Cadeiras de Bebé

Marrokino penso que o Boxer não respondeu no sentido de defender que viajar virado para a frente é melhor.

Os exemplos que deste são como os exemplos que eu e o Boxer demos, a melhor solução depende sempre da situação, e não há soluções perfeitas [;)]
 
Não é a mesma coisa. Um acidente frontal normal tens 2 carros a andar a velocidades equivalentes.
Uma traseirada na pior das hipóteses estas parado com pé no travão e ai a probabilidade de a seguir ainda bateres de frente torna quase indiferente o sentido em que a criança vai.
Mas já agora se é tao seguro andar para a frente porque não poe logo à nascença para a frente?

Vocês tem noção que basta uma travagem a fundo para provocar um enorme esforço no pescoço quando virados para frente?

À probabilidade de uma travagem a fundo é superior a qualquer tipo de embate. A cabeça é muito pesada para a resistência do pescoço e de resto é só lerem melhor sobre o assunto, para isso existe o google.
Era exactamente sobre as travagens que também vinha falar. E não é preciso nenhum embate para elas acontecerem, e são feitas todos os dias. Mesmo que não sejam travagens a fundo, implicam sempre maior esforço para a criança segurar a cabeça. E isso é tão evidente nos bebés, que até ao colo temos nós de segurar a cabeça. É ingénuo pensar que com um ano já têm a resistência e autonomia de um adulto.
 
Marrokino penso que o Boxer não respondeu no sentido de defender que viajar virado para a frente é melhor.
Os exemplos que deste são como os exemplos que eu e o Boxer demos, a melhor solução depende sempre da situação, e não há soluções perfeitas [;)]

O Boxer defende que viajar para a frente é igual a viajar para tas ou até melhor.

Eu tive a minha filha a viajar para a frente desde antes dos 2 anos por um conjunto de situações que me levaram a isso apesar de ter consciência que no geral é mais seguro ir virada para trás.

Se viaja para a frente por opção, porque se conhece os riscos mas existem outros condicionantes que levam a tal situação, agora o que o Boxer diz não é isso. É que no limite não é preciso ter um acidente para causar danos.
 
O Boxer defende que viajar para a frente é igual a viajar para tas ou até melhor.

Eu tive a minha filha a viajar para a frente desde antes dos 2 anos por um conjunto de situações que me levaram a isso apesar de ter consciência que no geral é mais seguro ir virada para trás.

Se viaja para a frente por opção, porque se conhece os riscos mas existem outros condicionantes que levam a tal situação, agora o que o Boxer diz não é isso. É que no limite não é preciso ter um acidente para causar danos.
A tua situação é idêntica à minha!
quem me dera que os meus filhos andassem virados para trás, mas tal era impossível!
 
A tua situação é idêntica à minha!
quem me dera que os meus filhos andassem virados para trás, mas tal era impossível!

Isso das impossibilidades é sempre discutível. Se vivesses na Suécia onde o transporte virado para trás é obrigatório como farias? Deixarias de andar de carro com os teus filhos?
 
Isso das impossibilidades é sempre discutível. Se vivesses na Suécia onde o transporte virado para trás é obrigatório como farias? Deixarias de andar de carro com os teus filhos?

Eu acho mais seguro o puto andar com cinto, do que sem ele!
Como ele não via a mãe/ pai, tentava tirar o cinto ( e conseguia) e saia da cadeira.
Prefiro andar com ele virado para a frente.
 
Eu acho mais seguro o puto andar com cinto, do que sem ele!
Como ele não via a mãe/ pai, tentava tirar o cinto ( e conseguia) e saia da cadeira.
Prefiro andar com ele virado para a frente.

Mas se fosse obrigatório, como é em certos países, andar com a cadeirinha para trás e (obviamente) o cinto de 5 pontos posto, como farias? Deixavas de andar de carro com o teu filho? Ou arranjarias estratégias para que passasse a ser possível ele andar dentro da lei.
Olha, por exemplo, eu já viajei muitas vezes no banco de trás ao lado da minha filha, com a mãe a conduzir e o banco do pendura livre. A mesma coisa com a mãe atrás e eu a conduzir quando vamos no meu carro. Se é chato, ter que ir atrás onde nem sequer dá para conversar bem com o condutor? É sim senhor. Mas, e depois? Paciência. Quando decidimos ter filhos já sabíamos que ia haver sacrifícios a fazer e este é bem pequenino se comparado com tantos outros!
 
