Cancelamento de matícula e Propinas - dúvida

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Boas

No ano lectivo de 2012/2013 matriculei-me numa Universidade Pública, no entanto e por motivos pessoais só frequentei as aulas por 1 semana.
Cerca de 2/3 meses depois fui à "secretaria" para fazer o cancelamento da matrícula. Na altura foi-me dito que por ser a primeira matricula naquela instituição que não era possível fazer o cancelamento (ou "congelamento") da matrícula, e que assim sendo ao deixar de ir às aulas ficaria tudo anulado.

Entretanto, estes dias recebi em casa um conta com propinas em atraso para pagar. Caso contrário dariam seguimento a um processo na AT.

Ainda não consegui ligar para lá, mas alguém sabe dizer como se processam estas coisas?
E se fui mal informado?
 
Foste mal informado.
Penso que não há propriamente um formulário para "trancar" a matrícula. Mas isto ao fim do ano lectivo. Desde que estejam pagas as propinas não há stresses.

Agora na tua situação, penso que deveriam ter-te facultado um impresso próprio e dito que deverias pagar as propinas, pelo menos as prestações correspondentes ao primeiro semestre
 
A primeira prestação de 2012/2013 paguei-a logo no acto da matrícula.

A partir daí é que não paguei mais nada, e estava descansado porque me tinha dito que não precisava de fazer nada para a matricula ser anulada.
 
Isso é estranho.
Na UC quando acabas um ano lectivo, caso tenhas as propinas pagas desse ano pagas não há problema caso não te voltes a matricular.
No meu caso particular, não me matriculei 1 ano lectivo e até ver ainda não recebi nada
 
Tou a ver que me vou lixar... Mas amanhã vou tentar ligar para lá e ver o que me dizem!
 
Obrigado pelo "testemunho".

Primeiro vou tentar ligar e ver o que me dizem, caso queiram ir com isso para a frente vou fazer como dizes!
 
Também me aconteceu o mesmo no ISEL.

Basicamente é isto : a propina é anual e é uma só. As universidades é que permitem que seja paga em 3 prestações.

Se pagaste apenas a 1ª prestação do ano, mesmo que não vás mais às aulas tens que pagar o resto, salvo excepções que variam conforme a universidade , por exemplo se desistires antes de novembro podes não ter que pagar tudo.

Mas o que acontece é que eles não informam as pessoas correctamente.

Muita gente já caiu nisto e se procurares vês esta situação em muitos sites e blogs.
 
Também me aconteceu o mesmo no ISEL.

Basicamente é isto : a propina é anual e é uma só. As universidades é que permitem que seja paga em 3 prestações.

Se pagaste apenas a 1ª prestação do ano, mesmo que não vás mais às aulas tens que pagar o resto, salvo excepções que variam conforme a universidade , por exemplo se desistires antes de novembro podes não ter que pagar tudo.

Mas o que acontece é que eles não informam as pessoas correctamente.

Muita gente já caiu nisto e se procurares vês esta situação em muitos sites e blogs.

É exatamente isso... algumas Universidades/Politécnicos permitem o pagamento faseado, podendo o mesmo em algumas instituições ser feito em 9 ou 10 prestações. Mesmo que um aluno desista/deixe de aparecer na instituição, o valor em falta para o total da propina fica em dívida. Normalmente existe uma tentativa de cobrança "voluntária" e só posteriormente é que se passa para o litigioso.
O que tenho visto alguns alunos nesta situação a fazerem, é acordarem um plano de pagamento da propina em dívida "em prestações".
Todavia, penso que foste mesmo mal informado...
 
Como é evidente, a suspensão ou anulação da matrícula carece de um requerimento do aluno a fazer essa solicitação, os serviços não podem fazer tal coisa por si próprios.
 
Era o que mais faltava pagarmos e não usarmos! Eles vão tentado mas não pega.

Mesmo que se pagasse o ano inteiro, então o valor devia ser devolvido proporcionalmente. Aliás, para eles me responderem a dizer que não teria de pagar o restante valor é porque não o podem fazer caso contrário a esta hora estava a pagar quase 1 ano de aulas que não usufruí.

Nem todos os portugueses continuam a comer gelados com a testa.
Também não pode ser assim, se estás numa universidade publica é porqe ocupas uma vaga, há que haver respeito pelos outros também. Uma coisa é fazer uma um cancelamento como deve ser na universidade, outra é não aparecer e no fim vir com filmes que não pagas porque não usufruis... não estou a dizer que é o teu caso, mas há que ter atenção em todos as situações.

De resto, tive uma situação parecida no ISCTE, entrei para um mestrado já na última fase e passado pouco tempo tive de sair porque apareceu um daqueles projectos no trabalho e já não tinha tempo para nada. Pelas regras da uni teria de pagar 50% da propina para sair, mas consegui ficar pelos 10% porque expus o meu caso ao reitor... argumentei que o tempo de cancelamento para as outras fases não era proporcional quando comparado com a última e deram-me razão.

Na tua uni deves ter um formulario para expor casos deste tipo ao reitor/direcção, faz isso e explica tudo como deve ser.
 
