Carros com + de 300.000 Km

Eu tive um E39 28i e, de facto, acho que não será fácil algum dia ter um carro que me impressione mais pela solidez e qualidade de construção. O meu foi vendido com "apenas" 210.000 km e estava muito, muito bom. Precisava de uns toques na pele do banco do condutor e na chapa, mas nada mais.

A pintura está bastante razoável, sem estar a descascar ou baça mas tem muitas marcas e mossas.

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Um vinco/risco.
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Mas é acima de tudo para um puto recém encartado dar umas voltas.
Até acho que estou a colocar o carro muito bonito.
[:D]
 
Só tentava colocar umas jantes do modelo. Dou muito valor à questão das jantes e não gosto nada de ver carros com jantes de outros modelos ou aftermarket.
 
Só tentava colocar umas jantes do modelo. Dou muito valor à questão das jantes e não gosto nada de ver carros com jantes de outros modelos ou aftermarket.



Por acaso também gosto de ver os carros com as suas próprias jantes.

No caso são uma jantes da marca, mas não usadas no modelo em questão.

Em todo o casos, ele já referiu que tem outras jantes e são as do modelo em si.
 
Carros com + de 300.000 Km

O velho Clio 2 Storia dci continua a sua caminhada.

Tem recebido a manutenção a tempo e horas, e há pouco tempo uma volta aos sinoblocos frontais. Os interiores apresentam pouco desgaste, e poucos barulhos parasitas. Espantoso, até porque é um carro que com alguma frequência anda em estradas de campo.

Está nas mãos do meu irmão há 10 anos e mais de 200 mil km.



 
Última edição:
Esse Clio Storia é igual ao que tive como carro de empresa. Curiosamente, também acho que aquilo estava bem montado, tb não tinha ruídos parasitas. O meu tb já tinha perto de 300.000km, e levava cada esfrega que nem vale a pena contar... Ainda hoje anda diariamente, passou para uma colega minha.

Fiquei admirado, nunca pensei que o Clio fosse tão resistente, no sentido "caixa de fósforos", ou seja, não se desmontava em andamento. Fiquei surpreso mesmo.

Por isso é que gosto de carros "idosos", acabam por surpreender-me algumas vezes!
 
de que ano são esses clios? 2002? 2003?

Os Storia são posteriores à chegada do Clio III, penso que venderam por cá entre 2005 e 2008 (Edit: pelo menos em frança o equivalente Campus durou até 2012).

Depois de ter convivido com vários Clios II como carros de empresa, deu para ver que aguentam muita pancada sem se queixar.

São tratados como descartáveis, mas os interiores e a mecânica aguentam bem. Já andei em vários que passaram os 300 mil kms (incluindo alguns a gasolina), e ainda que tenham ruídos parasitas qb, não têm nada partido.

Pelo contrário, já andei em alguns Polos mk4 que tinham o mesmo tratamento dos Clio, e com menos kms já tinham o interior muito degradado.

Menos ruídos parasitas, mas vários plásticos partidos. Mecânicamente também eram mais frágeis.

Por aqui ainda anda um Clio de 2000, em teoria mais frágil que estes a nível de interiores, e com 200 mil kms ainda está em muito bom estado interior.

Estofos e quartelas com muito pouco desgaste, nada partido no tablier. Pela negativa apenas os ruídos parasitas.
 
Última edição:
Os Storia são posteriores à chegada do Clio III, penso que venderam por cá entre 2005 e 2008 (Edit: pelo menos em frança o equivalente Campus durou até 2012).

Depois de ter convivido com vários Clios II como carros de empresa, deu para ver que aguentam muita pancada sem se queixar.

São tratados como descartáveis, mas os interiores e a mecânica aguentam bem. Já andei em vários que passaram os 300 mil kms (incluindo alguns a gasolina), e ainda que tenham ruídos parasitas qb, não têm nada partido.

Pelo contrário, já andei em alguns Polos mk4 que tinham o mesmo tratamento dos Clio, e com menos kms já tinham o interior muito degradado.

Menos ruídos parasitas, mas vários plásticos partidos. Mecânicamente também eram mais frágeis.

Por aqui ainda anda um Clio de 2000, em teoria mais frágil que estes a nível de interiores, e com 200 mil kms ainda está em muito bom estado interior.

Estofos e quartelas com muito pouco desgaste, nada partido no tablier. Pela negativa apenas os ruídos parasitas.

Agora para os maluquinhos dos ruídos parasítas, o que é melhor? Um plástico a cantar de vez em quando numa estrada de paralelos ou ter o interior todo partido? [:D]
 
Este Clio Storia é de 03/2007. Curiosamente do mesmo ano e mês do Clio III que tivemos.

