Citroën C6

Neste segmento, tudo o que não for BMW, Mercedes, Audi e pouco mais, poucas hipóteses tem de sobreviver. Então se for de um construtor "generalista", pior ainda! :sh)

Ford Europa já desistiu, Opel já desistiu, VW nunca teve um carro neste segmento, Fiat só teve o 131, nos anos 60, e foi o que se viu, a Lancia tem um Chrysler remaquilhado...
 
Neste segmento, tudo o que não for BMW, Mercedes, Audi e pouco mais, poucas hipóteses tem de sobreviver. Então se for de um construtor "generalista", pior ainda! :sh)

Ford Europa já desistiu, Opel já desistiu, VW nunca teve um carro neste segmento, Fiat só teve o 131, nos anos 60, e foi o que se viu, a Lancia tem um Chrysler remaquilhado...
as siglas XJ e XF dizem-te alguma coisa? [;)]
 
Neste segmento, tudo o que não for BMW, Mercedes, Audi e pouco mais, poucas hipóteses tem de sobreviver. Então se for de um construtor "generalista", pior ainda! :sh)

Ford Europa já desistiu, Opel já desistiu, VW nunca teve um carro neste segmento, Fiat só teve o 131, nos anos 60, e foi o que se viu, a Lancia tem um Chrysler remaquilhado...

131?
Anos 60?

O 131 é dos anos 70 e 80 (substitui o 124) e era um segmento D que na parte final nas versões menores, na classe "1300-1400" era C.
Foi várias vezes campeão do Mundo de Rallies.

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Só se estás a falar da "banheira" 130, lançada em 1969 e que levou com a crise petrolífera de 1973...

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...e "desapareceu", já nem foi lançada a série seguinte, foi feito apenas um carro:

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Nota: banheira, mas espectacular.
 
O cruzamento onde aparece o 131 e o semáforo atrás é-me familiar.

Quero ver como se comporta a Alfa Romeo, Maseratti, Jaguar, Volvo, etc...
 
Last edited:
as siglas XJ e XF dizem-te alguma coisa? [;)]

E a expressão "pouco mais", diz-te alguma coisa? [;)]


131?
Anos 60?

O 131 é dos anos 70 e 80 (substitui o 124) e era um segmento D que na parte final nas versões menores, na classe "1300-1400" era C.
Foi várias vezes campeão do Mundo de Rallies.


Só se estás a falar da "banheira" 130, lançada em 1969 e que levou com a crise petrolífera de 1973...

...e "desapareceu", já nem foi lançada a série seguinte, foi feito apenas um carro:

Nota: banheira, mas espectacular.

Sim, claro que me referia ao 130, foi erro meu. [;)]
 
Neste segmento, tudo o que não for BMW, Mercedes, Audi e pouco mais, poucas hipóteses tem de sobreviver.(...) VW nunca teve um carro neste segmento, (...)

O problema focava-se na questão da imagem comercial e/ou estatuto dito social que os consumidores que venham a adquirir um modelo automóvel deste segmento automóvel pela força do preço final do mesmo na Europa, actualmente existe alguma inversão na questão pelo aparecimento de outros mercados automóveis que possibilitam a outras marcas colocarem-se e/ou (re)coloram-se em força neste segmento automóvel a nível europeu e mundial.

A FMC sempre delegou essa função de imagem de maior qualidade no automóvel à sua marca Lincoln nos mercados que lhe realmente lhe interessavam (EUA e Ásia), a Citroën sempre apresentou propostas comerciais no segmento médio alto e alto a nível europeu (independentemente do seu maior ou menor sucesso comercial) coisa importante para fixar quota de mercado por mais residual que esta seja por diversos motivos comerciais, o que aparece aqui é a entrada em força da gama DS de topo na Europa (DS9) que para a marca é secundária por curioso que seja [:D], visto que a partir da sua presença histórica no mercado da RPC a expansão para a zona asiática representa um potencial de retorno gigantesco, a par da Rússia (que já este ano irá suplantar o mercado alemão a nível europeu [;)]) e América do Sul.

Coisa semelhante, faz a VW com o seu topo de gama, o modelo Phaeton, a par da Volvo e da própria Jaguar por força da origem geográfica do seu capital próprio.
 
(...)
citroenc6.jpg

(...)
Is it time to bid adieu to the French luxury car?
Production of the Citroën C6 stops today, marking the end for the French luxury car as we know it

"(...)The death of the C6 is a major landmark for the French car industry. Its demise marks the end of the big French luxury car, a market once defined by marques such as Delage, Delahaye and Avions Voisins. Of course, despite so many established pre-WW2 luxury makes collapsing by the early 1950s, Citroën did manage to re-invent the idea of the luxury car with the DS.

Wildly innovative in its styling and engineering, the DS was one of the most successful reinventions in auto history. The DS was replaced by the CX (an edgily modern fastback and giant estate) and the XM. Neither stopped Citroën from sliding out of the, potentially highly profitable, large car market. Indeed, there was a five year gap between the XM dying and the C6 going into production, suggesting that getting the project to add up on the corporate spreadsheet was a difficult job.

