[Sociedade] Deus existe?

Deus existe?

  • Sim

    Votos: 34 27,6%
  • Não

    Votos: 69 56,1%
  • Outra/Depende

    Votos: 20 16,3%

  • Total de eleitores
    123
Claro que existe, em milhares de milhões de anos tudo é possível. Como explicar que consoante se descubram fósseis mais recentes o seu grau de complexidade é maior? Como explicar que não existam fósseis de seres complexos com a antiguidade dos fósseis mais básicos?

Eu não estou a falar sobre se é verdade ou mentira, apenas que não é passível de ser provado por A+B, isso que tu fizeste é uma dedução.
Um céptico pode-te dizer que tiveram azar e não encontraram os fósseis de seres mais complexos, consegues provar que não existem?
Só se andares a escavacar a terra toda.
 
Mas para muitos milhões de fanáticos não interessa provar nada. E digo fanáticos porque para mim uma pessoa que acredita que a terra tem só tem dez mil anos mesmo depois de se descobrirem fosseis com milhões é um fanático, é uma pessoa verdadeiramente religiosa para quem não importa o que um homem numa bata descobre, o que importa é o que está escrito num livro preto.
 
A tua posição em relação às religiões não me interessa para nada, nem sei porque é que andas a repetir isso em todos os posts. [:D]

Adiante.

Se existiu evolução pode existir deus? Como podemos ter sido feitos à sua imagem e semelhança se somos o produto de milhares de anos de evolução tanto física como intelectual? Será que deus também evoluiu?
É isto[;)]
 
Esta é a questão mais é uma das mais fáceis de responder e, ao mesmo tempo, aquela que tem a resposta mais difícil de engolir para muitos.

Mas antes de mais nada, como é que entendem a ideia de Deus?

Como um ente que interfere continuamente, ao qual dedicamos a vida, orações e cerimónias, nas coisas do Homem, Terra e restante Universo?
Portanto é um teísta (não importa que deus, ou deuses, adore).

Como um ente, que depois de tudo ter criado (desde a vida até às leis da física), decide nunca mais interferir em nada, não se importando nada com o que possa acontecer?
Portanto é um deísta.

Como uma força, espírito, energia, etc. que permeia tudo, e que tanto é importante para uma túlipa como para um tubarão-martelo, que se encontra tanto numa pedra, como num buraco negro?
Portanto é um panteísta.

Agora...

Grandes afirmações ("Deus existe!") precisam de grandes, verificáveis, sólidas, acessíveis a todos, provas.

O ónus da prova não está do nosso lado (ateus), nós simplesmente verificamos e afirmamos o quão pernicioso e ridículo é acreditar numa "Fada Celeste" de que não se consegue ter qualquer indício, e vê-la como o centro de tudo.
O ónus da prova está do lado de todos aqueles que acreditam na existência de Deus. Eles é que devem descobrir e apresentar as provas que suportam as suas afirmações.

Na realidade, Deus é o "amigo invisível" que "ajuda" a criança, e muita da Humanidade ainda é uma criança; é o conforto psicológico, que ajuda muitos a suportar o sofrimento e a morte, é a pedra basilar de muitas sociedades baseadas no obscurantismo e repressão de questões incómodas, em suma: é a maior fantasia inventada pela Humanidade, na sua meninice.

Já chega de sermos crianças.
 
Esta é a questão mais é uma das mais fáceis de responder e, ao mesmo tempo, aquela que tem a resposta mais difícil de engolir para muitos.

Mas antes de mais nada, como é que entendem a ideia de Deus?

Como um ente que interfere continuamente, ao qual dedicamos a vida, orações e cerimónias, nas coisas do Homem, Terra e restante Universo?
Portanto é um teísta (não importa que deus, ou deuses, adore).

Como um ente, que depois de tudo ter criado (desde a vida até às leis da física), decide nunca mais interferir em nada, não se importando nada com o que possa acontecer?
Portanto é um deísta.

