Bush, o tópico...

O espanhol já é segunda lingua... tal como por cá o é... juntamente com o ingles, frances e alemão.

Segunda lingua na escola... dar a hipotese de as pessoas escolherem essa lingua, tal como cá.

Ninguém disse que era para tornar a segunda lingua oficial dos states.

Desculpem-me eu achar que faz sentido dar a oportunidade dos alunos americanos poderem escolher entre o espanhol, frances, portugues... etc etc...

O francês tem 25% da expressão do portugues no mundo e é uma segunda lingua nas escolas americanas... porque não pode ser o português?
 
Última edição:
O espanhol já é segunda lingua... tal como por cá o é... juntamente com o ingles, frances e alemão.

Segunda lingua na escola... dar a hipotese de as pessoas escolherem essa lingua, tal como cá.

Ninguém disse que era para tornar a segunda lingua oficial dos states.

Desculpem-me eu achar que faz sentido dar a oportunidade dos alunos americanos poderem escolher entre o espanhol, frances, portugues... etc etc...

O francês tem 25% da expressão do portugues no mundo e é uma segunda lingua nas escolas americanas... porque não pode ser o português?
EXACTAMENTE! apr:)
 
Lol, demagocia 1, razão 0

Lol, demagocia 1, razão 0

Mas visto de pernas para o ar faz todo o sentido.

Se não, vejamos o enorme impacto que os países de lingua portuguesa têm na economia americana. Só para terem uma ideia, dos 33 maiores exportadores para os Estados Unidos, o conjunto de todos os países que falam a língua de Camões (1) representa uns estonteantes 1.4% do valor total. Uau!

A juntar a isto temos os 10%, digo 5%, perdão 1%, euh, 0.5%, aliás, 0.2% de americanos que falam a nossa língua. O que convenhamos, é muito (pernas para o ar, pernas para o ar...).

É que é quase metade do número de pessoas que falam Tagalo! Exacto, Tagalo! Essa grande língua universal.

Enfim, delírios de gente pequena...
 
Grande confusão

Grande confusão

Esta é a notícia cá difundida...

Bush veta ensino de português

2007/11/15 | 21:10
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Presidente desvalorizou iniciativa de português passar a ser segunda língua

MAIS:



O presidente norte-americano vetou esta quarta-feira uma Lei de projectos para a educação e para a saúde, no valor de 600 mil milhões, alegando que a proposta estava inflacionada em 2 mil milhões de dólares. Entre outros projectos, a proposta previa o ensino do português como segunda língua.
Bush criticou as propostas apresentadas afirmando que o povo americano merece que o Congresso se esforce mais nas propostas que apresenta. O presidente disse ainda que está na altura de cortar nos excessos e que o Congresso estava a comportar-se como «um adolescente com um cartão de crédito novo».
«Alguns destes projectos dispendiosos incluem uma prisão museu, uma escola de vela a bordo de um catamaran e um programa de português como segunda língua. O congresso deve aos contribuintes um esforço muito maior. E assim hoje na Sala Oval vetei esta lei. O Congresso precisa de cortar na «gordura», reduzir os gastos e enviar-me uma medida responsável que eu posso assinar como lei», disse o presidente.
Este é o sexto veto do presidente Bush que ao mesmo tempo que vetou esta medida assinou uma lei que autoriza entregar ao Pentágono, aproximadamente, 460 mil milhões de dólares.



Esta é a notícia nos States...



