C3 1.2 puretech

Sobre o anticongelante peugeot, sim, o mesmo é de um tom azul escuro / acinzentado.

Sem qualquer tipo de publicidade, apenas para demonstrar a côr original (a embalagem é plástico branco/translucido) https://www.autopartslogistic.com/anti-gelo_id-34_cat-70_pid-1637756080_ta-PEU

Sobre a temática das vibrações, no 208 a opinião que tenho é que não é apenas um problema da embraiagem só por si, mas também tem a ver com os apoios de motor e caixa, a forma como estarão concebidos e a quantidade de apoios que o motor/caixa tem.

Ainda sobre este motor (1.2 VTI/Puretech)...encontram-se por essa internet fora relatos de carros em que o motor foi trocado por completo com poucos kilómetros, devido a um problema conhecido e aceite pela Peugeot relacionado com a cambota e algumas tolerâncias que a mesma não pode exceder com o uso. Eu questionei a Peugeot sobre esta situação directamente no front office da concessão, ao que fui informado que para o n.º de chassi do meu carro não existia qualquer nota de recolha ou que o mesmo se encontrava no lote dos que supostamente poderiam ter problemas. Mas admitiram conhecer o problema e que já tinham tido operações de troca de motores.

Durante a semana passada, em conversa com o electricista auto a quem tenho recorrido para resolver uns problemas electrónicos noutros carros, a conversa descambou na concessão Peugeot, onde ocorreram as situações que anteriormente descrevi. E surpresa (bem desagradável e preocupante para mim), o carro do sogro do electricista (um Peugeot 208 1.2 do início de 2016, tal como o meu) tinha sido rebocado para essa mesma concessão após ter ligado a luz de pressão de óleo durante uma viagem em AE...diagnóstico: sem óleo no carter, devido a fuga através de um vedante da cambota (que excedeu os limites de tolerâncias). Solução: motor novo. Ainda não sei como caso vai ser resolvido, pois tal como no meu caso, o carro após o fim da garantia passou a ser assistido em casa. E para um carro que queria manter por uns bons anos, são uma série de ???? sobre a longevidade do mesmo que em nada me deixam seguro / confiante que fará os anos para que eu projectei a compra.

Mas atenção, 1.4 e 1.6 HDI também não estão isentos de problemas...

1.4 hdi 1.jpg
1.4 hdi 2.jpg1.4 hdi 3.jpg

Peugeot 208 1.4 HDI, sempre assistido na marca, 75.000km (+/-). Diagnóstico: selantes da cabeça do motor a desintegrarem e consequente fuga de óleo Custo de reparação, com substituição da distribuição por a mesma ter de ser desmontada para fazer a reparação) (fora da marca, por técnico da marca): 700€

E se pudesse colocar aqui umas imagens do interior de um 408 entregue à cerca de 15 dias...a falta de rigor na montagem de algumas peças interiores e na preparação da viatura para entrega ao cliente é de deixar os cabelos em pé!

Não me alongo mais, não é só a Peugeot a sofrer de males nos dias de hoje, para mal de todos os consumidores...
 
Last edited:
LEONFR, obrigado pelo feedback e informações adicionais.

Aí no final, quando falas na entrega de um 408 entregue há 15 dias, se estás a falar de uma viatura nova, será o 508, pois o 408 já não se comercializa.

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Sobre o anticongelante peugeot, sim, o mesmo é de um tom azul escuro / acinzentado.

Sem qualquer tipo de publicidade, apenas para demonstrar a côr original (a embalagem é plástico branco/translucido) https://www.autopartslogistic.com/anti-gelo_id-34_cat-70_pid-1637756080_ta-PEU

Sobre a temática das vibrações, no 208 a opinião que tenho é que não é apenas um problema da embraiagem só por si, mas também tem a ver com os apoios de motor e caixa, a forma como estarão concebidos e a quantidade de apoios que o motor/caixa tem.

Ainda sobre este motor (1.2 VTI/Puretech)...encontram-se por essa internet fora relatos de carros em que o motor foi trocado por completo com poucos kilómetros, devido a um problema conhecido e aceite pela Peugeot relacionado com a cambota e algumas tolerâncias que a mesma não pode exceder com o uso. Eu questionei a Peugeot sobre esta situação directamente no front office da concessão, ao que fui informado que para o n.º de chassi do meu carro não existia qualquer nota de recolha ou que o mesmo se encontrava no lote dos que supostamente poderiam ter problemas. Mas admitiram conhecer o problema e que já tinham tido operações de troca de motores.

