Hoje tive certeza que fui burlado numa bomba de combustiveis.
Desloquei-me a uma bomba de combustiveis para encher um jerricam-garrafao de 5 litros com gasolina de 95
Lá comecei a encher até que ficou cheio , olhei para a bomba e marcava quase 12€ na minha burrice desloquei-me a caixa paguei e nao quis o talao.
Ao vir para casa é que acordei e percebi que tinha sido burlado. Eu devia ter pago 7.5€ e nao o que marcava na bomba que era quase o dobro.
A bomba está sempre a contar litros e euros mas a quantidade de gasolina que sai é muito inferior ao que realmente marca.
Andamos todos a ser roubados , a bomba marca litros e euros mas o que realmente entra no depósito e muito menos.
Na próxima vou pedir ao funcionario para ser ele a encher e assim já o confronto
Os instrumentos de abastecimento são inspeccionados todos os anos por Entidades Qualificadas Independentes de forma a evitar irregularidades nesse sentido, e para certificar que os instrumentos estão bem calibrados na medição.
Todas as bombas têm um selo colado que diz "instrumento verificado" com o ano da verificação. Este selo é colado pela Entidade Inspectora em todos os instrumentos (bomba) do posto de combustível, sempre que o mesmo tenha sido inspeccionado e para conhecimento do consumidor.
Pode até acontecer que alguma bomba esteja com avaria no sistema de medição e o responsável do posto de combustível não tenha ainda conhecimento.
Em várias bombas do mesmo posto, pode haver uma com avaria e as outras estarem em bom funcionamento.
Se detectas alguma anomalia na medição do combustível por parte de alguma bomba, o que tens a fazer é alertar o responsável do posto de combustível para essa situação.
Se ele demonstrar interesse em resolver a situação e te devolver o valor em que foste prejudicado está tudo certo.
Caso isto não aconteça e ele demonstrar desinteresse em resolver a situação, nesse caso denuncias a situação ao IPQ (Instituto Português da Qualidade), ou à Entidade Qualificada que realiza a inspecção nessa região (ver o link abaixo pag. 4, 5 e 6).
Instituto Português da Qualidade (ver páginas 4, 5 e 6)
A falta de inspeção, bem como as anomalias reportadas ao IPQ, dão direito a coima.