Foi comprado em finais de 2011 a uma empresa que o tinha desde novo. Na altura tinha 142 mil km e histórico de revisões na marca. Era visível que já tinha dado um toque e substituído o guarda-lamas esquerdo. De resto, impecável.

Nestes anos já levou algumas coisas, sendo as mais onerosas nos últimos 50 mil km. A bomba de alta pressão e 2 injectores reparados. Fora isso levou uma válvula do ar condicionado e um alternador.

De resto levou amortecedores Kayaba, sinoblocos, tirantes da estabilizadora, um “balão de soro” para uma folga crónica na coluna de direcção e pouco mais. Aos 180 mil km levou capas de biela, por descargo de consciência, mas estavam impecáveis.

A nível de interiores levou uma moca das mudanças, do AliExpress. Agora vai levar uma ficha eléctrica do plafonier, e respectivo plafonier. Tem algum desgaste no volante, mas mantém uma solidez de interiores bastante elevada. Facilmente passava por ter menos 200 mil km.

Há uns anos teve um acidente a baixa velocidade, despiste com embate em manilha na valeta. Empenou ligeiramente o chassi, partiu triângulo de suspensão, charriot, rótula axial e mais umas coisas. Foi endireitado, reparado com peças novas. Ficou sem fugir para qualquer lado e com desgaste igual nos pneus.

Até agora não precisou de levar embraiagem. Não toca no óleo e no líquido de refrigeração.
 
Este Clio Storia é de 03/2007. Curiosamente do mesmo ano e mês do Clio III que tivemos.

Foi comprado em finais de 2011 a uma empresa que o tinha desde novo. Na altura tinha 142 mil km e histórico de revisões na marca. Era visível que já tinha dado um toque e substituído o guarda-lamas esquerdo. De resto, impecável.

Nestes anos já levou algumas coisas, sendo as mais onerosas nos últimos 50 mil km. A bomba de alta pressão e 2 injectores reparados. Fora isso levou uma válvula do ar condicionado e um alternador.

De resto levou amortecedores Kayaba, sinoblocos, tirantes da estabilizadora, um “balão de soro” para uma folga crónica na coluna de direcção e pouco mais. Aos 180 mil km levou capas de biela, por descargo de consciência, mas estavam impecáveis.

A nível de interiores levou uma moca das mudanças, do AliExpress. Agora vai levar uma ficha eléctrica do plafonier, e respectivo plafonier. Tem algum desgaste no volante, mas mantém uma solidez de interiores bastante elevada. Facilmente passava por ter menos 200 mil km.

Há uns anos teve um acidente a baixa velocidade, despiste com embate em manilha na valeta. Empenou ligeiramente o chassi, partiu triângulo de suspensão, charriot, rótula axial e mais umas coisas. Foi endireitado, reparado com peças novas. Ficou sem fugir para qualquer lado e com desgaste igual nos pneus.

Até agora não precisou de levar embraiagem. Não toca no óleo e no líquido de refrigeração.

Bem, já tem um longo historial. Felizmente o meu III, para além do material de desgaste, não levou muita coisa. [kiss] Mudei as capas aos 250000km também por descargo de consciência. Já tinham algumas marcas, mas ainda aguentavam mais uns tempos.

Esse Clio Storia é igual ao que tive como carro de empresa. Curiosamente, também acho que aquilo estava bem montado, tb não tinha ruídos parasitas. O meu tb já tinha perto de 300.000km, e levava cada esfrega que nem vale a pena contar... Ainda hoje anda diariamente, passou para uma colega minha.

Fiquei admirado, nunca pensei que o Clio fosse tão resistente, no sentido "caixa de fósforos", ou seja, não se desmontava em andamento. Fiquei surpreso mesmo.

Por isso é que gosto de carros "idosos", acabam por surpreender-me algumas vezes!

Quando o Storia/Campus estiverem à venda já levavam uma vida de mercado longa. Os problemas já estavam todos corrigidos. [:D]

Nos países com economias emergentes ainda vendeu para lá de 2012.
 
Bem, já tem um longo historial. Felizmente o meu III, para além do material de desgaste, não levou muita coisa. [kiss] Mudei as capas aos 250000km também por descargo de consciência. Já tinham algumas marcas, mas ainda aguentavam mais uns tempos.



Quando o Storia/Campus estiverem à venda já levavam uma vida de mercado longa. Os problemas já estavam todos corrigidos. [:D]

Nos países com economias emergentes ainda vendeu para lá de 2012.

