Como vamos encarar o futuro ?

Mas mesmo assim penso que serão casos pontuais e não assim tantos como pensas.

O mais importante acima de tudo é saber que podes comprar aquele carro e que não vais comprometer a tua estabilidade financeira ao fazê-lo.

Como é óbvio existem pessoas que não pensam antes de comprar um carro/casa e fazem créditos em cima de créditos e depois não pensam na tx de juro (porque ela sobe) não pensam na manutenção, não pensam nos impostos, etc.
Isto é que está mal e durante muito tempo criámos o mau hábito de comprar tudo a crédito mesmo sabendo que poderia comprometer o futuro e quando a euribor subiu e atingiu máximos era vê-los todos os dias no banco a renegociar spreads, a pedir aumentos de prazo e isto aconteceu porque as pessoas não se informam antes de comprar.

Hoje em dia as pessoas já estão mais experientes e já não cometem os mesmos erros e se calhar hoje fazem mais depressa uma poupança do que um crédito. [;)]


exactamente aqui a minha referencia pelo bmw foi apenas pelo facto dele ter comprado uma bmw.

mas o caso dele nao foi bem a falta de pagamento, pois kd comprou o carro ja tinha as outras dividas todas, apenas ignorou-as e comprou carro novo a preço altíssimo para as dividas que tinha.
 
Isto tem muito que se diga.

Principalmente quando o exemplo apresentado como sinal de poupança ou compra inteligente ser um carro novo.

A história é sempre a mesma, convencer o consumidor que quando gasta o seu dinheiro está efectivamente a ganhar.

Os casos mais gritantes acontecem com os populares cartões de fidelidade. Mas por muito que sejam as vantagens oferecidas, por muito mais barato que seja um Chevy em relação a um Premium, a verdade é que se está efectivamente a ter despesa, são débitos que se acumula e não créditos!

Por muito que se possa acumular num cartão fastgalp, modelo, etc., perde-se menos se gastarmos menos e não o contrário. Assim como é muito mais económico comprar um carro em 2ª mão duma marca de baixo valor comercial dum segmento médio/alto (Volvo, Lancia, etc,) do que qualquer lowcost do mesmo segmento novo (até porque o que se perde em desvalorização é sempre superior).

Conclusão: as empresas sabem bem como dar a volta à crise, ou mesmo tirar proveito da mesma, sem que muita gente dê por isso. Nisto temos que dar o mérito aos departamentos de marketing, pois estão a conseguir que muitos continuem a gastar dinheiro sem serem acompanhados pelo sentimento de culpa, e melhor ainda, sentirem-se mesmo melhor!!! [:D]


O Shidoshi disse tudo: passámos da pulsão consumista para a poupança num ápice.
Os media e a publicidade mostraram a sua verdadeira potência.

Na verdade, o poder de compra de grande parte da sociedade - funcionários públicos e de grandes empresas privadas (PSI20, por ex.) - não sofreram com o desemprego, mantiveram os seus ordenados e viram os combustiveis baixar, a tx de juro em niveis históricos e menores pressões sociais para o consumo - factores endógenos.

Exogenamente, reduziram fortemente o consumo por efeito da informação que receberam nos últimos 2 anos.

Isto é indubitavelmente bom. Optimo, mesmo. [;)]

Mas, como bem refere o Shidoshi, os mesmos "players" que há 18 meses estimulavam o consumo como se não houvesse amanhã, são hoje os guardiões da poupança.

Tenho o maior prazer em responder "NÃO!" quando me perguntam pelo "cartão de pontos" - Galp, Continente ou Fnac, são os sítios onde vou frequentemente e sou algo fidelizado, mas não gosto que me controlem.
E sou mesmo "estúpido": tenho cartão Galpfrota e não tenho o Fastgalp! Milhares de pontos perdidos! [:D]
(Dado que não lavo o carro nas estações, só serve para acumular lixo em casa).

Quanto ao Pé Leve: se trocar de carro daqui a 4 anos, fez um péssimo negócio. Se trocar daqui a 12, poupou dinheiro (ceteris paribus, i.e., ignorando o preço da manutenção do carro).

Tudo depende das circunstâncias de cada um.
O mundo não virou 180º no último ano, tudo o que se passou é uma ameaça constante e vai voltar a acontecer.

