Bolsa e investimentos

Ja ta incluido no valor das UP´s?mas é akela percentagem né?fixe entao so cobram em funçao do meu patrimonio certo?
tipo se eu resgatar 250 aérios...+ resgate e comissoes quanto fica?
ps: antes de um ano como é obvio.

Como disse o mjm, é isso mesmo.

As comissões de gestão são uma percentagem fixa do património do fundo, quer ele ganhe dinheiro, quer perca. Já estão reflectidas no valor da UP pelo que não precisas de ter medo de um dia eles te sacarem essa comissões "de repente". Eles vão sacando e por isso o valor da UP não chega tão alto como poderia se não houvesse essas comissões.

A de resgate é a que pagas qdo vendes as UP. também é fixa.
 
Queda da Galp arrasta PSI-20 para terreno negativo

A praça nacional encontra-se em queda devido ao recuo em quase 8% dos títulos da Galp Energia, os quais se encontram penalizados pelas notícias de que ocorreu um incêndio na Estação de Tratamento de Águas Residuais da refinaria da Petrogal em Leça da Palmeira.



Deste modo, às 12h38 o PSI-20 perde 0,35% para os 13 277,44 pontos, com a Galp Energia a cair 7,6% para os 14,23€.

A petrolífera nacional confirmou hoje que foi registado um incêndio na sua Estação de Tratamento de Águas Residuais da refinaria da Petrogal em Leça da Palmeira, mas que este foi já extinto, não tendo sido afectadas as áreas de processamento da unidade.

"As notícias do incêndio na refinaria deixaram os investidores nervosos, e forneceram um excelente pretexto para aumentar a tomada de mais-valias sobre o título, uma vez que este se valorizou em 41% nas duas sessões anteriores, e estava já a ser alvo da tomada de proveitos no início da manhã", adiantou um operador.

Ainda em queda encontra-se a PT Multimédia, que cai 2,47% para os 9,47€.

Dos títulos com mais peso na ponderação do índice de referência nacional, a EDP sobe 1,24% para so 4,90€, depois de hoje o Deutsche Bank ter revisto em quase 27% o seu preço-alvo para a eléctrica nacional para os 5,7 euros, enquanto o BCP cresce 0,64% para os 3,15€ e a PT avança 0,43% para os 9,24€.

Os especialistas chamam ainda a atenção para os ganhos em 2,98% para os 6,23€ da Cimpor, depois dos analistas terem considerado como 'Positiva' a notícia de um acordo da empresa para a construção de duas linhas de produção de clínquer de 5000 toneladas por dia na China, um investimento no valor de 100 milhões de euros.

Nota ainda para a subida em 1,79% para os 5,68€ da Mota-Engil e de 1,68% para os 3,64€ da REN.

Fora do PSI-20, nota para a queda do Sporting em 4,41% para um novo mínimo nos 2,17€, depois deste ter sido ontem derrotado pelo Braga por 3-0.

O título mais transaccionado é o da EDP, com 15 589 616 acções negociadas, seguida à distância pelo BCP e Sonae SGPS, com 6 471 556 e 3 578 350 papéis movimentados, respectivamente.

Dos vinte títulos que compõem o PSI-20, doze descem de cotação e oito sobem. O volume total de negócios ascende aos 192 milhões de euros.

Galp ataca novos poços de petróleo no Brasil e Angola

Depois da descoberta em Tupi, a petrolífera vai concorrer a mais 268 blocos este ano.

Ana Maria Gonçalves

O apetite da Galp está insaciável. Sobretudo depois da sua primeira grande vitória na área da pesquisa e exploração de petróleo, com as revelações sobre o potencial do poço em águas ultra-profundas de Tupi-Sul, na Bacia de Santos, Brasil, com reservas calculadas entre cinco e oito mil milhões de barris. Trata-se da “maior descoberta dos últimos oito anos”, afirmou o presidente da Galp, Ferreira de Oliveira, em declarações ao Diário Económico. Um maná que representará, para a petrolífera portuguesa (que detém 10% do bloco), cerca de 600 milhões de barris. Qualquer coisa como a satisfação de um terço das necessidades portuguesas de crude durante década e meia, tendo em conta que o consumo diário actual é de 300 mil barris.

Apesar de já estar presente em mais de 70 blocos petrolíferos espalhados por Angola, Brasil, Timor, Moçambique e Portugal – a que poderá vir a juntar-se a Venezuela, como resultado da recente parceria com a petrolífera controlada por Hugo Chávez –, a Galp promete não baixar os braços. E o seu novo alvo já está definido: o leilão de 268 blocos, que terá lugar a 27 e 28 deste mês, no Brasil. A Petrobras está referenciada como parceiro de excelência da Galp, mas não estão descartados outros actores, afirmou o gestor da Galp. Uma das hipóteses em aberto é a Sonangol, um dos seus accionistas de referência, que Ferreira de Oliveira não quis confirmar mas cujo interesse foi recentemente manifestado ao Diário Económico pelo presidente da petrolífera angolana, Manuel Vicente.