Como uma força, espírito, energia, etc. que permeia tudo, e que tanto é importante para uma túlipa como para um tubarão-martelo, que se encontra tanto numa pedra, como num buraco negro?
Portanto é um panteísta.

Agora...

Grandes afirmações ("Deus existe!") precisam de grandes, verificáveis, sólidas, acessíveis a todos, provas.

O ónus da prova não está do nosso lado (ateus), nós simplesmente verificamos e afirmamos o quão pernicioso e ridículo é acreditar numa "Fada Celeste" de que não se consegue ter qualquer indício, e vê-la como o centro de tudo.
O ónus da prova está do lado de todos aqueles que acreditam na existência de Deus. Eles é que devem descobrir e apresentar as provas que suportam as suas afirmações.

Na realidade, Deus é o "amigo invisível" que "ajuda" a criança, e muita da Humanidade ainda é uma criança; é o conforto psicológico, que ajuda muitos a suportar o sofrimento e a morte, é a pedra basilar de muitas sociedades baseadas no obscurantismo e repressão de questões incómodas, em suma: é a maior fantasia inventada pela Humanidade, na sua meninice.

Já chega de sermos crianças.
apr:)apr:)
 
Esta é a questão mais é uma das mais fáceis de responder e, ao mesmo tempo, aquela que tem a resposta mais difícil de engolir para muitos.

Mas antes de mais nada, como é que entendem a ideia de Deus?

Como um ente que interfere continuamente, ao qual dedicamos a vida, orações e cerimónias, nas coisas do Homem, Terra e restante Universo?
Portanto é um teísta (não importa que deus, ou deuses, adore).

Como um ente, que depois de tudo ter criado (desde a vida até às leis da física), decide nunca mais interferir em nada, não se importando nada com o que possa acontecer?
Portanto é um deísta.

Como uma força, espírito, energia, etc. que permeia tudo, e que tanto é importante para uma túlipa como para um tubarão-martelo, que se encontra tanto numa pedra, como num buraco negro?
Portanto é um panteísta.

Agora...

Grandes afirmações ("Deus existe!") precisam de grandes, verificáveis, sólidas, acessíveis a todos, provas.

O ónus da prova não está do nosso lado (ateus), nós simplesmente verificamos e afirmamos o quão pernicioso e ridículo é acreditar numa "Fada Celeste" de que não se consegue ter qualquer indício, e vê-la como o centro de tudo.
O ónus da prova está do lado de todos aqueles que acreditam na existência de Deus. Eles é que devem descobrir e apresentar as provas que suportam as suas afirmações.

Na realidade, Deus é o "amigo invisível" que "ajuda" a criança, e muita da Humanidade ainda é uma criança; é o conforto psicológico, que ajuda muitos a suportar o sofrimento e a morte, é a pedra basilar de muitas sociedades baseadas no obscurantismo e repressão de questões incómodas, em suma: é a maior fantasia inventada pela Humanidade, na sua meninice.

Já chega de sermos crianças.

Nunca é demais sermos crianças.
Existe uma pequenina diferença no pensamento de uma criança e de um adulto. As crianças vivem as fantasias no mundo real. Os adultos precisam das fantasias para viver o real[;)]
 
Esta é a questão mais é uma das mais fáceis de responder e, ao mesmo tempo, aquela que tem a resposta mais difícil de engolir para muitos.

Mas antes de mais nada, como é que entendem a ideia de Deus?

Como um ente que interfere continuamente, ao qual dedicamos a vida, orações e cerimónias, nas coisas do Homem, Terra e restante Universo?
Portanto é um teísta (não importa que deus, ou deuses, adore).

Como um ente, que depois de tudo ter criado (desde a vida até às leis da física), decide nunca mais interferir em nada, não se importando nada com o que possa acontecer?
Portanto é um deísta.

