ASAE afinal pode não estar plenamente legal

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ASAE FECHA ASAE
"Na sequência de uma visita relâmpago dos inspectores da ASAE às instalações da ASAE, foram detectadas quantidades consideráveis de material videográfico e fonográfico, bem como de alimentos em adiantado estado de putrefacção. Alguns dos elementos da ASAE chegaram mesmo a ser presos por elementos da ASAE no momento em que transportavam os sacos negros onde o material havia sido recolhido para análise. As alegações do responsável de dia pelas instalações de que aquele material era resultante de uma acção sobre uma feira não foram tidas em conta pelos oficiais da ASAE que comandaram esta acção, já considerada a mais bem sucedida desde a criação da Autoridade."





apr:) apr:) [:)] [:)]
 
O trabalho da ASAE não me incomoda. De facto até estão a zelar pelos consumidores.

O que me incomoda são estas "acções propagandistas", porque esta "rusga" não tem efeitos práticos nenhuns. E incomoda porque é simplesmente um esbanjar de dinheiro público.

Para quando uma "verificação surpresa" a bombas de gasolina, por exemplo ?

"V"



Concordo integralmente apr:)



De facto são positivas as intervenções da ASAE no sentido de fazer cumprir a lei, mas.....


É ridículo só agora apreenderem as escutas ilegais só porque estão em voga, além de que todas as intervenções da ASAE deveriam ter uma utilidade pública na prática, como por exemplo inspeccionar a higiene e segurança dos restaurantes (que o faz e bem), inspeccionar as gasolineiras e muitas outras entidades extremamente relevantes para o público em geral :)
 
Só tenho a dizer bem da ASAE. Foram eles que valeram na hora de despejar um inquilino que não pagava (nem ao senhorio, nem aos que para ele trabalhavam e lhe forneciam material). Se fosse pela via judicial ainda lá estava a usurpar e a aldrabar senhorio, trababalhadores, fornecedores e clientes; com a ASAE foram duas semanas para resolver o assunto e fechar o indivíduo. Só posso dizer que foram 5*, eficácia como nunca vi numa instituição público;)

cumps

P.S. Se algo vai mal no país não são as inspecções da ASAE, mas sim a burocracia que rege este país.
 
Excalibur....

não estarás antes contra algum decreto de lei que proiba a comercialização deste tipo de artigos nos moldes actuais? Afinal a Asae apenas cumpre com aquilo que tem de cumprir... a lei é que pode não ser a melhor...

Quanto à Asae.... deveria haver muito mais! [;)]
 
Situação semelhante ocorria com os descodificadores analógicos de sinal da TVCabo. Numa loja de electrónica, bastava requisitar os componentes, eles sabiam logo que eu também queria a placa para lá os soldar... Contudo tinha que ser eu a programar o chip.
 
Excalibur....

não estarás antes contra algum decreto de lei que proiba a comercialização deste tipo de artigos nos moldes actuais? Afinal a Asae apenas cumpre com aquilo que tem de cumprir... a lei é que pode não ser a melhor...

Quanto à Asae.... deveria haver muito mais! [;)]


Eu estou contra o Show Off e esta acção da ASAE foi somente isso.


Já elogiei e já aqui disse que as acções da ASAE são meritórias, contudo esta é ridicula e desajustada ao que pretendem alcançar.


Provavalemente os comerciantes e as casa que vendiam/importavam os materiais movem um processo ao estado e ainda ganham.

Porquê ?
Porque existe algures um vazio que lhes permite de forma legal vender kits de electrónica para fins didacticos ou hobby do faça você mesmo.

Aqui neste caso, eu acho que a ASAE erra nesta acção acabando por descreditar as suas acções, mas sobretudo porque a mesma acção é movida por motivos politicos.
Mas quem legislou, falhou rotundamente ao não adequar a proibição à legislação e vice versa.


Sim estou de acordo contigo sobre o erro do decreto lei nos moldes actuais.
 
Eu estou contra o Show Off e esta acção da ASAE foi somente isso.


.

Pois esta e mtas outras...

Dá para imaginar isto:

a minha mãe comprva ovos caseiros a uma senhora que os vendia num mercado, mas agora essa senhora já nao os pode vender pk a ASAE ficou-lhe com os ovos todos[:blush:] e ainda está á espera de uma multa para pagar isto pk os ovos não tavam registados e nao estavam em recipientes proprios...era vendidos num cesto visto serem ovos caseiros.

resultado agora a pobre senhora é obrigada a ter que vender os ovos em casa e quase ás escondidas, isto pk os palhaços da ASAE acham que os ovos dela nao respeitavam as normas...[8b]

eu já há mais de 10anos que como desses e doutros ovos e sei bem que os ovos dessa senhora eram caseiros e visivelmente mto melhores que os de supermercado mas pronto a ASÃE nao a deixa vender no mercado.:confused:

o que vale é que sei o contacto dela e ainda hoje fui lá buscar 2 duzias..tou-me nas tintas que eles estejam num cesto[kiss]
 
Pois esta e mtas outras...

