Bolsa e investimentos

Convêm ver a cotação em USD:

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Eu compro desde 2008.[;)]
É indiferente. A não ser que uses usd para tudo e não vivas na Europa. Senão ainda estás a acrescer o risco de câmbio.
 
O mercado não antecipa uma nova crise? Olha que sim, basta acompanhar os índices accionistas nas últimas semanas.

O mercado bolsista, talvez, mas olhando para o gráfico, o mercado do ouro parece que não. Ou então já incorpora na sua cotação essa expectativa. Se for o caso, a margem para subir é pouca.
 
Usar ouro, para mim só numa carteira tipo portfolio permanente:

25% acções mundiais
25% obrigações soberanas de longo prazo (+10 anos), sempre denominadas na moeda onde fazes os teus gastos
25% cash (essencialmente produtos sem risco - DP's, CA's, alguns tipos de PPRs)
25% ouro

Ajuda bastante a baixar a volatilidade de uma carteira de investimento, ainda que 75% da carteira esteja exposta a 3 tipos de activos altamente voláteis.
 
O mercado bolsista, talvez, mas olhando para o gráfico, o mercado do ouro parece que não. Ou então já incorpora na sua cotação essa expectativa. Se for o caso, a margem para subir é pouca.


Se durante a última crise financeira o valor do ouro mais do que duplicou, porque é que dizes que na proxima crise a margem para subir é pouca?
 
Se durante a última crise financeira o valor do ouro mais do que duplicou, porque é que dizes que na proxima crise a margem para subir é pouca?

Eu não estou a dizer isso. Estou só a perguntar-me se a cotação actual do ouro não incorporará já os receios de uma crise financeira internacional. Se incorporar, então a margem para subir é pouca. Se não incorporar, então é porque o mercado como um todo não espera uma crise financeira tão cedo, porque ainda não se está a refugiar no ouro.
 
Se durante a última crise financeira o valor do ouro mais do que duplicou, porque é que dizes que na proxima crise a margem para subir é pouca?
Porque para duplicar o valor teria de aumentar muito a procura. Se na última crise já houve refugio no ouro, os compradores que têm receio de crises ainda mantêm posição. Ou seja, não acredito que exista uma nova grande vaga de procura. Pode existir uma natural oscilação mas acho muito difícil voltar a duplicar.
 
Eu não estou a dizer isso. Estou só a perguntar-me se a cotação actual do ouro não incorporará já os receios de uma crise financeira internacional. Se incorporar, então a margem para subir é pouca. Se não incorporar, então é porque o mercado como um todo não espera uma crise financeira tão cedo, porque ainda não se está a refugiar no ouro.
Eu penso que incorpora já esse receio. Também não acredito em grande ajuste. E é por isso que o valor ainda anda alto. Quem realmente quis entrar, já entrou. O restante devem ser curiosos.

Eu não entrei e dificilmente entrarei como investimento. Já pensei em comprar mais ouro físico apenas como bibelot pelo prazer de tocar em ouro, especialmente em barra. Actualmente tenho algumas peças em ouro e mantenho porque são peças com algum significado.
 
o que acham desta crise no montepio?
Acho que vem confirmar a minha desconfiança em relação ao montepio. Tinha lá posição e abandonei já há uns bons tempos. Espero que não seja assim tão má é não cause grande prejuízo aos mutualistas. Mas o que espero mesmo é que não entre lá um cêntimo dos contribuintes.
 
Eu não estou a dizer isso. Estou só a perguntar-me se a cotação actual do ouro não incorporará já os receios de uma crise financeira internacional. Se incorporar, então a margem para subir é pouca. Se não incorporar, então é porque o mercado como um todo não espera uma crise financeira tão cedo, porque ainda não se está a refugiar no ouro.

O valor do ouro está intrinsecamente ligado á economia americana e ao dolar, enquanto a economia americana continuar a ter bons resultados o ouro não vai subir.
No entanto e apesar do continuo crescimento da economia americana ao longo de 2018 o valor do ouro mantevesse sempre estável. Por essa razão concluo que a cotação atual não inclui o medo de uma recessão e que a haver uma queda dos mercados, especialmente nos US, o ouro tenderá a valorizar (refúgio).
 