Wednesday, 14 November 2007

Bush doesn't like the Portuguese

By Andrew Ward in Washington
Published: November 13 2007 22:05 | Last updated: November 14 2007 00:20
function floatContent(){var paraNum = "3" paraNum = paraNum - 1;var tb = document.getElementById('floating-con');var nl = document.getElementById('floating-target');if(tb.getElementsByTagName("div").length> 0){if (nl.getElementsByTagName("p").length>= paraNum){nl.insertBefore(tb,nl.getElementsByTagName("p")[paraNum]);}else {if (nl.getElementsByTagName("p").length == 3){nl.insertBefore(tb,nl.getElementsByTagName("p")[2]);}else {nl.insertBefore(tb,nl.getElementsByTagName("p")[0]);}}}}George W. Bush on Tuesday approved a $40bn increase in the defence budget but vetoed a $5bn increase for health and education programmes, sparking a fierce debate with Democrats over spending priorities.
The veto marked an escalation in Mr Bush’s stand-off with Congress over the 2008 federal budget, with the president threatening to block a series of appropriations bills that breach his proposed spending limit.
Congress wants to spend $22bn more than the $933bn budget proposed by the White House, including $10bn more than the president requested for health and education.
Mr Bush is attempting to use the confrontation to cast the Democrats as the party of tax-and-spend while restoring the Republicans’ tarnished reputation for fiscal discipline ahead of next year’s elections.
The president on Tuesday accused the Democrats of behaving like “a teenager with a new credit card” since taking control of Capitol Hill in January.
Democrats said the president’s decision to veto increased health and education spending while demanding hundreds of billions of dollars more for the Iraq war highlighted his administration’s misplaced priorities.
The veto came as congressional Democrats issued a report claiming that the total cost of the Iraq war is approaching $1,300bn, including hidden costs such as long-term veterans’ healthcare, oil market disruption and interest costs on the money borrowed to pay for the war.
The report, by Congress’s joint economic committee, estimated that the total could reach $3,500bn by 2017.
Steny Hoyer, House majority leader, said it made no sense for Mr Bush to pick a fight over a $22bn budget *difference while demanding $200bn in fresh funding for the Iraq war.
Democrats said the health and education bill contained funding for domestic priorities such as job training, health research and heating subsidies for the elderly.
Mr Bush claimed the legislation was bloated with “wasteful projects” including funding for a prison museum, a sailing school and Portugese language classes.
“Congress owes the taxpayers much better than this effort,” he said, warning that the Democratic plans would increase taxes and set back efforts to reduce the US budget deficit.
Mr Bush’s newfound zeal for fiscal discipline has drawn charges of hypocrisy from Democrats after several years of increased federal spending.
“It is patently absurd that President Bush, whose irresponsible policies instigated record budget deficits and added more than $3,000bn to the national debt, now wants to pretend that he is somehow an exemplar of fiscal responsibility,” said Mr Hoyer.
The veto was the sixth issued during Mr Bush’s seven years as president and his fifth since the Democrats took control of Congress.
The defence appropriations bill signed by Mr Bush on Tuesday granted a 9 per cent budget increase for the Pentagon, excluding the cost of the wars in Iraq and Afghanistan, which are funded separately.


Copyright The Financial Times Limited 2007



Em lado algum se diz que se pretendia que o português fosse considerado como segunda língua. Apenas que a mesma fosse introduzida como opção no ensino público. Ok.

É evidente que o Sr. Bush prefere canalizar o máximo de recursos para a defesa, entenda-se máquina de guerra, satisfazendo assim o poderoso lobby da industria do armamento. Mas por aqui me fico.[:vm)]
 
Última edição:
Países que falam Espanhol: [SIZE=-1]Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Guiné Equatorial, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

Segundo o jornal Folha Dirigida


[/SIZE]
[SIZE=-1]"Incluindo Bolívia e Chile, a população que fala espanhol no Mercosur (a forma espanhola e mundial de se referir ao bloco) é de cerca de 83,3 milhões. O Brasil, único país que não tem o Espanhol como língua oficial, tem aproximadamente 161,8 milhões de habitantes.[/SIZE]"

Talvez quando houver necessidade de maior interação com o Mercosul para fazer frente aos países do Bloco Europeu e Asiático...


Porque ai aprenderiam que a Amazônia não é uma área neutra, mas a maior parte pertence ao país das bundas E que a maior reserva de água doce tem dono, assim como o combustível economicamente viável para o futuro próximo. E que hoje, além da Venezuela existe outro país rico em petróleo na América do Sul.


Apesar da grande parte da população deixar a desejar... Vão descobrir que ao contrário do Iraque, já dominamos a tecnologia nuclear e que somos referência na aviação mundial [:D]


E que atualmente esse país das bundas também tem dado mais ênfase ao Espanhol, inclusive podendo em muitos vestibulares e concursos optar por uma das duas línguas.

E talvez descubram que os países vizinhos também vêem dado mais ênfase a língua portuguesa.

