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CS da ONU reúne-se de emergência para responder a Pyongyang
O Conselho de Segurança da ONU realiza ainda hoje uma reunião de emergência para procurar uma resposta ao teste nuclear da Coreia do Norte, desafiando uma resolução deste organismo internacional que pedia a Pyongyang para não efectuar o ensaio.
A Casa Branca classificou o acto de provocação e pediu uma ação imediata da ONU.
Sexta-feira, os 15 do Conselho de Segurança aprovaram uma declaração não vinculativa que pedia a Pyongyang para evitar a realização do teste e advertia sobre possíveis consequências.
A crise coincide com a votação formal prevista para esta segunda-feira para nomear o chanceler sul-coreano Ban Ki-Moon como secretário-geral das Nações Unidas, quando Kofi Annan deixar o cargo, no fim de Dezembro.
O porta-voz da Casa Branca Tony Snow adiantou em Washington que o Conselho de Segurança se reunirá esta segunda-feira.
Durante as negociações anteriores à resolução aprovada na sexta-feira, o Japão e os Estados Unidos tentaram pressionar para que o Conselho de Segurança adoptasse algum tipo de sanção contra Pyongyang: embargo de armas ou outras sanções comerciais ou financeiras com base no Capítulo 7 da Carta da ONU.
Face à oposição da China e da Rússia, a menção explícita a eventuais sanções foi retirada do texto, que indicava que um teste nuclear «representaria uma clara ameaça à paz e à segurança internacional».
O Capítulo 7 autoriza um vasto leque de sanções e até mesmo uma acção militar para fazer cumprir uma resolução do Conselho.
CS da ONU reúne-se de emergência para responder a Pyongyang
O Conselho de Segurança da ONU realiza ainda hoje uma reunião de emergência para procurar uma resposta ao teste nuclear da Coreia do Norte, desafiando uma resolução deste organismo internacional que pedia a Pyongyang para não efectuar o ensaio.
A Casa Branca classificou o acto de provocação e pediu uma ação imediata da ONU.
Sexta-feira, os 15 do Conselho de Segurança aprovaram uma declaração não vinculativa que pedia a Pyongyang para evitar a realização do teste e advertia sobre possíveis consequências.
A crise coincide com a votação formal prevista para esta segunda-feira para nomear o chanceler sul-coreano Ban Ki-Moon como secretário-geral das Nações Unidas, quando Kofi Annan deixar o cargo, no fim de Dezembro.
O porta-voz da Casa Branca Tony Snow adiantou em Washington que o Conselho de Segurança se reunirá esta segunda-feira.
Durante as negociações anteriores à resolução aprovada na sexta-feira, o Japão e os Estados Unidos tentaram pressionar para que o Conselho de Segurança adoptasse algum tipo de sanção contra Pyongyang: embargo de armas ou outras sanções comerciais ou financeiras com base no Capítulo 7 da Carta da ONU.
Face à oposição da China e da Rússia, a menção explícita a eventuais sanções foi retirada do texto, que indicava que um teste nuclear «representaria uma clara ameaça à paz e à segurança internacional».
O Capítulo 7 autoriza um vasto leque de sanções e até mesmo uma acção militar para fazer cumprir uma resolução do Conselho.