Durante a semana passada, em conversa com o electricista auto a quem tenho recorrido para resolver uns problemas electrónicos noutros carros, a conversa descambou na concessão Peugeot, onde ocorreram as situações que anteriormente descrevi. E surpresa (bem desagradável e preocupante para mim), o carro do sogro do electricista (um Peugeot 208 1.2 do início de 2016, tal como o meu) tinha sido rebocado para essa mesma concessão após ter ligado a luz de pressão de óleo durante uma viagem em AE...diagnóstico: sem óleo no carter, devido a fuga através de um vedante da cambota (que excedeu os limites de tolerâncias). Solução: motor novo. Ainda não sei como caso vai ser resolvido, pois tal como no meu caso, o carro após o fim da garantia passou a ser assistido em casa. E para um carro que queria manter por uns bons anos, são uma série de ???? sobre a longevidade do mesmo que em nada me deixam seguro / confiante que fará os anos para que eu projectei a compra.

Mas atenção, 1.4 e 1.6 HDI também não estão isentos de problemas...

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Peugeot 208 1.4 HDI, sempre assistido na marca, 75.000km (+/-). Diagnóstico: selantes da cabeça do motor a desintegrarem e consequente fuga de óleo Custo de reparação, com substituição da distribuição por a mesma ter de ser desmontada para fazer a reparação) (fora da marca, por técnico da marca): 700€

E se pudesse colocar aqui umas imagens do interior de um 408 entregue à cerca de 15 dias...a falta de rigor na montagem de algumas peças interiores e na preparação da viatura para entrega ao cliente é de deixar os cabelos em pé!

Não me alongo mais, não é só a Peugeot a sofrer de males nos dias de hoje, para mal de todos os consumidores...
Os 1.6hdi, também sofreram vários problemas, tais como fuga na anilha do 4° injetor, abraçadeiras dos tubos do intercooler que ficavam largas e resíduos de óleo no fundo do cárter. Mas mesmo assim, o mecânico que o meu carro costuma visitar, recomenda os hdi. O próprio deixou os alemães e actualmente só tem Pegueot. Tenho uma familiar que fez 300k km num C3 1.4hdi, aquele motor só levou uma anilha de injetor e mais nada, além da manutenção normal, que era feita em casa. O carro que estou a substituir, tem 273k e nunca teve problemas de motor, nem turbo, ainda com a mesma embraiagem. (1.9tdi 90cv) Julgo que hoje em dia, há poucos motores que não deem problemas.
 
LEONFR, obrigado pelo feedback e informações adicionais.

Aí no final, quando falas na entrega de um 408 entregue há 15 dias, se estás a falar de uma viatura nova, será o 508, pois o 408 já não se comercializa.

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Sim, queria referir-me a um 508.
 
Boas!

Em relação os meus anteriores posts neste tópico, decidi que vou alugar numa rent-a-car o C4 Cactus com o motor 1.2 Puretech 110cv durante 2 dias para assim testá-lo bem. Até porque no concessionário aqui da zona para test-drive só têm o motor a gasóleo.

Depois logo digo como correu. Mas só deve ser daqui a 2 semanas, pois nessa altura é que preciso de fazer uma viagem de 500km e assim junta-se o útil ao agradável.

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Bom, da minha experiência, que tenho um C3 com + de 18 mil Km´s tem sido francamente positiva e gosto muito do motor, com bons consumos!

De facto existiu um recall devido a problemas na cambota, mas remontam a (algumas e na Peugeot) viaturas de 2013/2014 e supostamente está resolvido:confused:

Da embraiagem não tenho e/ou sinto os sintomas referidos... Mas vou estar atento e claramente que reportarei por aqui.[;)]
 
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Tenho um Cactus 1.2 110 cv comprado em 2015 com 2000 km. Desde o momento em que o experimentei notei que a marcha-atrás arranhava, ao contrário do outro que experimentei com 200 km, que ainda não estava disponível para venda. Não posso avaliar se a embraiagem pega demasiado em cima, é na linha do Clio II 1.2 75 cv que tinha antes, mas o pára-arranca conseguiu ser sempre "brusco" do que aquele (que também não era especialmente suave), tanto na 1ª como na 2ª. Agora tem 40'000 km e nas últimas 2 semanas tem vibrado bastante ao ralenti, apresentado menos força em aceleração e gasto mais 2 litros. Sempre fui citroenista e também acho os Peugeots recentes muito interessantes, mas acima de tudo não tenho paciência para avarias constantes e despesas de oficina, pelo que se não conseguir resolver o problema rapidamente e sem gastar muito dinheiro, será o meu último PSA enquanto me lembrar da experiência. A minha dúvida é se a brusquidão não será uma característica comum a tricilindrícos de baixa cilindrada. O Firefly da Fiat e o 1.0 GDi da Kia seriam alternativas, mas não se forem mais do mesmo.
 
