Muito gostaria que achassem que o que está errado aí é o facto desta disparidade ser provocada pela maioria das grandes empresas portuguesas serem provenientes de sectores de mão de obra não especializada, facilmente substituível, até por países com custos de trabalho inferiores, a fazerem atividades de baixíssimo valor acrescentado, em vez que uma qualquer ganância que leva os CEOs das empresas portuguesas a terem que ganhar isso tudo.
Mas isso já era pensar um bocadinho fora da caixa, e isso de facto é coisa que nunca assiste a este país. É a anedota dos caranguejos portugueses, se há um que tenta sair, os outros rapidamente o puxam de volta.
É paywall, sem acesso para analisar.
Mas é verdade que os CEO´s facilmente se auto aumentam.
Mas também é verdade que das 14 empresas analisadas, umas perderam quase mais de 5000 colaboradores como o BCP e outras expandiram e ganharam mais de 60000 como a Jerónimo Martins.
