, excepto no ponto de "apostar tudo na solar". Na minha opinião, as várias formas de energia renovável complementam-se, pelo que deve apostar-se em várias áreas distintas.

Assim, ficamos menos dependentes de um único recurso natural (sol, chuva, vento, ondas) e a produção pode ser mais estável ao longo do tempo. A menos que em certos períodos não haja nem sol, nem vento, nem ondas nem água nas barragens. [:D]

Agora, algo muito importante: as energias renováveis só são alternativa se o custo for razoável. Por exemplo, na minha opinião, a energia solar fotovoltaica é ainda demasiado cara para ser alternativa.

Nem mais! As energias renováveis só são alternativas se o custo e o rendimento forem razoáveis. O armazenamento de energia e a sua portabilidade também deverão ser tidas em conta. Consta-se que o armazenamento de energia não é problema, mas que a indústria petrolífera é que detem as patentes desse tipo de inventos, com medo que sejam aplicados em projectos de carros electricos sem a sua vontade[8b].

Vamos lá ver, eu sou a favor das energias renováveis, agora, convençam-se duma coisa: ou há algum breakthrough em termos tecnológicos, por exemplo a tal fusão a frio, ou no aproveitamento/eficiência das energias renováveis, ou então NUNCA as energias renováveis vão ser suficientes para as necessidades de energia, ainda para mais, se considerarmos que daqui por daqui a 25-30 anos, a maioria dos veículos forem movidos por electricidade.

E a ser assim, o nuclear é o caminho mais certo. E Portugal está mais uma vez a ficar para trás, e vai continuar a estar dependente de outros países em termos energéticos:

Países europeus com centrais nucleares (final 2007):

Alemanha
Bélgica
Bulgária
Eslováquia
Eslovénia
Espanha
Finlândia
França
Holanda
Hungria
Lituânia
Reino Unido
República Checa
Roménia
Rússia
Suécia
Suíça
Ucrânia

A Itália também já assinou acordos de parceria com França para a construção de centrais nucleares.

Na França, 78% das necessidades são satisfeitas com recurso ao nuclear.
Havia em finais de 2007, 13 centrais em construção na Europa. Portanto não é uma alternativa que está a ser abandonada.

Portanto, quase todos têm, menos nós [8b]

Ai Fusão a frio! Eu acho meio útopico, mas gostaria a que houvesse mais breakthroughs nesse aspecto.

No secundário tinha um professor de Economia que passava metade das aulas a falar sobre movimento perpétuo. Outra ideia que acho utópica. Mas e se conseguissem inventar um aparelho de mecanismo semi-perpétuo, que conseguisse produzir mais energia do que aquela que consumia, sem grandes custos? Julgo que seria possível, especialmente se aliassem uma fonte de energia renovável como iniciador do mecanismo.

Ainda há uma hipótese que julgo que foi pensado por Nikola Tesla. Aproveitar a energia do vento fornecido pelo vento perpétuo das jet streams. O problema é esse aproveitamento não interferir com a aviação (que neste momento utiliza estes ventos para encurtar viagens) e vice versa. Deixo aqui o link do Wikipédia sobre o Jet stream:

Jet stream - Wikipedia, the free encyclopedia
 
Isso deve piada antes do almoço[;)], quem as tem está com um problema enorme para as desmantelar e nós iamos fazer uma[:cool:]


O futuro energico está nas renováveis sem duvida que podem e devem ser melhor exploradas, por exemplo todos os predios podiam ser autonomos a nivel energetico se o telhado fosse forrado a paineis solares e moinhos de vento[;)]

Quem as tem quer as desmantelar? Estás bem? O nuclear em França produz 80% da energia, e estão a construir mais centrais nucleares, em troca tem energia barata e é o país que exporta mais electricidade...
As energias renováveis são muito bonitas e tal... Mas não são rentáveis.
A energia nuclear é segura, limpa se souber-se lidar com os detritos e duas centrais dariam para alimentar quase a totalidade do país.
Os prédios serem autónomos com painéis fotovoltaicos? Tens noção nem que tivessem completamente revestido daria para 5% da energia consumida? Além do mais, como irias armazenar a energia? Não podias.
Sou a favor do nuclear, agora esses parasitas da Greenpeace e derivados, metem-me um nojo. Vão mas é trabalhar.
 