O problema é que embarcamos todos numa psicose colectiva e transformamo-nos em interruptores: ora estamos em cima, ora estamos em baixo. [;)]
 
Como hoje estou com os pensamentos fluídos e como teclar dá saúde e faz crescer, vou alongar-me um pouco com algumas questões e cenários prementes.



Questão 1: De que forma podemos aproveitar o dinheiro para sermos realmente pessoas mais concretizadas?




Cenário 1: O João tem 25000€ no banco, num depósito a prazo.
Não tem dívidas e guarda 50% do seu ordenado mensal porque vive em função das suas economias.
Tem um Fiat Punto I pago a pronto com muito esforço e azia.(Azia porque sentiu-se mal por ter gasto esse dinheiro que podia ter guardado)
Raramente compra roupa e até evita fazer férias porque sabe muito melhor poupar aqueles 1000€.
Não vai a muitos a concertos e evita todo e qualquer contacto social que pressuponha gastar dinheiro.



Cenário 2: O José tem 12500€ no banco, em depósitos a prazo.
Deve 10000€ ao banco relativamente ao BMW XYZ que comprou novo há 3 anos atrás (e que pretende mante-lo por muitos anos).
Guarda 25% do seu ordenado mensal.
Janta fora, tira férias e vários fins de semana todos os anos.
Anda bem vestido
Totalmente despreocupado face às suas finanças, garantindo apenas que não se descapitaliza.




Não sei se o exemplo anterior foi esclarecedor, mas penso que, racionalmente, nem sempre quem mais poupa se está a poupar mais.

Não se esqueçam que o sentido pelo qual nos esforçamos, trabalhamos e vivemos é para garantir questões como uma vida social abundante, o conforto pessoal e no lar, o lazer (desportos, actividades de ar livre, etc), acesso à cultura, contacto com outros povos ou formas de pensar e alguma aventura para apimentar o caminho.


O dinheiro não é tudo, poderá até não ser nada, mas se for bem racionado poderá ajudar a sermos seres muito concretizados, mas para isso a solução NUNCA passa por privarmo-nos de tudo e de todos só para juntar x dinheiro, mas persigam as vossas paixões.
 
A última extravagância foram umas botas que comprei há 2 meses.


Houvesse mais mulheres como tu....[:D]

Mas tb me revi no teu caso, pois tb sou filho único e o "cordão umbilical" já esteve quase totalmente para ser cortado e notei alguma apreensão da parte deles....mas enfim, tb tenho as minhas ideias...e isto não vai ficar por aqui...[:cool:]

Quanto ao assunto, sou razoavelmente poupado, considero que comprar uma carro é um dos piores negócios possiveis neste país, ando com um carro em 3ª mão que vai cumprindo o dia-a-dia, isto porque não tenho € para melhor, mas principalmente porque não estou para encher os bolsos a ministros corruptos com impostos completamente disparatados....

Concluo que não estou muito confiante no futuro, vejo gente da minha geração que não tem o minimo controle e planeamento nas compras que fazem isto porque fomos uma geração a ter tudo de mão-beijada e ainda por cima cada vez mais temos salários de porcaria.

Ah, e não sou o Medina Carreira....:sh)[:D]
 
Estaria a mentir se dissesse que de algum modo a crise recente não me fez repensar a forma como gasto o meu dinheiro.

Sempre fui relativamente poupado. No início do ano atravessei-me numa casa nova e foi um sorvedouro das minhas poupanças, entre entrada, impostos, algumas mobílias, etc...

Entretanto estou a começar a recompor-me. Mas tenho sido menos impulsivo em alguns gastos.

Não quero com isso dizer que vivo para poupar, pois acho errado. Só vale a pena ganhar dinheiro se for para o gozarmos.

Mas há que encontrar o ponto de equilíbrio.

E depois estabelecer metas e objectivos é fundamental no que toca à saúde da nossa vida económica e financeira.

Na empresa também temos racionalizado alguns custos, e o mais recente exemplo fui eu.

Estou a trocar de carro e, há cerca de um ano atrás teria plafond para um carro na casa dos 40k. Acabei (pois ainda por cima o pateta que define isso na empresa sou eu [:D]) por reduzi-lo substancialmente e vou ficar com um carro de (já depois de negociado) 33k.

