Dakar 2016

vsr200

Well-known member
Já há movimentações que implicam com os Portugueses.

O Cyril sai da KTM!!!!!!

O Ruben parece que continua nos planos da KTM mas em que papel?

Já o Cyril supostamente não quer ser adversario do Ruben!?

Que grande confusão.

Para onde vai o Francês? Honda?

Como fica o Helder?

Já o Chaleco, vai para a KTM
 
Última edição:
Bolivia aparece no Dakar 2014, já apresentado

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TV5MONDE : actualites : Le Dakar-2014 pour la première fois en Bolivie

Portal A TARDE - Edição de 2014 do Rally Dakar vai passar pela Bolívia
 
E parece que o Ruben fica mesmo na KTM mas para lutar pela vitoria :confused:

Eu acho muito dificil mas para ele é optimo.

Agora vai escolher um aguadeiro, quem será que ele escolhe?
 



Mas pelo que li ontem (imprensa francesa), somente as motos e os quad, é que passarão na Bolívia.

A caravana será dividida em dois.

Já agora:

Le Dakar-2014 ne manquera pas de sel avec le Salar d'Uyuni en Bolivie, pays qui accueillera le rallye-raid pour la première fois, du moins les motos et les quads, en plus des habituels Argentine et Chili pour l'ensemble de la caravane.

Adios Pérou, buenos dias Bolivie! Pendant deux jours, les motards et quads vont défricher de nouveaux territoires, pendant que les autos et camions rallieront le Chili depuis l'Argentine, selon le programme dévoilé par ASO mercredi.

C'est la grande nouveauté du Dakar-2014, qui s'offrira un crochet par un 4e pays d'Amérique du Sud depuis son implantation sur ce continent en 2009.

Le départ sera donné le 5 janvier depuis Rosario, en Argentine, avant une grande boucle vers le Nord et la Bolivie, puis une descente chilienne et une arrivée le 18 à Valparaiso. Il s'agira là aussi d'une première puisque le Dakar sud-américain avait pris l'habitude d'arriver dans une capitale (Buenos Aires, Lima et Santiago).

Le Dakar-2014 innovera également avec, donc, des bivouacs et des parcours organisés simultanément dans des pays différents pendant l'escapade bolivienne.

Autos et camions d'un côté, et motos et quads de l'autre, se trouveront ainsi séparés "pendant deux jours vraisemblablement, à la fois pour des questions de géographie bolivienne et d'organisation logistique", explique à l'AFP Etienne Lavigne, directeur de la course.


"En Bolivie, c'est plus simple de faire passer des motos que l'ensemble de la caravane. Les routes ne sont pas forcément carrossables pour des autos, mais pour des motos oui. On savait rentrer en Bolivie avec tout le monde, mais on ne savait pas redescendre avec les autos et camions par les itinéraires qu'on avait imaginés".


Partie remise pour le Pérou

L'appel du Salar d'Uyuni et de la Bolivie a malgré tout été plus fort.

"On s'imaginait aller en Bolivie depuis deux ans. On a fait cinq voyages là-bas, des voyages de reconnaissance dans plusieurs régions. La Bolivie possède une très grosse partie de montagnes, avec des très hauts plateaux. Mais comme ça nous plaisait énormément, on s'est dit qu'on allait y emmener une partie de la course", explique Lavigne.

Le grand perdant de cette nouvelle édition est donc le Pérou, privé de Dakar après deux années d'accueil en 2012 et 2013.

"Les Péruviens sont évidemment déçus, mais c'est un pays super intéressant avec de magnifiques territoires. Son absence en 2014, c'est surtout une promesse de revenir chez eux", préfère souligner Lavigne.

Les villes-étapes seront dévoilées aux pays accueillant l'épreuve courant avril, tandis que le parcours définitif sera lui rendu public en novembre.

"On a toujours envie d'aller voir ce qu'on ne connaît pas. Ce qui nous guide depuis cinq ans, c'est qu'on a des territoires fabuleux. On trouve des zones très désertiques, des pistes de sable, de pierres, des dunes, des rios..."

Le Dakar en Amérique du Sud, c'est désormais une évidence.

Selon les organisateurs, l'engouement pour la course semble aller crescendo sur le sous-continent américain. "Le Dakar a pris une dimension sud-américaine incroyable. Que ce soit en termes de public, de médiatisation ou de participation de concurrents locaux. Il y a même une espèce de rivalité entre les pays pour savoir qui aura le départ, qui aura l'arrivée, qui aura le plus grand nombre d'étapes", dit Lavigne.

De quoi mettre du sel sur la plaie de l'Afrique: "malheureusement, l'actualité montre que ça ne s'est pas arrangé depuis notre annulation de 2008", soupire Lavigne.

in: Le Dakar-2014 pour la première fois en Bolivie - Le Nouvel Observateur
 
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Ford apresenta equipa oficial para o Dakar 2014

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A Ford será o próximo construtor a entrar no Dakar de forma oficial, inscrevendo duas pick up Ranger para a próxima edição, tendo como pilotos o argentino Lucio Álvarez e o sul-africano Chris Visser. O programa será gerido no terreno pela divisão sul-africana da Ford, operada pela equipa Neil Woolridge Motorsport (NVM) e com o apoio da casa-mãe, num formato parecido com o que a Toyota apresenta na competição. As Ford Ranger serão equipadas com os V8 de 5.0 litros e potências a rondar os 350 cavalos, com a primeira unidade a iniciar os testes no terreno em Agosto.


