Dakar 2016

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With the legendary driver Pierre Lartigue and his classic ZX Rallye-Raid!(...)
 
Pois, eu sabia que tinha essa. Alás, a malta de Paranhos vai lá toda, um amigo meu é também amigo pessoal dele.
Falei na da Secundária porque sou do tempo em que antes de ser Conservatório de Música era um bar do Tuning e antes disso uma loja de motas (ou então estou a fazer confusão com a outra descida)
Estas a fazer confusão com a MOTO DUPLA
 
Hélder Rodrigues: “A HRC trabalhou muito ao construir uma moto nova em oito meses”

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Hélder Rodrigues vai iniciar a sua oitava participação no Dakar, assumindo o objetivo de lutar pelo triunfo na mítica prova de todo-o-terreno. Em 2014, será também a segunda edição em que o português representa a Honda e a preparação foi intensa ao longo do ano. O resultado do ano passado não foi o melhor, como o piloto destacou, “mas este ano trabalhámos muito, com uma moto completamente nova e o objetivo de vencer o Dakar. Já fiz dois pódios, estou bem, não tenho nenhuma lesão e sinto-me bem fisicamente”.
Ao AutoSport, o motard garantiu que “estou numa equipa bastante mais competitiva que no ano passado. A HRC trabalhou muito com o objetivo muito forte e um projeto muito grande, de fazer uma moto destas em oito meses”. Hélder Rodrigues revelou ainda que o seu mochileiro será Javier Pizzolito, não se considerando o piloto número 1, embora a equipa atribua essa posição ao piloto luso. Contudo, a estratégia pode alterar-se devido às condicionantes da corrida: “Temos mais dois pilotos de topo, o Joan Barreda e eu, e com este ano excelente o Paulo Gonçalves. Depois temos os outros dois para nos ajudar, Sam Sunderland e o meu mochileiro Javier Pizzolito”.
Hélder Rodrigues, campeão do Mundo em 2011, tem um currículo notável no Dakar, competição onde se estreou em 2006 com um 9º lugar. De então para cá subiu já por duas vezes ao pódio. Registando ainda mais um quarto lugar, terminou por duas vezes na 5ª posição e uma na sétima. O piloto de Almargem do Bispo, Sintra preparou-se de forma intensiva e muito cuidada com vista ao grande desafio que se avizinha e para o qual é justificadamente colocado no restrito lote dos favoritos.


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Indígenas da Bolívia ameaçam impedir passagem do Dakar

Guerra com o Governo origina greve de fome e poderá levar a cortes de caminhos

Um grupo de cidadãos indígenas originários das terras altas da Bolívia, chamados de «allyus de Tolapamga», promete bloquear o Dakar 2014 que, pela primeira vez, vai atravessar território daquele país sul-americano.

Tudo não passa de uma questão política. A ameaça acontece enquanto o Governo local continuar a impedir a entrada do novo Conselho de Governo do Conselho Nacional de Allyus e Markas de Qullasuyu (con.amaq), uma organização de povos indígenas locais, descendentes dos Incas, na sede da organização.

O con.amaq dividiu-se em dois setores. Um, maioritário, que elegeu Freddy Bernabé como líder, outro escolheu Hilarión Mamani, que foi aprovado pelo governo mas não é reconhecido pela maioria dos membros da organização.

Guillermo Flores é um dos 60 populares que se encontra em vígilia às portas da sede da organização desde sexta-feita. Em declarações à Erbol afirmou: “Nós, como representantes de Tolapampa, não vamos permitir que entrem em nossa casa com o Dakar. O Governo tem de ter isso bem em conta.”

A polícia tem estado a guardar a sede, em La Paz, impedindo a entrada dos protestantes, que vão combinando estratégias para convencer os governantes a mudar de ideias. Bloquear caminhos ou assaltar oficinas são algumas das medidas propostas.

“Os povos indígenas estão muito quentes. Estamos à espera que cheguem as autoridades do con.amaq com a decisão tomada”, explica Flores.

A par da vigília decorre uma greve de fome por parte dos populares que promete intensificar-se nas próximas horas.

Em Uyuni localiza-se o grande deserto de sal, uma das novidades da prova deste ano. É essa passagem que os indígenas prometem bloquear se as suas pretensões não forem atendidas.
 
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Peugeot ya ganó en cuatro ocasiones el Dakar a finales de los 80, con Vatanen y Kankkunen al volante.

"Dos grandes nombres pueden unir fuerzas en el Dakar 2015. Carlos Sainz podría ser el abanderado del regreso de Peugeot a los desiertos, en un dream team que uniría al español y a Sebastien Loeb bajo los colores de Red Bull. El prestigio del bicampeón del mundo de rallys y ganador de la prueba en 2010, amén de sus reconocidas dotes de puesta a punto, han empujado a los responsables de la fi rma del león a contactar con él para su nuevo proyecto deportivo.

Aunque aún no se ha anunciado oficialmente, Peugeot tiene decidido regresar al Dakar en 2015. Tras el éxito de repercusión que les supuso la victoria en el Pikes Peak con un 208 pilotado por Loeb, ahora quieren retornar a la carrera que marcó una época en su trayectoria deportiva. Lograron el triunfo en cuatro ediciones, de 1987 a 1990, tres con Ari Vatanen y una con Juha Kankkunen, al volante de los 205 y 405 Turbo 16.

Aunque en la prensa francesa especulan que Stephane Peterhansel y Loeb serían sus pilotos, Monsieur Dakar aseguraba a AS en la presentación de Mini anteayer en Madrid que “algo he hablado con ellos, pero es un proyecto que aún no se ha aprobado. Creo que quien sí estará con ellos es Carlos Sainz”. Algunas fuentes indican que Peterhansel tiene contrato con Mini para 2015 y por ello no podrá entrar en este nuevo proyecto.

Y quién mejor que Sainz, el hombre que consiguió hacer del Volkswagen Race Touareg un vehículo ganador, para abanderar el regreso de Peugeot al desierto. Su relación con Red Bull facilita el camino, ya que será el patrocinador del programa como ya lo fue en Pikes Peak, al igual que la amistad que sigue manteniendo con Loeb, al que ayudó a lograr sus primeros títulos y al que incluso intentó fichar para Volkswagen.

Precisamente, el único impedimento que se atisba en el horizonte es que Carlos es en la actualidad asesor del equipo Volkswagen en el Mundial de rallys y posiblemente resulte incompatible trabajar para las dos marcas. El madrileño ha fi - nalizado esta semana sus ensayos con el buggy del equipo SMG con el que competirá en la próxima edición del Dakar."Em Peugeot quiere contar con Sainz en su retorno al Dakar en 2015 | Más Motor | AS.com
 
O Ruben acho que está um patamar ligeiramente acima dos restantes portugueses. A equipa mais forte e experiente.

Já nos carros acho que vai ser difícil fazer frente aos Mini, mas pode sempre haver uma surpresa do De Villiers do Sainz ou Gordon.
 
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