E também estou a usar o VISA da empresa com mais contenção ! [s)][:D]

Ora aqui está um óptimo exemplo para a sociedade.Poupar nos carros de empresa?Optima medida.O carro de 30 mil euros cumpre quanto baste não envergonhando ninguém e a empresa pode aplicar essa poupança noutras áreas.HPVentura estás de parabéns.apr:)

A bold está aquilo que considero que ninguém se esqueça.O dinheiro serve para gozarmos a vida.Independentemente das dificuldades que ela nos possa impôr é bom lembrar que só andamos por cá uns anos.Poupar sim mas não confundir com deixar de viver!Como diz numa canção dos anos 70: "you may still be here tomorrow but your dreams may not." [;)]
 
concordo inteiramente com o VDT

a sociedade parece bipolar.

estou para ver agora no natal...


cumprimentos
 
Curiosamente, tive há pouco uma conversa via telefone com a minha mãe que abordou dinheiro e trabalho.

Para ser sincera, compreendo a conversa que ela teve comigo, mas não gosto muito desse tipo de conversas. Sei que ela quer o meu bem, mas a conversa de dizer que ganho pouco, que faço muitos sacrificios (a todo o nível, material, imaterial), que saio muito tarde do trabalho, que estou longe de casa e mais isto e mais aquilo...deixa-me com os cabelos em pé. Ah e que o Estado é nosso amigo! Logo, um emprego para toda a vida! Ainda lhe disse que o agradável seria juntar o bom de cada um dos empregos e aí teríamos....o EMPREGO PERFEITO!

A nível de dinheiro não ganho muito, trabalho mais horas do que seria suposto...mas creio que estou na idade de fazer alguns sacrificios porque ainda acredito que um dia terei retorno do que aprendi e do meu esforço. Não me sinto falta de nenhum bem material, vivo bem com o que tenho. Se algum conseguir melhor, não será isso ditará a minha felicidade.

Disse que as minhas decisões a nível de trabalho não podiam ser conduzidas de acordo com os meus pais gostasse, mas porque aquilo que me faz sentir bem.

Argumentei também que tanto posso estar em Lisboa, como num outro país qualquer (eles sabem que estive a um passo de ir para Praga para a mesma empresa onde trabalho), que mais uma vez, podendo ser uma visão egoísta, nunca iria para a "terra" apenas para estar junto da família. Eu sei que soa mal, sei que muitas pessoas dariam tudo para estar na "terra", mas do pouco que tenho, sinto-me tranquila.

Posso estar a ver mal as coisas, mas não gosto que decidam as coisas por mim ou me façam sentir pressionada a decidir algo que à partida sinto que não é bem isso que quero.

Como os bons livros portugueses, o importante só vem no fim...trabalho muito, ganho pouco, mas não sinto falta de nenhum bem em especial.


como deves ter percebido logo, essa conversa tem mais a ver com o facto de te quererem "na terra" do que com as horas que fazes ou com o que ganhas.[;)]


cumprimentos
 
Como hoje estou com os pensamentos fluídos e como teclar dá saúde e faz crescer, vou alongar-me um pouco com algumas questões e cenários prementes.



Questão 1: De que forma podemos aproveitar o dinheiro para sermos realmente pessoas mais concretizadas?




Cenário 1: O João tem 25000€ no banco, num depósito a prazo.
Não tem dívidas e guarda 50% do seu ordenado mensal porque vive em função das suas economias.
Tem um Fiat Punto I pago a pronto com muito esforço e azia.(Azia porque sentiu-se mal por ter gasto esse dinheiro que podia ter guardado)
Raramente compra roupa e até evita fazer férias porque sabe muito melhor poupar aqueles 1000€.
Não vai a muitos a concertos e evita todo e qualquer contacto social que pressuponha gastar dinheiro.



Cenário 2: O José tem 12500€ no banco, em depósitos a prazo.
Deve 10000€ ao banco relativamente ao BMW XYZ que comprou novo há 3 anos atrás (e que pretende mante-lo por muitos anos).
Guarda 25% do seu ordenado mensal.
Janta fora, tira férias e vários fins de semana todos os anos.
Anda bem vestido
Totalmente despreocupado face às suas finanças, garantindo apenas que não se descapitaliza.