Lucio Álvarez, de 36 anos, terminou o último Dakar na 10ª posição, com a Toyota da Overdrive, e na edição de 2012 tinha sido sexto. Já Chris Visser foi campeão sul-africano de TT em 2011 e fará a sua estreia no Dakar. A prova disputa-se entre 5 e 18 de Janeiro e inclui pela primeira vez a Bolívia no percurso.
 
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Continuam a ser revelados novos projetos para o Dakar 2014 e um dos mais recentes é o do francês Eric Vigouroux e do norte-americano BJ Baldwing, que vão pilotar dois novos protótipos EVR construídos na Califórnia. Vigouroux está radicado nos Estados Unidos há vários anos e entregou à californiana Jefferies Racing - a mesma estrutura que construiu os buggies de Nasser Al-Attiyah - o desenvolvimento de um novo protótipo equipado com o motor V8 Chevrolet Corvette LS7, acoplado a uma caixa de velocidades sequencial Fortin e de tração traseira.A carroçaria - que na prática cobre o chassis tubular de um buggy - é inspirada na nova Chevrolet Silverado, dando origem a mais uma pick-up que terá a concorrência direta das rivais da Toyota e Ford, além dos MINI da X-Raid e dos buggies de Al-Attiyah e Carlos Sainz.


autosport
 
Dakar 2014 será mais longo e contará com nove portugueses


A prova, que será disputada de 5 a 18 de Janeiro, será realizada pela sexta vez na América do Sul.


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Paulo Gonçalves diz que vai ser que vai ser "um Dakar mais difícil do que o anterior"




Nove pilotos portugueses vão enfrentar em 2014 um Rali Dakar mais longo, cuja 35.ª edição, sexta na América do Sul, cresceu cerca de 1.000 quilómetros, apelando à capacidade de resistência, e fará uma inédita incursão na Bolívia.

Com mais 400 pilotos inscritos - incluindo sete portugueses nas motos e dois nos carros -, esta edição será disputada de 05 a 18 de Janeiro, entre Rosario, a Argentina, e Valparaiso, no Chile, com uma passagem nos planaltos da Bolívia reservada em exclusivo aos "motards", anunciou hoje em Paris o director da prova, o francês Etienne Lavigne.

A grande especificidade do Dakar2014, denominada "Odisseia", serão as cinco classificativas desenhadas "em percursos inteiramente separados", um para motos e 'quads' e outro para carros e camiões, numa distância a rondar 2.000 km cronometrados, ou seja, 40% do percurso.

O itinerário do mais importante rali todo-o-terreno do mundo terá 9.374 km para os carros, dos quais 5.552 de "especiais", enquanto as motos terão de percorrer 8.734 km, incluindo 5.228 de troços cronometrados, repartidos em ambos os casos por 13 etapas, intervaladas por um dia de descanso a 11 de Janeiro.

"Virámo-nos para a resistência, do homem e da máquina", assinalou o director desportivo do Dakar, David Castera. "O depósito de água vai voltar a ter importância, tal como a gestão da equipa", acrescentou o autor do traçado, que entre o 'salar' de Uyuni, o maior deserto de sal do Mundo, e o deserto do Atacama vai testar os limites dos pilotos, igualmente postos à prova em duas etapas maratona sem assistência.

Presente na apresentação, o português Paulo Gonçalves (Honda), décimo classificado na edição de 2013 e recém-sagrado campeão do Mundo de todo-o-terreno em motos, não se mostrou surpreendido com o que ouviu e considerou que vai ser "um Dakar muito difícil, mais difícil do que o anterior".

"Temos a novidade que é a introdução de um novo país, a Bolívia, será uma passagem com algumas dificuldades por ser uma etapa 'maratona', atravessaremos o gigantesco 'salar' sem assistência. Além disso, temos todas as outras dificuldades normais do rali e temos de estar preparados, o Dakar nunca é fácil e este não será uma excepção", afirmou o piloto português.

Outro dos "motards" lusos, Hélder Rodrigues (Honda), sétimo em 2013, destacou "as etapas em altitude, na Bolívia", onde se atingirão os 3.600 metros, como outro ponto de dificuldade deste Dakar, que conta ainda, nas duas rodas, com Ruben Faria (KTM), segundo no ano passado, Pedro Bianchi Prata (Husqvarna), Victor Oliveira (Husqvarna), Pedro Oliveira (Speedbrain) e Mário Patrão (Suzuki).

Nos carros, Portugal estará representado pelas duplas Carlos Sousa/Miguel Ramalho (Haval) e por Francisco Pita/Humberto Gonçalves (SMG), enquanto Paulo Fiúza será mais uma vez co-piloto do argentino Orlando Terranova.

