mariojmmachado
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A vibração que me referi é mesmo do motor, sem tocar nos pedais e ao ralenti.Estavas a carregar na embraiagem e no travão ao mesmo tempo? Se sim é normal vibrar.
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A vibração que me referi é mesmo do motor, sem tocar nos pedais e ao ralenti.Estavas a carregar na embraiagem e no travão ao mesmo tempo? Se sim é normal vibrar.



Os 1.6hdi, também sofreram vários problemas, tais como fuga na anilha do 4° injetor, abraçadeiras dos tubos do intercooler que ficavam largas e resíduos de óleo no fundo do cárter. Mas mesmo assim, o mecânico que o meu carro costuma visitar, recomenda os hdi. O próprio deixou os alemães e actualmente só tem Pegueot. Tenho uma familiar que fez 300k km num C3 1.4hdi, aquele motor só levou uma anilha de injetor e mais nada, além da manutenção normal, que era feita em casa. O carro que estou a substituir, tem 273k e nunca teve problemas de motor, nem turbo, ainda com a mesma embraiagem. (1.9tdi 90cv) Julgo que hoje em dia, há poucos motores que não deem problemas.Sobre o anticongelante peugeot, sim, o mesmo é de um tom azul escuro / acinzentado.
Sem qualquer tipo de publicidade, apenas para demonstrar a côr original (a embalagem é plástico branco/translucido) https://www.autopartslogistic.com/anti-gelo_id-34_cat-70_pid-1637756080_ta-PEU
Sobre a temática das vibrações, no 208 a opinião que tenho é que não é apenas um problema da embraiagem só por si, mas também tem a ver com os apoios de motor e caixa, a forma como estarão concebidos e a quantidade de apoios que o motor/caixa tem.
Ainda sobre este motor (1.2 VTI/Puretech)...encontram-se por essa internet fora relatos de carros em que o motor foi trocado por completo com poucos kilómetros, devido a um problema conhecido e aceite pela Peugeot relacionado com a cambota e algumas tolerâncias que a mesma não pode exceder com o uso. Eu questionei a Peugeot sobre esta situação directamente no front office da concessão, ao que fui informado que para o n.º de chassi do meu carro não existia qualquer nota de recolha ou que o mesmo se encontrava no lote dos que supostamente poderiam ter problemas. Mas admitiram conhecer o problema e que já tinham tido operações de troca de motores.
Durante a semana passada, em conversa com o electricista auto a quem tenho recorrido para resolver uns problemas electrónicos noutros carros, a conversa descambou na concessão Peugeot, onde ocorreram as situações que anteriormente descrevi. E surpresa (bem desagradável e preocupante para mim), o carro do sogro do electricista (um Peugeot 208 1.2 do início de 2016, tal como o meu) tinha sido rebocado para essa mesma concessão após ter ligado a luz de pressão de óleo durante uma viagem em AE...diagnóstico: sem óleo no carter, devido a fuga através de um vedante da cambota (que excedeu os limites de tolerâncias). Solução: motor novo. Ainda não sei como caso vai ser resolvido, pois tal como no meu caso, o carro após o fim da garantia passou a ser assistido em casa. E para um carro que queria manter por uns bons anos, são uma série de ???? sobre a longevidade do mesmo que em nada me deixam seguro / confiante que fará os anos para que eu projectei a compra.
Mas atenção, 1.4 e 1.6 HDI também não estão isentos de problemas...
Ver anexo 148113
Ver anexo 148114Ver anexo 148115
Peugeot 208 1.4 HDI, sempre assistido na marca, 75.000km (+/-). Diagnóstico: selantes da cabeça do motor a desintegrarem e consequente fuga de óleo Custo de reparação, com substituição da distribuição por a mesma ter de ser desmontada para fazer a reparação) (fora da marca, por técnico da marca): 700€
E se pudesse colocar aqui umas imagens do interior de um 408 entregue à cerca de 15 dias...a falta de rigor na montagem de algumas peças interiores e na preparação da viatura para entrega ao cliente é de deixar os cabelos em pé!
Não me alongo mais, não é só a Peugeot a sofrer de males nos dias de hoje, para mal de todos os consumidores...
LEONFR, obrigado pelo feedback e informações adicionais.
Aí no final, quando falas na entrega de um 408 entregue há 15 dias, se estás a falar de uma viatura nova, será o 508, pois o 408 já não se comercializa.
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Tenho um Cactus 1.2 110 cv comprado em 2015 com 2000 km. Desde o momento em que o experimentei notei que a marcha-atrás arranhava, ao contrário do outro que experimentei com 200 km, que ainda não estava disponível para venda. Não posso avaliar se a embraiagem pega demasiado em cima, é na linha do Clio II 1.2 75 cv que tinha antes, mas o pára-arranca conseguiu ser sempre "brusco" do que aquele (que também não era especialmente suave), tanto na 1ª como na 2ª. Agora tem 40'000 km e nas últimas 2 semanas tem vibrado bastante ao ralenti, apresentado menos força em aceleração e gasto mais 2 litros. Sempre fui citroenista e também acho os Peugeots recentes muito interessantes, mas acima de tudo não tenho paciência para avarias constantes e despesas de oficina, pelo que se não conseguir resolver o problema rapidamente e sem gastar muito dinheiro, será o meu último PSA enquanto me lembrar da experiência. A minha dúvida é se a brusquidão não será uma característica comum a tricilindrícos de baixa cilindrada. O Firefly da Fiat e o 1.0 GDi da Kia seriam alternativas, mas não se forem mais do mesmo.
Ou estou muito enganado ou o meu puretech está a gastar muitíssimo oleo. O esquisito é que o motor não está babado em lado nenhum e tb não faz fumo.
Vi ontem no configurador da citroen e julgo que seja o de 83cv.qual cavalagem custa 13000€?????