Digam «adeus» aos Diesel. Os gasolina, híbridos e eletricos vão chegar em força...

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Esquece os motores turbo de baixa cilindrada... é como o 918 híbrido [:D][:D][:D]

A conduzir normalmente (subidas, descidas, ultrapassagens, arranques em semáforo, etc.) os consumos indicados para os otto turbinados são isso mesmo: consumos indicados (muito longe da realidade)!

Os otto mais vale seguir com os atmosféricos mesmo que isso implique, pelo menos, mais 500 cc de cilindrada.

Discordo...e tens em cima 2 exemplos REAIS! de médias. Inclusive já te enviei uma lista bastante grande e aleatória entre marcas e modelos a comparar a diferença entre diesel e gasolina, e como raramente ultrapassa os 2 litros!
Como é óbvio, não nos podemos é fiar nas médias anunciadas, espantem-se, para nós utilizadores até convém que sejam assim, porque assim pagamos menos de impostos do que se fossem os verdadeiros [:p].

Eu vejo mais a coisa assim: carros de dia a dia do comum mortal, para andar a baixa rotação e dentro dos limites: motor pequeno com turbo.
carro para andar a alta velocidade e a alta rotação: atmosférico.
 
Ainda bem, alguém que acha que vai aumentar a velocidade máxima com uma repro nunca pode elucidar seja o que for a nível de carros, mecânica etc. É preciso saber antes de ensinar.

O motor tem cerca de 1200 rpm não aproveitados pelos 175 cv (mas seguros de aproveitar). O difícil será aumentar para 210 cv sem tocar muito no binário já de 420 nm (era ideal que se mantivesse ali perto porque um tracção dianteira não precisa de mais).

Os mapas já andam a ser estudados para mais 14 km/h de ponta [;)] .
 
Discordo...e tens em cima 2 exemplos REAIS! de médias. Inclusive já te enviei uma lista bastante grande e aleatória entre marcas e modelos a comparar a diferença entre diesel e gasolina, e como raramente ultrapassa os 2 litros!
Como é óbvio, não nos podemos é fiar nas médias anunciadas, espantem-se, para nós utilizadores até convém que sejam assim, porque assim pagamos menos de impostos do que se fossem os verdadeiros [:p].

Eu vejo mais a coisa assim: carros de dia a dia do comum mortal, para andar a baixa rotação e dentro dos limites: motor pequeno com turbo.
carro para andar a alta velocidade e a alta rotação: atmosférico.

Não te esqueças que a maior parte daqueles condutores considera os consumos algo importante (daí até participar naquele tipo de iniciativa). Para quem quer "abusar" dos carros, a diferença de consumo é muito superior a 2 l aos 100 entre o diesel e o otto.

Apesar de gostar bem mais de um otto na Serra, a brincar na Serra do Açor nunca consigo médias inferiores a 14/l... já com o ibiza (carro do mesmo peso/potência) é raro chegar ao fim com mais de 9 l.

O otto turbinado só vale a pena para quem fizer quase em exclusivo cidade (e não pode ser uma cidade de altos e baixos como Coimbra por exemplo) e tenha muito cuidado com o pedal (deixar a rotação subir muito linear, sem acelerações repentinas). Assim vale a pena... mas é um carro muito limitado para uma utilização mais ampla.
 
O motor tem cerca de 1200 rpm não aproveitados pelos 175 cv (mas seguros de aproveitar). O difícil será aumentar para 210 cv sem tocar muito no binário já de 420 nm (era ideal que se mantivesse ali perto porque um tracção dianteira não precisa de mais).

Os mapas já andam a ser estudados para mais 14 km/h de ponta [;)] .
1200 sem serem aproveitados... Ficam de reserva presumo.

Este conhecimento é de bradar aos céus. É que não se aproveita nada mesmo.

Mas vamos esquecer que carros tem uma caixa de velocidades... Só se a repro for a caixa. Enfim.... É não saber ponta do que se fala.
 
Não te esqueças que a maior parte daqueles condutores considera os consumos algo importante (daí até participar naquele tipo de iniciativa). Para quem quer "abusar" dos carros, a diferença de consumo é muito superior a 2 l aos 100 entre o diesel e o otto.

Apesar de gostar bem mais de um otto na Serra, a brincar na Serra do Açor nunca consigo médias inferiores a 14/l... já com o ibiza (carro do mesmo peso/potência) é raro chegar ao fim com mais de 9 l.

O otto turbinado só vale a pena para quem fizer quase em exclusivo cidade (e não pode ser uma cidade de altos e baixos como Coimbra por exemplo) e tenha muito cuidado com o pedal (deixar a rotação subir muito linear, sem acelerações repentinas). Assim vale a pena... mas é um carro muito limitado para uma utilização mais ampla.