Eu penso que incorpora já esse receio. Também não acredito em grande ajuste. E é por isso que o valor ainda anda alto. Quem realmente quis entrar, já entrou. O restante devem ser curiosos.

Eu não entrei e dificilmente entrarei como investimento. Já pensei em comprar mais ouro físico apenas como bibelot pelo prazer de tocar em ouro, especialmente em barra. Actualmente tenho algumas peças em ouro e mantenho porque são peças com algum significado.


O ouro não funciona como o bitcoin... é um refúgio seguro e para onde os investidores da pesada deslocam os seus capitais sempre que á insegurança nos mercados. Assim que estes recuperam dá-se o inverso. Foi o que aconteceu por volta de 2012/13 com a retoma dos mercados.
 
O valor do ouro está intrinsecamente ligado á economia americana e ao dolar, enquanto a economia americana continuar a ter bons resultados o ouro não vai subir.
No entanto e apesar do continuo crescimento da economia americana ao longo de 2018 o valor do ouro mantevesse sempre estável. Por essa razão concluo que a cotação atual não inclui o medo de uma recessão e que a haver uma queda dos mercados, especialmente nos US, o ouro tenderá a valorizar (refúgio).
Uma valor seguro? Quando de 2011 para 2014 caiu um terço do valor?

O que queres dizer é que é um investimento que dificilmente perde todo o valor. Mas está sujeito a perdas efectivas.

O que te garante que o valor que compras hoje em ouro consegues recuperar daqui a um ano com garantia de não perder capital?
 
Uma valor seguro? Quando de 2011 para 2014 caiu um terço do valor?

O que queres dizer é que é um investimento que dificilmente perde todo o valor. Mas está sujeito a perdas efectivas.

O que te garante que o valor que compras hoje em ouro consegues recuperar daqui a um ano com garantia de não perder capital?

[h=2]Porque Investir em Ouro[/h] O investimento em ouro é muito diferente de outros investimentos de renda variável. Portanto, você nem pense que você ficará rico investindo em ouro. Mas por quê investir em ouro então? Porque o ouro é uma ótima forma de proteção (hedge) durante momentos de crises financeiras e pressão inflacionária. Ele costuma apresentar alta demanda nestes momentos, uma vez que ele não está sujeito a diminuição de seu valor (inflação). Isso acontece porque, ao contrário da moeda, o ouro não é passível de intervenção por parte dos governos, isto é, ele não pode ser impresso, logo possui um valor intrínseco devido a sua escassez.
Está provado que o ouro se valoriza em períodos de inflação, de modo que comprar ouro é uma maneira de se proteger da inflação e das incertezas da economia doméstica. Além disso, o ouro tem uma correlação negativa para ações, ou seja, quando o Ibovespa tem uma queda, o preço do ouro aumenta, e vice-versa. Há inclusive uma tendência de o ouro superar a rentabilidade das ações ao longo dos anos.
Ao mesmo tempo o ouro também promove uma proteção contra a desvalorização do dólar, que tem sua oferta controlada pelos governos, ou seja, ele também está sujeito a crises. Deste modo, o ouro pode ser considerado uma forma de dupla proteção para a carteira de investimentos. O dólar e outros papéis-moedas apresentam o risco de uma impressão descontrolada por parte dos bancos centrais. Contudo o mesmo não pode ocorrer com o ouro, visto que ele é um recurso natural, ou seja, não pode ser produzido artificialmente. Dessa forma, a escassez do ouro garante que ele mantenha sempre um valor intrínseco, funcionando como uma reserva de valor. Como eu já disse no começo deste artigo você não ficará rico comprando ouro, contudo, você tem a garantia que ele sempre manterá seu valor, diferentemente de ações e títulos, que podem não valer nada em extremos de instabilidade monetária, social, guerras, etc.
Enfim, o ouro não é apenas uma ótima opção para ganhar dinheiro em momentos de crise financeira, inflação e aumento do dólar, mas também uma forma de proteção de última instância para o seu patrimônio.
 
