eu pessoalmente nao me vejo a conduzir auto pois gosto de manual por gostar de conduzir...prazer puro.....nada mais...
...é o que todos dizem até serem convertidos.

Mas gostava de chamar a atenção para a nova geração de automáticas que são chamadas por uns de "semi-automáticas", por outros de "sequenciais" e são na verdade caixas manuais robotizadas.
As primeiras, AMT (Automated Manual Transmission), são caixas perfeitamente vulgares onde existe automatismo apenas para a embraiagem e para engrenar as diferentes relações.
O prazer de condução não é igual às manuais, mas é na minha opinião superior, até porque geralmente existe a opção das patilhas no volante.
A sensação de controlar as relações da caixa sem tirar as mãos do volante, sem necessidade de usar o pé esquerdo, é superior à utilização de uma caixa manual.
A maior diferença e que requer alguma habituação (curta) por que numa manual, a mudança entra quando a metemos. Nestas, entra depois de pedirmos. ...ou seja, temos que antecipar ligeiramente o pedido.
A BMW chama-lhes SMG
As DCT, evolução das anteriores, funcionam com duas embraiagens e têm sempre engatadas em simultâneo uma relação par e outra ímpar, fazem passagens de caixa sem interrupção, melhor é difícil, aliás. tão difícil que não há (com excepção para as AMT anteriores na sua versão Fórmula 1).

Às DCT, a BMW chama-lhes DCT
Estas caixas usam a mesma mecânica das manuais convencionais. Têm a mais, os robots e a respectiva centralina. ...só por isso, não me parece que exista risco considerável de fiabilidade. ...até porque a parte cára, a caixa propriamente dita é praticamente igual a uma convencional.
Talvez as caixas automáticas convencionais (conversor de binário), possam corresponder às descrições de falta de prazer de condução, menor fiabilidade, maior consumo, etc. ...estas que descrevi, não.
Michael