Dá para imaginar isto:

a minha mãe comprva ovos caseiros a uma senhora que os vendia num mercado, mas agora essa senhora já nao os pode vender pk a ASAE ficou-lhe com os ovos todos[:blush:] e ainda está á espera de uma multa para pagar isto pk os ovos não tavam registados e nao estavam em recipientes proprios...era vendidos num cesto visto serem ovos caseiros.

resultado agora a pobre senhora é obrigada a ter que vender os ovos em casa e quase ás escondidas, isto pk os palhaços da ASAE acham que os ovos dela nao respeitavam as normas...[8b]

eu já há mais de 10anos que como desses e doutros ovos e sei bem que os ovos dessa senhora eram caseiros e visivelmente mto melhores que os de supermercado mas pronto a ASÃE nao a deixa vender no mercado.:confused:

o que vale é que sei o contacto dela e ainda hoje fui lá buscar 2 duzias..tou-me nas tintas que eles estejam num cesto[kiss]

Num país em que a "tradição" justifica "regimes de excepção" como o praticado em Barrancos com a história da tourada com touros de morte, tradições como a matança do porco (e distribuição pelos amigos/vizinhos das peças do animal) e tantas outras -seculares- que existem (existiam ?) no chamado "Portugal Profundo" são perseguidas e punidas pela ASAE como se disso dependesse a saúde pública ou a segurança do país ...

Como se costuma dizer, "Nem tanto ao mar, nem tanto à terra".
É necessário procurar o meio termo. É necessário que os meios de fiscalização sejam -acima de tudo- humanos. Que consigam discernir entre o que é feito "de má fé" ou por "laxismo" do que é feito por pura e dura ignorância, porque "desde que se nasceu se fazem assim as coisas" .

Compreendo a necessidade de uma fiscalização, nomeadamente no que toca à segurança dos consumidores: tem que haver confiança do consumidor no artigo que vai adquirir/consumir.
Mas -senhores da ASAE- não façam disto um "cavalo de batalha" destinado a "matar" séculos e séculos de tradições, que continuam a colorir o nosso Portugal. In fact, são as poucas coisas que ainda dão cor a um país cada vez mais cinzento...

DISCLAIMER: Falar em touradas e na matança do porco não significa que eu esteja de acordo com costumes barbaros. Foram somente 2 exemplos de "tradições" que estranhamente têm enquadramentos legais distintos sem que haja justificação legal para tal. Poderia ter referido o "vinho caseiro", por exemplo.

"V"
 
ASAE - "A Ginjinha" REABRIU ! Que futuro para as tradicionais tasquinhas tipicas?

ASAE - "A Ginjinha" REABRIU ! Que futuro para as tradicionais tasquinhas tipicas?

Fechada a tradicional tasquinha


ASAE fechou Ginginha do Rossio

Ginginha está fechada

A histórica "Ginginha do Rossio", no Largo de São Domingos, em Lisboa, amanheceu ontem de portas fechadas, para espanto dos muitos turistas e clientes que, todos os dias, por ali passam para provar o doce licor, num estabelecimento que faz parte da história da Baixa Pombalina. O portão estava fechado e no exterior não havia qualquer explicação para o misterioso encerramento, o que abriu espaço à especulação entre clientes e comerciantes da zona.

Ao que o JN apurou, o encerramento deveu-se a uma visita-surpresa da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) que, anteontem, participou numa operação-conjunta com a PSP, Direcção de Finanças de Lisboa e Direcção Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo. O principal objectivo foi a fiscalização de estabelecimentos de restauração e bebidas e o controlo de cidadãos estrangeiros, que habitualmente se concentram na zona. Trinta pessoas foram conduzidas à polícia por falta de identificação, duas foram detidas por permanência ilegal no país e quatro notificadas para abandonar o território nacional.