Agora, algo muito importante: as energias renováveis só são alternativa se o custo for razoável. Por exemplo, na minha opinião, a energia solar fotovoltaica é ainda demasiado cara para ser alternativa.

É um facto. Mas só se conseguem descer os custos de duas formas:

- Tecnologia mais acessível
- Maior produção (economias de escala)

Não sei qual chegará primeiro. Mas necessita de haver uma aposta continuada para que um dos dois factores (ou mesmo os dois) que mencionei acima aconteça.
 
Os prédios serem autónomos com painéis fotovoltaicos? Tens noção nem que tivessem completamente revestido daria para 5% da energia consumida? Além do mais, como irias armazenar a energia? Não podias.

E tu tens noção do que estás a dizer? Já fizeste contas para chegar a esse valor?
Já viste as contas que eu coloquei lá atrás?
Eu estou-me aqui a esforçar, coloco dados reais, faço contas, e afinal volta tudo à estaca zero com essas afirmações, que não sei aonde é que vocês as vão buscar...
Num país como o nosso, como eu já disse e volto a repetir, não seria necessário ter todos os telhados cobertos de painéis solares fotovoltaicos para fornecer toda a energia que precisamos.
O problema é unicamente o custo, o custo do paineis e o custo do armazenamento, mas falta de energia solar não há.

E quem quiser contradizer isso que volte lá atrás ao post em que faço as contas, e que contradiga os cálculos que estão lá com outros cálculos.
 
Já agora, esta notícia está indirectamente relacionada com o tópico:

1300 postos previstos
Governo aprova hoje rede de abastecimento de carros eléctricos
03.12.2009 - 09h30
Por PÚBLICO
Carlos Manuel Martins

A rede vai integrar vários operadoresO Conselho de Ministros aprova hoje todo o quadro normativo em que vai assentar a criação da rede de abastecimento de carros eléctricos em Portugal - 1300 postos espalhados por 25 cidades, operados com base nos três grandes fornecedores de energia.

A rede irá estar a funcionar em 2011, ano em que se prevê a introdução em Portugal dos veículos automóveis movidos a energia eléctrica, e visa dar resposta às necessidades de um mercado de elevado potencial face à escalada dos preços dos combustíveis e à aposta em fontes renováveis.

O consórcio que irá gerir a infraestrutura é constituido pela EDP, Galp Energia e pela Iberdrola - os três grandes fornecedores de electricidade em Portugal -, pelos proprietários dos postos e pela SIBS, a sociedade que gere a rede multibanco.

O projecto português tem duas características que o diferenciam daquilo que está a ser feito no estrangeiro. Trata-se da criação de uma rede nacional e não do aparecimento postos de uma forma arbitrária. E funciona em plena integração, não obrigando os utilizadores a procurarem apenas o seu fornecedor de electricidade para abastecer o veículo.

O recurso ao pagamento da energia carregada através do multibanco permite que o utilizador abasteça em qualquer posto e que o pagamento seja feito ao operador energético a que está ligado. O custo do abastecimento surgirá depois na sua factura de electricidade.

O conjunto de diplomas que irá ser hoje apreciado em Conselho de Ministros - integrado no projecto MOBI-E (Mobilidade Eléctrica) - foi trabalhado no Ministério da Economia em negociação directa com os operadores e com as câmaras municipais das 25 cidades que vão integrar a rede nacional. O programa teve direito a um conjunto de benefícios fiscais definidos precisamente para apoiar o recurso à electricidade no sector automóvel

Se assim for, parece-me uma operação bem coordenada e que poderá contribuir para uma boa disseminação do veículo eléctrico em Portugal, ergo, mais redução na dependência do petróleo.
 
Um tipo de geração de energia que ninguém ainda falou e que pode e deve ser aproveitado é a energia derivada dos resíduos.

Segundo estudos, as 230 toneladas de lixo sólidos produzidos na Europa davam para produzir 5% a 8% da electricidade consumida.

Mais informações
 
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