5. Agora que estamos em seca extrema. Agora que não há hipótese de repensar transvases. Agora que os espanhóis estão indisponíveis para conversar sobre a água, o governo criou um grupo de trabalho para estudar a seca no Algarve. Possivelmente vai reunir-se em Vilamoura em agosto numa petiscada. Notável! Melhor ainda só mesmo o Metro de Lisboa. As obras custaram milhões e têm outros milhões de desvio. E afinal o traçado não é fluido para quem vem de Odivelas e do Lumiar. Barracada completa!
6. A Carris fez saber que não conhece o plano de mobilidade para as Jornadas da Juventude (JMJ). É tal a confusão que já há indicadores de que vamos ficar abaixo do milhão e meio de peregrinos esperados. Os custos, esses, derrapam! O bispo Aguiar anda a pedir desculpa por erros cometidos e, por antecipação, ao que vem a seguir. A propósito, diga-se que é aceitável certas organizações exibirem reivindicações antes da JMJ. Mas fazer greves ou boicotes é criminoso e indesculpável.
7. Na Direção-Geral de Saúde reina a desorganização. Dois subdiretores gerais demitiram-se em pouco tempo, o que obrigou Graça Freitas a voltar à pressa de férias e manter-se nas funções das quais queria reformar-se desde o princípio do ano. O concurso está aberto há seis meses. No terreno faltam vacinas para crianças, além da do tétano e anticoncecionais. O ministro ri e diz que está tudo bem!
8. A presidência da NAV, a empresa de navegarão aérea que zela pela segurança do nosso espaço, continua sem presidente desde a saída de Alexandra Reis. Mais uma galambice!