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A formação é necessário, ha entraves onde não se deve utilizar o DAE como esta nas imagens, apesar do aparelho dar so o choque se necessário.
De resto, diz tudo o que fazer...
No final continuas sem razão.
Quando um qualquer transeunte pode e deve em caso de suspeita de problema cardíaco de outra pessoa e à falta de alguém com formação, abrir o kit, passar os olhos por meia dúzia de diagramas, colocar uns "adesivos" e ligar a máquina.
Mas como disse também há excepções....pessoas tão tapadas em que nem com desenhos []
Tens também um link em cima, num país onde encontras AED em todo o lado, onde está lá escarrapachado que QUALQUER um pode e deve usar o automatismo não havendo ninguém com formação e/ou profissional de saúde por perto. Mas se gostas de andar na cauda da prevenção força aí, lol
EDIT: Aliás em todas as minhas formações anuais isso era bem frizado para quem não se sentia à vontade, capaz ou com discernimento para SBV....PELO MENOS LIGUEM A MÁQUINA!!!!
Também podes conduzir sem carta.
também não disse que tinha, mas tu deste a volta ai aos expert's que eles de certa forma acabou-lhes por fugir a boca para a verdade, na hora de verdade as coisas não são assim tão lineares como eles estavam a pintar no desenho...
Não é necessária formação quanto muito é facultativa, coadjuvante e importante noutras situações de emergência; desprezível numa situação de fibrilhação.
http://circ.ahajournals.org/content/124/20/2225.full
Bom argumento....em nada contradiz tudo o que deixei escrito e apoiado numa instituição credível ou os 3 anos de RU e os seus desfibrilhadores automáticos para uso por leigos sem formação[]
Na hora da verdade serias com toda a certeza parte do lote de excepções incapazes de ligar uma máquina com base num simples diagrama. Qualquer Lego Duplo representa um desafio maior:sh)
O que os experts e o estudo que coloquei em cima dizem é que os "bystanders" na sua ignorância mas sem palas como muitos por aqui reduzem para cerca de metade as consequências neurológicas de uma fibrilhação auricular.
O que se diz, sempre se disse e que justifica gastar milhões de euros/dolars ou libras numa rede de AEDs, é que o que conta no caso do típica fibrilhação não é a formação, é ter primeiro: a máquina ao lado em caso de acidente e segundo: alguém para ligar duas "pás" e carregar no botão da máquina o mais rápido possível.
E qualquer um dos crâneos que continua na negação, gostava de os ver operar uma máquina no final do dia da reciclagem e uns meses depois, SEM DIAGRAMA! Anda aqui muito teórico[]
Na hora da verdade serias com toda a certeza parte do lote de excepções incapazes de ligar uma máquina com base num simples diagrama. Qualquer Lego Duplo representa um desafio maior:sh)
Claro que é necessária. E não podes operar um DAE com formação SIV expirada. Apenas médicos podem operar DAE sem indicar número de operador DAE certificado. A máquina grava o registo de vozes e o operador tem de se identificar.
O SBV é muito mais importante que o DAE. SBV bem aplicado nos primeiros 90 segundos após uma paragem cardio-respiratória, reverte quase a totalidade das paragens. Portanto Formar em SBV sempre, que o DAE se não existir, chega via INEM SIV ou VMER. Com DAE e sem saber fazer, doente tem muito maior probabilidade de morrer. Há muitos ritmos não desfibrilháveis. SBV tem interesse sempre. DAE só nalguns casos.
Ventricular fibrillation is the most commonly identified arrhythmia in cardiac arrest patients.
Such an arrhythmia is only confirmed by electrocardiography. Ventricular fibrillation is a medical emergency that requires prompt Advanced Life Support interventions.
Para quem não tem formação em dae.
Doente no chão molhado, liga a máquina, a máquina manda afastar, o leigo está em contacto com a água, salva o doente morre o leigo...
Em Portugal talvez, no resto do mundo como vez se souberes ler qualquer pessoa pode e DEVE operar um disfribirlhador automático na falta de profissional de saúde ou indivíduo com formação.
Mas Portugal não é exemplo, porque tem uma rede ridícula de AEDs.
Não é.
Primeiro porque é coadjuvante ao lidar com a causa principal de muitas (maioria!?) das paragens cardio-respiratórias » fibtilhação ventricular, em que o tratamento de eleição no caso de um ritmo passivo disso » é o AED automático ou manual operado por alguém que tem de ter muitos mais do que um básico SBV.
Mais uma vez estatísticamente estou mais seguro com uma máquina+leigo do que com alguém com SBV e sem máquina se tiver uma paragem cardio-respiratória no meio da rua.