Podes até ter razão, mas a importância que dão ao consumo tanto é válida para gasolina como diesel.
Eu por acaso registei-me lá desde que comprei o último carro. Não me interessa trabalhar para as médias (até sou dos piores [:D]), mas acho que é uma boa ajuda para controlar os gastos que tenho em combustível, e sobretudo para poder encontrar o ponto ideal do meu perfil de utilização/condução.

A explorar rotação do motor, é lógico que o consumo vai subir mais num otto, mas na minha opinião isso é proporcional ao gozo de o conduzir, e que um diesel não oferece na mesma proporção. E é um erro ir brincar para a serra e avaliar as médias!
Em carros mais potentes, é preciso saber avaliar até onde se está disposto a ir para andar sempre com um gasosas, ou optar por um diesel (economia), e acho que isto é uma razão já muito pessoal e que tem a ver com o uso que se dá e que se espera de um carro. É um bocado a mesmo razão de usares por exemplo um roadster ou um coupé, ou uma mota de alta performance como veíxulo diário, há coisas que não se explicam, sentem-se!

Relativamente à última parte, discordo na parte da cidade (é precisamente um dos pontos onde é pior que um atmosférico em termos de consumo), mas concordo com a questão do declive (nota-se bastante).
Se na tua consideração por "utilização mais ampla" incluíres andar longos períodos na velocidade máxima, de facto não é a melhor ideia, mas no geral têm uma utilização muito melhor do que um atmosférico.
 
Não te esqueças que a maior parte daqueles condutores considera os consumos algo importante (daí até participar naquele tipo de iniciativa). Para quem quer "abusar" dos carros, a diferença de consumo é muito superior a 2 l aos 100 entre o diesel e o otto.

Apesar de gostar bem mais de um otto na Serra, a brincar na Serra do Açor nunca consigo médias inferiores a 14/l... já com o ibiza (carro do mesmo peso/potência) é raro chegar ao fim com mais de 9 l.

O otto turbinado só vale a pena para quem fizer quase em exclusivo cidade (e não pode ser uma cidade de altos e baixos como Coimbra por exemplo) e tenha muito cuidado com o pedal (deixar a rotação subir muito linear, sem acelerações repentinas). Assim vale a pena... mas é um carro muito limitado para uma utilização mais ampla.

Tanta linhas e não se aproveita nada é incrível.

Que Otto é esse que gasta 14L? Otto Turbinado é limitado para uma utilização ampla? Qual? Um 1.0T ou um V8T? Enfim...
 
Acho que o aparecimento dos motores turbo de baixa cilindrada vem baralhar as coisas.

https://www.spritmonitor.de/en/over...ar_s=2015&power_s=110&power_e=118&powerunit=2

https://www.spritmonitor.de/en/over...pe=2&constyear_s=2015&power_s=110&powerunit=2

Comparando um octavia com um prius por exemplo, a diferença é de apenas de 1,65 l/100 km, e o prius é muito mais caro e nunca vai amortizar a diferença.
Nunca vai amortizar a diferença? Manutenção do Prius bem mais em conta e mais de 1.5L a cada 100km a menos e mesmo assim nunca vai amortizar a diferença? Pronto... A longo prazo é lógico que vai amortizar a diferença.
 
Nunca vai amortizar a diferença? Manutenção do Prius bem mais em conta e mais de 1.5L a cada 100km a menos e mesmo assim nunca vai amortizar a diferença? Pronto... A longo prazo é lógico que vai amortizar a diferença.

Explica-me onde um prius (caríssimo :sh)) recupera quase 10 mil € face ao skoda?
já para não falar que quem compra um carro desses não será para fazer propriamente 40 mil km por ano...

Mesmo pegando no exemplo do Auris 1.2T, HSD e 1.4 D4-D, não é fácil justificar as diferenças de 2/3 mil € entre eles, só mesmo para quem fizer muita cidade se justifica o híbrido.
 
Explica-me onde um prius (caríssimo :sh)) recupera quase 10 mil € face ao skoda?
já para não falar que quem compra um carro desses não será para fazer propriamente 40 mil km por ano...

Mesmo pegando no exemplo do Auris 1.2T, HSD e 1.4 D4-D, não é fácil justificar as diferenças de 2/3 mil € entre eles, só mesmo para quem fizer muita cidade se justifica o híbrido.
Será que os taxistas em Espanha também pensam assim?
Não fazem muitos kms por ano?
 