Além da "Ginginha", um outro estabelecimento da zona foi encerrado por falta de condições higieno-sanitárias e técnico-funcionais. Só poderão reabrir depois de nova vistoria da ASAE. GP
Desilusão no fecho da "Ginjinha"


Gina Pereira

"Isto está fechado?" A pergunta repetiu-se, ontem, vezes sem conta, à porta da "Ginjinha" do Rossio, uma pequena e centenária taberna situada no Largo de São Domingos, muito conhecida e referenciada nos roteiros turísticos de Lisboa pela fama do seu licor. Se algumas pessoas já sabiam, pela televisão, que o encerramento se deveu à visita da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), na tarde de quinta-feira, a maioria desconhecia os motivos e mostrava-se "estupefacta" com o fecho de uma casa que "é uma tradição" e "faz parte da história de Lisboa".

Jorge Silva, 47 anos, residente em Aveiro, está de fim-de-semana em Lisboa e, como sempre faz quando vai à Baixa, ontem passou pela "Ginjinha" para beber um licor. Ficou "estupefacto" quando deu com a porta corrida, sem qualquer explicação. "É a primeira vez que vejo isto fechado", dizia.

Confrontado com a justificação da ASAE - falta de condições higieno-sanitárias e técnico-funcionais -, Jorge Silva reconheceu que as condições no estabelecimento pudessem não ser as melhores, mas salientou que "isso faz parte das tabernas". Concorda que a ASAE tenha "uma acção determinada", mas defende que "não deve ser radical, porque isso não leva a lado nenhum".

Júlio Ferreira, 55 anos, dono de um restaurante em Lisboa, não frequenta a "Ginjinha", mas também lamenta o seu encerramento por ser "um símbolo de Lisboa". Ainda assim, concorda com o trabalho de fiscalização da ASAE. "Acho muito bem que, quando não há rigor numa casa, a fechem, para que as pessoas que lá estão tenham noção". Quanto à "Ginjinha", espera que reabra depressa, porque "faz falta à cidade e ao turismo".

Inconformados com o encerramento estão os dois engraxadores que, todos os dias, trabalham em frente ao estabelecimento. Admitem que nem tudo no interior da taberna estivesse "como manda a lei", mas defendem que a ASAE devia ter feito um aviso e dado um prazo aos proprietários para corrigir as situações irregulares. "Não havia necessidade de fechar", defende Paulo Oliveira, garantindo que vários grupos de turistas deram ontem com o nariz na porta.

"Sacristia" também fechou

O colega de ofício Jorge Henriques, 45 anos, garante que o negócio já se está a ressentir. Quem vai à "Ginjinha" aproveita o tempo para "dar uma engraxadela aos sapatos", dizem, lembrando que, além de ser "uma tradição", a tasca é também "ponto de encontro" para quem vai à Baixa.

Tendo ouvido a notícia na televisão, Fernando Cardoso, residente em Loures, decidiu ir à Baixa para garantir que se continua a poder beber ginja e comer "pipis" nas tascas típicas da zona. Deu com a "A Sacristia" fechada - uma tasca situada ao lado da Igreja de São Domingos, também por ordem da ASAE - mas conseguiu matar saudades da "ginja com elas" na tasca à entrada da Rua das Portas de Santo Antão, agora bem mais concorrida do que antigamente.
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Diário de referência I

Diário de referência II
 
Última edição:
A sua extinção porque muitas vezes o custo das alterações necessarias não são comportados pelo negocio e não se torna rentavel.

Não pondo em causa a acção da ASAE pergunto, porque razão a ASAE não fiscaliza as cantinas dos estabelecimentos Militares e do Estado?

A resposta é simples [;)]
 
A sua extinção porque muitas vezes o custo das alterações necessarias não são comportados pelo negocio e não se torna rentavel.

Não pondo em causa a acção da ASAE pergunto, porque razão a ASAE não fiscaliza as cantinas dos estabelecimentos Militares e do Estado?

A resposta é simples [;)]

Ao que parece as condições sanitárias, são ausência de instalações sanitárias para os clientes.

:confused:
 
É pá há situações chatas! Mas tb há regras a cumprir.

Claro que assim fechava-se muita coisa, mas por vezes fechando assim uns locais emblemáticos o pessoal vê na tv e aprende.

A ASAE fecha dezenas de lojas e estabelecimentos mas nenhum aparece na tv. Assim sempre serve para outros irem aprendendo.

Uma loja de "comida" tem regras a cumprir e são MUITAS!
 
Pois...ou fazem as instalações sanitárias, ou vendem ginjinhas, pois mal se cabe lá dentro

Tambem poderão ter outra opção [:)]

droptank_11.jpg

Pois mas esta opção terá de ser aplicada aos quiosques que vendem cafézinhos bolinhos nas estações, nas praças e jardins, etc, etc.

Não digo que seja desajustada a exigência ou legislação, mas ... há qualquer coisa que me faz pensar que estão a existir filhos e enteados.
 
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