Dacia Duster Motor gripado 120.000 Km

eu ainda sou daqueles que o óleo é 1 ano ou os km's, o que ocorrer 1º, não vou em cantigas de 30.000km's 2 anos como é em alguns casos...
um carro de empresa faz esses km's e muitos mais num ano, dependendo do uso, agora um particular a na maioria dos casos nem 10.000km\ano fazem...
 
Infelizmente não temos dados concretos para diagnosticar o porquê do motor ter "morrido".

Infelizmente para o saber o user vai ter que abrir o motor e fazer uma "autopsia"ao mesmo.

O user por bem haveria de autopsiar o motor no concessionario da Dacia que lhe faz a manutenção,de preferencia ter um apoio juridico,pois às vezes algo pode estar errado tipo defeciência mecânica,e as marcas tem tendencia a fugir com o desculpando o termo "cú à seringa".

Problemas a nivel do óleo e que 30000km é muito podemos descartar,se a marca o diz para fazer e com a boa norma e homologação do óleo tudo bem..

Agora se o óleo não era o correto,aí poderá haver verdadeiramente algo a ver...

Poderá haver problemas internos a nivel da distribuição,alguma válvula que partiu,biela que cedeu....enfim infelizmente diagnósticos há muitos.
 
Desculpem,mas li o post de abertura e insisto que o motor do veiculo em questão seja aberto para saber o que aconteceu.

Esses 1.5 DCI (K9K) deram aluguns problemas em gerações mais antigas,mas os mais recentes,são considerados em geral dos mais fiaveis que há no mercado.

Eu já vi um caso numa Mercedes Citan 109 CDI,uma valvula de admissão partir e motor foi-se...

O veiculo passava dos 140000km sempre assistido na Mercedes e foi proposto ao cliente um gesto comercial,a Mercedes pagou o motor,cliente pagou mão de obra e liquidos.

Serviços sempre feitos aos 40000km e óleo com a boa homologação MB 228.51 SAE 5W30,é uma carrinha que fazia 200-300km diários
 
3 revisões e o motor tem 121k Km?
Isto segundo as minhas contas dava 5 revisões e não 3.

Alguém pode elaborar?

Terá feito aos 30 - 60 - 90 -...e iria fazer aos 120!! [;)] Digo eu, o plano de manutenção assim o diz!
 
Curioso o teu post. Também há tempos foi abordado que os carros avariam, ou seja, é crónico.

Na primeira resposta a este tópico referi: "motor gripado é muito vago, pois pode ter "gripado" por várias razões", e o teu post refere exactamente o mesmo, simplesmente gripou.

O único problema crónico dos 1.5 DCI que pode "gripar" o motor são os bronzes, e afecta unidades até 2007. Dependendo do caso, pode danificar apenas a cambota e biela. A cambota pode ser trocada ou retificada, e a biela afectada trocada. Obviamente que envolve abrir o motor e faz sentido trocar também outros componentes, mas adiante.

Este é o tipo de avaria onde na marca simplesmente trocam um motor, e um mecânico em condições o repara. Além do preço mais baixo, fica-se com um motor "reconstruido".

Em relação à questão de todos griparem pelo 4º cilindro, tenho dúvidas. Tive o problema dos bronzes no meu carro e a biela afectada foi a 1º, as outras estavam sem folga. Outros carros que tive conhecimento o mesmo. O 1º cilindro é o que fica mais afastado da bomba de óleo. Tendo em conta claro, que nos Renault se contam os cilindros a partir da caixa.

Quanto à chamada do mecânico para o departamento da Renault, acho também curiosa. Quando tive o problema no carro falei com vários mecânicos, inclusivé da Renault, e ninguém me perguntou se era o 2 ou 3º cilindro. Simplesmente fala-se que os bronzes "foram à vida". A reparação é a mesma para qualquer cilindro, o mais trabalhoso é sempre tirar a cambota.

Resumindo: esses motores que viste griparam mesmo porquê?

Desculpa mas não é verdade. Posso pedir a um colega para me autorizar a colocar aqui a factura da carrinha Megane dele...de Maio de 2008. E outro de uma Grand Scenic de 2011.
 
Terá feito aos 30 - 60 - 90 -...e iria fazer aos 120!! [;)] Digo eu, o plano de manutenção assim o diz!