Não sei se o exemplo anterior foi esclarecedor, mas penso que, racionalmente, nem sempre quem mais poupa se está a poupar mais.

Não se esqueçam que o sentido pelo qual nos esforçamos, trabalhamos e vivemos é para garantir questões como uma vida social abundante, o conforto pessoal e no lar, o lazer (desportos, actividades de ar livre, etc), acesso à cultura, contacto com outros povos ou formas de pensar e alguma aventura para apimentar o caminho.


O dinheiro não é tudo, poderá até não ser nada, mas se for bem racionado poderá ajudar a sermos seres muito concretizados, mas para isso a solução NUNCA passa por privarmo-nos de tudo e de todos só para juntar x dinheiro, mas persigam as vossas paixões.
apr:)

Muito bom ponto de vista! apr:)


O que se leva mesmo desta vida é o prazer de a ter vivido!
 
Como hoje estou com os pensamentos fluídos e como teclar dá saúde e faz crescer, vou alongar-me um pouco com algumas questões e cenários prementes.



Questão 1: De que forma podemos aproveitar o dinheiro para sermos realmente pessoas mais concretizadas?




Cenário 1: O João tem 25000€ no banco, num depósito a prazo.
Não tem dívidas e guarda 50% do seu ordenado mensal porque vive em função das suas economias.
Tem um Fiat Punto I pago a pronto com muito esforço e azia.(Azia porque sentiu-se mal por ter gasto esse dinheiro que podia ter guardado)
Raramente compra roupa e até evita fazer férias porque sabe muito melhor poupar aqueles 1000€.
Não vai a muitos a concertos e evita todo e qualquer contacto social que pressuponha gastar dinheiro.



Cenário 2: O José tem 12500€ no banco, em depósitos a prazo.
Deve 10000€ ao banco relativamente ao BMW XYZ que comprou novo há 3 anos atrás (e que pretende mante-lo por muitos anos).
Guarda 25% do seu ordenado mensal.
Janta fora, tira férias e vários fins de semana todos os anos.
Anda bem vestido
Totalmente despreocupado face às suas finanças, garantindo apenas que não se descapitaliza.




Não sei se o exemplo anterior foi esclarecedor, mas penso que, racionalmente, nem sempre quem mais poupa se está a poupar mais.

Não se esqueçam que o sentido pelo qual nos esforçamos, trabalhamos e vivemos é para garantir questões como uma vida social abundante, o conforto pessoal e no lar, o lazer (desportos, actividades de ar livre, etc), acesso à cultura, contacto com outros povos ou formas de pensar e alguma aventura para apimentar o caminho.


O dinheiro não é tudo, poderá até não ser nada, mas se for bem racionado poderá ajudar a sermos seres muito concretizados, mas para isso a solução NUNCA passa por privarmo-nos de tudo e de todos só para juntar x dinheiro, mas persigam as vossas paixões.

Falta isto:

Cenário 3: O Manuel tem no banco 2.500€, deve 15.000€ do BMW XPTO com 2 anos que pretende trocar daqui a 1 ano por um melhor. Janta fora, veste bem, etc. mas no dia 20 já tem de recorrer ao cartão de crédito para essas coisas. And so on..

Para apresentar um extremo tem-se de apresentar o outro, não é mostrar um dos extremos e depois mostrar a opção equilibrada!

P.S. Só de pensar em ter um empréstimo borro-me todo, farei tudo apenas para o fazer o empréstimo para habitação.
 
Agora multiplica o numero desses cenário's 3 por pessoas que não têm posses e compra mesmo assim carros generalistas (e estou mesmo a falar de utilitários...) [;)]

Achas que há mais nesse Cenário 3 ou no que indiquei acima?

Tanto falo de BMW como de um Tata. É tudo uma questão de número, muito objectivo, não estou a falar do status, etc.

Para mim é tão condenável quem mete as mãos pelos pés por um Tata como por um BMW [;)]
 
Então senta-te dentro de um e vais ver que a minha escolha não foi assim tão difícil! [;)]

Pé Leve, antes de mais parabéns!apr:)

Agora em jeito de OT, como é que são os interiores mesmo? É que já li tantas opiniões contraditórias que nem sei...