Esquece o SBV e segue para o e único tratamento, numa patologia tão frequente na sociedade sedentária de hoje.
https://en.wikipedia.org/wiki/Ventricular_fibrillation
Sendo mais barato e fácil dotar a população de conhecimentos básicos de SBV e sendo que os DAE nunca poderão ser livremente usados por qualquer pessoa, é preferível teres alguém que saiba e faça SBV em condições do que alguém que nunca na vida mexeu ou mexeu uma vez em 10 anos num desfibrilhador e o utiliza erradamente. A rede de emergência nacional melhorou muito. E foi graças a ela que reduzimos imensamente o tempo de resposta, reduzimos a mortalidade e aumentamos o sucesso de tratamento nos AVC e EAM. Há relação direta entre a reordenação da rede do INEM com distribuição de VMER e ambulâncias SIV e a redução da mortalidade por estas doenças. O que falta melhorar? Mais pessoas que saibam SBV.
Estamos a confundir coisas. O problema da paragem cardio-respiratória não é o coração por si. Mas a interrupção de oxigenação do cérebro que isso provoca.
O mais importante a prevalecer é a respiração e o fornecimento de oxigénio ao cérebro. Daí importância de SBV. Ao fazer SBV manténs oxigenação do cérebro quer o coração volte a funcionar ou não. Já aplicar DAE sem aplicar SBV pode não servir de nada. Voltas a ter ritmo cardíaco mas entretanto passou demasiado tempo e tens morte cerebral.
A nivel cardíaco Podes reanimar com sucesso alguém 1/2 hora (ou mais) depois de ter tido uma paragem cardíaca no entanto a nível cerebral isso foi tempo demasiado. A partir dos 5 minutos, o que resulta da reanimação nunca é muito bom. Mas se houver SBV, a "sobrevivência" do cérebro é alongada.. Se tem sido aplicado SBV de imediato (nos primeiros 60 segundos a probabilidade de reanimação bem sucedida é muito elevada). Ou seja, na nossa rede e funcionamento atual dos serviços de emergência, a probabilidade de reanimação depende muito maus da aplicação de SBV de imediato do que se DAE. muito mais da correta aplicação de SBV de início, o que permite ganhar tempo para a chegada e aplicação de medidas SIV ou SAV.
Sendo mais barato e fácil dotar a população de conhecimentos básicos de SBV e sendo que os DAE nunca poderão ser livremente usados por qualquer pessoa, é preferível teres alguém que saiba e faça SBV em condições do que alguém que nunca na vida mexeu ou mexeu uma vez em 10 anos num desfibrilhador e o utiliza erradamente. A rede de emergência nacional melhorou muito. E foi graças a ela que reduzimos imensamente o tempo de resposta, reduzimos a mortalidade e aumentamos o sucesso de tratamento nos AVC e EAM. Há relação direta entre a reordenação da rede do INEM com distribuição de VMER e ambulâncias SIV e a redução da mortalidade por estas doenças. O que falta melhorar? Mais pessoas que saibam SBV.
Esperemos que isso mude rapidamente, mas digamos que a pessoa que desenhou a legislação fê-lo mesmo à sua medida. []
A tacanhez é lixada....sempre na cauda em relação à Europa.
Bem pelo menos poupam-se umas centenas de euros ano em Portugal, por lei nem de kit completo de emergência nem de AED, não fosse alguma recepcionista carregar no botão errado :sh)
Uma nota: Atualmente deixa de ser um problema a articulação compressões/ventilação. A compressão bem feita mantém a oxigenação do cérebro e dispensa a aplicação da ventilação. Tanto que o atualmente proposto e se for só um operador, faz uma ventilação inicial e de seguida apenas compressões até chegar ajuda. Por isso é uma não questão e SBV nunca foi tão fácil de aplicar.
Já o DAE se desvaloriza objetos metálicos na vítima, humidade (chuva, suor, etc) e depois os resultados não são ótimos. Colocar os eletrodos na posição errada também não é raridade.
Se a população souber SBV o DAE pode manter modelo de utilização que utiliza hoje.
Most adults who can be saved from cardiac arrest are in ventricular fibrillation (VF) or pulseless ventricular tachycardia. Electrical defibrillation provides the single most important therapy for the treatment of these patients. Resuscitation science therefore places great emphasis on early defibrillation. The greatest chances of survival result when the interval between the start of VF and the delivery of defibrillation is as brief as possible. To achieve the earliest possible defibrillation, the International Liaison Committee on Resuscitation (ILCOR) endorses the concept that in many settings nonmedical individuals should be allowed and encouraged to use defibrillators.