As revisões não se fazem aos 10k, 20k, 30k, ou que quilometragem vem escrita nos livros, ou o que o Zé António da marca X, Y ou Z te diz.
As revisões fazem-se quando o motor assim o dita, as revisões fazem-se quando o óleo não está em condições, as revisões fazem-se quando têm de ser feitas e isto tudo depende do tipo de condução e do tipo de condições atmosféricas e meteorológicas.

Estes factores são importantíssimos e é disto que as pessoas se esquecem. Só porque no livro diz que o óleo aguenta 2 anos ou XX Km, não significa que se siga cegamente esta indicação.

Depois tens o factor do profissionalismo e seriedade das oficinas que efectuam a revisão. Não sabes que óleo é colocado, não sabes a quantidade, não sabes nada porque não estás lá para ver.

Basta que, a oficina não tenha tido a seriedade pretendida, e algum descuido do condutor no que toca ao controlo da qualidade do óleo e capum, motor com o galheiro.
 
Desculpa lá , o manual refere 30000kms de intervalo ou dois anos, excepto o óleo. (Deverias saber que o manual não refere bem o que dizes...) Esse (óleo do motor) muda quando acusa no CB, o que normalmente é antes. Não há mais "mas".... Está escrito. Quem quer fazê-lo antes tudo bem na mesma!
 
Desculpa lá , o manual refere 30000kms de intervalo ou dois anos, excepto o óleo. (Deverias saber que o manual não refere bem o que dizes...) Esse (óleo do motor) muda quando acusa no CB, o que normalmente é antes. Não há mais "mas".... Está escrito. Quem quer fazê-lo antes tudo bem na mesma!

Acabaste por não dizer nada de novo e muito menos me contrariar.
E ainda para mais, chegaste aonde eu queria que é a situação que está a bold.

121k Km com 3 revisões é definitivamente pouco. Isto, tendo em conta que a primeira revisão vai ser sempre feita bem antes dos limites de quilómetros ou temporais.
 
Mas não sabemos se o utilizador mudou óleo e filtro em outros intervalos menores! Isso é uma revisão?? Mudar óleo apenas?
 
Para aqueles que falam que 30 000 kms para um óleo é muito... o que dirão no caso dos Volvo FH que mudam a cada 100 000 km...
 
Apesar de não ter nenhuma convicção na fiabilidade do 1.5 DCI (por alguns exemplos que conheci de perto), existem factores difíceis de assegurar.

Para quem tenha paciência, eis uma reportagem de um exemplo extremo de "mudanças de óleo" que não passam de acertos, e é quando lhes chegam a tocar:

https://youtu.be/-avpx8UTakI

E não fiquemos nunca completamente seguros de que na oficina "x" ou "y" não acontecem outro tipo de aldrabices, a menos que estejamos a ver o óleo a sair de uma embalagem fechada e a entrar para dentro do motor.

Já conheci casos onde era cobrado o óleo (caro) correspondente ao motor do carro que estava a ser assistido, mas o que entrava lá era sempre óleo do mesmo bidão, com as especificações mais baixas e generalistas possível.

Sem ir a esses extremos, não é impossível que um concessionário faça alguns "atalhos" nas normas do óleo que o motor pede.

Há uns anos atrás eu defendia os intervalos grandes de mudança de óleo desde que preconizados pelo fabricante, mas nos motores de "hoje" (e em particular nos diesel) começam a existir muito mais variáveis como os FAP, número e condição de regenerações (particularmente nas interrompidas), etc.

Os Japoneses já incluem há imensos anos dois planos de mudança de óleo e manutenção a que chamam de "condições normais de utilização" e "condições severas" (ou algo similar), onde o intervalo passa para metade dos km percorridos com o mesmo óleo, referindo-se a trajectos curtos ou longos períodos em alta rotação como exemplos de utilização severa - e isto em motores a gasolina atmosféricos!
 
Para aqueles que falam que 30 000 kms para um óleo é muito... o que dirão no caso dos Volvo FH que mudam a cada 100 000 km...

Diria que:

- são motores que levam quantidades gigantescas de óleo, não sendo eventualmente vantajosa a sua substituição preventiva face a uma análise química de uma amostra de óleo;

- são motores que fazem pouca rotação, e que possivelmente não criam o mesmo desgaste e contaminação no óleo;

- são 100.000 km, mas não demoram 4 anos a fazê-los;


Confesso que não conheço as especificidades particulares de um camião, mas parece-me óbvio que são máquinas com requisitos distintos.

