Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Paga-se, para o ferro velho vir buscarPergunta legítima: depois de tirar as peças, o que se faz ao que sobra?
Abandona-se no meio da rua? Não se consegue abater num centro de abate, certo?
Paga-se, para o ferro velho vir buscar
Sim, tens razão.Não necessariamente!
Há que saber "jogar" com as oscilações do preço do metal! Desde que consigas o transporte ainda dá para ganhar uns trocos bons, isto contado por um conhecido que tem um "cemitério a céu aberto" com dezenas de carripanas espalhadas que vai comprando e vendendo, consoante lhe dá jeito e tem sempre montes de peças de tudo e mais alguma coisa...
Já o denunciaram, ao que consta já lá foi a ASAE, mas não o vejo muito preocupado... e não é para as bandas de Braga!!!
Ainda agora vi um anúncio deste género: Carro a andar perfeitamente mudados embraiagem, pneus da frente, rolamentos e apoios do motor. Baquetes nos bancos da frente e rádio Android com ecrã de NSQ polegadas. À venda por um rapazinho na casa dos 20/25 barba e penteado à moda. Pelo que reparei, gastou umas moedas valentes num carro da mesma idade que ele e agora coloca-o à venda.
Sem documentos claro...
Depois tens aqueles que na realidade têm documentos, mas...
- não podem ser transaccionados (dividas fiscais);
- apreendidos por alterações das características do veículo, ou na sequência de acidentes, por exemplo;
- imbróglios de heranças que não valem o esforço de recuperação dos mesmos;
Era este caso que estava a pensar ontem.
Depois dá o carro como roubado?
Se ao entregar a carroçaria num ferro velho houvesse cruzamento de dados com o nr de chassis (caso este ainda esteja visível) tinha potencial para dar asneira.
Pois, não faço ideia...
Lembro-me de 2 casos desses com pessoas carros de pessoas conhecidas.
Num dos casos um empregado que ficou com o carro da empresa que faliu. A viatura estava em nome da empresa já extinta e assim continuou enquanto rodou durante anos até acabar na sucata.
No outro caso o carro nunca foi mudado de nome após a venda, tendo até falecido o dono que contraiu a divida que originou a penhora, e acabei por perdê-lo de vista.
Há uns anos eu estava na oficina da marca do meu carro e chegou um tipo que vinha fazer uma marcação. Deu a matrícula e a senhora da receção perguntou se era carro da empresa XPTO. Eu virei logo a cabeça pois já tinha feito vários trabalhos para essa empresa. O tipo respondeu que não, que o carro tinha estado abandonado num terreno baldio. Ficou pálido quando eu lhe disse que tinha chegado a andar várias vezes naquele carro em questão.
Até hoje não sei como ele fez isso. Acho que o usucapião só existe em imóveis, em automóveis penso que não. Como o legalizou e pôs em nome dele até hoje é um mistério...
Pois, não faço ideia...
Lembro-me de 2 casos desses com pessoas carros de pessoas conhecidas.
Num dos casos um empregado que ficou com o carro da empresa que faliu. A viatura estava em nome da empresa já extinta e assim continuou enquanto rodou durante anos até acabar na sucata.
No outro caso o carro nunca foi mudado de nome após a venda, tendo até falecido o dono que contraiu a divida que originou a penhora, e acabei por perdê-lo de vista.
E como é que conseguiam segurar os carros?
Pergunta legítima: depois de tirar as peças, o que se faz ao que sobra?
Abandona-se no meio da rua? Não se consegue abater num centro de abate, certo?
o habitual tinha os docs de outro igual e trocou as matriculas...só não há remedio para a morte.
só fica mistério para quem pensa que isto é tudo cor de rosa ou azul e anda tudo legal.
Nesta terra há mais Berardos do que se pensa...