Vi hoje de manha esta entrevista no GPS do Fareed Zakaria e achei por bem aqui deixar a transcrição. Se forem ver o programa tem lá uns gráficos interessantes...tomei a liberdade de sublinhar as partes mais interessantes.

Have we reached peak America?

ZAKARIA: Now for our "What in the World" segment. The American economy is doing very well, as President Trump is happy to remind us all. Unemployment is the lowest it's been in decades. Consumer confidence is high. People from all income groups are spending. So why is the market up one minute, down the next?

On Wednesday, stocks rose after Fed chairman Jerome Powell calmed investors who were worried about interest rate hikes. But before that, stocks had plunged, led by a tech selloff.

There are the usual explanations for the market gyrations, the variations of investor nerves, optimism, the changing winds of tech. But the real reason for what we're seeing could be much bigger. We may have reached peak America. I mentioned this point at the start of the show.

Here to explain what that means is Ruchir Sharma, chief global strategist at Morgan Stanley, investment management, and the man, of course, who coined this phrase.

Ruchir, what you point out is that we are at a -- at the end of a very long trend, where America has outperformed the world.

RUCHIR SHARMA, CHIEF GLOBAL STRATEGIST, MORGAN STANLEY: Yeah. You know, this has really been America's decade, both in economic terms and especially in financial terms. America as a financial superpower has probably not been this powerful as it is currently.

ZAKARIA: So let's look at the -- at the data, because you have an amazing chart, the cumulative return for the stock market since 2010. The United States' stock market has basically tripled.
SHARMA: Yes.

ZAKARIA: And look at what the rest of the world has done. And that -- that second line is the entire rest of the world combined, right?

SHARMA: Absolutely. So that's what's been going on. And that has major implications, both for businesses, for investors, you know, like in the fact that, if this trend is about to turn -- and I think there are lots of, sort of, little signs to suggest that. One thing we have spoken about even previously, that today the market value of America's largest companies such as Apple or even Microsoft is equivalent to some of the large emerging markets all put together.

ZAKARIA: The entire economy?

SHARMA: Yeah, exactly, literally the market value. So, for example, you put all the Southeast Asian markets together, Philippines, Thailand, Malaysia. For that, you can get just one company in America. So that's how extreme things have become out there.

ZAKARIA: One of the signs of this becoming unsustainable is the U.S. market cap, that the value of the stock market as a percentage of GDP, is now at essentially an all-time high. But what I'm struck by is, if you look at that graph, there are only two points in history where it's been that high, 1929, before the crash of '29, and 1999 before the crash, the tech bubble burst.

SHARMA: Right.

ZAKARIA: So that's pretty ominous.

SHARMA: Yeah, but in terms -- I hope it's not, you know, going to be that ominous. But the big, sort of, strategic decision that people have to make is to, sort of, go much more international. Because, you know, what happens is people get so caught up in terms of what's worked, and then there is an entire, sort of, temptation to extrapolate this. And so I think a lot of American investors, too, are, sort of, very relaxed and complacent that we can be home; this is where we want to be, because nothing else has worked in the world. And my point is this could exactly be the time when you need to, sort of, shift much more overseas.

ZAKARIA: Another sign of it being unsustainable: if you look at what America's market share in terms of, you know, what is its percentage of the global economy, you point that we're at about 24 percent. But our share of global stock markets is 55 percent.

SHARMA: Right.

ZAKARIA: Now, is that -- the U.S. has always had a big stock market.

SHARMA: Yeah. But this gap has never been this large. So in terms of, like -- America, sort of, sharing the global economy has been, sort of, declining over time. I mean, depending on what you take as the sort of starting point. So the gap is 30 percentage points. And the only time in history I can remember when there was such a large gap was in the late 1980s when the Japanese economy, you know, was on the rise, but its share was, like, 16 percent, 17 percent. But the share of Japan in the global market cap had risen to 45 percent, a 30 percentage point gap. So we have a similar disconnect which has taken place in America today.

ZAKARIA: And for you, the sign -- the first real signs of this downturn are when you look at what the projected earnings growth -- now, this is what companies themselves are often projecting. More often than not it's analysts projecting it. But look at where the S&P 500's earnings per share growth. So if that happens, that begins the process of this perhaps collapse of the stock market, or at least a significant correction?
SHARMA: So the really shocking thing this year is that the only major economy in the world where growth has actually accelerated this year is America. And this is because of the tax cuts, the deregulation, the other stimulus which has been put into work. And that has also helped the earnings of companies.