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Tenho um Cactus 1.2 110 cv comprado em 2015 com 2000 km. Desde o momento em que o experimentei notei que a marcha-atrás arranhava, ao contrário do outro que experimentei com 200 km, que ainda não estava disponível para venda. Não posso avaliar se a embraiagem pega demasiado em cima, é na linha do Clio II 1.2 75 cv que tinha antes, mas o pára-arranca conseguiu ser sempre "brusco" do que aquele (que também não era especialmente suave), tanto na 1ª como na 2ª. Agora tem 40'000 km e nas últimas 2 semanas tem vibrado bastante ao ralenti, apresentado menos força em aceleração e gasto mais 2 litros. Sempre fui citroenista e também acho os Peugeots recentes muito interessantes, mas acima de tudo não tenho paciência para avarias constantes e despesas de oficina, pelo que se não conseguir resolver o problema rapidamente e sem gastar muito dinheiro, será o meu último PSA enquanto me lembrar da experiência. A minha dúvida é se a brusquidão não será uma característica comum a tricilindrícos de baixa cilindrada. O Firefly da Fiat e o 1.0 GDi da Kia seriam alternativas, mas não se forem mais do mesmo.

Então depois vai-nos mantendo ao corrente este tópico! Obrigado pelo testemunho[;)]
 
Ou estou muito enganado ou o meu puretech está a gastar muitíssimo oleo. O esquisito é que o motor não está babado em lado nenhum e tb não faz fumo.
 
Boas!

Suponho que seja para mim a pergunta.

Ainda não foi. Eu na próxima terça-feira tenho uma viagem de 500km para fazer e por isso só vou alugar nessa altura, de 2 a 4 de Julho.

Também ainda não tenho garantido que o alugue, pois o vendedor da Citroen ficou de me facilitar o aluguer na rent-a-car para onde vendeu 2 viaturas destas há uma semana atrás, mas ainda não me telefonou a confirmar. Se até sábado não me disser nada, vou ver o que arranjo eu e penso que algum se deve arranjar por aqui com esse motor, pois é zona muito turística e há muitas rent-a-car a operar.

Portanto, em principio a 4 ou 5 de Julho dou novidades por aqui.

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Ou estou muito enganado ou o meu puretech está a gastar muitíssimo oleo. O esquisito é que o motor não está babado em lado nenhum e tb não faz fumo.

Quantos kms tem a máquina? Compraste novo ou usado? Que óleo utiliza e de quantos em quantos kms é trocado?

Tens verificado o nível do óleo pela vareta e tens reparado que está a baixar ou de que forma é que surgiu a suspeita que está a gastar óleo?

Esse "muitíssimo" significa que já tiveste que fazer atestos entre revisões?
 
Boas!

Tal como prometido... Fica o review.

Tive um C4 Cactus 1.2 PureTech alugado por 2 dias. Matrícula 5*-XU-**, ou seja, novo, matriculado 2 dias antes. Tinha 80km. Fiz outros 80km.

Como a minha dúvida principal era aquela que referi uns posts atrás, avaliar a embraiagem, pois neste mesmo tópico (e noutros) há relatos de ser muito em cima e de o arranque ser algo "de esticão", assim que sai do stand com o carro (menos de 1 minuto), até podia ter voltado logo para trás, pois a principal dúvida está tirada. Não é nem de perto tão mau como cheguei a pensar.

Pode ser um pouco mais acima que o normal, mas é fácil. O carro não se vai abaixo facilmente, até dá para arrancar na boa sem usar o acelerador. E nem é preciso levantar o pé muito devagarinho. Depois, ao pisar no acelerador, dá efectivamente um esticão, que pode ser pequeno ou maior consoante o peso que lhe pusermos. Mas isto a meu ver é bom. Dá-lhe uma pujança de arranque muito interessante e que, com o hábito, deverá ser até uma mais valia.

Comparando com o carro que tenho agora, Volvo V40 d2 115cv de 2012, este C4 Cactus com o 1.2 PureTech, "anda" quase o mesmo. A aceleração é até mais pujante assim que se acelera. A rotações mais elevadas é que se sente um pouco de diferença, pois o Volvo mantém-se a acelerar bem enquanto que o Cactus a certa altura perde um pouco de potência (ou, se preferirem, pede outra mudança).