À partida estarão os vencedores do ano passado em motas e carros, respectivamente os franceses Cyril Despres e Stéphane Peterhansel, o qual procura uma 12.ª vitória, a sexta nos automóveis, depois de outras tantas nas motas.





in: Dakar 2014 será mais longo e contará com nove portugueses - PÚBLICO
 
Mário Patrão avança novamente com a sua suzuki , dorsal nº 36

Sou amigo pessoal dele, e sei do que ele é capaz... este ano é para o top20. Parece incrivel como só o ano passado conseguiu a sua 1ª presença no Dakar, quando é o melhor motard português à longos anos...

Ficou no 30º lugar no 1º ano, com uma mota fragil(única Suzuki presente no Dakar), e sem grande desenvolvimento. Por exemplo, acabou o campeonato TT dia 2 de Novembro(Mário campeão) e a mota do dakar já vai a caminho de França onde embarca para a Argentina.
 
Rali Dakar 2014 mais longo e mais alto


Nove pilotos portugueses vão enfrentar em 2014 um Rali Dakar mais longo, cuja 35.ª edição, sexta na América do Sul, cresceu cerca de 1.000 quilómetros, apelando à capacidade de resistência, e fará uma inédita incursão na Bolívia.


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Com mais 400 pilotos inscritos - incluindo sete portugueses nas motos e dois nos carros -, esta edição será disputada de 05 a 18 de janeiro, entre Rosario, na Argentina, e Valparaiso, no Chile, com uma passagem nos planaltos da Bolívia reservada em exclusivo aos "motards", anunciou hoje em Paris o diretor da prova, o francês Etienne Lavigne.



A grande especificidade do Dakar2014, denominada "Odisseia", serão as cinco classificativas desenhadas "em percursos inteiramente separados", um para motos e 'quads' e outro para carros e camiões, numa distância a rondar 2.000 km cronometrados, ou seja, 40% do percurso.

O itinerário do mais importante rali todo-o-terreno do mundo terá 9.374 km para os carros, dos quais 5.552 de "especiais", enquanto as motos terão de percorrer 8.734 km, incluindo 5.228 de troços cronometrados, repartidos em ambos os casos por 13 etapas, intervaladas por um dia de descanso a 11 de janeiro.

"Virámo-nos para a resistência, do homem e da máquina", assinalou o diretor desportivo do Dakar, David Castera. "O depósito de água vai voltar a ter importância, tal como a gestão da equipa", acrescentou o autor do traçado, que entre o 'salar' de Uyuni, o maior deserto de sal do Mundo, e o deserto do Atacama vai testar os limites dos pilotos, igualmente postos à prova em duas etapas maratona sem assistência.

Presente na apresentação, o português Paulo Gonçalves (Honda), décimo classificado na edição de 2013 e recém-sagrado campeão do Mundo de todo-o-terreno em motos, não se mostrou surpreendido com o que ouviu e considerou que vai ser "um Dakar muito difícil, mais difícil do que o anterior".

"Temos a novidade que é a introdução de um novo país, a Bolívia, será uma passagem com algumas dificuldades por ser uma etapa 'maratona', atravessaremos o gigantesco 'salar' sem assistência. Além disso, temos todas as outras dificuldades normais do rali e temos de estar preparados, o Dakar nunca é fácil e este não será uma exceção", afirmou o piloto português.

Outro dos "motards" lusos, Hélder Rodrigues (Honda), sétimo em 2013, destacou "as etapas em altitude, na Bolívia", onde se atingirão os 3.600 metros, como outro ponto de dificuldade deste Dakar, que conta ainda, nas duas rodas, com Ruben Faria (KTM), segundo no ano passado, Pedro Bianchi Prata (Husqvarna), Victor Oliveira (Husqvarna), Pedro Oliveira (Speedbrain) e Mário Patrão (Suzuki).

Nos carros, Portugal estará representado pelas duplas Carlos Sousa/Miguel Ramalho (Haval) e por Francisco Pita/Humberto Gonçalves (SMG), enquanto Paulo Fiúza será mais uma vez copiloto do argentino Orlando Terranova.

À partida estarão os vencedores do ano passado em motas e carros, respetivamente os franceses Cyril Despres e Stéphane Peterhansel, o qual procura uma 12.ª vitória, a sexta nos automóveis, depois de outras tantas nas motas




in: Noticias ao Minuto - Dakar 2014 mais longo e mais alto
 
Sou amigo pessoal dele, e sei do que ele é capaz... este ano é para o top20. Parece incrivel como só o ano passado conseguiu a sua 1ª presença no Dakar, quando é o melhor motard português à longos anos...

Ficou no 30º lugar no 1º ano, com uma mota fragil(única Suzuki presente no Dakar), e sem grande desenvolvimento. Por exemplo, acabou o campeonato TT dia 2 de Novembro(Mário campeão) e a mota do dakar já vai a caminho de França onde embarca para a Argentina.
Por acaso tambem o conheço pessoalmente, sou cliente dele e ele meu cliente tambem
 
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