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Well-known member
O que esperas, dos reacionários fachos de esquerda, quando escreves empreendedor e empresário?, e á época ainda tinhas fugir pela rua...
Não tinha percebido [
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O que esperas, dos reacionários fachos de esquerda, quando escreves empreendedor e empresário?, e á época ainda tinhas fugir pela rua...
A regra do privado é nao poder ter mais sindicatos que trabalhadores []
para quem não tem noção do tamanho real da cleptocracia tuga.
e curiosamente (ou não) 89% dos processos de corrupção são no Estado e apenas 11% no privado.
cada vez mais alinhados com os PALOPs.
Tendo em conta o que foste escrevendo cada vez mais vais ter desses que não queres. Sabes porquê? Quem é competente não está para aturar topolinos, turbos nem sequer Ccorreia que tratam tudo e todos como corruptos... Mas curiosamente são sempre os outros, eu não sei com quem convivem no dia a dia, mas faz-me confusão essas generalizações.
Pois admito que sim, mas fiquei sem saber qual é a regra do privado que demove os trabalhadores de fazerem greve? Disseste que se deveriam aplicar regras do privado mas não sabemos quais.
A regra do privado é nao poder ter mais sindicatos que trabalhadores []
Mais de metade (52%) das comunicações de 2024 estão associadas à Administração Pública Local, 23% à Administração Pública Central, 12% a outros sob tutela pública e 2% à Administração Regional Autónoma. As entidades do setor privado estão associadas a apenas 11% das comunicações de crimes de corrupção e crimes conexos.
Já percebi onde queres chegar. Pensei que depois de tantos posts sucessivos sobre o assunto tinhas percebido que me estava a referir às regras no sentido metafísico da coisa! Até porque já escrevi aqui que nem sequer sou a favor do fim das greves ou algo do parecido. Liberdade e responsabilidade, quem quer fazer greve faz. E também já escrevi que o "mindset" era moldável, porque quando os trabalhadores públicos passam a ser trabalhadores do privado e respondem às regras "" de trabalhares do privado, deixam de fazer greves (e não é porque estejam proibidos).
Complicar é querer a malta a andar de transportes públicos e depois o tapete ser puxado.
Estou a perder o espírito da coisa.
Agora percebi. Está aqui a perder tempo a debater aspectos legais e regulamentares do sistema tuga mas, na realidade, o tema é mais metafísico e subjectivo.
Está certo.[] Tinha-me esquecido que isto era um tasco.
Estou a perder o espírito da coisa.
Agora percebi. Está aqui a perder tempo a debater aspectos legais e regulamentares do sistema tuga mas, na realidade, o tema é mais metafísico e subjectivo.
Está certo.[] Tinha-me esquecido que isto era um tasco.
Estou a perder o espírito da coisa.
A regra do privado, assim de forma crua e nua, é que se a empresa der prejuízo, os trabalhadores perdem o emprego.
Agora percebi. Está aqui a perder tempo a debater aspectos legais e regulamentares do sistema tuga mas, na realidade, o tema é mais metafísico e subjectivo.
Está certo.[] Tinha-me esquecido que isto era um tasco.
Estou a perder o espírito da coisa.
Sim mas então porque é que não querias fechar a CP como eu propuz ontém? (Se até tem contabilidade organizada e se pode demonstrar a insolvencia.)
Queres aplicar as regras do privado mas no único exemplo aqui falado (da CP), não o concordaste em dar-lhe o destino que se dá às empresa privadas na mesma situação financeira..
Não me venhas dizer que é porque se trata de um serviço público. []
o problema de fundo é que há um desequilíbrio enorme de forças no Estado em relação aos sindicatos e às acções sindicais.
no privado há equilíbrio, porque um trabalhador/sindicato tem sempre de garantir que excesso de greves não causa a falência da empresa e o seu próprio despedimento colectivo. Por isso, é no interesse do trabalhador exercer moderação, bom senso, e um equilíbrio que respeita o direito à greve mas evita o seu abuso.
no Estado, vale tudo. Como é impossível o Estado falir, no limite os trabalhadores poderão estar continuamente em greve, prejudicando os seus clientes (contribuintes) que têm de continuar a pagar o serviço sem terem outras opções.
por outro lado, como o Estado é gerido por políticos, o seu principal interesse são votos e não é qualidade do serviço (no privado, o principal interesse dos gestores é a qualidade do serviço porque maximiza os lucros e a capitalização bolsista). Assim, como os próprios funcionários são também eleitores, os gestores do Estado permitirão sempre os maiores abusos sindicais para continuar a garantir os votos dos próprios trabalhadores.
é um sistema completamente viciado que assenta em "regras" diferentes.
o problema de fundo é que há um desequilíbrio enorme de forças no Estado em relação aos sindicatos e às acções sindicais.
no privado há equilíbrio, porque um trabalhador/sindicato tem sempre de garantir que excesso de greves não causa a falência da empresa e o seu próprio despedimento colectivo. Por isso, é no interesse do trabalhador exercer moderação, bom senso, e um equilíbrio que respeita o direito à greve mas evita o seu abuso.
no Estado, vale tudo. Como é impossível o Estado falir, no limite os trabalhadores poderão estar continuamente em greve, prejudicando os seus clientes (contribuintes) que têm de continuar a pagar o serviço sem terem outras opções.
por outro lado, como o Estado é gerido por políticos, o seu principal interesse são votos e não é qualidade do serviço (no privado, o principal interesse dos gestores é a qualidade do serviço porque maximiza os lucros e a capitalização bolsista). Assim, como os próprios funcionários são também eleitores, os gestores do Estado permitirão sempre os maiores abusos sindicais para continuar a garantir os votos dos próprios trabalhadores.
é um sistema completamente viciado que assenta em "regras" diferentes.
a única diferença é que o BE é mais honesto, e diz claramente ao que vem.
já o Livre - embora tão perigoso como o BE - vive da dissimulação, da sonsice e manhosice do Rui Tavares.
não esquecer que foi ele que se lembrou de colocar à frente do partido uma mulher, negra e gaga só por motivos eleitoralistas, e que tão depressa como a meteu lá, tão depressa a despachou e escorraçou, mal percebeu que a criatura não era controlável pelo criador.
Gastos com pessoal na CP disparam 76,2% desde 2016
O custo com pessoal na empresa pública que opera os comboios tem vindo a subir e só desde há três exercícios é que registou lucros. Mesmo assim, esse resultado positivo resultou de transferências do Estado por conta do pagamento de serviço público e pelo saneamento da dívida. Número de comboios suprimidos quase triplicou entre 2022 e 2023.
https://www.dn.pt/edicao-impressa/gastos-com-pessoal-na-cp-disparam-762-desde-2016