O Inglês já perde para o Chines e o Espanhol. Quando acordarem vão descobrir que o mundo todo adotou uma outra 2º língua como referência

Ai quero ver como vai ficar para o lado de muitos dos Norte-Americanos que acham que Buenos Aires é capital do Brasil [:)]
 
...

Em lado algum se diz que se pretendia que o português fosse considerado como segunda língua. Apenas que a mesma fosse introduzida como opção no ensino público. Ok.

É evidente que o Sr. Bush prefere canalizar o máximo de recursos para a defesa, entenda-se máquina de guerra, satisfazendo assim o poderoso lobby da industria do armamento. Mas por aqui me fico.[:vm)]
Foi isto que o pessoal não viu! [;)]

O resto, bem o resto é mais do mesmo!
 
Foi isto que o pessoal não viu! [;)]

O resto, bem o resto é mais do mesmo!
Pé Leve,

Quem pensou que a ideia era introduzir o Português como segunda lingua oficial do país... está a leste! Por uma razão muito simples, os EUA não tem sequer uma primeira lingua oficial! Se não tem a primeira, como poderia ter a segunda!?
Bem... que se pode fazer...
 
[SIZE=-1]"Incluindo Bolívia e Chile, a população que fala espanhol no Mercosur (a forma espanhola e mundial de se referir ao bloco) é de cerca de 83,3 milhões. O Brasil, único país que não tem o Espanhol como língua oficial, tem aproximadamente 161,8 milhões de habitantes.[/SIZE]"

Os números são pouco atuais. A incluir Bolívia (9,5M), Chile (16,5M), Argentina (40M), Uruguai (4M), Paraguai (6M) e Venezuela (26M), a população total seria de uns 112 milhões. Sem sumar Perú, Ecuador e Colómbia, que são países observadores da Mercosur.

O brasil está já nos 186.
 
Foi isto que o pessoal não viu! [;)]

O resto, bem o resto é mais do mesmo!
Gastar o equivalente a 100 "Estádios do Dragão" para (entre outras ideias geniais como museus/prisão ou escolas/catamaran) ensinar uma inutilidade tanto em termos práticos como económicos?

Exactamente em quê, é que isto bom? Para o nosso ego?

E comparando com as escolas portuguesas, há por aí alguma (basta uma!) que ensine a 13ª língua mais falada no nosso país? Ou a do 14ª país mais importante a nível de economia e negócios?
 
O espanhol faz mais sentido no EUA com 2ª lingua é um facto...uma prisao museu devia ser interessante para cativar os turistas a verem a morbida realidade prisional americana[:blush:] mas não interessa tal como o sistema de saude ou seja o que for a nivel social ou cultural.

para o Bush o que interessa realmente é o dinheiro ser gasto no seu esforço de guerra para dominar o mundo [:vm)] (ou tentar dominar)
 
Gastar o equivalente a 100 "Estádios do Dragão" para (entre outras ideias geniais como museus/prisão ou escolas/catamaran) ensinar uma inutilidade tanto em termos práticos como económicos?

Exactamente em quê, é que isto bom? Para o nosso ego?

E comparando com as escolas portuguesas, há por aí alguma (basta uma!) que ensine a 13ª língua mais falada no nosso país? Ou a do 14ª país mais importante a nível de economia e negócios?
Não se trata de ego, ou outro motivo torpe. O português, como língua, é utilizado por mais de 210 milhões falantes nativos, é a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental.
 
Não se trata de ego, ou outro motivo torpe. O português, como língua, é utilizado por mais de 210 milhões falantes nativos, é a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental.
So what?

Mas já que insistes nesse pseudo-argumento cá vai:

Estamos em lugar no ranking de línguas mundiais com mais native speakers.

A usar a tua lógica, não faria mais sentido começar pelas que estão à nossa frente?

Quantas escolas americanas (ou até portuguesas) disponibilizam o ensino de mandarim? Ou de árabe? Ou de hindu? Tudo línguas com números bastante maiores que a nossa.

Enfim.

Queres que alguém te explique o porquê de por exemplo o Francês ter prioridade sobre estas todas? O Francês que está em 18º lugar nestas tabelas? É que é tão óbvio que até dói.
 
Qual é que achas que é a origem dos legionários da maquina de guerra.

Num clima de guerra constante tem de haver voluntários para as fileiras.
 
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