Comprei o meu primeiro monovolume de 7L (Grand Scenic 1.9 dCi) em Outubro de 2007, e em Abril de 2016 troquei-o por outro monovolume (Grand Picasso 1.6 e-Hdi ETG6).
Falando no
conceito de veiculo familiar, desde que via as Espace I estrangeiras no Algarve, nos idos anos 80, sempre gostei muito do conceito. Veiculo alto, posição de condução elevada, ampla superfície vidrada, mala generosa, versatilidade e espaço interior, ao que mais tarde se juntaram os dois bancos extra e a 2ª fila com bancos deslizantes.
Para mim (nós) faz todo o sentido, e pude experienciar isso quando os meus filhos eram mais novos (atualmente 11 e 6 anos). Os simples gestos de colocar as crianças nas cadeirinhas, entrar e sair do carro, trocar de roupa ás crianças, mudar fraldas, amamentar, alimentar, etc, são realizados de forma muito mais fácil do que se entrarmos para "o buraco" de um carro "normal" - "baixinho".
Claro que não são carros de corrida, nem para andar a fazer tempos em estradas de serra, mas mesmo assim nunca senti constrangido a apertar com eles quando assim se justifica.
Quanto á questão dos dois lugares extra, os meus são utilizados de meses em meses, mas quando fazem falta sabe bem poder meter 6 ou 7 pessoas no carro, sem andar a distribuir malta e andar a ver se ninguém se perde. No meu caso são usados especialmente com os meus sogros e com a miudagem (sobrinhos e amigos dos meus filhos).
Quanto a desvantagens; ligeiramente maior do que o equivalente 5L, talvez gaste um pouco mais, alguns (poucos) são classe 2, e honestamente não vejo outras relevantes.
De referir que os monovolumes são utilizados essencialmente pela minha esposa (diariamente), e ela não quer outra coisa! [

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O atual é de 2015, tem 44000kms e para já é para se manter até aproximadamente aos 10 anos, a não ser que surjam questões pessoais ou profissionais que obriguem a reformular a frota. Quando tal vier a acontecer, e já com os miúdos mais velhinhos, talvez nos inclinemos mais para o SUV.