Era o que mais faltava pagarmos e não usarmos! Eles vão tentado mas não pega.

Mesmo que se pagasse o ano inteiro, então o valor devia ser devolvido proporcionalmente. Aliás, para eles me responderem a dizer que não teria de pagar o restante valor é porque não o podem fazer caso contrário a esta hora estava a pagar quase 1 ano de aulas que não usufruí.

Nem todos os portugueses continuam a comer gelados com a testa.

Fazes a matricula e começas a pagar pelo serviço, dás ordem de cancelar e deixas de pagar (a maior parte das universidades permite que as prestações ainda por vencer não sejam pagas).

Não dizes nada, obviamente continuas matriculado e a bandeirada a contar.

Não me parece nada complicado perceber isto...
 
Mas qual é a dúvida?
A propina é devida no acto de inscrição e no seu valor total. As instituições têm regulamentos onde constam os prazos para se cancelar/anular a inscrição e que podem ou não dar direito ao não pagamento de propina. Depois não se faz de 31 de boca e com o não aparecer nas aulas e ponto! Existem requerimentos de anulação para alguma coisa.

Agora convém é que tanto do lado da instituição como do lado do aluno haja a correta transmissão de informação (que lendo só aqui uma das partes parece não ter existido) para não dar qq hipótese a recurso da decisão.
Resolução agora, requerimento expondo o caso e solicitando (caso exista essa possibilidade em regulamento da instituição) que seja perdoada a totalidade ou parte da divida. Mas a esta altura do campeonato e passado tanto tempo, não prevejo resolução favorável para o aluno [;)]
 
Era o que mais faltava pagarmos e não usarmos! Eles vão tentado mas não pega.

Mesmo que se pagasse o ano inteiro, então o valor devia ser devolvido proporcionalmente. Aliás, para eles me responderem a dizer que não teria de pagar o restante valor é porque não o podem fazer caso contrário a esta hora estava a pagar quase 1 ano de aulas que não usufruí.

Nem todos os portugueses continuam a comer gelados com a testa.

Não é filme nenhum, não usaste...não pagas. É muito simples.

E não se trata de falta de respeito pelos colegas pois ninguém pode prever o futuro. Cancelamente? Onde? Nunca falaram nisso e agora de repente já tinha de ser feito? Tretas. Aliás, tão treta que não obrigam a pagar, só mandam uma carta ameaçadora para ver se pega.

Querer obrigar a pagar na totalidade quando não estás a usar esse serviço...isso sim, será no mínimo falta de respeito. Se pensarmos que a maior parte até desistiu por razões financeiras e agora a universidade cai-lhes em cima para pagarem o ano todo seja de que forma for com ameaças incluídas..........................é uma atitude muito questionável, sobretudo depois de sair a noticia que estavam praticamente falidos. Coincidência? Não acredito nessas coisas. :)

Não sabes do que falas.

Uma coisa é comunicares à instituição a tua desistência e consequente anulação da matricula, eliminando assim o teu estatuto de aluno.
Outra coisa é não colocares lá os pés e pensares que por assim ser, não tens o dever de pagar porque não utilizas.

O que tu não sabes é que o valor que se paga para frequentar uma instituição pública é muito inferior ao custo real, suportado pelo estado (contribuintes e afins).
Ao estar matriculado e não frequentar é a mesma coisa que deitar dinheiro fora, teu e dos outros.

Neste caso, ou a instituição é flexível e deixa passar (o que duvido) ou então vais ter de arrotar o restante valor porque não tens como provar que foste mal informado.
 
Não é filme nenhum, não usaste...não pagas. É muito simples.

E não se trata de falta de respeito pelos colegas pois ninguém pode prever o futuro. Cancelamente? Onde? Nunca falaram nisso e agora de repente já tinha de ser feito? Tretas. Aliás, tão treta que não obrigam a pagar, só mandam uma carta ameaçadora para ver se pega.

Querer obrigar a pagar na totalidade quando não estás a usar esse serviço...isso sim, será no mínimo falta de respeito. Se pensarmos que a maior parte até desistiu por razões financeiras e agora a universidade cai-lhes em cima para pagarem o ano todo seja de que forma for com ameaças incluídas..........................é uma atitude muito questionável, sobretudo depois de sair a noticia que estavam praticamente falidos. Coincidência? Não acredito nessas coisas. :)
Mas tu fazes por não perceber ou?... Quando te inscreves estás a concordar com o pagamento de uma propina, não interessa se vais ás aulas ou não, quer dizer, agora não ias ás aulas, aparecias só para os exames e no fim dizias "vá, não pago propinas porque não usufrui!".

Não interessa se a universidade te deu modalidades de pagamento, no fim do ano eles lá esperam a propina, porque tu concordaste com o pagamento da mesma quando fizeste matricula. Se te dão opção de anulamento, era o que devias ter feito, está tudo nos regulamentos, é só ler.

Também compras bilhetes de cinema, faltas ao filme, e depois pedes o dinheiro de volta?
 
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