Ferreira de Oliveira justifica a constituição de alianças com uma fórmula simples: reduzir riscos, mas também cortar nos custos, que se revelam particularmente elevados em águas profundas. Isso mesmo confirma o gestor, que não quis revelar a parte do esforço financeiro que caberá à Galp, em Tupi. “O operador do consórcio [Petrobras] preferiu não revelar o valor, porque estamos numa fase inicial”, afirma Ferreira de Oliveira, realçando, ainda assim, que “não estamos a falar de petróleo barato”. No entanto, “o nível de investimentos e custos operacionais, com o preço do petróleo acima dos 40 dólares, é rentável”.

E nem o facto de o Executivo de Lula da Silva ter mandado retirar 41 blocos petrolíferos situados em águas profundas e ultra-profundas – devido à sua proximidade com a recente mega-reserva da bacia de Santos – do pacote inicial de 312 blocos faz esmorecer o entusiasmo de Ferreira de Oliveira. “Esta decisão não tira interesse à nova rodada de licitação. O Governo brasileiro fez o que qualquer Governo sensato faria. Está a procurar valorizar os activos do país”, disse o CEO da Galp.

Ultrapassada esta etapa, as baterias da Galp voltar--se-ão para Angola. “Vamos participar num leilão em Luanda, em Março do próximo ano. Em jogo estarão três blocos ‘on shore’ – Cabinda Centro e os Blocos 11 e 12 –, mais sete ‘off shore’, incluindo águas pouco, muito e ultra-profundas”, destaca Ferreira de Oliveira. Também aqui a proximidade com a Sonangol será decisiva. É, aliás, em Angola que se situa o único activo petrolífero da Galp que se encontra em fase de produção: o bloco 14.

Em 2008, a Galp espera produzir diariamente 18 mil barris de petróleo. Meta que se eleva para 34 mil, em 2012. O objectivo da empresa é alcançar os 150 mil barris por dia, a longo prazo. Meta que, graças às novas descobertas no Brasil, poderá vir a ser antecipada e para cujo cumprimento não é de excluir uma eventual contribuição das opções sobre áreas petrolíferas na Venezuela.
O trabalho como paixão
Para Ferreira de Oliveira, a energia é mais do que uma ocupação, é uma paixão. Em entrevista ao Diário Económico, em Agosto, o presidente da Galp confessou que não lhe custa passar, no mínimo, 12 horas por dia, no escritório que ocupa nas Torres de Lisboa, concentrado entre planos de investimento e crescimento, sínteses e relatórios que lhe compete avaliar.

Irão mais próximo
A Galp e o Irão, segundo maior produtor de petróleo do mundo, iniciaram conversações para estabelecer uma relação mais próxima em termos de comércio de petróleo e produtos refinados. Mohammad Mehdi Mokhtari, representante da república islâmica em Portugal, confirmou ao DE que “houve uma primeira conversa que esperemos dê frutos”. Para além do Irão, a Galp tem vindo a contactar outros países para diversificar o seu grupo de parceiros estratégicos. É o caso do Brasil, Venezuela, Rússia e Guiné Equatorial. Em Março de 2008, o Irão inicia a privatização do sector petrolífero com a venda faseada (a nacionais e estrangeiros) de 105 das suas 144 petrolíferas. Um negócio que, no mínimo, valerá mais de 50 mil milhões de euros, pela estimativa do Governo de Teerão.

Brasil
A confirmar-se o potencial das reservas do Tupi, o Brasil entrará para o ‘top ten’ dos maiores produtores mundiais de petróleo – hoje ocupa o 24.º lugar na lista.

Reservas
Com a contribuição dos novos blocos, as reservas provadas da Petrobras – em cujo consórcio de exploração a Galp detém uma posição de 10% – passam de 14,4 mil milhões de barris de petróleo para 70 a 100 mil milhões.

Os maiores
Pelos critérios da SPE, as maiores reservas estão nas mãos dos russos, representando 379 mil milhões de barris de petróleo.

Fonte: DiarioEconomico



É aproveitar, pois pode haver mais surpresas e voltarem a disparar novamente.
 
fdx... os fundos caixagest emergentes e do oriente estao a capotar por ai abaixo...o acçoes portugal tem andado a subir.Sera ke vale a pena mudar para este ja ou esperar uma subida?
 
