CarlosPinto
Banido
já me assediaram,mas que posso fazer,se denunciar sou despedido ou fazem-me a vida negra por outros caminhos!![s)]
Não estou a ver que pelo facto de lhe chamares "pressão" ou outro nome qql, possas mudar o que é e o que faz as pessoas.
A meu ver, não há nada que justifique este tipo de comportamento, nem a ideia (algo estranha) de que uma pessoa possa ser "trabalhador de péssima qualidade, do tipo não trabalha nem deixa trabalhar, ou exageradamente conflituoso", pq se de facto o é, isso é mais do que suficiente para o dispensar legalmente.
As pessoas não trabalham para dar cabo da vida ao patrão, fazem-no pq querem sentirem-se úteis, mas acima de tudo, trabalham pq precisam de dinheiro para viver, pagar contas, comer, dar educação aos filhos, ter um tecto, etc.
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Em Portugal quase não há queixas deste tipo de situações, provavelmente pela característica mais subserviente dos Portugueses.
Mas é assim tão difícil despedir uma personagem assim tão terrível?Bem, antes demais, não me estou a referir a humilhações (esqueci-me de explanar bem esse ponto, e daí usar a expressão "pressão").
Agora: não consegues conceber um trabalhador q em nada contribui para o cumprimento dos objectivos? e que só conflitua? e que apenas mina a moral dos outros? que desvirtua a estrutura e condicionantes operacionais, apenas pq é incompetente? e q nao é possível despedi-la legalmente? Se pudesse dava-te já dezenas de nomes!! De pessoas que se inscrevem nessas caracteristicas, e q em muito prejudicam os que tentam trabalhar (e o país). A solução legal? muito morosa, e provavelmente nao funcionaria. A ideia nao me parece nada estranha. Vivo-a todos os dias.
Este teu comentário deixa-me de pé atrás, será que sim ou é alguém que simplesmente organiza os outros para lutarem pelos seus direitos?Não existe nada que justifique tratar "mal" alguns funcionarios? Podes ter a certeza que existe: em alguns casos considero-o até uma obrigação, para qualquer com cargos de chefia e que não se queira enquadrar no quadro anti-produção, laicisista e vergonhoso que tanto preenche o esqueleto deste país.
Sublinho: não me refiro a humilhar as pessoas, mas sim a fazê-las ver, agreesivamente, que têm que evoluir e contribuir. E comportarem-se com decência.
Eu sei que há, tive o desprazer de trabalhar com algumas dessas pessoas quando entrei para o estado e o mais grave, muitos deles são de nomeação politica, os chamados cargos de confiança.Enganas-te: existem pessoas que procuram o conflito, para se sentirem satisfeitas, ou pq têm um recalcamento qq, ou pq descompensam e nao conseguem agir em sociedade (e nao estou a falar de pessoas muito doentes).
Mas é assim tão difícil despedir uma personagem assim tão terrível?
Este teu comentário deixa-me de pé atrás, será que sim ou é alguém que simplesmente organiza os outros para lutarem pelos seus direitos?
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Nem por isso.Nthor, se trabalhas para o Estado deves saber que é difícil.
Claro que não, nem todos os trabalhadores são bons e dedicados e nem todos os chefes são maus.Agora sou eu que estou confuso: então um mau trabalhador não pode ser simplesmente um mau trabalhador? tem que ser um sindicalista a...sindicalizar? Os chefes é que estão sempre mal? e que estão sempre a perseguir? Repito: se não fosse pela protecção legal - que felizmente existe - despejava já aqui vários nomes, a título de exemplo....
Nem por isso.
Claro que não, nem todos os trabalhadores são bons e dedicados e nem todos os chefes são maus.
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Neste trabalho que tenho agora não.Nthor, uma pergunta indiscreta: tens que fazer avaliações de algum funcionário?
És um muito mau exemplo. [Nunca tenham medo de mudar. Eu podia ter tido azar com esta "manobra", mas por acaso correu tudo bem. Ainda assim, não me deixei ficar. Nada justifica essas humilhações e desprezo, e eu não as tolero.
És um muito mau exemplo. []
Então não vês que esta gente defende o direito ao pleno emprego, por toda a vida?
Mesmo que esse emprego lhes proporcione um trabalho detestável e mal remunerado? E que depois se queixam que foram vítimas das cunhas, da falta de padrinhos, de não terem andado numa boa escola, de más opções políticas, ...
Neste trabalho que tenho agora não.
Mas já as fiz e sei como pode ser complicado.
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Agora imagina que isso acontecia no final da tua vida produtiva, que alternativas procurar já com uma certa idade?(...)
Nunca tenham medo de mudar. Eu podia ter tido azar com esta "manobra", mas por acaso correu tudo bem. Ainda assim, não me deixei ficar. Nada justifica essas humilhações e desprezo, e eu não as tolero.
Agora imagina que isso acontecia no final da tua vida produtiva, que alternativas procurar já com uma certa idade?
E será que as há?
Quantos desempregados de longa duração já tem mais de 45/50 anos?
E ainda vão ter de andar até aos 65 para ter direito à reforma, que com esta nova formula de calculo será bastante baixa.
Entendes?
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Espero que estejas certo.
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