Motores com 13.000cc a 16.000cc e potências máximas na casa dos 420 a 750cv atingidos entre as 1.400 e 1.800 rpm sugerem algumas diferenças. [;)]
 
Diria que:

- são motores que levam quantidades gigantescas de óleo, não sendo eventualmente vantajosa a sua substituição preventiva face a uma análise química de uma amostra de óleo;

- são motores que fazem pouca rotação, e que possivelmente não criam o mesmo desgaste e contaminação no óleo;

- são 100.000 km, mas não demoram 4 anos a fazê-los;


Confesso que não conheço as especificidades particulares de um camião, mas parece-me óbvio que são máquinas com requisitos distintos.

Motores com 13.000cc a 16.000cc e potências máximas na casa dos 420 a 750cv atingidos entre as 1.400 e 1.800 rpm sugerem algumas diferenças. [;)]
Os camiões são um mundo à parte,mas tem dois tipos de serviço, se for um veiculo que faça exclusivamente longas distâncias e auto estrada,a muda de óleo pode ir até aos 150000km,se for um veículo que faça obras públicas,estradas poeirentas,e que trabalhe em situações agressivas para a mecanica o serviço não vai além dos 50000km.

Os filtros para pesados são todos high efficency e heavy duty o que permite percorrer esses km todos sem mudar os filtros,à excepção do filtro de ar que convem ser controlado todos os 10-15000km e o filtro primário do gasóleo,poiy este é o filtro separador da água.

Mecânica num camião ou num ligeiro a diesel é "quase a mesma",há umas pequenas diferenças.

Quanto ao Dacia não serve de nada nos pormos aqui a advinhar o que foi,tipo foi o óleo que originou o problema,etc,etc.

Ali houve uma falha mecânica,sem nos dizerem o que foi,pois o motor tem que ser aberto não nos serve de nada atirar o barro à parede.

121000 km para um diesel não é muito km.

Cumprimentos a todos
 
Há uns posts atrás dei-vos o exemplo da Mercedes Citan,que é nada mais,nada menos do que uma Renault Kangoo.

Só tem umas diferenças...soldaduras do chassis mais reforçadas,assentos mais duros,suspenção mais dura,frente do veiculo que muda a nivel da grelha e farois,e a consola central,punho da cixa de velocidades e control do limpa vidros que é tudo como mercedes todas a funções num só manipulo à esquerda onde se encontra os piscas.

Para quem fala do óleo que 30000km é muito como referi anteriormente para a Citan mesmo motor Dci k9k,na Mercedes estipulam 40000km/2 anos,não referem a serviço severo.

Atenção que de fábrica óleo e liquidos vêm tudo com lubrificantes elf fe 5w30(que na renault máximo são 30000km),anticongelante elf máximo 48 meses ou 180000km(que na renault máximo 48 meses ou 160000km).

Depois no concessionário passa de um óleo ACEA C4 para um óleo ACEA E9 (MB 228.51),sim leva óleo de pesados,pois na Mercedes utilitários e pesados fazem parte do mesmo departamento.

Poderia referir-me a caixa de velocidades e oleo travões mas começava a fazer im testamento.

Ou seja não é por pelo oleo que o motor berrou,dei-vos o exemlo duma Citan que o motor morreu aos 140000,e visto que estava perto dos 100000km foi-lhe feito gesto comer ial aercedes pagou motor e cliente mão de obra.

Ainda não estava coberto pelo plano garantia 150000km/5 anos que existe agora.
 
Já tive várias conversas com o meu mecânico em relação a esta história dos óleos. O que me diz, pela experiência que tem de muitos e muitos anos, é que durante os primeiros 2 anos dificilmente o motor mostra problemas pela deficiente lubrificação; regra-geral e salvo raras excepções, os problemas vêm algum tempo depois de terminada a garantia.

E nesses casos em que as mudanças de óleo são pouco frequentes, também confirmado pelo mecânico, nota-se-se logo nos bronzes, e não são raras as vezes do motor a bater. E se continuarmos, a vida do turbo é também drasticamente diminuída.

Claro que estas coisas só acontecem depois de expirar a responsabilidade do fabricante, e este quer é vender carros! Hoje, um carro com 4 anos, para o fabricante já é velho!
 
Quando as marcas necessitarem de especialistas em manutenção automóvel, propriedades de óleos e afins, tem muitos candidatos por aqui [:D]
 
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