My point is, from next year onwards, those effects begin to fade. And when that begins to fade, the rest of the world, sort of, you know, much more attention will be paid to what's happening in the rest of the world, rather than this obsession with just America.

ZAKARIA: Ruchir Sharma, pleasure to have you on again. Thank you so much.

SHARMA: Enjoyed that -- thanks.
in CNN.com - Transcripts
 
Quando leio opiniões dos tipos dos bancos fico sempre de pé atrás. Os bancos ainda não voltaram a ter a confiança dos investidores depois do embuste de 2007-2008. Por isso de vez em quando saem umas opiniões principalmente a atacar as tech - medo?. O S&P500 está com um valor negativo neste ano (-1,52%). O Nasdaq100 3,39%.
Mas... até pode ter razão
 
Eu também sou da opinião que os mercados, sobretudo o norte-americano, está esticadíssimo e sobrevalorizado. Acredito que venham aí uns anitos de correcções e as economias irão sofrer por arrasto. Faz parte dos ciclos econoómicos e este bull market já tem quase 10 anos. É impossível, insustentável e pouco saudável os mercados subirem indefinidamente. Vão cair mais tarde ou mais cedo e eu acho que vai ser já a partir de 2019. A confirmar-se vão ser bons anos para ir às compras.
 
[FONT=&quot]O Banco BEST, tem disponível na sua oferta, o novo seguro de capitalização, com capital garantido e taxa garantida, da UNA Seguros de Vida S.A. (antiga Groupama Seguros de Vida S.A.)

1. Entregas únicas ou adicionais: 1.000€ até um máximo de 250.000€

2. Rendibilidade:
-Taxa fixa garantida de 1,15%/ano em 2018, 2019 e 2020 (taxa mínima)
-Anos seguintes: Rendibilidade mínima anual anunciada no inicio de cada ano civil.

3. Comissão de subscrição: 0%

4. Comissão de Resgate:
-1º ano: 1,0%
-2º ano: 0,5%
-3º ano: 0,25%
-A partir do 4º ano: Isento

5. São permitidos Reembolsos Totais e Parciais em qualquer momento. Em caso de Reembolso Total: o valor a pagar corresponde ao saldo da Apólice à data do pedido de reembolso, deduzida da respetiva fiscalidade e da eventual comissão de reembolso.

6. Prazo máximo da apólice: 8 anos e 1 dia. Contudo o produto tem liquidez imediata, sendo no entanto este o prazo mínimo para poder beneficiar de uma redução máxima da fiscalidade.
[/FONT]

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[FONT=&quot]O Banco BEST, tem disponível na sua oferta, o novo seguro de capitalização, com capital garantido e taxa garantida, da UNA Seguros de Vida S.A. (antiga Groupama Seguros de Vida S.A.)

1. Entregas únicas ou adicionais: 1.000€ até um máximo de 250.000€

2. Rendibilidade:
-Taxa fixa garantida de 1,15%/ano em 2018, 2019 e 2020 (taxa mínima)
-Anos seguintes: Rendibilidade mínima anual anunciada no inicio de cada ano civil.

3. Comissão de subscrição: 0%

4. Comissão de Resgate:
-1º ano: 1,0%
-2º ano: 0,5%
-3º ano: 0,25%
-A partir do 4º ano: Isento

5. São permitidos Reembolsos Totais e Parciais em qualquer momento. Em caso de Reembolso Total: o valor a pagar corresponde ao saldo da Apólice à data do pedido de reembolso, deduzida da respetiva fiscalidade e da eventual comissão de reembolso.

6. Prazo máximo da apólice: 8 anos e 1 dia. Contudo o produto tem liquidez imediata, sendo no entanto este o prazo mínimo para poder beneficiar de uma redução máxima da fiscalidade.
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Também vi isso e se calhar punha algum aqui aplicado.

E qual é a fiscalidade aplicada a estes aforros?
 
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