Mas se fosse obrigatório, como é em certos países, andar com a cadeirinha para trás e (obviamente) o cinto de 5 pontos posto, como farias? Deixavas de andar de carro com o teu filho? Ou arranjarias estratégias para que passasse a ser possível ele andar dentro da lei.
Olha, por exemplo, eu já viajei muitas vezes no banco de trás ao lado da minha filha, com a mãe a conduzir e o banco do pendura livre. A mesma coisa com a mãe atrás e eu a conduzir quando vamos no meu carro. Se é chato, ter que ir atrás onde nem sequer dá para conversar bem com o condutor? É sim senhor. Mas, e depois? Paciência. Quando decidimos ter filhos já sabíamos que ia haver sacrifícios a fazer e este é bem pequenino se comparado com tantos outros!

O problema, é que eu não posso conduzir, por isso tem que ser a minha mulher a fazê-lo.
Depois como são 2 cadeiras atrás, eu não consigo sentar-me no lugar do meio!
Como estamos em Portugal, eles podem andar virados para a frente.
Não é o ideal, mas também não é o fim do mundo.
 
Mas se fosse obrigatório, como é em certos países, andar com a cadeirinha para trás e (obviamente) o cinto de 5 pontos posto, como farias? Deixavas de andar de carro com o teu filho? Ou arranjarias estratégias para que passasse a ser possível ele andar dentro da lei.
Olha, por exemplo, eu já viajei muitas vezes no banco de trás ao lado da minha filha, com a mãe a conduzir e o banco do pendura livre. A mesma coisa com a mãe atrás e eu a conduzir quando vamos no meu carro. Se é chato, ter que ir atrás onde nem sequer dá para conversar bem com o condutor? É sim senhor. Mas, e depois? Paciência. Quando decidimos ter filhos já sabíamos que ia haver sacrifícios a fazer e este é bem pequenino se comparado com tantos outros!
Tudo bem, também já fiz como dizes no passado em viagens maiores.

E quando vai uma pessoa sozinha à frente? Vou a por no banco da frente? para mim fora de hipótese. A razão da minha passar a andar virada para a frente por acaso nem foi birras, porque felizmente ela adora andar de carro nem pia...
 
Tudo bem, também já fiz como dizes no passado em viagens maiores.

E quando vai uma pessoa sozinha à frente? Vou a por no banco da frente? para mim fora de hipótese. A razão da minha passar a andar virada para a frente por acaso nem foi birras, porque felizmente ela adora andar de carro nem pia...

Mas quando eles aprendem a abrir o cinto já têm idade suficiente para lhes explicarmos que não o podem fazer. Pelo menos no meu caso assim foi.
 
O nogueiraribeiro já assumiu que a segurança não está em primeiro lugar, que é um compromisso. Tu próprio das aí exemplos de 1,80m e mais não sei o quê. Novamente, compromissos.

O meu compromisso é a segurança da criança , tudo o resto é secundário. As vezes andam pessoas com mais de 1,8m no meu carro e ficam com pouco espaço. Pois temos pena. Prefiro uma perna partida de um adulto do que qualquer osso partido de uma criança. Mas isto sou eu, que digo frases feitas de segurança das crianças.
Pois, só que eu não é às vezes, é sempre que vai a Maria a conduzir. E não tenho 1.80, tenho 1.85. E não vou "apertadinho", vou com as canelas esborrachadas no porta luvas. Ou então com as pernas cruzadas e os joelhos encostados no porta luvas. Se tiver um toque fico sem ambos os joelhos. Sim, compromissos - o horror, a tragédia!

