Bolsa e investimentos

Voltei às acções embora de modo cauteloso.

Os factores relevantes foram a queda das mesmas e tb do petroleo e do euro, conjugada com a abertura em alta das bolsas EUA. Comprei Son sgps numa prespectiva de médio prazo.
 
ora toma le melões[:D]


As cotações do petróleo caíram para um mínimo de 10 semanas, penalizadas pela valorização do dólar face ao euro, o que limita a atractividade das matérias-primas como cobertura contra a inflação.

O West Texas Intermediate para entrega em Setembro seguia a perder 2,60%, para 121,45 dólares barril no mercado nova-iorquino, tendo já estado nos 121,10 dólares, valor mais baixo desde 15 de Maio.

Desde o máximo histórico atingido a 11 de Julho nos 147,27 dólares, os preços do WTI já caíram cerca de 18%. Nesse entretanto, a nota verde tem estado a ganhar terreno contra o euro.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte cedia 2,63% para os 122,53 dólares por barril.

As cotações estão também a ser penalizadas pelas declarações do presidente da OPEP, que considera que o crude está em níveis “anormais” e que deverá descer para 70/80 dólares.

Chakib Khelil, presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) disse hoje que a valorização da divisa norte-americana e o aliviar de tensões geopolíticas poderão fazer o preço do “ouro negro” cair para os 70/80 dólares.

O desempenho do petróleo tem revelado uma forte correlação com o mercado cambial, subindo quando o euro valoriza face à nota verde e descendo quando a moeda única europeia cede terreno.

“Um dólar mais forte traduz-se num petróleo mais fraco”, comentou à Bloomberg um corretor do BNP Paribas, Tom Bentz.

De manhã, o petróleo esteve em alta, essencialmente sustentado pelos receios de que novos episódios de violência na Nigéria possam reduzir ainda mais a oferta de crude daquele país africano. A Shell anunciou que poderá ter que suspender as exportações do crude nigeriano Bonny Light depois de um ataque às suas instalações.
 
e la vai maus uma


As cotações do petróleo seguiam a cair nos mercados internacionais, penalizados pela especulação de que os elevados preços e o abrandamento do crescimento económico vão reduzir ainda mais a procura de combustível nos Estados Unidos.

O contrato de Setembro do West Texas Intermediate (WTI), crude de referência para os Estados Unidos, seguia a perder 0,70% no mercado nova-iorquino, para 125,95 dólares por barril.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, “benchmark” para a Europa, cedia 0,47% para 126,50 dólares.

O consumo de combustível nos EUA atingiu uma média de 20,2 milhões de barris por dia nas últimas quatro semanas, o que corresponde a menos 2,4% face ao mesmo período do ano passado, anunciou o Departamento norte-americano da Energia.

Este não é um valor habitual, já que o consumo de gasolina atinge um pico durante o Verão do outro lado do Atlântico. A chamada “driving season” nos EUA tem início no fim-de-semana do “Memorial Day”, em finais de Maio, e prolonga-se até ao “Labor Day”, em inícios de Setembro.

“Temos estado a assistir a uma diminuição da procura e os preços regressão aos 120 e aos 110 dólares por barril antes do final do ano”, comentou à Bloomberg um analista do Commerzbank, Eugen Weinberg.
 
Bem a EDP R é que anda em queda há não sei qtos dias! E já perdeu quase 25% do valor da IPO.

Dá-me ideia que um dos responsáveis da queda é a queda do petroleo...
 
Bem a EDP R é que anda em queda há não sei qtos dias! E já perdeu quase 25% do valor da IPO.

Dá-me ideia que um dos responsáveis da queda é a queda do petroleo...


Ela está em queda desde a sua entrada em bolsa e desde essa altura o petróleo ainda subiu muito...

Pelo que acho precipitado tentar encontrar essa relação.

Contudo, quanto mais caro for o petróleo, melhor para as renováveis...[;)]
 
Ela está em queda desde a sua entrada em bolsa e desde essa altura o petróleo ainda subiu muito...

Pelo que acho precipitado tentar encontrar essa relação.

Contudo, quanto mais caro for o petróleo, melhor para as renováveis...[;)]
Pois, mas a queda a partir de certa altura acelerou bastante.

Evidentemente pode (e deve) haver outras explicações, nomeadamente o preço algo excessivo.

No entanto a evolução do preço até me parece semelhante (sem compara gráficos nem coisas semelhantes) à Iberdrola Renovables.
 
toma la morangos.
agora e sempre a descer


Os preços do petróleo deslizaram mais de 4% e negociavam abaixo dos 120 dólares por barril, devido à especulação de que a tempestade tropical Edouard não vai provocar interrupções do fornecimento nos EUA.

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, descia 4,3% para os 119,76 dólares por barril, o que representa o nível mais baixo desde Maio. Em Londres, o barril do “Brent” recuava 3,73% para os 119,55 dólares, depois de já ter perdido mais de 4% e negociado nos 118,80 dólares.

A tempestade tropical Edouard deverá atingir o grau de furacão amanhã, mas não está a afectar a produção do Golfo do México e prevê-se que também não afecte maior porto petrolífero dos Estados Unidos, Galveston, no Texas.

Estas previsões, aliadas à especulação de que o consumo de combustíveis nos EUA vai abrandar, estão a penalizar os preços da matéria-prima, que negoceiam assim abaixo dos 120 dólares por barril pela primeira vez desde Maio.
 
o petroleo esta bera[:D] (Bear market)


O petróleo seguia a desvalorizar estando a negociar na casa dos 115 dólares por barril em Londres, pressionado pela valorização do dólar face ao euro e pelos sinais de abrandamento económico. A matéria-prima regista assim uma queda de mais de 20% desde que atingiu os novos máximos, o que corresponde a um cenário de "bear market".

O West Texas Intermediate (WTI) negociava nos 117,50 dólares por barril em Nova Iorque e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, perdia 1,61% para os 115,81 dólares.

O dólar tocou hoje num máximo de sete semanas face ao euro o que leva a redução da procura de petróleo como forma de investimento por parte dos investidores detentores da moeda única da Zona Euro, já que estes se tornam mais dispendiosos e menos atractivos.

De realçar é o facto de um dos factores que contribuiu para a valorização do petróleo ao longo deste ano ser mesmo os ganhos que a divisa da Zona Euro registou face à da maior economia do mundo, desde que se instalou a crise de crédito de alto risco no mercado.

Nas últimas sessões tem sido verificada uma queda do euro face ao dólar com os dados económicos a serem negativos para a região e os investidores a verem sinais menos negativos nos EUA.

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Também a contribuir para os máximos do petróleo, além das questões cambiais, esteve o aumento da procura por parte dos países asiáticos e as tensões entre o Irão e Israel, que poderia por em causa a produção petrolífera iraniana, a segunda maior da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

No dia de hoje foi ainda conhecido que as reservas de crude nos EUA, na semana passada, aumentaram de forma inesperada e que as de produtos destilados sofreram um acréscimo superior ao esperado.

No entanto as crescentes preocupações com o abrandamento económico e a consequente diminuição da procura petrolífera contribuíram para a queda dos preços do petróleo, que já acumulam uma redução de mais de 20% desde que atingiu os 147,50 dólares em Londres e os 147,27 dólares em Nova Iorque.

Assim, menos de um mês depois de ter atingido estes máximos, o mercado petrolífero entrou em “bear market”.
 
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