A idade não perdoa, mas a generalidade das reparações tem sido a valores acessíveis.

O Storia é sem dúvida a versão mais indicada do Clio II. Materiais interiores muito mais resistentes e uma mecânica mais aperfeiçoada. Eu tive um II ph1 1.9d, e são muito diferentes em quase todos os aspectos.


[mention]EscapeLivre [/mention] julgo que é a versão de 65 cv, mas sem certezas.
 
O meu de empresa era de 05/2007, 1.5dci de 65cv (ou 70cv?)

Sei que foi comprado após um toque qualquer de "perda total", mas vinha impecável.

Como comparação, posteriormente comprou-se um Corsa de 2011 (acho eu) e aquilo era horrível, condução totalmente artificial, desconfortável, blah... Ninguém gostava daquilo, o boss atribuiu-o a um trabalhador de quem ele não gostava muito [:D] (ele próprio o disse: este carro vai para o ..., a ver se ele se cala! Que coisa sem sal e sem jeito!) [:)]
 
O meu de empresa era de 05/2007, 1.5dci de 65cv (ou 70cv?)

Sei que foi comprado após um toque qualquer de "perda total", mas vinha impecável.

Como comparação, posteriormente comprou-se um Corsa de 2011 (acho eu) e aquilo era horrível, condução totalmente artificial, desconfortável, blah... Ninguém gostava daquilo, o boss atribuiu-o a um trabalhador de quem ele não gostava muito [:D] (ele próprio o disse: este carro vai para o ..., a ver se ele se cala! Que coisa sem sal e sem jeito!) [:)]

Era um Storia ou um III? De qualquer forma o Corsa é um filosofia um bocado diferente e as minhas costas não gostam nada. [:)]
 
O meu de empresa era de 05/2007, 1.5dci de 65cv (ou 70cv?)

Sei que foi comprado após um toque qualquer de "perda total", mas vinha impecável.

Como comparação, posteriormente comprou-se um Corsa de 2011 (acho eu) e aquilo era horrível, condução totalmente artificial, desconfortável, blah... Ninguém gostava daquilo, o boss atribuiu-o a um trabalhador de quem ele não gostava muito [:D] (ele próprio o disse: este carro vai para o ..., a ver se ele se cala! Que coisa sem sal e sem jeito!) [:)]

[:)][:)][:)]

Já vi um administrador a dar uma ordem similar..., "Comprem-lhe o mais baratinho!!", e sim, era um Corsa D que lhe ia sair na rifa. Para sorte dele o nosso diretor à revelia autorizou a compra de um segmento C do "carro do povo".

Já na empresa do meu irmão, o patinho feio é uma Kangoo longa, no meio das Peugeot Partner. Menos performance e muito menos cómoda, tanto que a carrinha tem pouquíssimos km, porque todos se desviam a ela.
 
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Como comparação, posteriormente comprou-se um Corsa de 2011 (acho eu) e aquilo era horrível, condução totalmente artificial, desconfortável, blah... Ninguém gostava daquilo, o boss atribuiu-o a um trabalhador de quem ele não gostava muito [:D] (ele próprio o disse: este carro vai para o ..., a ver se ele se cala! Que coisa sem sal e sem jeito!) [:)]

Aqui na empresa ha um grande punto e um corsa desses mais ou menos do mesmo ano. Têm o mesmo motor (1.3 multijet fiat) Mas o Punto é muito mais confortável, e o motor bem melhor isnonorizado e com menos vibrações. O Corsa parece uma carroça.

E o corsa mesmo com a suspensão mais firme comparado com o punto que é "um barco", o carroçaria parece que tem um pivotear estranho do chassis quando se aperta com ele nas curva, o punto é mais banheira Mas parece que se percebe melhor o que está a acontecer com o chassis.

O que é peculiar porque o Punto tem quase 400mil km e o corsa tem 200mil.
 
Eu, como muitos, ao tirar a carta andei em Corsas.

Comecei com um Corsa C bem rodado, e acabei num D a estrear.

O C era uma versão base, muito mais desconfortável que o Clio II a que estava habituado.

O D era uma versão bem equipada, com estofos em meia pele, tecto panorâmico, entre outras tretas. Na altura como é claro não dava para explorar as capacidades dinâmicas do bicho, mas foi uma excelente evolução face ao C.

Passados uns anos andei num D comercial, e voltou a sensação que tinha no Corsa C, de ser desconfortável como tudo. Não sei se fiquei mais burguês com a idade, ou se havia uma grande diferença entre uma versão base e uma perto do topo.
 
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