Respondendo a algumas perguntas, para ver as cotações dos fundos da caixa é ir ao caixagest.pt.

Qdo se faz o resgate os € vão para a conta à ordem.
 
Eu estive de férias na semana passada, e quando regressei, os fundos do BPI tinham ido todos pelo cano abaixo.

O Reestruturações (onde tenho algum investido), em 5 dias perdeu o que ganhou em quase 2 meses.

Houve algum crash de que eu não ouvi falar?
 
Eu estive de férias na semana passada, e quando regressei, os fundos do BPI tinham ido todos pelo cano abaixo.

O Reestruturações (onde tenho algum investido), em 5 dias perdeu o que ganhou em quase 2 meses.

Houve algum crash de que eu não ouvi falar?

A china está com uma correcção de 20% em novembro...
Não se esse fundo investe lá.
 
Eu estive de férias na semana passada, e quando regressei, os fundos do BPI tinham ido todos pelo cano abaixo.

O Reestruturações (onde tenho algum investido), em 5 dias perdeu o que ganhou em quase 2 meses.

Houve algum crash de que eu não ouvi falar?

Poix.... o meu reestruturaçoes tb tem caido imenso...... Mas nao te esqueças que isto é um fundo de medio longo prazo..... por isso é que nao estou mto preocupado.
 
Eu não estou preocupado, só queria tentar perceber a que se devia este comportamento. É que a generalidade dos fundos BPI que acompanho teve o mesmo comportamento.
 
O dinheiro é vosso, mas se fosse o meu dinheiro estaria muito preocupado...:confused:

Aliás, eu também tinha fundos destes mercados e sai deles e em alguns fundos sai com perdas...

Em meu entender, mais vale perder um do que dois...!
Mas isto sou eu a pensar.

Agora, analisem o mercado, revejam as vossas estratégias que a vida não está fácil.
Perguntem no BPI as perspectivas...

Cumps.
 
O dinheiro é vosso, mas se fosse o meu dinheiro estaria muito preocupado...:confused:

Aliás, eu também tinha fundos destes mercados e sai deles e em alguns fundos sai com perdas...

Em meu entender, mais vale perder um do que dois...!
Mas isto sou eu a pensar.

Agora, analisem o mercado, revejam as vossas estratégias que a vida não está fácil.
Perguntem no BPI as perspectivas...

Cumps.

Todos os fundos BPI nos ultimos anos tem dado excelentes rentabilidades no medio longo prazo... a questao é que as pessoas ja consultam o valor diariamente..... nao sao capazes de esqueçer o dinheiro por algum tempo.No m/l prazo praticamente todos tem dado valores superiores aos DP... e alguns, valores acima dos 10% anual. Os meus favoritos sao o restruturaçoes, o Brasil e o Portugal.....
 
Tb tenho um fundo no BES dos mercados emergentes, iniciei na altura do anuncio da crise imbiliaria dos USA e aquilo foi uma festa, sempre a subir. Em 2 meses tive uma rentabilidade de quase 30%. Desde o inicio deste mês a rentabilidade ficasse pelos 10%. [s)]

Contactei a minha gestora, pra ver se havia alguma cunjuntura internacional que justificasse o sucedido, mas não mencionou nada. Tenho que ir pessoalmente falar com ela.
 
Todos os fundos BPI nos ultimos anos tem dado excelentes rentabilidades no medio longo prazo... a questao é que as pessoas ja consultam o valor diariamente..... nao sao capazes de esqueçer o dinheiro por algum tempo.No m/l prazo praticamente todos tem dado valores superiores aos DP... e alguns, valores acima dos 10% anual. Os meus favoritos sao o restruturaçoes, o Brasil e o Portugal.....

Eu sou um dos que consultam a cotação diariamente. Mas apenas o faço para tentar perceber como as notícias que se vão lendo afectam os fundos. Sei que é um fundo a médio/longo prazo e não vou saltar do barco para já.

Até porque o dinheiro que foi lá investido é como se não existisse, em matéria de contabilidade pessoal. Daqui a uns 5 anos vamos ver como está :)
 
Eu sou um dos que consultam a cotação diariamente. Mas apenas o faço para tentar perceber como as notícias que se vão lendo afectam os fundos. Sei que é um fundo a médio/longo prazo e não vou saltar do barco para já.

Até porque o dinheiro que foi lá investido é como se não existisse, em matéria de contabilidade pessoal. Daqui a uns 5 anos vamos ver como está :)
É assim q eu penso tamb, o dinheiro é como se nao existisse e consulto todos os dias pra ver como corre isto. Inclusive tenho 2 graficos no openoffice aonde registo o diário e o semanal das cotaçoes .[;)]
 
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