Conversa da treta

Belo Passeio Gabriel!

Obriagdo pelas fotos, são sempre um extra que ajuda a malta a idealizar o proximo destino. [;)]

POr aqui, tb sou eu que tenho qe conduzir, filmar e fotografar. Não fica grande coisa mas um sumples suporte por cima do painel de instrumentos serve para ter o telemovel sempre pronto a disparar fotos ou a fazer filmes.


Normalmente, dá para tirar bastsntes registos nos passeios. Pena é que normalmente, nos momentos mais excitantes, tirar fotos e filmar é o que fica para trás, tal o foco em ultrapassar os desafios.

Mas fica a ideia e sugestão para o futuro. [;)]
 
Belo Passeio Gabriel!

Obriagdo pelas fotos, são sempre um extra que ajuda a malta a idealizar o proximo destino. [;)]

POr aqui, tb sou eu que tenho qe conduzir, filmar e fotografar. Não fica grande coisa mas um sumples suporte por cima do painel de instrumentos serve para ter o telemovel sempre pronto a disparar fotos ou a fazer filmes.


Normalmente, dá para tirar bastsntes registos nos passeios. Pena é que normalmente, nos momentos mais excitantes, tirar fotos e filmar é o que fica para trás, tal o foco em ultrapassar os desafios.

Mas fica a ideia e sugestão para o futuro. [;)]
x2

Ainda no Domingo foi o telemóvel a filmar para a frente e uma Dashcam a filmar para trás.

Os vídeos ficam uma treta mas dá sempre para matar a curiosidade e para ter uma ideia dos trilhos.

Mal ou bem feito eu gosto é de ver.

Sou um curioso nato.
 
Estava eu aqui, tranquilamente, a trabalhar ( ... [:D][:D][:D][:D] ...) e enquanto pesquisava no Google Earth, encontrei uma versão especial da Mitsubishi, mas não sei que modelo é este... tem 6 rodas [:)]
Pajero.jpg
 
Vídeo interessantíssimo (em inglês) onde se compara um pneu mais largo com outro mais fino. E com outro pneu de outro modelo.


Resumo das conclusões obtidas:

Se compararmos modelos idênticos:
- Pneus mais finos têm basicamente a mesma área de contacto com o chão do que pneus mais largos, mesmo variando a pressão.
- Pneus mais finos deforma-se mais que pneus mais largos. O que significa que se adaptam melhor aos obstáculos no pavimento, logo melhor tracção.

Se compararmos modelos diferentes com medidas iguais:
- A área de contacto pode variar bastante;
- A deformação do pneu a baixa pressão pode também variar bastante;
 
Vou fazet o TT Ourém Fronteira, 1a vez a solo e com roadbook. Alguém com experiência que possa dar umas dicas?

Dos poucos passeios que fiz com roadbook, foram muito divertidos.
Aquilo que aprendi é que não devo confiar cegamente no GPS. Devemos ter atenção aos quilómetros entre pontos.
 
Vou fazet o TT Ourém Fronteira, 1a vez a solo e com roadbook. Alguém com experiência que possa dar umas dicas?
Cheguei a fazer alguns, tanto na era pré vulgarização do GPS, quer após a vulgarização do GPS.

Podes guiar-te pelo conta km parcial do jipe, ou sacar uma app (android) de terratrip. Ter sempre em atenção que ao fim de algumas notas poderão existir discrepâncias no total da distância percorrida, razão pela qual, pontualmente, existe nota para fazer reset ao total dos km. Estas discrepâncias podem ser de erros do conta km, ou do rodado traseiro a patinar.

Tipicamente os road book são de fácil interpretação, e vais acabar por ver os rastos dos outros participantes que ajudam.

Nunca fiz o Ourem-Fronteira, mas fiz o Loures-Fronteira 2 ou 3 vezes, tanto como pendura, como condutor.

Bom passeio!
 
