Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

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a curva de Laffer nunca falha [:cool:] [;)]

"taxem os ricos" [:D]

Os esquerdalhas não atingem isso.
 
lá vão os esquerdas entrar em parafuso com estes conflitos entre os grupos que eles mais apoiam.

de um lado os LGBTs, do outro o extremismo islâmico.

finalmente vão ter de perceber que não podem ter os 2 dentro do mesmo saco.
Nunca percebi como é que alguma esquerda apadrinhou a causa LGBT, quando há muito mais gays e lésbicas em proporção na burguesia exploradora do que no proletariado e classe média assalariada. Como também não percebo a raiva dos islamistas. Quando era miúdo até achava os gays uns gajos porreiros: ‘eles prescindem da quota deles de fêmea e vai sobrar fêmea em barda pra mim!’ Na realidade as coisas não eram assim tão simples e muita fominha passei: por cada parzinho de fufas - e havia muitos - há dois rapazolas a chupar no dedo. Islamização da Europa, não vejo qual é o problema. Carne de porco, prescindo, e se for enchidos e ultra processados é não e não - quando mais tarde vier a maleita, melhor. Depois, há certo tipo de rituais funerários que o Islão condena, e bem. Há muita gente que não suporta essas coisas a ponderar a conversão. Fica só a questão da poligamia, mas aí cada que se sirva do que gostar. Eu não, que não tenho dinheiro pra isso.
 
Quando os reaças conseguem dar a volta com a trafulhice fiscal e com a treta da curva de Laffer resta a solução final e radical - apropriação colectiva dos meios de produção.


quem? [:D]

tu e a meia dúzia de comunistas que sobram? [:D]

é mais fácil ires para um País onde já tenham feito isso [:)]
 

De facto é triste. Ver a tasca do sr João onde se jogava a bela da sueca e a mercearia da dona Rosa que tinha uns bolinhos de bacalhau de ir às lágrimas a serem substituídos por starcucks e burger shits é uma mrda.
É votar com a carteira mas não há muito a fazer, os cromos papam o lixo todo que vem de fora.
 
Nunca percebi como é que alguma esquerda apadrinhou a causa LGBT, quando há muito mais gays e lésbicas em proporção na burguesia exploradora do que no proletariado e classe média assalariada. Como também não percebo a raiva dos islamistas. Quando era miúdo até achava os gays uns gajos porreiros: ‘eles prescindem da quota deles de fêmea e vai sobrar fêmea em barda pra mim!’ Na realidade as coisas não eram assim tão simples e muita fominha passei: por cada parzinho de fufas - e havia muitos - há dois rapazolas a chupar no dedo. Islamização da Europa, não vejo qual é o problema. Carne de porco, prescindo, e se for enchidos e ultra processados é não e não - quando mais tarde vier a maleita, melhor. Depois, há certo tipo de rituais funerários que o Islão condena, e bem. Há muita gente que não suporta essas coisas a ponderar a conversão. Fica só a questão da poligamia, mas aí cada que se sirva do que gostar. Eu não, que não tenho dinheiro pra isso.

Fds mano, falhaste feio.
Ser indiferente à islamização da Europa é demencial, até um qualquer velho comuna sabe que na vinhaça e nos rojões não se toca!
Para não falar em coisas mais sérias como a demência de casamentos com menores, circuncisão e por aí fora.
 
Quando os reaças conseguem dar a volta com a trafulhice fiscal e com a treta da curva de Laffer resta a solução final e radical - apropriação colectiva dos meios de produção.

Sabes que nem no tempo do sovietes os meios de produção eram propriedade colectiva? Era tudo do Estado. Ou seja, era a pior forma de capitalismo.

Sabes onde é que havia propriedade colectiva? Na história da humanidade só aconteceu em dois momentos, na pré-história e nos kibutz.



Já agora, para quem fala da curva de laffer, o momento de maior prosperidade e desenvolvimento social no mundo moderno ocorreu precisamente entre 1945 e 1970, a época em que os ricos pagavam 91% de impostos o que ffnanciou tudo desde a segurança social à exploração espacial, com presidentes republicanos, nos EUA [;)].

É daí que nasce a democracia social, que influênciou os países nórdicos, na realidade e em termos práticos, a curva pode ser útil como intuição teórica, mas não como guia confiável de políticas públicas, porque funcionou bem com taxas elevadas nos EUA e funciona bem com taxas moderadas (60%/80%) noutros países. Ou seja, depende de tanto fatores diversos que acaba por ser pouco credível, é um argumento retórico fácil de usar, mas fraco para decidir políticas.
 
eles gostam é das empresas familiares de vão de escada com sede em parques de campismo, garagens e cabeleireiros.
 
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