Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

um ponto de vista diferente ...


A ministra da Justiça já foi questionada sobre o caso. Rita Alarcão Júdice disse nesta quarta-feira que, no momento da fuga, estavam 17 guardas ao serviço para cerca de 400 reclusos.

Havia greve naquele dia: “São os guardas que estavam escalados de acordo com os serviços mínimos e mais um ou dois além dos serviços mínimos que estavam também presentes”. E, além da greve, 30 guardas estavam de baixa médica.
​...
Mas José Manuel Fernandes acha que há outro problema central: as 35 horas de trabalho semanal na função pública.
Como é que se organizam os turnos de trabalho com 35 horas semanais, em vez de 40 horas?”.

O comentador na rádio Observador lembra que, se com 40h/semana organizam-se facilmente três turnos diários de 8h cada, com 35h/semana cada turno passou a ter 7h.

E o resto? “Não bate certo. Ou vamos para horas extraordinárias, ou temos de fazer jigajogas com os horários”. José Manuel Fernandes avisa que este assunto, esta lacuna, é uma espécie de “elefante na sala de que nunca se fala”.

O comentador avisa que essa mudança “muito simpática” de 40h para 35h semanais na função pública – recuperada em 2016 – “ajudou muito a desestruturar os serviços públicos”. E hoje essa carga horária é “intocável”.


https://zap.aeiou.pt/fuga-reclusos-analise-688785​

Quando aquela figura ridicula que faz de presidente promulgou a lei das 35 horas, foi avisado por toda a oposição do impacto que a lei teria no funcionamento dos serviços públicos, e na rubrica gastos com pessoal.
​​Defendeu-se dizendo que reverteria a lei se isso acontecesse!

Lembro-me bem que por aqui o assunto encheu páginas de contestação (nomeadamente minhas e do Jimbo) enquanto os fofinhos canhotos defendiam o contrário

Voilá!

Num país onde o mindset geral não prima pela boa performance ou eficiência facilmente se advinhava o caos que temos hoje na generalidade dos serviços publicos....
 
Última edição:
Contratem os gajos dos batelões vindos da Ásia, os formados nativos fogem da choldra e pelos menos as moradias crescem nos muros, e a segurança privada floresce.

E o rácio da Segurança Social cresce, é o que se lê e escreve na choldra, seus pindéricos reacionários, não percebem a riqueza da globalização [:p]
 
eu já disse o que fazia com os reclusos, mas vocês não gostam [:cool:]

concurso público aberto a todos os países (especialmente 3º mundo) para outsourcing do sistema prisional. Os outros países têm mais espaço e menos custos, por isso fazia-se um preço por cabeça/ano, adjudicava-se, e lá iam eles.

claro que não precisavam de ir todos, podia haver um critério mínimo de anos de sentença / número de condenações, porque é legítimo as pessoas fazerem erros.

assim acabava-se a conversa de ter de libertar marginais por as prisões estarem cheias, poupava-se bastante nos custos, e se calhar reduzia a criminalidade porque cumprir uma pena em Addis Ababa é um bocado mais desagradável que em Évora.
 
Contratem os gajos dos batelões vindos da Ásia, os formados nativos fogem da choldra e pelos menos as moradias crescem nos muros, e a segurança privada floresce.

E o rácio da Segurança Social cresce, é o que se lê e escreve na choldra, seus pindéricos reacionários, não percebem a riqueza da globalização [:p]

Há diversos problemas nessa abordagem:

O recrutamento apressado com baixos padrões de qualidade que resulta em problemas nas situações de pressão dentro das cadeias;

O aumento da corrupção;

Aumento da violência nas cadeias;

Falhas de segurança e abuso de autoridade;

Infiltração de grupos extremistas na guarda prisional;

Aumento da rotatividade dos guardas que resulta num mais desperdício de verbas de formação.

As 35 horas vieram reduzir o tempo das refeições para 30 minutos ou menos, a estagnação salarial, que é um problema nacional que nos coloca em desvantagem relativamente a outros países europeus e a pressão psicologica do tipo de trabalho é propícia ao absentismo.