Como uma força, espírito, energia, etc. que permeia tudo, e que tanto é importante para uma túlipa como para um tubarão-martelo, que se encontra tanto numa pedra, como num buraco negro?
Portanto é um panteísta.

Agora...

Grandes afirmações ("Deus existe!") precisam de grandes, verificáveis, sólidas, acessíveis a todos, provas.

O ónus da prova não está do nosso lado (ateus), nós simplesmente verificamos e afirmamos o quão pernicioso e ridículo é acreditar numa "Fada Celeste" de que não se consegue ter qualquer indício, e vê-la como o centro de tudo.
O ónus da prova está do lado de todos aqueles que acreditam na existência de Deus. Eles é que devem descobrir e apresentar as provas que suportam as suas afirmações.

Na realidade, Deus é o "amigo invisível" que "ajuda" a criança, e muita da Humanidade ainda é uma criança; é o conforto psicológico, que ajuda muitos a suportar o sofrimento e a morte, é a pedra basilar de muitas sociedades baseadas no obscurantismo e repressão de questões incómodas, em suma: é a maior fantasia inventada pela Humanidade, na sua meninice.

Já chega de sermos crianças.

Post interessante apesar de não concordar na íntegra. Aquilo que escreveste no início „Mas antes de mais nada, como é que entendem a ideia de Deus“ é o busílis da questão.

De qualquer modo um ateu ao entender que Deus é uma fantasia, uma criação humana também se pode rotular de niilista.
 
Post interessante apesar de não concordar na íntegra. Aquilo que escreveste no início „Mas antes de mais nada, como é que entendem a ideia de Deus“ é o busílis da questão.

De qualquer modo um ateu ao entender que Deus é uma fantasia, uma criação humana também se pode rotular de niilista.

Jamais se poderá rotular alguém de niilista por defender a inexistência de uma entidade, da qual não existem provas que mereçam este nome.

Ademais, qualquer religião que sobreponha o "mundo do além" sobre o mundo real, estruturando (ou tentando) a sociedade para atingir esse objectivo (Paraíso,Valhalla, etc.) está, isso sim, com tendências niilistas: recusa, subserviência, quiçá destruição do mundo, por troca de uma fantasia perniciosa para o nosso real bem-estar.
 
Se entendermos esse Deus como "tudo" então será o princípio e o fim, não teve de ser criado, pura e simplesmente existe desde sempre.
Mas reflete sobre o que escreveste.

Pensa no pura e simplesmente existe alguem, que nós até achamos que tem a nossa imagem e achamos que ele não tem mais que fazer e só pensa em nós.

E já agora no para sempre e desde sempre, mas o desde sempre é quando?É quantificavel? Ele sempre existiu, mas o que é o sempre? não há um começo? Nem consigo explicar bem o que quero dizer por palavras.
Percebeste o que quis dizer?Se não expliquei bem diz que tento refazer [:D].
 
1 A perfeição só pode gerar perfeição.
2 Seres perfeitos não podem errar nunca.
4 Nós somos imperfeitos.
5 Logo não podemos ser criação de um ser perfeito.
Argumento perfeito, Irrefutável.
 
1 A perfeição só pode gerar perfeição.
2 Seres perfeitos não podem errar nunca.
4 Nós somos imperfeitos.
5 Logo não podemos ser criação de um ser perfeito.
Argumento perfeito, Irrefutável.

A perfeição só existe por oposição à imperfeição. Um ser só é perfeito se tiver imperfeições caso contrário perdia toda a singularidade e seriamos autómatos.
 
A perfeição só existe por oposição à imperfeição. Um ser só é perfeito se tiver imperfeições caso contrário perdia toda a singularidade e seriamos autómatos.

Concordo...

Se não tivéssemos livre arbítrio que raio de escolhas poderia-mos fazer?

Para mim as coisas criadas no caos sem qualquer lógica terem lógica.... é que me faz um pouco de confusão.
 
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