A cadeira que eu comprei, como todas as que dão até aos 25kg viradas para trás, demora pelo menos 10min a montar e garantir que está bem montada. Para mim não é um problema porque está montada sempre no mesmo lugar e não muda de sítio. Se for a Maria a conduzir eu prefiro correr o risco de ficar sem joelhos a mudar a cadeira de sítio. Mas não é uma cadeira que eu possa dar aos meus pais para eles montarem. Não é uma cadeira para ser trocada todas as viagens. Para a segurança da criança é mais importante a cadeira ir bem montada, por isso se for para mudar de carro, se calhar uma cadeira ISOFIX era melhor. ISOFIX, até aos 18kg viradas para trás, há 1 ou 2 cadeiras no mercado. Não sei se caberiam no meu carro, ou no dos meus pais.

Também tenho regularmente que pôr a criança no carro estacionado à noite numa rua estreita sem visibilidade em que os carros estacionam nos passeios. É importante a segurança da criança e para a minha não sermos atropelados enquanto eu faço isso. Nessa viagem que dura menos de 10min o mais crítico para a segurança é esse momento. A cadeira que o nogueiraribeiro escolheu ajuda imenso neste aspecto.

Repito, acho muito bem que digas que andar para trás é mais seguro. Todos os estudos demonstram isso, seja nos embates frontais, seja nos laterais. E um embate traseiro é sempre um embate frontal de alguém. É uma pedagogia que tem que ser feita. Mas a atitude confrontacional com que o fazes é prejudicial. E mesmo olhando só para a segurança, há imensos motivos para fazer escolhas diferentes das tuas.
 
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Mas quando eles aprendem a abrir o cinto já têm idade suficiente para lhes explicarmos que não o podem fazer. Pelo menos no meu caso assim foi.
A minha aprender aprendeu com pouco mais de 1 ano, conseguir já é outra historia... Com o tempo até já desistiu de tentar, é mesmo preciso força.

Sobre terem idade suficiente para perceber uma coisa, sim tens razão. Só que muitas vezes não basta perceberem para deixarem de fazer determinada coisa. Há feitios e feitios.

Mas como disse, no meu caso nao foi essa a razão. Comprei uma cadeira virada para tras, mas para segundo carro comprei uma 1,2,3, portanto virada para a frente. A miúda nem se queixava de andar virada para tras, mas preferiu andar virada para a frente.

Ainda andamos assim uns tempos, viagens grandes para tras, desenrasques virada para a frente, até que ela começou a não querer ir para tras, chorava, vomitava, engasgava-se com o vomito tínhamos de parar o carro de urgência para não sufocar.

Tenho a certeza que se tivesse apenas cadeiras viradas para tras, até hoje ela andava feliz da vida... mas infelizmente foi assim...

De resto ela até é muito certinha, sabe que tem de ir na cadeira e nem sequer deixa senta-la no carro sem ser na cadeira (por exemplo de carro parado à espera de alguem). .
 
O Boxer defende que viajar para a frente é igual a viajar para tas ou até melhor.

Eu tive a minha filha a viajar para a frente desde antes dos 2 anos por um conjunto de situações que me levaram a isso apesar de ter consciência que no geral é mais seguro ir virada para trás.

Se viaja para a frente por opção, porque se conhece os riscos mas existem outros condicionantes que levam a tal situação, agora o que o Boxer diz não é isso. É que no limite não é preciso ter um acidente para causar danos.
Nunca defendi tal coisa. Faz-vis falta uma leitura mais atenta.
O que eu digo é que, considerando que a diferença entre as duas soluções é apenas a orientação da cadeira, a que vai virada para trás é mais segura em embates frontais e a que vai virada para a frente é mais segura em embates traseiros.

Se, com uma cadeira virada para trás, bater num muro andando para a frente a 40km/h, o resultado é o mesmo que numa cadeira virada para a frente bater, de marcha-atrás, num muro a 40Km/h.
Certo?

E não é preciso "estar parado com o pé no travão". Um tipo até se pode despistar a 100, dar meio pião e bater de traseira num muro. Ou vir um maluco a 300 na faixa da esquerda e alguém se atirar para a frente dele a uns respeitosos 120.

A mim bateram-me por trás com o carro parado na entrada da CRIL para a 2a Circular, com o pé no travão. E quem bateu já vinha a travar bem, deve ter-me batido a 30/40. Andei mais de uma semana à rasca do pescoço e, por acaso, ia virado para a frente. Com o encosto de cabeça bem regulado.

Como já tem sido dito: é relativo.
 
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