And now Citroën joins sister brand Peugeot and Renault (who crashed ingloriously out of the large car market when the oddball Vel Satis was killed off in 2009) in not having a proper flagship model. National pride aside, does it matter?

Financially, it’s a big hole in the accounts because Mercedes, BMW and Audi make significant margins on their large cars. Then again, the German big-three completely dominate the global large and luxury segments, so the French are in good company. More tellingly, the French makers completely ignored the premium SUV boom, missing out on a very lucrative market that might not have been so badge-sensitive during its formative years.

Perhaps it is this determination to do things their own way that has been responsible for the French big three being slowly expelled from the large car market. Worse still, sister cars the Pug 508 and Citroën C5 could yet be merged in with the next-generation Vauxhall/Opel Insignia because falling sales and a shrinking European market for non-premium large cars is making it hard to even break-even.

Clearly, it is a matter of survival that the French carmakers do not allow themselves to be pushed back into the wafer-thin margins offered by the small and medium mass-market segments. Citroën’s first move was to fightback by leveraging the DS name and creating a new sub-brand that will demand higher showroom prices. So far, that’s looking good, though the DS4 and 5 have flaws.

As far as the large car segment is concerned, Citroën looks to have abandoned Europe and is pining its luxury hopes on China, a massive market that has an insatiable appetite for French luxury goods. The giant DS9 concept is intended to show what a range-topping DS would look like. Between that and the DS3, there’s plenty of room for expansion, including a DS SUV. It might be that the French luxury car has moved east to reinvent itself and escape from past disappointments.

And Citroën just might just pull off carving a profitable space in that huge market.(...)"
[;)]
 
Sim, claro que me referia ao 130, foi erro meu. [;)]

O 130 foi uma incursão no segmento "F" e não "E" da FIAT, tal como tens o exemplo do VW Phaeton, se calhar ao lado, mas "acima" do A8.

130 Berlina foi mais um veículo diplomático.
130 Coupé é que não.
 
O mercado sino absorve a esmagadora maioria da produção do VW Phaeton, quer na versão compacta e longa do modelo, [;)]
 
O 130 foi uma incursão no segmento "F" e não "E" da FIAT, tal como tens o exemplo do VW Phaeton, se calhar ao lado, mas "acima" do A8.

130 Berlina foi mais um veículo diplomático.
130 Coupé é que não.

Onde é que encaixas o 132 ?
 
Onde é que encaixas o 132 ?

Era um "E", isto no início dos 70's.
O 132 é muito mais pequeno do que o 130.


A: 126 - Panda - Cinquecento - Seicento - Pandas
B: 127 - Unos - Puntos
C: 128 - Ritmo - Tipo - Bravo/a - Stilo - Bravo
D: 124 - 131.
E: 125 - 132 - Argenta - Croma
F: 130.

Depois do 131, que na parte final o 1.3/1.4 concorria nos "C" os Segmento D passaram a ser o Lancia Dedra e depois Lybra.

Optaram por fazer a berlina depois do 131 RWD, num derivado com mala do Ritmo que é um "C", o Regata.

Regata - Tempra - Marea... pelas dimensões o Linea faz agora esse papel.

Mas a nível global têm 3 Berlinas:

Siena
Grand Siena
Linea

Nesse países fazem de B, C e D.
 
É um belo automóvel mas era óbvio que o destino em termos de carreira comercial ia ser sempre o mesmo. Safrane, 607, VelSatis, C6 etc etc. Nunca percebi esta obsessão dos franceses com os topos-de-gama mas acho que era uma coisa mesmo "à francês". O meu pai tem um Safrane e já o conduzi muitas vezes e é um bom automóvel apesar da idade. É espaçoso, confortável e nunca parou por avaria. Acho que o meu pai não o vende porque sempre gostou muito do carro e e agora também ninguém lhe dá nada por ele. Naquela altura não era um carro barato mas vinha bem equipado.
Compreendo que estas marcas não sejam atractivas para um potencial comprador de uma berlina alemã seja simplesmente pelo prestígio da marca ou por outras razões. Os compradores também não andam a dormir e veja-se se alguém comprava Jaguar "made by Ford". Tentar vender um Mondeo travestido de berlina de prestígio quase arruinou a Jaguar.
O comprador europeu nem o Phaeton engoliu...

Apesar disso é difícil não achar que o C6 é um belo automóvel e que é pena que tenha acabado.
 
Deduzo, que não seja uma mera película, de origem petroquímica a servir de base de imitação de uma matéria nobre, colocada em dois modelos de topo de oferta comercial de ambas as marcas automóveis.
 
Deduzo, que não seja uma mera película, de origem petroquímica a servir de base de imitação de uma matéria nobre, colocada em dois modelos de topo de oferta comercial de ambas as marcas automóveis.
Perdias menos tempo a dizer: Plástico! [:p]
 
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