É que eu como sou muito racional nas minhas compras, acho o Cruze uma boa opção![;)]
 
Pé Leve, antes de mais parabéns!apr:)

Agora em jeito de OT, como é que são os interiores mesmo? É que já li tantas opiniões contraditórias que nem sei...

É que eu como sou muito racional nas minhas compras, acho o Cruze uma boa opção![;)]
Vai aqui. [;)]
 
Tenho um Fiesta comprado novo há pouco mais de 7 anos. Inicialmente era para ficar por 6 anos, agora fica pelo menos 10.

Tinha possibilidades de comprar um de segmento superior, inclusive o Ford Kuga que é um carro que me tira do sério, mas seria algo completamente desnecessário e irracional.

O Fiesta ainda só tem 60 mil km e está praticamente novo, tirando as mazelas típicas de um carro que passa a vida na cidade.

Hoje em dia fazendo o exercício mental de qual seria a compra racional para substituir o Fiesta, continuaria a ser um carro do mesmo segmento.

Parabéns Pé Leve pela escolha.
 
Tento ser o mais optimista possível em relação ao futuro,mas tenho consciência que o rumo que tomamos não é o melhor.Não esbanjo tudo o que ganho,mas também não me privo de ter o meu conforto,de viajar e de comer o que me apetece.Afinal trabalho para quê?!?Amanhã posso não estar aqui.Tento viver a vida como se fosse o último dia,mas penso no amanhã pois não sei o que vou precisar.Não compro só porque o vizinho tem,mas sim se me fizer falta. Ajudo instituições de caridade sempre que posso,assim como a minha família.Poderia poupar mais,mas não seria tão feliz...
 
Estou servido para a vida.

1º Porque não tenho dinheiro [:D].

2º Porque andar sempre a trocar, faz os bolsos ficarem mais leves.

Estou bem servido e foram 2 paixões realistas de 2 mundos opostos, que o meu dinheiro pôde comprar/suportar, depois coloco sempre a paixão á frente do comodismo, não me interessa se fico com as costas/braços/pernas/pescoço num 8, se cada vez que giro, sorri-o que nem um puto parvo.

O carro, um S2000 ´00, a moto, uma ZX-10R ´06.

Ambos incompativeis com filhos, mas tudo se resolve quando a "Maria" vai de bus [:)].

Gostaria muito de ter um jipe, mas como trocar/vender está fora de questão, devido á perca de dinheiro (a moto foi comprada nova), lá tem de se esperar uns belos tempos, ou comprar um comedido.

A maioria das pessoas optam por um BMW (ou similares), porque é um valor seguro...
 
Ainda há poucos dias dei-me ao luxo de me sentar frente a um engraxador de sapatos.

E como sempre, meto conversa sobre os assuntos do dia a dia.

E a leitura daquele senhor dos fenómenos da vida, é deveras impressionante.

Deveríamos ter mais oportunidades de cruzar impressões com pessoas que talvez saibam mais que nós sobre a vida. [;)]
 
Ainda há poucos dias dei-me ao luxo de me sentar frente a um engraxador de sapatos.

E como sempre, meto conversa sobre os assuntos do dia a dia.

E a leitura daquele senhor dos fenómenos da vida, é deveras impressionante.

Deveríamos ter mais oportunidades de cruzar impressões com pessoas que talvez saibam mais que nós sobre a vida. [;)]


andas filosófico [:D][:D]


isto é post para se ler ao som de tomorrow never knows dos beatles, ou similar[:D]


cumprimentos


p.s. com taxistas é que é animado
 
Ainda há poucos dias dei-me ao luxo de me sentar frente a um engraxador de sapatos.

E como sempre, meto conversa sobre os assuntos do dia a dia.

E a leitura daquele senhor dos fenómenos da vida, é deveras impressionante.

Deveríamos ter mais oportunidades de cruzar impressões com pessoas que talvez saibam mais que nós sobre a vida. [;)]
Muito bom ponto de vista, seja pela tua atitude, seria bom enxergarmos certos pormenores que nos rodeias e que passamos o tempo a fugir-lhes.
[;)]
 
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