De resto também fiquei bem impressionado com o carro. Para 17.000€, novo, é um carro muito interessante e parece-me muito bom negócio. A direcção não é assim lá muito precisa, a do Volvo por exemplo responde muito melhor e com mais precisão. Mas tirando isso (que até nem é assim tão grave e o hábito ajudará certamente), não encontrei assim nada mais que mereça realce. De resto tudo entre satisfatório e bom.

O que vou encomendar, da série especial Origins, branco, deverá ser ainda ligeiramente mais interessante que este que experimentei.

A questão de haver comentários negativos acerca do motor, que pode não durar tanto quanto o expectável, não me preocupam tanto pois o carro é para a mulher e ela faz entre 6 e 10 mil kms por ano. Pelo que quando tiver entre 30 e 50 mil kms (cerca de 5 anos), em principio será vendido e em principio terá que ser um grande azar haver problema no motor entre o final da garantia e o 5º ano.

Pode ser que com 5 anos e 50 mil kms ainda valha uns 10-12 mil euros.

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Boas!

Tens razão, faltou essa informação, obrigado.

Era o de 110cv.

Se fosse o de 130cv não teria ficado surpreendido pelo que o motor puxa. Já seria normal, ou até me ia parecer se calhar abaixo das expectativas para essa "cavalagem". Neste fiquei um pouco surpreendido pois estava à espera de menos. Não é que seja nada do outro mundo, mas até puxa bem, pelo menos ali entre as 1000 e as 3000 rotações. Depois das 3000 é que já não noto que continue a puxar tanto como por exemplo o Volvo puxa.

Isto que refiro das rotações é aproximado e com base na sensação que me dá, pois como se sabe o C4 Cactus novo não tem conta rotações.

Isto comparando um 3 cilindros (C4) com um 4 cilindros (V40), que é claro que não são comparáveis.

Também percebi aquilo que alguns referem sobre o motor do C4 Cactus, 1.2 PureTech 110cv, de que parece que treme a altas rotações. É verdade que puxando uma 5ª ou uma 6ª a fundo, a certa altura parece que se sente (através do pedal do acelerador) uma certa tremedeira. Mas como é constante, a um ritmo certinho, fica claramente aquela ideia de ser uma característica do motor e não um problema. E como "característica" não me refiro a nada de negativo.

É assim, sente-se que o "respirar" do motor não é totalmente contínuo. E se calhar até pode haver quem goste. Eu não gosto nem desgosto, desde que o motor seja durável sem dar grandes problemas, é o que interessa.

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Boas!
Andei uma semana com um C3, 1.2 deste ano, com 6mil km, não sei especificar o modelo.
Tem jantes 16, teto preto, o resto é um cinza entre metalizado e cinza rato, com bumpers. Surpreendeu pelo conforto, tecnologia e agilidade! Nunca pensei que fosse tão despachado.
Não gostei da embraiagem e da caixa que é muito curta, falta um 6°.
A nível de espaço é bom, tendo em conta o seu segmento. Tenho 1.8m e o meu pai com a mesma altura, ia bem no banco atrás, apesar de se queixar da altura do tejadilho. Minha companheira ficou encantada com o carro e tecnologia. Basicamente, só se tira a mão do volante, para trocar de velocidade.
Farois em automático são top!
Muito fácil de conduzir e pena não ter GPS nativo.
Motor um pouco ruidoso, as vezes parece um diesel e a frio, sente-se alguma vibração no volante. Fez os 6.000km na minha mão.
Estive a ver preços e 0km , com equipamento inferior, pelo menos exteriormente, custa menos de 13.000€.
No geral, é um carro muito bem construído, no interior, os plásticos tem alguma qualidade e já me esquecia referir que tem uma mala generosa.
Um utilitário com muita pinta e configurações muito originais.
Consumo... Não consegui menos de 6.5, com médias de 52kmh.
Só mais um aparte, uma coisa de que gostei, foi o trabalhar do motor em altas! Só me fez lembrar o 2.5 do Porsche Boxster, com um suave assobio, que até parecia ter um turbo.
 
Last edited:
Esses motores de 3 cilindros do grupo PSA são extremamente fiáveis embora haja casos de trepidações a baixas rotações. As caixas de velocidade e as embraiagens é que não são grande coisa. Os melhores motores 3 cilindros a gasolina são os do grupo VAG e da Ford.
 
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