IN FLEET MAGAZINE por Ricardo Sousa, engenheiro mecânico.
Fim do diesel dá energia aos híbridos e elétricos

Quando se analisam todos os movimentos decorridos após a divulgação das notícias sobre a discrepância das emissões nos motores do grupo Volkswagen, ocorrido há mais de um ano, um facto ressalta: desde então, todos os grandes construtores automóveis anunciaram o desenvolvimento de motores mais eficientes, maioritariamente a gasolina, ou movidos a formas alternativas de energia.
De maneira mais ou menos discreta, perante exigências ambientais mais exigentes, alguns construtores admitiram mesmo que os motores a gasóleo, pelo menos nos veículos ligeiros, têm os dias contados na Europa.
Por isso, acredito que a (ainda) fraca concorrência das motorizações híbridas e elétricas vai certamente fazer crescer significativamente a venda de carros com soluções alternativas ou complementares à gasolina e ao gasóleo, e as vendas deste ano já evidenciam a maior aceitação dos condutores europeus, sobretudo empresas, por este tipo de veículos.

Para isso, contribuiu não apenas algum desencanto com os acontecimentos no grupo Volkswagen, mas também o apertar das políticas ambientais com vista à redução de emissões nocivas para o ambiente, sendo que as empresas e o automóvel são os maiores contribuintes.
Para estimular a procura, a maioria dos Estados membros da UE têm assegurado um conjunto de normas e benefícios fiscais mais atrativos, mais uma vez com impacto junto dos consumidores profissionais.
Se a isto juntarmos as evoluções tecnológicas que aumentaram a autonomia dos veículos 100% elétricos, acredito que a relevância destas motorizações comece a ter impacto significativo na redução das emissões e no peso da frota global de cada construtor, sobretudo quando ela se aproximar dos 500 km.


E o que é que está a ser feito para isso?
Nova tecnologia híbrida

Se nos elétricos muito tem sido feito para aumentar a capacidade das baterias, reduzir os consumos energéticos dos motores e a fricção, já nos híbridos, a aposta dos construtores é conseguir desenvolver conjuntos eficientes, em que o acoplamento do motor elétrico ao térmico resulte realmente num benefício para os consumos e emissões.
Aquilo que a maioria dos fabricantes automóveis ambiciona é tão só conseguir implementar sistemas que permitam retirar 70% do benefício dos sistemas híbridos plug-in da Toyota e da Honda, por apenas 30% do seu custo!
Antes de mais, é importante lembrar que os dois principais fabricantes mundiais de veículos híbridos são a Toyota e a Honda, cada um deles com um sistema híbrido próprio.
O sistema utilizado pela Toyota nos modelos da marca e na Lexus é o Hybrid Synergy Drive (HSD). Conjuga o melhor do sistema paralelo, com o melhor do sistema em série , permitindo ao Prius melhor rendimento que o sistema Integrated Motor Assist (IMA) da Honda, que funciona em paralelo.
Bem recentemente, dois dos principais fabricantes de componentes da indústria – Bosch e Delphi – anunciaram estar a desenvolver novos sistemas elétricos de 48 volts.
As grandes vantagens dos sistemas de 48 volts são o peso e dimensão, e o facto de dispensarem sistemas de segurança caros, como acontece nos que se encontram instalados nos veículos elétricos, que trabalham sempre acima dos 400 Volts.
Pronto para produção em 2017, segundo a Bosch anunciou, a sua tecnologia permite ser muito facilmente integrada em motores já existentes.
Contém a funcionalidade Stop/Start e, quando atua como um gerador, converte a energia de travagem em eletricidade, que pode ser utilizada para carregamento de baterias ou para consumo dos sistemas elétricos, com auxílio de um conversor para 12 volts.
Com o auxílio de uma bateria de iões de lítio também significativamente menor, este novo conjunto elétrico fornece uma potência suplementar de até 10 kW (13,6 cv).
Durante a aceleração, o motor elétrico acoplado tem potencial para fornecer mais 50 Nm de binário ao motor de combustão.
A Bosch espera que cerca de 4 milhões de veículos novos, em todo o mundo, venham a ser equipado com este sistema híbrido.
Já a tecnologia híbrida de 48 volts da Delphi, permite, nas palavras do fabricante, “uma eletrificação inteligente” capaz de assegurar reduções de emissões de CO2 em mais de 10%.
Esta solução aproveita o que os engenheiros desta empresa americana chamam de “e-charger”, que melhora o arranque do veículo.
A Delphi garante também que o seu sistema é capaz de aumentar o binário de arranque, em média, 25% e, em Abril deste ano, demonstraram-no num Honda Civic com motor diesel de 1,6 litros.
 
A minha contribuição para este tópico resume se a falar do Opel Corsa Turbo.

31 000kms, 90% nacionais /AE, 95% das vezes condução ECO.

Media real 5,4l/100.

e da bem mais gozo de conduzir que qualquer diesel semelhante.

Para mim sem dúvida que estes motores são o futuro. E até mais que os híbridos.

Porque com o abandonar do diesel ( por exemplo as construtoras alemãs já encerraram todos os projectos de desenvolvimento de motores diesel, e até 2030 vão fazer o que já tem), as marcas vão desenvolver ainda mais os gasolina, e não tenho dúvidas que vamos ver os consumos baixarem, e provavelmente a um ponto que os híbridos podem nem fazer grande sentido. Pelo menos ao nível dos utilitários e até segmento C.