Pois, vamos ver. O mais provável é tentar seguir algum veiculo que pareça pouco modificado e leve co piloto.

Sozinho e sempre a olhar o tempo inteiro para o roadbook não era bem a minha ideia de fun.

Não há de ser nada
 
Pois, vamos ver. O mais provável é tentar seguir algum veiculo que pareça pouco modificado e leve co piloto.

Sozinho e sempre a olhar o tempo inteiro para o roadbook não era bem a minha ideia de fun.

Não há de ser nada

Ir sozinho é sempre mais complicado... mas seguir um jipe tens sempre o risco de eles se enganarem e tu seguires o erro... o lado positivo é que ficas a conhecer mais um pouco da zona [:D]
 
Fiz no sábado novamente o Ourem/Fronteira. Muito divertido MAS, ao contrario do ano passado feito em ritmo de passeio, este ano a coisa foi bem diferente. Para evitar fazer navegação, tentei de novo meter-me atrás de um comboio, aquilo de passeio não teve nada, fui o tempo todo a ritmos impróprios. Fiz o percurso todo em tracção traseira (muito dançou aquela traseira), Fiz ainda perdido uns 23 km a mais que o percurso indicava, parei em todos os pontos programados, Tomar, Abrantes e outro mais à frente, e mesmo assim cheguei à tenda às 14h.

Ou a organização começa a disponibilizar o track e cada um vai ao ritmo que quer, ou começam todos a tentar acompanhar um qualquer que saiba o caminho mesmo que vá a fundo.

Por mim, a única coisa negativa (tirando o risco inerente ao ritmo imposto, opção minha) foi mesmo a consequência do ritmo, não permitir apreciar as paisagens por onde passamos, mas para isso há solução, procurar o track no wikilock e repeti-lo, um dia a ritmo relaxado.
 
Last edited:
Por acaso vi alguns vídeos do mais variado pessoal a caminho de Fronteira a fazer dos trilhos verdadeiras pistas de rally.
Confesso que me faz alguma confusão.
O pior é que o pessoal tem noção que são dias muito movimentados e mesmo assim arriscam demasiado, na minha opinião.

Por estas e por outras é que em passeios TT gosto muito de ir com o meu grupinho, porque já sei como o pessoal se comporta ou então prefiro ir sozinho.

Grupos grandes e com pessoal que não conheço fico sempre de pé e meio atrás e 99.9% prefiro não arriscar e não ir.
 
Eu fui fazer, pela primeira vez, e fui de moto 4.

Levei o GPS com os pontos de inicio, fim e abastecimento em Abrantes, pois o sistema que a organização disponibiliza não faz sentido nenhum nos dias que correm para um passeio, e se me me perdesse eu havia de chegar ao fim.

A minha ideia era seguir os jipes, do pessoal que arranca mais atrasado, pois já sei que o ritmo deles é mais de passeio, e em principio daria para ir atrás de alguém, e assim utilizar a navegação deles

Fiz o percurso completo, sempre atrás de jipes, e quando aquele grupo parava, ou ia muito depressa , normalmente em zonas de alcatrão, eu esperava pelo próximo grupo. O único senão desta abordagem é que tive de parar pouco para descansar pois ia para o fim do pelotão.

Achei o andamento e atitude geral destes pequenos comboios impecável.
Quando um grupo parava ( para o fim muita gente estava parado a almoçar ), eu ia devagar até aparecer outro grupo.

Gostei do percurso e do andamento geral do pessoal que segui. Para o fim haviam muitos grupos parados a almoçar.
Cheguei um pouco antes das 17h e pelo GPS tive cerca de 3 horas parado.

Como muito negativo a marcação do percurso, não faz sentido nenhum não disponibilizarem o percurso em GPX, para um evento que é um PASSEIO.

Se volto, não sei, mas se voltar é com os percursos dos anos anteriores no GPS e para ir ao meu ritmo, e com o objectivo apenas de chegar a Fronteira e não de fazer o percurso desse ano.
 
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