Sei de alguns caso de polícias e até guarda, que foram para outros países da Europa (Inglaterra, Suíça, Noruega) precisamente porquê trablham menos horas, já não me recordo qual é o país, mas sei que há um em que o horário de trabalho são 5 horas diarias com 4 dias em casa e os vencimentos são bastante interessantes, precisamente por ser uma profissão de risco.

Claro que também podemos optar por privatizar as cadeias, correndo o risco de que quem se esquecer de entregar o IRS, acabar a ser condenado a 8 anos de cadeia, só para as prisões darem lucro.
 
Sei de alguns caso de polícias e até guarda, que foram para outros países da Europa (Inglaterra, Suíça, Noruega) precisamente porquê trablham menos horas, já não me recordo qual é o país,

É só ouvir as declarações sindicais, referentes ao estado de degradação dos estabelecimentos prisionais e carreiras profissionais, ou será percepção?
 
[:D] [:D]

Como é que malta que não sabe quando deve usar um C ou dois SS, ou que que IO ou IU têm significado diferentes quer "discursar" sobre iletrados... [:)]
 
Roça o cómico, o afã de dizer mal de todos, é tal que caiem no ridículo. Os populistas agradecem este ataque cego ás pessoas simples, que podem ou não ser analfabetas ou letradas mas tem que ser respeitadas.
 
Há diversos problemas nessa abordagem:

O recrutamento apressado com baixos padrões de qualidade que resulta em problemas nas situações de pressão dentro das cadeias;

O aumento da corrupção;

Aumento da violência nas cadeias;

Falhas de segurança e abuso de autoridade;

Infiltração de grupos extremistas na guarda prisional;

Aumento da rotatividade dos guardas que resulta num mais desperdício de verbas de formação.

As 35 horas vieram reduzir o tempo das refeições para 30 minutos ou menos, a estagnação salarial, que é um problema nacional que nos coloca em desvantagem relativamente a outros países europeus e a pressão psicologica do tipo de trabalho é propícia ao absentismo.

Sei de alguns caso de polícias e até guarda, que foram para outros países da Europa (Inglaterra, Suíça, Noruega) precisamente porquê trablham menos horas, já não me recordo qual é o país, mas sei que há um em que o horário de trabalho são 5 horas diarias com 4 dias em casa e os vencimentos são bastante interessantes, precisamente por ser uma profissão de risco.

Claro que também podemos optar por privatizar as cadeias, correndo o risco de que quem se esquecer de entregar o IRS, acabar a ser condenado a 8 anos de cadeia, só para as prisões darem lucro.


[:D][:D][:D][:D]

diga-me um FP que almoça em menos de 30m!!! Diga-me um!!!!

[:)]
 
Isso é para começar a observar a vitrine com a confecção de bolos, e ver as gordas do pasquim matutino.

E como é óbvio resmungar com a malandragem que pulula pelo país, e com os políticos, [:D]
 
eu já disse o que fazia com os reclusos, mas vocês não gostam [:cool:]

concurso público aberto a todos os países (especialmente 3º mundo) para outsourcing do sistema prisional. Os outros países têm mais espaço e menos custos, por isso fazia-se um preço por cabeça/ano, adjudicava-se, e lá iam eles.

claro que não precisavam de ir todos, podia haver um critério mínimo de anos de sentença / número de condenações, porque é legítimo as pessoas fazerem erros.

assim acabava-se a conversa de ter de libertar marginais por as prisões estarem cheias, poupava-se bastante nos custos, e se calhar reduzia a criminalidade porque cumprir uma pena em Addis Ababa é um bocado mais desagradável que em Évora.


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Poucos a levaram a sério...
E outra que está a despontar pontos é a Alemã Alice Wiedel.

Têm o pragmatismo que falta aos homens. Terão futuro assegurado numa europa de Costas, Sanches, Macrins e outros c0ninh@s que tais...

[;)]

 
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