Nao fosse está paranoia global com o diesel, e podiamos já ter hoje motores a gasolina bem mais evoluidos. Foram muitos anos perdidos a desenvolver algo que agora se vai abandonar. Acabou por ser tempo perdido.
 
Será que os taxistas em Espanha também pensam assim?
Não fazem muitos kms por ano?

Um taxista daz maioritariamente percursos em cidade e são percursos curtos. Nestas situações, os hibridos são muito bons.
Para mim, um híbrido plug in é o ideal, pous podemos fazer bastantes km em modo elétrico (30 a 50km, pelo que tenho visto) e não estamos limitados apenas à energia eletrica ( compensa para as viagens maiores).
O proximo carro para trocar a 508, será com muita possibilidade um hibrido plug in! A dúvida está entre a passat gte (para mim a carrinha mais bonita do segmento) e a mercedes c350e (favorita da mulher apenas por ser mercedes!!).
Caso a audi lance uma versão hibrida plug in, será com 100% de certeza a escolhida.
 
Já conduzi centenas de milhar de quilómetros em diesel,gasolina e GPL , o que me faz confusão é como alguém consegue andar na AE a 70/80 seja la qual for o motor/combustivel. [:D]
De resto cada qual com as suas vantagens e desvantagens já mais que conhecidas.

Tenho preferência por motores a Gasolina , de momento tenho de andar de trator , coisas da vida.
 
Mas não acham que quem tem um híbrido tem que andar a 70km/h na AE certo? Não tem nada a ver um a coisa com a outra.

Para mim que moro em apartamento e sem garagem, o carro fica na rua, não posso ter um EV nem um PHEV, infelizmente. Seria impossível carregar durante a noite. Mas penso que futuramente a médio prazo existam nas ruas algo que possa carregar os EVs de uma maneira bem mais rápida do que hoje e muito mais disseminado.
 
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Esquece os motores turbo de baixa cilindrada... é como o 918 híbrido [:D][:D][:D]

A conduzir normalmente (subidas, descidas, ultrapassagens, arranques em semáforo, etc.) os consumos indicados para os otto turbinados são isso mesmo: consumos indicados (muito longe da realidade)!

Os otto mais vale seguir com os atmosféricos mesmo que isso implique, pelo menos, mais 500 cc de cilindrada.

Já toda a gente aqui percebeu que andas sempre a abrir... mas isso não é a condução de um utilizador comum..
 
O 500 eléctrico dá (ou dava, quando começou a ser vendido) prejuízo, a FIAT até preferia não vender nenhum, mas o mercado americano na altura obrigava-os a terem-no disponível, para poderem vender os de combustão. É que uma coisa é estar pronto, outra é não ser demasiado caro de produzir... [;)]

Então a fiat tem um 500 eléctrico porque é "obrigada" a ter...mas que na realidade é demasiado caro de produzir...e resolve gastar recursos e dinheiro a fazer um 500 híbrido para substituir um 1.3 diesel porque, pelas exigências ambientais a aumentar, se vai tornar muito caro de produzir...[:D]

Parece-me que, e acredito que os eléctricos vão massificar, o que falta perceber ( vão já aparecer os visionários ) é o tempo que vai demorar ( quantificar ESPAÇO/FUTURO) e se os híbridos serão uma opção para esse espaço e mesmo para coabitar com os eléctricos...

A Fiat e também muitas outras marcas parece que estão a ver as coisas assim...
 
É? quanto mais barato? será que dá para pagar a diferença em IUC que o Prius paga a mais?
Pensa assim, nunca terás de mudar embraiagem, motor de arranque, alternador, discos e pastilha com mais duração.

Portanto é fazeres as contas, se meteres na equação um Turbo a gasolina nunca terás de te preocupar com o turbo e o seu sistema.

As próprias revisões são mais baratas.

Portanto, a longo prazo, sim compensa o IUC juntando depois a poupança de combustivel...
 
Explica-me onde um prius (caríssimo :sh)) recupera quase 10 mil € face ao skoda?
já para não falar que quem compra um carro desses não será para fazer propriamente 40 mil km por ano...

Mesmo pegando no exemplo do Auris 1.2T, HSD e 1.4 D4-D, não é fácil justificar as diferenças de 2/3 mil € entre eles, só mesmo para quem fizer muita cidade se justifica o híbrido.
Um Auris HSD com o equipamento em Confort custa praticamente o mesmo que o Diesel 1.4 de 90cv. Não só falamos de menos potente como um motor mais complexo.

Se falarmos do 1.6 Diesel, o HSD custa certa de 2-3.000€ a menos.
 
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